domingo, 26 de fevereiro de 2017

*Programação para as Missas de Cinzas

-Matriz quarta- feira às 16h e 19h e 30min.

-Comunidades Dom Bosco e São Domingos Sávio quinta-feira ás 19h e 30min.

-Comunidades Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora do Rocio sexta-feira ás 19h e 30min.

-Comunidade São Pedro sábado às 19h.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Novos pastores para a Família Salesiana

Novos pastores para a Família Salesiana
Escrito por Editorial Boletim Salesiano
Em 12 de dezembro, dom Edmilson Tadeu Canavarros, SDB, foi ordenado bispo. Para alegria da Família Salesiana, o mês de dezembro foi também rico em ordenações sacerdotais em vários estados brasileiros.
O salesiano Edmilson Tadeu Canavarros dos Santos foi ordenado bispo em uma celebração realizada na noite de 12 de dezembro. O arcebispo de Manaus, dom Sérgio Castriani, ministrou a ordenação episcopal junto ao arcebispo de Campo Grande, dom Dimas Lara Barbosa, e do bispo de Corumbá, dom Segismundo Martinez Alvarez. A cerimônia foi realizada em uma data especial, no dia de Nossa Senhora de Guadalupe, a padroeira da América Latina, e emocionou muitos religiosos, religiosas, autoridades civis e eclesiásticas, a comunidade católica de Campo Grande e de Corumbá, a Família Salesiana e os familiares do bispo.
Segundo o inspetor da Missão Salesiana de Mato Grosso, padre Gildásio Mendes, a ordenação do novo bispo é um presente à Igreja Católica a todos os Salesianos de Dom Bosco. “Dom Edmilson Tadeu é o primeiro bispo nativo de Mato Grosso do Sul e isso significa que a semente do Evangelho foi plantada e semeada. Agora todos os pastores, sacerdotes e filhos de Deus veem um filho seu, de Corumbá, do Pantanal, indo para o serviço apostólico em outra arquidiocese”, declarou o inspetor.
“Não são nossas habilidades que revelam verdadeiramente quem somos, são as nossas escolhas, creio que cada um carrega consigo uma missão da vida e é incrível como Deus sabe escolher”, destacou o bispo em sua nova missão pastoral. Dom Edmilson Tadeu foi nomeado pelo Papa Francisco como bispo auxiliar na Arquidiocese de Manaus, na qual foi acolhido em 17 de dezembro.

Novos sacerdotes
Dezembro foi também um mês de ordenações sacerdotais para a Família Salesiana. Com muita alegria, a FS recebeu novos presbíteros entre o final do ano passado e o início de 2017. Veja a seguir.

Edilson Agreson da Silva
No dia 4 de dezembro, na Paróquia Nossa Senhora da Esperança, em Cabo Frio, RJ, Edilson Agreson da Silva foi ordenado padre durante a celebração eucarística presidida pelo arcebispo de Niterói, RJ, dom José Rezende Francisco Dias. Estiveram presentes diversos salesianos, entre eles o inspetor da Inspetoria São João Bosco, padre Orestes Fistarol, familiares e amigos do novo padre, além da comunidade paroquiana local. Na última semana foi publicado no site da Inspetoria São João Bosco um depoimento do então diácono sobre essa nova etapa de sua vida religiosa. Leia aqui.

José Paulino de Godoy Júnior
O diácono José Paulino de Godoy Júnior foi ordenado padre durante a Celebração Eucarística presidida pelo arcebispo de Mariana, MG, dom Geraldo Lyrio Rocha. A ordenação foi realizada no dia 4 de dezembro. Estiveram presentes diversos salesianos, entre eles o inspetor da Inspetoria São João Bosco, padre Orestes Fistarol, familiares e amigos do novo padre, além da comunidade paroquiana local. Recentemente foi publicado no site da Inspetoria São João Bosco um depoimento do então diácono sobre essa nova etapa de sua vida religiosa. Clique aqui para ler.

Josimar Schlikmann
“Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi”. Este é o lema sacerdotal do padre Josimar Schlikmann, ordenado no dia 4 de dezembro, na Paróquia Santa Terezinha de Timbó, SC. A celebração foi presidida pelo bispo diocesano de Blumenau, dom Rafael Biernarski. Participaram do momento o inspetor da Inspetoria Salesiana São Pio X, padre Asídio Deretti, o pároco da Paróquia de Santa Terezinha de Timbó, padre Carlos Humberto Camargo, padres salesianos e diocesanos e vários diáconos.

Jeferson Junio Moreira
Foi realizada no dia 10 de dezembro, na Comunidade da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, em Ponta Grossa, PR, a ordenação presbiteral do diácono Jeferson Junio Moreira. A celebração foi presidida pelo bispo diocesano de São José dos Campos, dom José Valmor Cesar Teixeira. Estavam presentes o inspetor salesiano de Porto Alegre, padre Asídio Deretti, salesianos sacerdotes, diáconos, membros da Família Salesiana, além dos parentes, amigos e convidados de Moreira. O diácono Jeferson escolheu como lema da sua ordenação a frase do Evangelho de Mateus, 5, 13-14: “Vós sois o sal da terra, vós sois a luz do mundo”.

Tércio Rodrigo Santos
O dia 10 de dezembro foi de alegria para a comunidade da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Amaro, no Guarujá, SP, e para a família do até então diácono Tércio Rodrigo Santos da Silva, que recebeu o segundo grau do sacramento da ordem e tornou-se sacerdote. A ordenação foi presidida por dom Tarcísio Scaramussa, salesiano e bispo da Diocese de Santos, à qual a paróquia pertence, e concelebrada pelo inspetor da Inspetoria Salesiana de Nossa Senhora Auxiliadora, padre Edson Donizetti Castilho, pelo diretor responsável pela formação teológica dos salesianos, padre Assis Moser, pelo pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Amaro, padre André Torres, e por dezenas de sacerdotes salesianos que se fizeram presentes.

Giovane de Souza
“Onde a caridade é verdadeira, Deus aí está!” é o lema do neo-sacerdote Giovane de Souza, ordenado presbítero no dia 17 de dezembro, na Paróquia da Sagrada Família, em Araranguá, SC. A celebração foi presidida pelo bispo diocesano de São José dos Campos, dom José Valmor Cesar Teixeira, e contou com a presença do inspetor da Inspetoria Salesiana São Pio X, padre Asídio Deretti, de padres salesianos, diocesanos e religiosos, familiares, amigos, convidados, além dos seminaristas salesianos e membros da Família Salesiana.

Herison Leandro da Silva Cavalcanti
No dia 17 de dezembro, na Basílica do Sagrado Coração de Jesus, o diácono salesiano Herison Leandro da Silva Cavalcanti foi ordenado sacerdote pela imposição das mãos de dom Hilário Moser, SDB, bispo emérito de Tubarão, SC. A celebração contou com a presença do inspetor, padre Nivaldo Pessinatti, e diversos padres e irmãos salesianos, além de alguns sacerdotes diocesanos. Amigos, familiares e diversos membros de grupos da Família Salesiana também participaram deste importante momento para a congregação e toda igreja.

Adriano Aureo Toilier
“Andarei na presença de Deus” foi o lema escolhido pelo diácono salesiano Adriano Aureo Toilier para a ordenação sacerdotal que aconteceu na cidade paranaense de Corbélia no dia 28 de janeiro. A celebração foi realizada na Paróquia São Judas Tadeu e foi presidida pelo arcebispo de Cascavel, dom Mauro Aparecido dos Santos. Estavam presentes o inspetor salesiano, padre Asídio Deretti, padres salesianos, diocesanos, parentes, amigos e membros da Família Salesiana. Na homilia, dom Mauro ressaltou que Adriano deve imitar bastante a Dom Bosco, sendo um padre alegre e levando essa alegria a todas pessoas com as quais irá trabalhar na pastoral. Depois da homilia foram feitos os ritos da ordenação.

Com informações: Fládima Christofari, MSMT; Vivian Marler, ISMA; Anderson Bueno, ISSP; Acontece, ISJB; Nordeste Hoje, Inspetoria Salesiana do Nordeste; e Sintonia Online, Inspetoria São Pio X.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

O QUE AS SAGRADAS ESCRITURAS ENSINAM SOBRE O CELIBATO?

Diferente do que muitos pensam, a bíblia menciona em diversas passagens a possibilidade do celibato. A ideia de vida consagrada não surgiu dentro do ambiente eclesial, ao contrário disso, o próprio Jesus Cristo manifestou sua vontade de possuir homens que dedicassem suas vidas inteiramente ao Reino de Deus.


A primeira referencia que encontramos, está no evangelho segundo Mateus:
“Eunucos por amor ao Reino de Deus”
Mt 19,10-12 – “Os discípulos disseram-lhe: Se é assim a condição do homem em relação a mulher, não vale a pena casar-se. Eles acrescentou: Nem todos são capazes de compreender essas palavra, mas só aqueles a quem é concedido. Com efeito, há eunucos que nasceram assim, do ventre materno. E há eunucos que foram feitos eunucos pelos homens. E há eunucos que se fizeram eunucos por causa do Reino dos Céus. Quem tiver capacidade para compreender, compreenda!”
Alguns versos antes desses aqui expostos (Mt 19,1-9), mostra-nos Jesus em conversa com os Fariseus a respeito do “matrimônio”. Cristo ensina que o casamento é insolúvel e aquele que larga sua esposa para desposar outra mulher, comete adultério. Como conclusão dessa conversa, os apóstolos questionam o Senhor sobre tal prática e concluem que o ideal seria não se casar. Em reposta, Jesus usa de exemplo uma posição que na época antiga, em alguns casos, eram de homens que trabalhavam como servidores domésticos: o eunuco.
Eunuco é um homem que não possui os “testículos” por motivos congênitos (má formação no período de gestação) ou porque teve seu órgão removido por orquidectomia (remoção dos testículos), em outras palavras, são homens “celibatários” de forma involuntária. Jesus Cristo usa dessa ideia para dizer aos discípulos que alguns são eunucos não por escolha, mas por consequência ou obrigatoriedade, entretanto, o Messias coloca uma nova classe: os eunucos que assim se tornaram por amor ao Reino de Deus. Esses novos eunucos, se ofertaram por amor ao Reino e optaram por não se casar. Os eunucos do reino não passaram por uma espécie de castração física, mas sim, optaram pela castidade por amor a Deus e aos irmãos. Cristo deixa isso claro ao dizer que o celibato é possível ao decidir-se por guardar os ímpetos carnais.
As próximas referencias que identificamos sobre o celibato, encontram-se no capítulo 7 (sete) da primeira carta aos coríntios. Em alguns versículos, conseguiremos visualizar que o pensamento paulino sobre a castidade é a principal formação da Igreja usada até os nossos dias.
“Quisera que todos fossem como eu”
I Cor 7,7-8 – “Quisera que todos os homens fossem como sou; mas cada um recebe de Deus seu dom particular, um, deste modo, outro, daquele modo. Contudo, digo aos celibatários e às viúvas que é bom ficarem como eu”.
As sagradas escrituras não nos concedem informações se Paulo foi casado ou se possuiu algum relacionado anterior a sua conversão, o que sabemos por suas cartas é que o apóstolo foi um dos primeiros a defender o celibato. O capitulo sete da primeira carta aos coríntios é dedicado inteiramente ao assunto de “matrimônio e virgindade” e é aqui que encontramos os reais motivos que levaram a Igreja durante os séculos a aceitar o celibato com naturalidade.
Em sua primeira instrução, Paulo afirma que gostaria que todos os cristãos fossem como ele e que guardassem a castidade por amor ao Reino de Deus, entretanto, sabe que esse dom não é de todos e que somente alguns poderiam assim fazer, entretanto, o apóstolo deixa claro que aqueles que ainda não contraíram matrimônio e até mesmo as viúvas, fiquem como ele e assumam uma posição de celibato perante a Igreja.
“Quem não é casado cuida das coisas do Senhor”
I Cor 7,32-34 – “Eu quisera que estivésseis isentos de preocupações. Quem não tem esposa, cuida das coisas do Senhor e do modo de agradar ao Senhor. Quem tem esposa, cuida das coisas do mundo e do modo de agradar a esposa, e fica dividido. Da mesma forma, a mulher não casada e a virgem cuidam das coisas do Senhor, a fim de serem santas de corpo e de espírito. Mas a mulher casada cuida das coisas do mundo; procura como agradar ao marido”.
Paulo inicia esse verso dizendo que gostaria que os cristãos de Corinto não tivessem “preocupações”. As preocupações que o apóstolo se refere são daqueles que são casados. Na conclusão do seu raciocínio, ele demonstra o que realmente pensa sobre os que contraem matrimonio. Nestes dois versículos, vemos que a preocupação do apóstolo é dizer que o homem e a mulher que se decidem pelo celibato, estão inteiramente prontos a assumir um compromisso onde descobrirão a melhor forma de agradar ao Senhor. Já para os casados, o discurso parece ser duro: “quem tem esposa, cuida das coisas do mundo”.
É interessante afirmar que em nenhum momento, Paulo quer desmerecer o matrimonio que para a Igreja, é um sacramento do amor de Deus, ao contrário disso, o apóstolo quer afirmar que aquele que se guarda em castidade, se dedicará inteiramente a Deus, ao contrário dos casados, que terão que se preocupar em como agradar o esposo ou a esposa.
“Os que não se contaminaram e são virgens”
Ap 14,4 – “Estes são os que não se contaminaram com mulheres: são virgens. Estes seguem o Cordeiro, onde quer que ele vá. Estes foram resgatados dentre os homens, como primícias para Deus e para o Cordeiro”.
Diferente do antigo testamento que possuía a concepção de que a falta de descendentes seria uma desonra (Jz 11,37), o novo testamento revela uma perspectiva diferenciada; aqueles que se guardam, são os que realizam a vontade do Senhor de uma forma plena, isto porque, possui um tempo inteiramente dedicado a Deus. Aquele que se casa, faz bem, porém, o que guarda sua virgindade, o faz melhor!
Aqueles que tomam a iniciativa de “seguir o Cordeiro, onde quer que ele vá”, assume um compromisso perante o Reino de Deus, faz seus votos de castidade para que assim, se entregue verdadeiramente a obra do Senhor no serviço comunitário.
O verso do apocalipse aqui citado, nada fala sobre sacerdócio, entretanto, trazendo para a realidade da Igreja, podemos sim fazer um comparativo com todos aqueles que se ofertam a vida celibatária por amor a Deus. Estes são resgatados como primícias e seguem ao Senhor com alegria missionária em todos os lugares do mundo.

CONCLUSÃO
O celibato não é um dogma que a Igreja promulgou, ao contrário do que muitos pensam, a “castidade” é uma regra disciplinar interna que poderia ser alterada se assim, o magistério, unido ao Papa, quisesse. Contudo, a fé católica tem o total respaldo em afirmar que o voto celibatário é um Dom oferecido aos homens, que dotados da graça de Deus, são convidados a assumir um “casamento” com a comunidade cristã, a fim de servir ao Senhor e aos irmãos.
As sagradas escrituras nos concedem provas irrefutáveis, confirmando aquilo que a Igreja preserva para os religiosos: muitos possuem a vocação do matrimonio, porém, outros são chamados a serem “eunucos” pelo reino de Deus e dessa forma, ofertam suas vidas em pró da construção do Reino do Senhor.
Este dom que é tão criticado pela sociedade atual, é a verdadeira prova de que a Igreja Católica tem seguido fielmente as palavras dos apóstolos que deixaram tudo para seguir o Senhor Jesus Cristo. O pensamento secular jamais influenciará as doutrinas, dogmas e regras da Igreja, afinal, remamos na maré contrária ao mundo.
Lc 18,29-30 – “Disse, então, Pedro: ‘Eis que deixamos nossos bens e te seguimos’! Jesus lhes disse: ‘Em verdade vos digo, não há quem tenha deixado casa, mulher, irmãos, pais ou filhos por causa do Reino de Deus, sem que receba muito mais neste tempo e, no mundo futuro, a vida eterna’”.
Fonte: https://afeexplicada.wordpress.com/2017/02/09/o-que-as-sagradas-escrituras-ensinam-sobre-o-celibato-2/ 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Publicado o novo Mapa dos Salesianos no Mundo

Em muitas comunidades, escolas, paróquias salesianas, os jovens e leigos que colaboram na missão salesiana nem sempre têm a consciência global de formarem realmente parte de uma “comunidades mundial” – como dizem as Constituições SDB, em seu artigo 59. Um dos sinais mais visíveis dessa comunhão salesiana global é um simples mapa geográfico mundial, que apresenta todas as circunscrições salesianas espalhadas por 132 nações. Normalmente, passados dois anos, oferece-se novamente a possibilidade de imprimir uma versão atualizada, com as estatísticas mais recentes de cada inspetoria, visitadoria, circunscrição especial ou delegação.

“Este precioso trabalho é feito desde 2012 pelo salesiano irmão Hilario Seo (KOR), a quem se agradece por este serviço à Congregação. Gratidão também se expresse a todos aqueles coirmãos salesianos que enviam com cuidado e precisão os dados às Secretarias Centrais do padre Stefano Vanoli e do padre Francesco Maraccani. Um agradecimento ainda à colaboração do padre Václav Klement, conselheiro geral para a Região salesiana Ásia Leste-Oceânia”, comentou o padre Filiberto González, conselheiro geral para a Comunicação Social.

O Mapa dos Salesianos no Mundo 2017 está disponível em três formatos (128x91 cm, 256x182 cm, 350x248 cm) e duas versões: Eurocêntrica e Pacificocêntrica. Clique Aqui

Fonte: Info ANS - Boletim Salesiano

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

11 passos para ir à Missa com crianças de 0 a 5 anos

11 passos para ir à Missa com crianças de 0 a 5 anos.
Dicas de uma mãe de 5 pequenos
Anote aí:

1) Faça da missa dominical uma rotina completamente previsível, sempre no mesmo horário, sempre na mesma igreja.

2) Evite horários de sono e próximos das refeições, pois crianças com fome ou sono tornam-se mais irritadas.

3) Oferecer pipoca, bolacha, bala, e permitir brinquedos durante a Santa Missa proporcionam um mau hábito as crianças, dificultando o seu entendimento sobre o valor da missa e a virtude da ordem.

4) Utilizar o recurso de um único brinquedo silencioso para crianças menores de 2 anos, pode colaborar em situações mais difíceis, mas deve ser evitado. Ver item 3.

5) Pipoca, sorvete e balas, podem ser negociados após o término da Santa Missa, e podem até tornar-se uma rotina desejada pelos pequenos.

6) Andar não é falar, até 2 anos e meio aproximadamente algumas crianças ainda são inquietas, distraí-las caminhando no fundo da igreja pode ajudar, mas estas já são capazes de compreender o silêncio.

7) Após os 3 anos de idade as crianças são capazes de se manter sentadas em seu lugar, com poucas exceções.

8) Evite sentar próximo de outras crianças.

9) Quanto mais silenciosa é a missa, melhor é a compreensão da criança sobre seu silêncio, evite missas com abusos litúrgicos.

10) Dê preferência a igrejas com adornamentos e condições de reverência, as crianças compreendem onde estão se o meio exterior reflete as necessidades interiores. Igrejas modernistas esvaziam o sentido de sacralidade, e as crianças captam facilmente esta linguagem. Faça o teste, e considere mudar de Igreja.

11) Converse com a criança sobre como deve ser seu comportamento na missa. Converse antes de ir à missa, na porta da Igreja e quando se acomodarem em seus lugares. Seja específico e explique quais são as etapas, orientações vagas como dizer “preciso que se comporte” não fazem sentido para crianças pequenas. Não esqueça de elogiar seu bom comportamento e também o faça de forma específica.

Karen Fernandes, mãe de 5 pequenos.
(via Feminilidade, Fertilidade, Maternidade)

Oração para pedir proteção para um filho

Oração para pedir proteção para um filho
Peça com fé em nome de Jesus

Quando lembro de mãe, automaticamente me vem ao pensamento a história de uma mulher chamada Joquebede, esta foi simplesmente a mãe de Moisés, que foi o libertador de Israel da época que era escravo do Egito. Assim que o seu filho nasceu, houve uma grande matança de bebês homens, assim como aconteceu na época de Jesus, Joquebede conseguiu guardar por 3 meses, depois teve que usar a fé, essa mulher fez um cesto de colocou Moisés no rio, como se ela dissesse assim em seu interior “Deus, não tenho mais o que fazer, o que podia fazer para esconder meu filho eu já fiz, agora coloco este menino no rio e entrego em suas mãos”, jogou o menino no rio, ele foi encontrado por uma filha de faraó, que não deixou esse menino morrer, crescendo assim, como “neto” de faraó e futuramente se tornando o libertador de Israel. Êxodo 2, 1-10

Baseando-me nesta passagem imagino Joquebede orando assim, nos dias de hoje:
 
Oração das mães para proteção de um filho

Senhor, não tenho mais o que fazer!
Guardei meu filho, cuidei com toda a dedicação!
Fiz tudo o que estava ao meu alcance para protegê-lo!
Mas agora coloco ele em tuas mãos, e creio na tua proteção!
Nesse rio da vida, protege-o, livra-o de todo o mal!
Livra-o do homem sanguinário, da bala perdida, do assaltante!
Não permitas que nada de mal aconteça com ele!
Em nome de Jesus Cristo, amém e amém!

Fonte: aleteia.org/2017/02/02/oracao-para-pedir-protecao-para-um-filho

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Reitor-Mor: Mensagem aos jovens 2017



Reitor-Mor: Mensagem aos jovens 2017
A mensagem enviada pelo P. Ángel Fernández Artime aos jovens, por ocasião da Festa de Dom Bosco, é uma mensagem de gratidão, esperança e de empenho, que – justamente como Dom Bosco – exorta os jovens a seguirem Jesus segundo a própria autenticidade.
Fonte: ANS Agenzia iNfo Salesiana

Mensagem do Reitor-Mor aos jovens na festa de Dom Bosco (31 de janeiro de 2017)

Mensagem do Reitor-Mor aos jovens na festa de Dom Bosco
(31 de janeiro de 2017)

Meus queridos jovens.
Vocês já se encontraram com o olhar de Jesus, o Senhor?

Meus queridos jovens de todo o mundo salesiano, queridas jovens e queridos jovens: recebam minha saudação de amigo, de irmão, de pai – em nome de Dom Bosco –, ao fazer-me presente ‘batendo às portas de suas vidas’, na festa do nosso Amado Dom Bosco.
Há alguns dias, o Papa Francisco escrevia uma carta aos jovens para a apresentação do documento que servirá de preparação à XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos a ser celebrado em outubro de 2018. No início dessa carta, o Papa dizia: “eu quis que vocês estivessem no centro da atenção, porque os tenho no coração”. Posso garantir-lhes que eu mesmo sei, por experiência pessoal, o que significa trazê-los no coração e desejar-lhes todo o bem, embora em muitos casos ainda não tenhamos podido nos cumprimentar pessoalmente.
Sabem de uma coisa? Muitas vezes, quando me encontro com jovens do mundo e devo falar-lhes, gosto de pensar que é o que Dom Bosco, em nome de Jesus, gostaria de dizer-lhes.
Mesmo ciente de que é grande a diversidade entre vocês, de acordo com os países e continentes em que vivem, a diversidade das culturas, a diversidade das visões de quem, com seus estudos universitários, se prepara para a vida; e que é muito diferente a realidade de quem tem meios humanos e econômicos para realizar as próprias potencialidades e a realidade de outros jovens que possuem oportunidades muito menores etc., os seus jovens corações sempre têm muito em comum, são muito parecidos apesar das diferenças e, por isso, posso dizer-lhes alguma coisa a todos, independentemente de onde se encontram.
Minha mensagem hoje está em total sintonia como o que lhes pediu algumas vezes o Papa Francisco: “Eu confio em vocês, jovens, e rezo por vocês. Ousem ir contracorrente”.
São muitos os adultos que confiam plenamente em vocês. Eu sou um deles, meus queridos jovens, e os incentivo a serem valorosos em suas vidas. Incentivo-os a terem a força de ir ‘contracorrente’ quando o apelo à fidelidade, a vocês mesmos e a Jesus, ressoar com força no interior de seus corações.
O mundo de hoje precisa de vocês. Precisa de grandes ideais, que são próprios da sua juventude e dos seus sonhos juvenis. O mundo precisa, mais do que nunca, de jovens cheios de esperança e fortaleza, que não tenham medo de viver, de sonhar, de buscar uma profunda e verdadeira felicidade, aquela pela qual Deus habita em seus corações. Jovens que se sintam atraídos pelo compromisso e sejam capazes de se comprometerem e amar “até doer”, como disse certa vez Madre Teresa de Calcutá, hoje santa. Jovens capazes, a partir de seus compromissos, de dar o próprio tempo e dar-se a si mesmos.
Existem também muitos jovens ‘cansados, entediados ou desencantados’, ou que simplesmente nunca se entusiasmaram com nada, jovens muito fracos e frágeis; por isso, precisam de outros jovens, de vocês, que falando da vida e com a mesma linguagem vital, mostrem-lhes que há outros caminhos e possibilidades; jovens que os ajudem a entender realmente que fugir dos desafios da vida nunca é uma solução, e que, também como verdadeiros ‘discípulos-missionários’, os ajudem a descobrir Jesus em suas vidas e a crer n’Ele. Um Jesus que, certamente, ‘não lhes vende fumaça”, mas oferece Vida, daquela autêntica, da sua, Ele mesmo.
Queridos jovens, creio que uma coisa tão simples como esta Dom Bosco poderia dizer-lhes neste 31 de janeiro de 2017, com palavras e linguagem de hoje, assim como também lhes diz o Papa na carta mencionada: “Não tenham medo... Um mundo melhor constrói-se também graças a vocês, ao seu desejo de mudança e à sua generosidade. Não tenham medo de ouvir o Espírito que lhes sugere escolhas audazes, não hesitem quando a consciência lhes pedir que arrisquem para seguir o Mestre”.
Desejo, de todo o coração, que isso aconteça para vocês. Arriscar sempre que se trate de Jesus e de Deus Pai em suas vidas. Nunca lhes faltará a sua Presença por meio do Espírito e será garantia segura do seu caminho humano de felicidade.
Com verdadeiro afeto, cumprimento-os desejando-lhes uma feliz festa de Dom Bosco e a proteção sempre materna de nossa Mãe Auxiliadora.
Ángel Fernández Artime, sdb
Reitor-Mor

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O 51ª DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O 51ª DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

Tema: “Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5).
"Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo"

Graças ao progresso tecnológico, o acesso aos meios de comunicação possibilita a muitas pessoas ter conhecimento quase instantâneo das notícias e divulgá-las de forma capilar. Estas notícias podem ser boas ou más, verdadeiras ou falsas. Já os nossos antigos pais na fé comparavam a mente humana à mó da azenha que, movida pela água, não se pode parar. Mas o moleiro encarregado da azenha tem possibilidades de decidir se quer moer, nela, trigo ou joio. A mente do homem está sempre em ação e não pode parar de “moer” o que recebe, mas cabe a nós decidir o material que lhe fornecemos (cf. Cassiano o Romano, Carta a Leôncio Igumeno).
Gostaria que esta mensagem pudesse chegar como um encorajamento a todos aqueles que diariamente, seja no âmbito profissional seja nas relações pessoais, “moem” tantas informações para oferecer um pão fragrante e bom a quantos se alimentam dos frutos da sua comunicação. A todos quero exortar a uma comunicação construtiva, que, rejeitando os preconceitos contra o outro, promova uma cultura do encontro por meio da qual se possa aprender a olhar, com convicta confiança, a realidade.
Creio que há necessidade de romper o círculo vicioso da angústia e deter a espiral do medo, resultante do hábito de se fixar a atenção nas “notícias más” (guerras, terrorismo, escândalos e todo o tipo de falimento nas vicissitudes humanas). Não se trata, naturalmente, de promover desinformação onde seja ignorado o drama do sofrimento, nem de cair num otimismo ingénuo que não se deixe tocar pelo escândalo do mal. Antes, pelo contrário, queria que todos procurássemos ultrapassar aquele sentimento de mau-humor e resignação que muitas vezes se apodera de nós, lançando-nos na apatia, gerando medos ou a impressão de não ser possível pôr limites ao mal. Aliás, num sistema comunicador onde vigora a lógica de que uma notícia boa não desperta a atenção, e por conseguinte não é uma notícia, e onde o drama do sofrimento e o mistério do mal facilmente são elevados a espetáculo, podemos ser tentados a anestesiar a consciência ou cair no desespero.
Gostaria, portanto, de dar a minha contribuição para a busca dum estilo comunicador aberto e criativo, que não se prontifique a conceder papel de protagonista ao mal, mas procure evidenciar as possíveis soluções, inspirando uma abordagem propositiva e responsável nas pessoas a quem se comunica a notícia. A todos queria convidar a oferecer aos homens e mulheres do nosso tempo relatos permeados pela lógica da “boa notícia”.
 
A boa notícia
A vida do homem não se reduz a uma crônica asséptica de eventos, mas é história, e uma história à espera de ser contada através da escolha duma chave interpretativa capaz de selecionar e reunir os dados mais importantes. Em si mesma, a realidade não tem um significado unívoco. Tudo depende do olhar com que a enxergamos, dos “óculos” que decidimos pôr para a ver: mudando as lentes, também a realidade aparece diversa. Então, qual poderia ser o ponto de partida bom para ler a realidade com os “óculos” certos?
Para nós, cristãos, os óculos adequados para decifrar a realidade só podem ser os da boa notícia: partir da Boa Notícia por excelência, ou seja, o “Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus” (Mc 1, 1). É com estas palavras que o evangelista Marcos começa a sua narração: com o anúncio da “boa notícia”, que tem a ver com Jesus; mas, mais do que uma informação sobre Jesus, a boa notícia é o próprio Jesus. Com efeito, ao ler as páginas do Evangelho, descobre-se que o título da obra corresponde ao seu conteúdo e, principalmente, que este conteúdo é a própria pessoa de Jesus.
Esta boa notícia, que é o próprio Jesus, não se diz boa porque nela não se encontra sofrimento, mas porque o próprio sofrimento é vivido num quadro mais amplo, como parte integrante do seu amor ao Pai e à humanidade. Em Cristo, Deus fez-Se solidário com toda a situação humana, revelando-nos que não estamos sozinhos, porque temos um Pai que nunca pode esquecer os seus filhos. “Não tenhas medo, que Eu estou contigo»” (Is 43, 5): é a palavra consoladora de um Deus desde sempre envolvido na história do seu povo. No seu Filho amado, esta promessa de Deus – “Eu estou contigo” – assume toda a nossa fraqueza, chegando ao ponto de sofrer a nossa morte. N’Ele, as próprias trevas e a morte tornam-se lugar de comunhão com a Luz e a Vida. Nasce, assim, uma esperança acessível a todos, precisamente no lugar onde a vida conhece a amargura do falimento. Trata-se duma esperança que não decepciona, porque o amor de Deus foi derramado nos nossos corações (cf. Rm 5, 5) e faz germinar a vida nova, como a planta cresce da semente caída na terra. Visto sob esta luz, qualquer novo drama que aconteça na história do mundo torna-se cenário possível também duma boa notícia, uma vez que o amor consegue sempre encontrar o caminho da proximidade e suscitar corações capazes de se comover, rostos capazes de não se abater, mãos prontas a construir.
 
A confiança na semente do Reino
Para introduzir os seus discípulos e as multidões nesta mentalidade evangélica e entregar-lhes os “óculos” adequados para se aproximar da lógica do amor que morre e ressuscita, Jesus recorria às parábolas, nas quais muitas vezes se compara o Reino de Deus com a semente, cuja força vital irrompe precisamente quando morre na terra (cf. Mc 4, 1-34). O recurso a imagens e metáforas para comunicar a força humilde do Reino não é um modo de reduzir a sua importância e urgência, mas a forma misericordiosa que deixa, ao ouvinte, o “espaço” de liberdade para a acolher e aplicar também a si mesmo. Além disso, é o caminho privilegiado para expressar a dignidade imensa do mistério pascal, deixando que sejam as imagens – mais do que os conceitos – a comunicar a beleza paradoxal da vida nova em Cristo, onde as hostilidades e a cruz não anulam, mas realizam a salvação de Deus, onde a fraqueza é mais forte do que qualquer poder humano, onde o falimento pode ser o prelúdio da maior realização de tudo no amor. Na verdade, é precisamente assim que amadurece e se entranha a esperança do Reino de Deus, ou seja, “como um homem que lançou a semente à terra. Quer esteja a dormir, quer se levante, de noite e de dia, a semente germina e cresce” (Mc 4, 26-27).
O Reino de Deus já está no meio de nós, como uma semente escondida a um olhar superficial e cujo crescimento acontece no silêncio. Mas quem tem olhos, tornados limpos pelo Espírito Santo, consegue vê-lo germinar e não se deixa roubar a alegria do Reino por causa do joio sempre presente.
 
Os horizontes do Espírito
A esperança fundada na boa notícia que é Jesus faz-nos erguer os olhos e impele-nos a contemplá-lo no quadro litúrgico da Festa da Ascensão. Aparentemente o Senhor afasta-Se de nós, quando na realidade são os horizontes da esperança que se alargam. Pois em Cristo, que eleva a nossa humanidade até ao Céu, cada homem e cada mulher consegue ter “plena liberdade para a entrada no santuário por meio do sangue de Jesus. Ele abriu para nós um caminho novo e vivo através do véu, isto é, da sua humanidade” (Heb 10, 19-20). Através “da força do Espírito Santo”, podemos ser “testemunhas” e comunicadores duma humanidade nova, redimida, “até aos confins da terra” (cf. At 1, 7-8).
A confiança na semente do Reino de Deus e na lógica da Páscoa não pode deixar de moldar também o nosso modo de comunicar. Tal confiança que nos torna capazes de atuar – nas mais variadas formas em que acontece hoje a comunicação – com a persuasão de que é possível enxergar e iluminar a boa notícia presente na realidade de cada história e no rosto de cada pessoa.
Quem, com fé, se deixa guiar pelo Espírito Santo, torna-se capaz de discernir em cada evento o que acontece entre Deus e a humanidade, reconhecendo como Ele mesmo, no cenário dramático deste mundo, esteja compondo a trama duma história de salvação. O fio, com que se tece esta história sagrada, é a esperança, e o seu tecedor só pode ser o Espírito Consolador. A esperança é a mais humilde das virtudes, porque permanece escondida nas pregas da vida, mas é semelhante ao fermento que faz levedar toda a massa. Alimentamo-la lendo sem cessar a Boa Notícia, aquele Evangelho que foi “reimpresso” em tantas edições nas vidas dos Santos, homens e mulheres que se tornaram ícones do amor de Deus. Também hoje é o Espírito que semeia em nós o desejo do Reino, através de muitos “canais” vivos, através das pessoas que se deixam conduzir pela Boa Notícia no meio do drama da história, tornando-se como que faróis na escuridão deste mundo, que iluminam a rota e abrem novas sendas de confiança e esperança.

Vaticano, 24 de janeiro – Memória de São Francisco de Sales – do ano de 2017.

Francisco


quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Mensagem de Natal do pároco.

Nesse momento de paz, onde todas as pessoas se abraçam, se entendem, se cumprimentam e buscam por novos sonhos, para tentar descobrir a razão de ser feliz de verdade.
 
Neste momento onde Deus se faz presente em cada oração, cada família, em todos os lares, eu também gostaria de expressar o meu carinho por vocês queridos paroquianos.
 
Quero desejar que os vossos passos nunca estejam sós, estejam sempre amparados pelos querubins e arcanjos que têm a missão de caminhar com vocês segurando firme em vossas mãos, para que os vossos pés nunca venham a tropeçar no meio do caminho.
 
Que neste Natal vocês possam sentir a presença de Deus, da paz, do amor e do perdão.
 
Feliz Natal, na paz de Deus, que sempre pode todas as coisas, pois para o Senhor nada é impossível.
 
A todos vocês um feliz e abençoado Natal e um Ano Novo repleto de realizações.
 
São os votos do pároco P. Leo Kieling e paróquia Salesiana de Nossa Senhora Auxiliadora.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

O que significa o sinal da cruz feito sobre a testa, os lábios e o coração?

Aprendemos este gesto desde crianças, mas realmente conhecemos seu verdadeiro significado?


Nas normas expostas no Missal Romano, quando se explica o comportamento indicado para o momento da proclamação do Evangelho, estabelece-se que o diácono ou o sacerdote que anuncia a Palavra, depois de ter feito o sinal da cruz sobre a página do Lecionário, deve fazê-lo também sobre a testa, sobre os lábios e sobre o coração.

O sinal da cruz triplo também é feito pela assembleia. E tudo isso não pode ser considerado como mero ritual, mas um forte convite que a Igreja faz, sublinhando a grande importância dada ao Evangelho.

A Palavra de Deus, que é sempre a luz que ilumina o caminho dos fiéis, precisa ser acolhida na mente, anunciada com a voz e conservada no coração. Tudo isso nos recorda que é necessário nos empenharmos em compreender a Palavra de Deus com atenção e inteligência iluminada.

Esta Palavra deve ser anunciada e proclamada por todo cristão, porque a evangelização é um dever de todos os batizados. Precisa ser amada e guardada no coração, para tornar-se depois norma de vida.

Todos nós somos convidados a examinar-nos sobre como acolhemos o Evangelho, como nos comprometemos no anúncio desta mensagem, como conformamos nossa vida segundo suas indicações.

Somos convidados a ser um “Evangelho ilustrado”, o “quinto Evangelho”, não escrito com tinta, mas com a nossa própria vida.

Acolhamos com a mente, anunciemos com os lábios, conservemos no coração o tesouro da Palavra de Deus e, ao longo deste caminho, confiemos nossas vidas ao Senhor, para sermos reflexo da verdadeira luz em meio às trevas do mundo de hoje.

Fonte https://afeexplicada.wordpress.com/2016/12/19/o-que-significa-o-sinal-da-cruz-feito-sobre-a-testa-os-labios-e-o-coracao/ 
 

Gestos e posições durante a Missa

Fazer o sinal da Cruz:
– com água benta ao entrar na igreja.
– junto com o sacerdote no começo da Missa.
– quando o sacerdote diz “Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós…”
– quando o padre aspergir água em sua direção (se houver rito de aspersão).
– com o polegar na cabeça, nos lábios e no coração quando o ministro anuncia o evangelho
– na conclusão do Credo
– após ter receber a Comunhão
– durante a bênção final, quando o sacerdote invoca a Trindade.
– com água benta ao sair da igreja

Unir as mãos:
– no Pai Nosso

Bater no Peito:
– no “mea culpa(s)” (“por minha culpa, minha tão grande culpa”) no Confiteor.
– às palavras “Tende piedade de nós” no Agnus Dei
– ao dizer: “Domine, non sum dignus… (“Senhor, eu não sou digno…”).

Fazer genuflexão:
– antes de se dirigir ao banco.
– ao sair do banco para deixar a Igreja

Fazer inclinação de cabeça:
– quando o crucifixo na procissão de entrada passa (caso tenha Bispo, quando ele passar)
– quando o sacerdote diz “Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós…”
– ao dizer o “Senhor, tende piedade de nós” no Kyrie.
– a cada menção do nome de Jesus e a cada vez que a Doxologia [“Glória ao Pai…”] for rezada ou cantada. Também quando pedir que o Senhor receba a nossa oração. (“Senhor, escutai a nossa prece” etc, e ao fim das orações presidenciais: “Por Cristo nosso Senhor” etc.)
– ao turiferário quando ele fizer o mesmo, tanto antes como depois da incensação do povo.
– ao Dizer o nome da Virgem Maria
– No momento da Consagração de cada espécie
– no Pai Nosso
– ao dizer “Senhor eu não sou digno…”
– quando o crucifixo passar na procissão de saída (caso tenha Bispo, quando ele passar)

Fazer inclinação profunda:
– ao altar quando entrar na Igreja, quando não há sacrário ou não é visível
– quando o sacerdote faz genuflexão após a consagração de cada espécie
Ficar de Pé:
– para a procissão de entrada
– para os ritos iniciais
– para o evangelho
– para o credo
– quando o sacerdote disser “Orai, irmãos e irmãs…” na liturgia eucarística até o final do “Santo, Santo, santo”
– No Pai Nosso
– nos ritos finais
– na procissão de saída

Ficar Sentado:
– na leitura das escrituras
– na homilia
– no ofertório
– após a oração depois da comunhão

Ficar de Joelhos:
– ao chegar no banco para oração privada antes do início da Missa.
– no natal e na anunciação durante o Incarnatus no Credo
– depois do Santo, Santo, Santo ficando de joelhos durante toda oração eucarística
– ao fim do Agnus Dei
– para receber a comunhão
– antes de sentar depois de receber a comunhão para oração privada
– quando o sacrário é aberto
– depois da missa para oração privada

Fonte https://afeexplicada.wordpress.com/2016/12/19/gestos-e-posicoes-durante-a-missa/ 


Tem Missa diferente?

 
Algumas paróquias e comunidades têm uma lista de Missas para idades, ocasiões especiais: Missa dos jovens, das crianças, Missa dos 15 anos, Missa dos doentes… Isso sem contar que a Missa da família, Missa das mães e, numa paróquia que conheci, havia também a Missa dos homens; e lá mulher não entra de jeito algum.


Às vezes existem intransigências. Na Missa das crianças, o padre não quer ver adultos e ai de alguma criança ou adulto que aparecer na Missa dos jovens. Vale a pena agir desse modo? Pode ser que sim; mas estou mais propenso a crer que não. Agindo assim, uma família, por exemplo, nunca terá oportunidade de celebrar a Eucaristia como família. As crianças estarão numa Missa, os jovens e adolescentes em outra e os pais num terceiro horário. Você pode até estar pensando que sou contra Missas para grupos particulares. Não sou não. Sou contra intransigências em estabelecer Missas só para um grupo.

As celebrações Eucarísticas para grupos particulares se enquadram dentro de uma proposta pastoral, que eu também denomino de “pastoral e pedagógica” a ser celebrado em tempos diferentes das Missas Dominicais. Isto está muito claro no Diretório para as Missas com Grupos Populares e no Diretório da Missa com Crianças (cf. n. 20; 27; 28).

As Missas Dominicais, na medida do possível, devem reunir a assembléia da comunidade formada por crianças, jovens, adultos, idosos, enfermos… Pessoalmente, considero estranho aquilo que algumas comunidades chamam de “missinha”, que consiste no seguinte: os pais vão para a Missa e as crianças ficam brincando ou ouvindo historinhas ou desenhando em algum outro local. Será que isso educa as crianças para a Missa? Será que o ambiente Eucarístico não é fonte de bênção para toda a famílias e para as crianças, mesmo que elas não compreendam tudo que ali se passa?

Tem ainda uma coisa para ser pensada. A Missa nunca é diferente; é sempre a mesma. O que muda é o modo de celebrar. Atente para isso: muda o modo de celebrar. Para as crianças, existe um modo de celebrar a Eucaristia. Para os jovens, as músicas, por exemplo, dão o tom diferente na celebração. Mas sempre estamos celebrando a mesma Missa. Sempre estamos celebrando a Páscoa de Jesus Cristo haja a motivação que houver.

Você pode pensar: mas quando se faz a Missa dos 15 anos, ou bodas matrimoniais, ou a festa do padroeiro da comunidade não se está celebrando os 15 anos, as bodas do casal ou o santo protetor? Na verdade não! A Missa é a celebração da Páscoa, da Salvação de Jesus Cristo no mundo. Sempre! Os 15 anos da jovem, as bodas ou o santo são motivos ou lembranças para agradecer a presença da salvação de Deus na vida dessas pessoas. Um jeito de inserir estes acontecimentos existenciais no Mistério Pascal de Cristo.

O modo para melhor entender é esse: Porque Cristo nos salvou podemos celebrar os 15 anos da jovem, as bodas do casal, o modelo de vida cristã do santo padroeiro. O celebrado na Missa, contudo, é sempre Deus, o Pai a quem damos glória e louvores, a quem dirigimos nossas orações em nome de Cristo, nosso irmão e na unidade do Espírito Santo. O motivo, portanto, é sempre a Salvação de Cristo.

Percebeu? Não existe Missa diferente. Existem modos diferentes de celebrar a Missa e existem motivações diferentes pelas quais celebramos a Eucaristia. Mas sempre celebramos a salvação, a Páscoa de Jesus Cristo na nossa vida de agora.

Fonte: https://afeexplicada.wordpress.com/2016/12/19/tem-missa-diferente/ 

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