quinta-feira, 28 de abril de 2016

16/04/2015 – Presença Salesiana completa 50 anos em Ponta Grossa.

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Em comemoração aos 50 anos da presença Salesiana em Ponta Grossa/Paraná, a paróquia Nossa Senhora Auxiliadora realizou um “Oratório Festivo” na tarde de sábado, 16/04, que contou com mais de 300 jovens. À noite, foi realizada uma missa em ação de graças pela presença, presidida pelo diretor salesiano na cidade, P. José Rodolpho Hess e co-celebrada pelo pároco P. Leo Kieling, pelo vigário paroquial P. Sebastião Alaertes Bueno de Camargo, além do P. Clayton Adriano Delinski Ferreira (Coordenador Diocesano da Ação Evangelizadora e representante da Diocese de Ponta Grossa na celebração).



Durante a celebração, P. José Hess relembrou alguns momentos marcantes destes 50 anos e enfatizou a figura do “Bom Pastor”, marcante na vida dos salesianos e imagem de Cristo que norteou os trabalhos salesianos nestes 50 anos. Pe. Clayton, representando o Bispo Diocesano Dom Sergio Arthur Braschi (que estava ministrando duas celebrações do Crisma na mesma data) agradeceu o trabalho realizado e enfatizou a importância do trabalho salesiano com os jovens da cidade. Após a celebração, houve uma festa para convidados e, durante a mesma, Dom Sergio Arthur Braschi passou, abençoou os presentes e agradeceu aos salesianos atuais e aos que já passaram por esta obra.



Um pouco da história da presença salesiana em Ponta Grossa:
O primeiro salesiano que aqui chegou foi o P. Tobias Schmitz, em 13 de abril de 
1966, sendo Reitor .Mor da Congregação Salesiana o P. Luigi Ricceri e Salesiano o P. Mário Quilici. Padre Tobias veio especialmente para cuidar da construção do Colégio Josefino, que depois se tomou o Instituto Assistencial São José, que abrigou por muitos anos o Seminário Salesiano e a Escola Dom Bosco.
Em 13 de fevereiro de 1968 chegou o P. Dário Bertoldi, provindo de Bagé, RS, que em 25 de fevereiro do mesmo ano assumiu a capelania do Núcleo 31 de Março. 
Em 17 de março de 1972 Dom Geraldo Micheletto Pellanda, CP, bispo diocesano, criou a Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, desmembrando-a das Paróquias Imaculada Conceição e do Senhor Bom Jesus. Em 02 de fevereiro de 1975, Dom Geraldo Pellanda procede à benção da pedra fundamental da matriz Nossa Senhora Auxiliadora. 
Nos anos de 1975 a 1990, também funcionou um Seminário de Segundo Grau para os aspirantes à vida Salesiana, da Inspetoria Salesiana São Pio X.
Atualmente, a Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora se compõe de oito comunidades: Nossa Senhora Auxiliadora (Vila Marina – Matriz), São Pedro (Vila Mariana), São João Bosco (Jardim Brasil), Nossa Senhora Aparecida (Núcleo 31 de Março), Nossa Senhora da Glória (Núcleo Rio Verde), São Domingos Sávio (Núcleo Pitangui), Nossa Senhora do Rocio (Núcleo San Martin) e Santa Paulina (Núcleo Lagoa Dourada).
A Paróquia está localizada na região Nordeste da cidade de Ponta Grossa, na periferia da mesma, e conta com uma população estimada em 40.000 habitantes, sendo aproximadamente 20.000 católicos.

A realidade de nossa Paróquia:
A Paróquia de Nossa Senhora Auxiliadora apresenta as características próprias das demais regiões de Ponta Grossa.

1.Aspecto social:
No aspecto social, esta Paróquia apresenta as seguintes características: população de classe média/baixa, nem todos com moradia. Há uma bem organizada assistência às crianças através da Pastoral da Criança.

2.Aspecto político:
Vê-se que falta investimento dos responsáveis pela melhoria de condições de vida da população, que pode ser resultado da falta de recursos financeiros necessários pra atender os anseios da população. Há certo grau de descrédito e desconfiança com relação às autoridades políticas. Há falta de motivação política entre o povo. A Igreja e as Escolas tem preocupação pela formação de uma consciência política.

3. Aspecto econômico:
Há muito desemprego. Há muita procura de cursos profissionalizantes, mas faltam escolas técnicas em número suficiente para atender a demanda. A renda da população de nossa paróquia, em uma visão geral, é baixa. Boa parte dos moradores no território da paróquia tem o mínimo para sobreviver, e há alguns focos de favelas.

4. Aspecto cultural:
No território da paróquia há boas escolas, estaduais, municipais e uma escola particular de grande porte. Vê-se bastante evasão e desistência escolar. Chegam poucos ao ensino superior. Há uma Universidade Pública Estadual e três ou quatro outras faculdades particulares da cidade. Como é de momento, a busca por cursos na área da informática é muito grande. As famílias participam pouco da Escola, contentando-se em enviar os filhos para que nela adquiram a cultura e o conhecimento necessários para a vida.

5. Aspecto religioso:
Do ponto de vista religioso, constata-se que a maioria da população é católica. Há mais de vinte igrejas de outras confissões, algumas muito atuantes e proselitistas, chegando a colocar à disposição veículos para levar os católicos para suas igrejas. Há pouco espírito de ecumenismo.
A paróquia tem uma catequese bem organizada, atendendo aproximadamente 1.300 crianças e adolescentes de primeira Eucaristia e de Crisma. Anualmente são realizadas duas centenas de crismas e outras tantas Primeiras Eucaristias. Contamos com uma grande dedicação de numerosos (as) catequistas para este serviço. Talvez se possa caminhar para que tanto a Catequese como as Celebrações Litúrgicas produzam mais efeitos na vida dos fiéis. Numerosos adolescentes, após a Crisma, deixam de participar e de atuar na igreja. O povo é muito sensível a tradições piedosas: procissões, terço, devoção mariana, outras devoções populares, peregrinações a santuários mais ou menos acessíveis como Aparecida e Santa Paulina. Em geral os que participam da Igreja mostram muito empenho e interesse. Com os afastados não se faz um trabalho consistente. São muito bem organizados os cursos de preparação para o Batismo (todos os meses), os cursos de Noivos (dois por ano), de legitimação matrimonial (dois por ano). Em cada comunidade há uma dezena ou mais de grupos, chamados pastorais propriamente ditas, movimentos ou associações, que de mãos dadas tem uma atuação muito forte e consistente. Depois de uma bela caminhada, as oito comunidades contam com um bem organizado Conselho Pastoral da Comunidade (CPC), e a Paróquia como tal conta com um atuante Conselho Pastoral Paroquial (CPP).

Matéria: Jackson Rodrigo Eidam
Correção: Maria Cristina Piotrovski

sábado, 16 de abril de 2016

50 anos dos Salesianos em Ponta Grossa

A Paróquia de Nossa Senhora Auxiliadora
O primeiro salesiano que aqui chegou foi o P. Tobias Schmitz, em 13 de abril de 1966, sendo Reitor .Mor da Congregação Salesiana o P. Luigi Ricceri e Salesiano o P. Mário Quilici. O P. Tobias veio especialmente para cuidar construção do Colégio Josefino, que depois se tomou o Instituto Assistencial São José. o qual abrigou por muitos anos o Seminário Salesiano e a Escola Dom Bosco. 
Em 13 de fevereiro de 1968 chegou o P. Dário Bertoldi, provindo de Bagé, RS, que em 25 de fevereiro do mesmo ano assumiu a capelania do Núcleo 31 de Março. 

Em 17 de março de 1972 Dom Geraldo Micheletto Pellanda, CP, bispo diocesano, criou a Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, desmembrando-a das Paróquias Imaculada Conceição e do Senhor Bom Jesus, dando como limites: “Parte do pondo de encontro Arroio Pilão de Pedra com a Rua Pandiá Calógeras, sobe por esta até encontrar a linha da Estrada de Ferro Rede Viação Férrea Paraná Santa Catarina (hoje Pereira Passos até Jóquei Clube, contornando-o pela direita até a rua Tobias Barreto, vai por esta até encontrar a Rua Marquês de Abrantes, nos fundos do Quartel do 13° BIB, seguindo por esta até a Rua Ferreira de Araújo, prosseguindo pela mesma e pela Rua Adolfo Franze até encontrar o leito da Estrada de Ferro Central do Brasil, seguindo por ela até o Arroio Pilão de Pedra, e finalmente subindo pelo mesmo até o ponto inicial”. 

A Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora limita-se geograficamente com a Paróquia Imaculada Conceição, Senhor Bom Jesus e Santo Antonio. Em 02 de fevereiro de 1975, Dom Geraldo Pellanda procede à benção da pedra fundamental da matriz Nossa Senhora Auxiliadora. 
Nos anos de 1975 a 1990 funcionou também um Seminário de Segundo Grau para os aspirantes à vida Salesiana da Inspetoria Salesiana São Pio X. 

Atualmente a Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora se compõe de oito comunidades: Nossa Senhora Auxiliadora (Vila Marina – Matriz), São Pedro (Vila Mariana), São João Bosco (Jardim Brasil), Nossa Senhora Aparecida (Núcleo 31 de Março), Nossa Senhora da Glória (Núcleo Rio Verde), São Domingos Sávio (Núcleo Pitangui), Nossa Senhora do Rocio (Núcleo San Martin) e Santa Paulina (Núcleo Lagoa Dourada). 

As comunidades Nossa Senhora do Rocio e Santa Paulina são comunidades em formação e se localizam fora dos limites geográficos estabelecidos na criação da Paróquia. 

A Paróquia está localizada na região Nordeste da cidade de Ponta Grossa, na periferia da mesma, e conta com uma população estimada em 40.000 habitantes, sendo aproximadamente 20.000 católicos. A responsabilidade de animação pastoral está a cargo da comunidade Salesiana, constituída de diversos sacerdotes salesianos.

A realidade de nossa Paróquia
A Paróquia de Nossa Senhora Auxiliadora apresenta as características próprias das demais regiões de Ponta Grossa.

1. Aspecto social:
No aspecto social, esta Paróquia apresenta as seguintes características: População de classe média/baixa, nem todos com moradia. Há uma bem organizada assistência às crianças através da Pastoral da Criança. 

2. Aspecto político:
Vê-se que falta investimento dos responsáveis pela melhoria de condições de vida da população, que pode ser resultado da falta de recursos financeiros necessários pra atender os anseios da população. Há um certo grau de descrédito e desconfiança com relação às autoridades políticas. Há falta de motivação política entre o povo. A Igreja e as Escolas tem preocupação pela formação de uma consciência política.

3. Aspecto econômico:
Há muito desemprego. Há muita procura de cursos profissionalizantes, mas faltam escolas técnicas em número suficiente para atender a demanda. A renda da população de nossa paróquia, em uma visão geral, é baixa. Boa parte dos moradores no território da paróquia tem o mínimo para sobreviver, e há alguns focos de favelas.

4. Aspecto cultural:
No território da paróquia há boas escolas, estaduais, municipais e uma escola particular de grande porte. Vê-se bastante evasão e desistência escolar. Chegam poucos aos ensino superior. Há uma Universidade Pública Estadual e três ou quatro outras faculdades particulares da cidade. Como é de momento, a busca por cursos na área da informática é muito grande. As famílias participam pouco da Escola, contentando-se em enviar os filhos para que nela adquiram a cultura e o conhecimento necessários para a vida.

5. Aspecto religioso:
Do ponto de vista religioso, constata-se que a maioria da população é católica. Há mais de vinte igrejas de outras confissões, algumas muito atuantes e proselitistas, chegando a colocar à disposição veículos para levar os católicos para suas igrejas. Há pouco espírito de ecumenismo.

A paróquia tem uma catequese bem organizada, atendendo aproximadamente 1.300 crianças e adolescente de primeira Eucaristia e de Crisma. Anualmente são realizadas duas centenas de crismas e outras tantas Primeiras Eucaristias. Contamos com uma grande dedicação de numerosos(as) catequistas para este serviço. Talvez se possa caminhar para que tanto a Catequese como as Celebrações Litúrgicas produzam mais efeitos na vida dos fiéis. Numerosos adolescentes, após a Crisma, deixam de participar e de atuar na igreja. O povo é muito sensível a tradições piedosas: procissões, terço, devoção mariana, outras devoções populares, peregrinações a santuários mais ou menos acessíveis como Aparecida e Santa Paulina. Em geral os que participam da Igreja mostram muito empenho e interesse. Com os afastados não se faz um trabalho consistente. São muito bem organizados os cursos de preparação para o Batismo (todos os meses), os cursos de Noivos (dois por ano), de legitimação matrimonial (dois por ano). Em cada comunidade há uma dezena ou mais de grupos, chamados pastorais propriamente ditas, movimentos ou associações, que de mãos dadas tem uma atuação muito forte e consistente. Depois de uma bela caminhada, as oito comunidades contam com um bem organizado Conselho Pastoral da Comunidade (CPC), e a Paróquia como tal conta com um atuante Conselho Pastoral Paroquial (CPP).

NOSSA MISSÃO
“Evangelizar e educar na fé o Povo de Deus, presente na Paróquia de Nossa Senhora Auxiliadora, especialmente os jovens, no estilo salesiano, comprometidos com a Igreja na construção do Reino de Deus.”

NOSSA VISÃO
“Ser uma instituição crescente e de referência na educação e evangelização dos jovens, com uma gestão competente, na vivência do carisma Salesiano.”

VALORES
Que a Paróquia de Nossa Senhora Auxiliadora, organismo integrante da Inspetoria Salesiana São Pio X, da Congregação Salesiana, presente em todo o mundo e na Igreja Local de Ponta Grossa quer viver e preservar:

1. Seguimento de Jesus Cristo:
"A nossa regra viva é Jesus Cristo, o Salvador anunciado no Evangelho, que hoje vive na Igreja e no mundo, e que descobrimos presente em Dom Bosco, o qual deu a sua vida aos jovens."

2. Vida comum e fraterna:
Viver e trabalhar juntos é o imperativo de nossa consagração e garantia para a realização de nossa vocação e missão.

3. Sistema Preventivo:
Síntese da experiência que Dom Bosco viveu e realizou: experiência espiritual, proposta pastoral de evangelização juvenil e metodologia pedagógica.

4. Solidariedade:

Compromisso para a geração de uma cultura de justiça e paz, como expressão concreta da caridade.

5. Formação continuada:

Esforço constante de conversão e renovação, crescimento na maturidade humana, na configuração a Cristo na fidelidade criativa a Dom Bosco.

6. Inovação e competência:
Capacidade de trabalho, abertura aos tempos e empreendedorismo.


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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Formação - 1º de abril: canonização de Dom Bosco.

Os salesianos celebram no dia 1º de abril a canonização de Dom Bosco. Nessa mesma data, no ano de 1934, em Roma, Itália, o Papa Pio XI proclamou a santidade de Dom Bosco, a partir de então São João Bosco.

A canonização foi resultado de um longo processo. Em 1907, Dom Bosco foi declarado venerável e, em 1929, beato. 54 anos depois do início do processo, em 1934, Dom Bosco tornou-se santo, como já o aclamavam os fiéis da época. O Papa Pio XI, que o canonizou, havia-o conhecido na juventude.

Sobre Dom Bosco
Nascido em Castelnuovo d’Asti, na Itália, no dia 16 de agosto de 1815, João Melchior Bosco foi educado pela mãe na fé e na prática coerente da mensagem evangélica.
Com apenas nove anos, teve um sonho e intuiu que deveria se dedicar à educação da juventude. Ainda garoto, começou a entreter os meninos de sua idade com brincadeiras alternadas com trabalho, oração e instrução religiosa.
Ordenado sacerdote (1841) escolheu como programa de vida: “Dai-me almas e permanecei com o resto” e começou o seu apostolado no meio dos jovens mais pobres, fundando o Oratório e colocando-o sob a proteção de São Francisco de Sales.
Com seu estilo educativo e a sua práxis pastoral, baseados na razão, na religião e na “amorevolezza” (Sistema Preventivo) levava os adolescentes e os jovens à reflexão, ao encontro com Cristo e com os irmãos, à educação da fé e à sua celebração nos sacramentos, ao compromisso apostólico, civil e profissional. Entre os mais belos frutos de sua pedagogia destaca-se São Domingos Sávio.
Fonte da sua infatigável atividade e da eficácia de sua ação foi uma constante “união com Deus” e uma ilimitada confiança em Maria Auxiliadora que ele sentia como mãe. Aos seus filhos salesianos deixou em herança uma forma de vida religiosa simples, mas solidamente fundada nas virtudes cristãs, na contemplação na ação, e sintetizadas no binômio “trabalho e temperança”.
Escolheu entre seus jovens os melhores colaboradores de sua obra, dando origem à Sociedade de São Francisco de Sales; junto com Santa Maria Domingas Mazzarello fundou o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora; e, com bons e ativos leigos, homens e mulheres, criou os Cooperadores Salesianos, para ajudar e apoiar a obra da educação da juventude, antecipando assim novas formas de apostolado na Igreja.
No Centenário de sua morte, no dia 31 de janeiro de 1988, João Paulo II o declarou e proclamou Pai e Mestre da juventude. Seu corpo repousa na Basílica de Maria Auxiliadora, em Turim.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

30/03/2016 – Grupo de Jovens “Geração Shekinah” evangeliza no centro da cidade.

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No domingo, 20 de março, o grupo de jovens “Geração Shekinah”, atuante na Igreja Nossa Senhora da Glória, no bairro Rio Verde, pertencente à Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, após inspiração oriunda da internet, organizou e realizou uma encenação intitulada “Paixão no semáforo”. No centro da cidade, em pleno semáforo (sinaleira), durante uma hora, emocionaram e cativaram as centenas de pessoas que por ali passaram de moto ou automóvel.

A encenação consistia em 10 jovens, cada uma segurando uma placa, formando as frases “Foi por você” e “Jesus te ama”, que é mostrada em dois momentos da apresentação e com outro momento, no qual um jovem vestido de Cristo, passa pela faixa de pedestre com uma cruz e é apoiado pelo assessor do grupo. Sendo todo este trabalho realizado em poucos segundos, enquanto o sinal está vermelho e supervisionado pelo casal assessor, seguindo a espiritualidade salesiana. Em vídeo, pode-se ver a preparação e a execução da encenação. Segundo a jovem Daysse Ribas, integrante do grupo, “Foi maravilhoso...”.

Para assistir o vídeo da apresentação acesse: https://youtu.be/wrt9x1qYCxA

O Grupo
Segundo descrição da página do grupo em rede social, o grupo Geração Shekinah é “um grupo de jovens da comunidade Nossa Senhora da Glória, como disse Dom Bosco "Prometi que até meu último suspiro seria para os jovens" vamos honrar essa frase, venham participar de um mundo novo, onde a juventude está presente no povo!”. Conforme nos relata a jovem Tayna Baleeiro “Nosso grupo passou por uma caminhada longa de várias gerações, hoje com um trabalho de mais responsabilidade de evangelização... todos que passaram no nosso grupo têm uma história muito bonita para contar...”

O grupo tem 17 anos de existência. Antigamente, era um grupo de adolescentes chamado ACC (Adolescentes Crescendo em Cristo) e em fevereiro deste ano migrou como um grupo de jovens. Atualmente com 11 membros fixos e 3 integrantes visitantes. As reuniões do grupo acontecem todo domingo às 10h da manhã.

Matéria: Jackson Rodrigo Eidam
Correção: Maria Cristina Piotrovski

quinta-feira, 31 de março de 2016

28 a 31/03/2016 – Paróquia N S Auxiliadora recebe a visita do P. Natale Vitali Forti.

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De 28 a 31 de março a paróquia N S Auxiliadora de Ponta Grossa recebe a visita de P Natale Vitali Forti, conselheiro regional da América Cone Sul da Congregação Salesiana e representante do Reitor-mor dos Salesianos, Padre Ángel Fernández Artime.
A visita contou com a seguinte programação:
Segunda-feira, dia 28 de março às 20h encontro com os membros do CPP;
Terça-feira, dia 29 às 20h encontro com os jovens;
Quarta-feira, dia 30 às 20h encontro com a Família Salesiana e SAV;
Quinta-feira, dia 31 às 20h encontro com catequistas e ministros.

No dia 29/03, em seu encontro com os jovens da AJS (Articulação da Juventude Salesiana) e adolescentes da PA (Pastoral do Adolescente), além de seus respectivos assessores - padre Natale exibiu vídeos mostrando aos jovens a Estreia 2016 (Orientações do Reitor-Mor que norteiam os trabalhos e orações dos Salesianos para 2016), cujo Lema é: “Com Jesus, percorramos juntos a aventura do Espírito”. Reafirmou que o Bicentenário de Dom Bosco continua e lembrou a todos as características da AJS: identidade na diferença, formação e espiritualidade, e trabalho. Aproveitou para motivar os presentes e, como representante do Reitor-Mor, lançou o desafio para que os jovens organizem pelo menos mais 3 Oratórios para o ano de 2016, além de transformar o atual, existente na comunidade N S da Glória, no bairro Rio Verde, que é semanal, em diário. Padre Natale deixou uma boa impressão nos jovens. 

Padre Sebastião Alaertes Bueno de Camargo, que assessora a AJS, relatou os grupos pertencentes a esta paróquia, sendo 06 grupos - ASC (Amigos Salesianos com Cristo), JDB (Jovens de Dom Bosco), Geração Shekinah, Kairós, JAC (Jovens Amigos de Cristo) e ALFA. Também temos os 05 grupos da PA... Comunidade da Matriz, Dom Bosco, São Pedro, Nossa Senhora da Glória e Santa Paulina. O encontro também contou com a presença dos demais salesianos consagrados, P. José Rodolpho Hess (diretor) e P. Leo Kieling (pároco), ao final todos posaram para fotos.

Estreia 2016:
Todos os anos, desde os tempos de Dom Bosco, o Reitor-mor dos salesianos lança, no final do ano, a Estreia: um lema para ser seguido pela Família Salesiana durante o ano seguinte em todas as partes do mundo, permeando as ações pastorais, reflexões, celebrações e atividades. Para 2016, a mensagem anunciada pelo padre Ángel Fernández Artime é: “Com Jesus, percorramos juntos a aventura do Espírito”.
Ao apresentar as linhas gerais da Estreia 2016, o Reitor-mor ressalta que a vida nos oferece uma grande variedade de opções, e que é justamente nessa multiplicidade que o Espírito age com liberdade e “bate à porta” de todo ser humano. Ele afirma ainda que, no decorrer da existência, todos fazem a experiência do caminho, do percurso, seja no âmbito interior, seja do ponto de vista espiritual. Nesse caminho “não há certezas”, mas avançamos na esperança de que o Espírito saberá surpreender-nos...

Para saber mais sobre a Estreia 2016 acesse: http://www.missaosalesiana.org.br/estreia-2016-com-jesus-percorramos-juntos-a-aventura-do-espirito-2/

Matéria: Jackson Rodrigo Eidam
Correção: Maria Cristina Piotrovski

Avisos aos coordenadores de cpc´s


terça-feira, 29 de março de 2016

O AVISO DE MISSA

Tédio – em algumas comunidades, os Avisos Paroquiais configuram o momento mais tedioso da celebração. Em outras, patéticos como o horário político na televisão. No final da missa, o povo já está cansado de ouvir e está com pressa para sair da igreja. É avisado aquilo que não desperta a menor atenção.

Desinteresse – alguns avisos são desnecessários, por exemplo, “missa do Apostolado da Oração na primeira sexta-feira do mês”; outros, inoportunos, “bingo na associação de moradores” (somos Igreja ou cassino?); outros, não entendidos, “palestra sobre família na sexta-feira”…

Memorização – se forem pronunciados apenas três avisos, muito bem elaborados, um simples fiel conseguirá memorizar pelo menos um aviso; ao estar saindo da igreja, possivelmente já não lembrará dos outros dois avisos. É tempo perdido dar mais do que três avisos. É constatado que o fiel comum não lembra o Evangelho que foi proclamado e não lembra de nenhuma Prece dos Fiéis que foi lida na missa. Se há vários avisos que são imprescindíveis, a solução é imprimir cópias em papel e distribuir no final da missa.

Código – o aviso de missa tem que levar em conta que é um texto que é redigido para ser falado (código oral) por uma pessoa (emissor) e ouvido por outra (receptor). É um texto diferente daquele que é escrito para ser lido com os olhos (código criptografado) e compreendido pelo intelecto.

Eficiência – um aviso eficiente segue as leis do marketing: anunciar uma novidade, despertar um interesse, mover para uma ação, ter um objetivo alcançado. Se um aviso de missa não motiva ninguém a participar de algum evento (retiro, encontro de formação, visita, palestra…), o aviso foi ineficiente.

Técnica – um aviso tem que levar em conta a técnica de redação de uma notícia, o lead (cabeçalho), que contém os 5 ‘W’ e um ‘H’: Who (quem?), What (o quê?), Where (onde?), When (quando?), Why (por quê?), How (como?).

Exemplo – “Palestra sobre drogas: na próxima sexta-feira, dia 10 de setembro, às 20 horas, no salão paroquial, haverá uma palestra sobre drogas. O palestrante é o Doutor Edson, membro da Pastoral Familiar. Os convidados para a palestra são as pessoas que tiveram alguém da família envolvido com drogas. Não precisa fazer inscrição e nem pagar taxa. Quem vier na palestra, ganhará de brinde uma cartilha sobre drogas” (a repetição das palavras droga e palestra é intencional para facilitar a memorização).

Clareza – anunciar em forma de manchete: “palestra sobre drogas”. Depois, descrever o dia da semana, a data no mês e a hora. Descrever o local e o assunto. Explicar quem vai falar e quem é o público convidado para ouvir. Motivar as pessoas, falando das vantagens: palestra gratuita, cartilha dada de brinde…

Quem avisa – de preferência, o coordenador da comunidade, ou o presidente do conselho de pastoral. É ele quem deve decidir o quê será avisado, fazer a redação do texto e providenciar uma pessoa de boa leitura para ‘dar’ os avisos. O padre não deve ser o dono-dos-avisos (centralizador) e nem qualquer pessoa pode falar (vender) o que quiser.

Quando se avisa – depois da oração pós-comunhão, antes da bênção final; não no momento da ação de graças.

O quê se avisa – “terminada a oração depois da comunhão, podem ser feitas, se necessário, breves comunicações ao povo” (IGMR 123). Na igreja, se avisa aquilo que tem a ver com a evangelização, com a pastoral, com a catequese, com a liturgia… O público-alvo dos avisos são os fiéis presentes na celebração e não os ausentes; por isso, a mensagem tem que ser do interesse deles. O evento tem que ser da semanaem curso. Não se avisa aquilo que vai acontecer num futuro muito longínquo. Uma cópia da folha de avisos, impressa ou fotocopiada, dever ser afixada no quadro-mural; se alguém se interessou por algo e não conseguir memorizar, pode conferir no quadro-mural.

O quê não se avisa – anúncio de bingo, quermesse, mutirão, passeio, passeata, abaixo-assinado… isso deve ser feito através de outro veículo, como panfleto, boletim impresso, cartaz afixado no quadro-mural. Aviso de missa noticia o que vai acontecer; notícia noticia o que aconteceu. Se os aniversariantes da semana forem chamados à frente, no mínimo se deve dar um presentinho para cada aniversariante. Cantar ‘Parabéns’ para aniversariantes, só quando a equipe litúrgica sabe o nome completo do aniversariante e providenciou um presente para cada aniversariante.

* Intenções da Missa: em cada comunidade, o costume é diferente. Normalmente, as intenções, por falecidos e outras, são lidas antes da missa. A leitura deve começar com antecedência suficiente para não atrasar o horário do início da celebração. As intenções não devem ser lidas depois do Hino de Louvor depois que o presidente diz “Oremos” (IGMR 32). Às vezes, é constrangedor dizer “quem encomendou” a missa, porque parece comércio. Também é delicado o padre ressaltar alguma das intenções, deixando as outras de lado. Por isso, cada comunidade tem que analisar o procedimento com as intenções de missa, bem como das espórtulas.

Esse artigo foi publicado na Revista Paróquias & Casas Religiosas, Promocat, São Paulo-SP, na edição n. 14, Setembro/Outubro 2008, página 48.  -  https://afeexplicada.wordpress.com/2016/03/21/o-aviso-de-missa/

O Véu jamais foi abolido da Sagrada Liturgia.

Sou suspeito para falar. Pois sendo homem, evidentemente não uso véu. Mas confesso: me causa estranheza quando vejo se referirem ao uso do véu como, essencialmente, “mortificação”, “sacrifício à ser oferecido”, etc. Pois para mim, o véu soa como algo tão bonito, tão doce, tão suave…

Em primeiro lugar, é preciso compreender que o véu jamais foi abolido da Sagrada Liturgia. Mas, havendo sido suprimida a sua obrigatoriedade canônica, acabou por cair parcialmente em desuso no ocidente.

No oriente, porém, esta tradição se mantém muito viva. E nos remete diretamente à Igreja Primitiva.

Não há dúvidas, portanto, que é um sinal tradicional da Liturgia Católica. Mesmo aqui no ocidente, embora tenha caído em parcial desuso nos últimos 40 anos, manteve-se como costume por quase 2000 anos!

Mas não basta só sabermos que é um sinal litúrgico tradicional. Embora esse seja o dado mais claro em um primeiro momento, precisamos compreender o seu significado.

É preciso ter em mente que na Sagrada Liturgia todos os sinais externos tem um significado profundo: os paramentos litúrgicos, os gestos externos, o dobrar os joelhos para a adorar ou pedir perdão, as castiçais, o incenso, o latim…com o véu, não é diferente!

Em um primeiro momento, pode parecer machismo a afirmação de São Paulo aos Coríntios, quando afirma que o véu é para mulher um sinal de sujeição (1Cor 11, 10). Mas se parece, só parece: ora, cabe lembrar que o mesmo São Paulo, falando aos Efésios (Ef 5, 21-33) utiliza a mesma afirmação quando faz a analogia que liga o homem à Nosso Senhor (que amou e se entregou pela Igreja) e a mulher à Igreja (que é submissa à Nosso Senhor). E aqui há um rico simbolismo! Esta submissão, evidentemente, à luz da doutrina católica, de forma alguma pode significar para a mulher a sujeição à um autoritarismo machista, mas sim a seu zelo em ser mãe e esposa como a essência da sua vocação matrimonial; e se há aqui algo que Nosso Senhor espera da mulher, também há algo muito mais desafiador que Ele espera do homem: “Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela” (Ef 5, 25). E isto por si só já descarta qualquer autoritarismo!

Longe de o véu, portanto, atentar contra a dignidade da mulher. Muito pelo contrário: a mulher é a glória do homem e a glória da criação do próprio Deus (1Cor 11, 7); a imagem bíblica da própria Santa Igreja, que é a noiva do Cordeiro (Ap 19, 7). Que grande dignidade isso lhe confere!
O que ilumina mais a questão é quando São Paulo fala aos Coríntios (1Cor 11, 4-7) de simbolismo adequado à diferença entre homem e mulher: enquanto é decoroso para o homem participar do Rito de cabeça descoberta, é decoroso para a mulher participar do Rito e cabeça coberta.

À grosso modo, um homem tirar um chapéu ou um boné ao entrar em local sagrado em sinal de respeito (isto é, descobrir a cabeça) corresponde à uma atitude semelhante da mulher que coloca um véu quando entra no local sagrado (isto é, cobrir a cabeça, e não com uma peça qualquer, mas com uma peça digna e especialmente preparada para este fim).

Lembro das sábias palavras de São Josemaria Escrivá, recordando seus tempos de infância: “Lembro-me de como as pessoas se preparavam para comungar: havia esmero em arrumar bem a alma e o corpo. As melhores roupas, o cabelo bem penteado, o corpo fisicamente limpo, talvez até com um pouco de perfume. Eram delicadezas próprias de gente enamorada, de almas finas e retas, que sabiam pagar Amor com amor”. Afirma ainda: “Quando na terra se recebem pessoas investidas em autoridade, preparam-se luzes, música e vestes de gala. Para hospedarmos Cristo na nossa alma, de que maneira não devemos preparar-nos?” (“Homilias sobre a Eucaristia”, Ed. Quadrante)

Acaso o uso do véu não seria uma dessas delicadezas, próprias de mulheres apaixonadas pelo Deus-Amor Sacramentado?

Na Sagrada Liturgia, cobre-se delicadamente a dignidade dos diversos elementos litúrgicos: o véu frontal que cobre o Sacrário, o véu que cobre o cálice e o cibório, a toalha branca que cobre o altar, a casula que cobre o sacerdote que oferece o Santo Sacrifício da Missa.

Assim é o véu que cobre a mulher, chamada a ser pela Sagrada Comunhão, de forma especial, como a doce e bela Virgem Maria: Sacrário vivo do Corpo de Deus.

A Páscoa e seus símbolos.

O nome páscoa surgiu a partir da palavra hebraica “pessach” (“passagem”), que para os hebreus significava o fim da escravidão e o início da libertação do povo judeu (marcado pela travessia do Mar Vermelho, que se tinha aberto para “abrir passagem” aos filhos de Israel que Moisés ia conduzir para a Terra Prometida).

Ainda hoje a família judaica se reúne para o “Seder”, um jantar especial que é feito em família e dura oito dias. Além do jantar há leituras nas sinagogas.

Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição. A passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus. É considerada a festa das festas, a solenidade das solenidades, e não se celebra dignamente senão na alegria .

Em tempos antigos, no hemisfério norte, a celebração da páscoa era marcada com o fim do inverno e o início da primavera. Tempo em que animais e plantas aparecem novamente. Os pastores e camponeses presenteavam-se uns aos outros com ovos.

OVOS DE PÁSCOA
De todos os símbolos, o ovo de páscoa é o mais esperado pelas crianças.

Nas culturas pagãs, o ovo trazia a idéia de começo de vida. Os povos costumavam presentear os amigos com ovos, desejando-lhes boa sorte. Os chineses já costumavam distribuir ovos coloridos entre amigos, na primavera, como referência à renovação da vida.

Existem muitas lendas sobre os ovos. A mais conhecida é a dos persas: eles acreditavam que a terra havia caído de um ovo gigante e, por este motivo, os ovos tornaram-se sagrados.

Os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países da Europa costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos e doá-los aos amigos. Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças. Na Armênia decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras figuras religiosas.

Pintar ovos com cores da primavera, para celebrar a páscoa, foi adotado pelos cristãos, nos século XVIII. A igreja doava aos fiéis os ovos bentos.

A substituição dos ovos cozidos e pintados por ovos de chocolate, pode ser justificada pela proibição do consumo de carne animal, por alguns cristãos, no período da quaresma.

A versão mais aceita é a de que o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra, fez o consumo de ovos de chocolate aumentar.

COELHO
O coelho é um mamífero roedor que passa boa parte do tempo comendo. Ele tem pêlo bem fofinho e se alimenta de cenouras e vegetais. O coelho precisa mastigar bem os alimentos, para evitar que seus dentes cresçam sem parar.

Por sua grande fecundidade, o coelho tornou-se o símbolo mais popular da Páscoa. É que ele simboliza a Igreja que, pelo poder de cristo, é fecunda em sua missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos.

CORDEIRO
O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa, é o símbolo da aliança feita entre deus e o povo judeu na páscoa da antiga lei. No Antigo Testamento, a Páscoa era celebrada com os pães ázimos (sem fermento) e com o sacrifício de um cordeiro como recordação do grande feito de Deus em prol de seu povo: a libertação da escravidão do Egito. Assim o povo de Israel celebrava a libertação e a aliança de Deus com seu povo.

Moisés, escolhido por Deus para libertar o povo judeu da escravidão dos faraós, comemorou a passagem para a liberdade, imolando um cordeiro.

Para os cristãos, o cordeiro é o próprio Jesus, Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz pelos nossos pecados, e cujo sangue nos redimiu: “morrendo, destruiu nossa morte, e ressuscitando, restituiu-nos a vida”. É a nova Aliança de Deus realizada por Seu Filho, agora não só com um povo, mas com todos os povos.

CÍRIO PASCAL
É uma grande vela que se acende na igreja, no sábado de aleluia. Significa que “Cristo é a luz dos povos”.

Nesta vela, estão gravadas as letras do alfabeto grego”alfa” e “ômega”, que quer dizer: Deus é princípio e fim. Os algarismos do ano também são gravados no Círio Pascal.

O Círio Pascal simboliza o Cristo que ressurgiu das trevas para iluminar o nosso caminho.

GIRASSOL
O girassol é uma flor de cor amarela, formada por muitas pétalas, de tamanho geralmente grande. Tem esse nome porque está sempre voltado para o sol.

O girassol, como símbolo da páscoa, representa a busca da luz que é Cristo Jesus e, assim como ele segue o astrorei, os cristãos buscam em Cristo o caminho, a verdade e a vida.

PÃO E VINHO
O pão e o vinho, sobretudo na antiguidade, foram a comida e bebida mais comum para muitos povos. Cristo ao instituir a Eucaristia se serviu dos alimentos mais comuns para simbolizar sua presença constante entre e nas pessoas de boa vontade. Assim, o pão e o vinho simbolizam essa aliança eterna do Criador com a sua criatura e sua presença no meio de nós.

Jesus já sabia que seria perseguido, preso e pregado numa cruz. Então, combinou com dois de seus amigos (discípulos), para prepararem a festa da páscoa num lugar seguro.

Quando tudo estava pronto, Jesus e os outros discípulos chegaram para juntos celebrarem a ceia da páscoa. Esta foi a Última Ceia de Jesus.

A instituição da Eucaristia foi feita por Jesus na Última Ceia, quando ofereceu o pão e o vinho aos seus discípulos dizendo: “Tomai e comei, este é o meu corpo… Este é o meu sangue…”. O Senhor “instituiu o sacrifício eucarístico do seu Corpo e do seu Sangue para perpetuar assim o Sacrifício da Cruz ao longo dos séculos, até que volte, confiando deste modo à sua amada Esposa, a Igreja, o memorial da sua morte e ressurreição: sacramento de piedade, sinal de unidade, vínculo de caridade, banquete pascal, em que se come Cristo, em que a alma se cumula de graça e nos é dado um penhor da glória futura” .

A páscoa judaica lembra a passagem dos judeus pelo mar vermelho, em busca da liberdade.
Hoje, comemoramos a páscoa lembrando a jornada de Jesus: vida, morte e ressurreição.

COLOMBA PASCAL
O bolo em forma de “pomba da paz” significa a vinda do Espírito Santo. Diz a lenda que a tradição surgiu na vila de Pavia (norte da Itália), onde um confeiteiro teria presenteado o rei lombardo Albuíno com a guloseima. O soberano, por sua vez, teria poupado a cidade de uma cruel invasão graças ao agrado.

SINO
Muitas igrejas possuem sinos que ficam suspensos em torres e tocam para anunciar as celebrações.

O sino é um símbolo da páscoa. No domingo de páscoa, tocando festivo, os sinos anunciam com alegria a celebração da ressurreição de cristo.

QUARESMA
Os 40 dias que precedem a Semana Santa são dedicados à preparação para a celebração. Na tradição judaica, havia 40 dias de resguardo do corpo em relação aos excessos, para rememorar os 40 anos passados no deserto.

ÓLEOS SANTOS
Na antiguidade os lutadores e guerreiros se untavam com óleos, pois acreditavam que essas substâncias lhes davam forças. Para nós cristãos, os óleos simbolizam o Espírito Santo, aquele que nos dá força e energia para vivermos o evangelho de Jesus Cristo.

RMG – Declaração sobre a sorte do padre Uzhunnalil

(ANS – Roma) – “Viemos ao conhecimento de algumas notícias não verificáveis e não confirmadas que circulam nestes dias, sobretudo nas mídias eletrônicas, a respeito da situação e da condição atual do padre Tom Uzhunnalil, sequestrado no dia 4 de março em Áden, Iêmen, por homens armados não identificados. Nós Salesianos não respondemos pelo seu conteúdo ou pela sua autenticidade”. É o que declarou o padre Mathew Valarkot, porta-voz da Inspetoria Salesiana Índia – Bangalore, à qual pertence o sacerdote sequestrado.

Neste contexto – continua a declaração – reafirmamos que até agora não nos chegou de fontes críveis e autorizadas qualquer nova informação sobre o local ou a condição atual do padre Tom. Por isso, fazemos um sincero apelo a todos os interessados a deixarem de difundir tais mensagens, não solicitadas, desviantes e divulgadoras de falsas indiscrições. Continuamos, contudo, a rezar pelo padre Tom, para que o Senhor o proteja de todo sofrimento e o quanto antes o liberte das garras das forças do mal”.

Nos dias passados o padre Valarkot também dizia à agência UCANews que “devemos ser pacientes com o sistema”, recordando que um jesuíta indiano sequestrado por terroristas no Afeganistão foi solto depois de 9 meses.

Padre Joseph Chinnaiyan, vice-secretário geral da Conferência Episcopal Católica Indiana (CBCI), entretanto, reafirmou que a Igreja indiana está em “constante contato” com o governo indiano a respeito da condição do padre Uzhunnalil e comunicou que o Ministério do Exterior indiano “nos informou ter intensificado os esforços para descobrir o sacerdote”.

quinta-feira, 24 de março de 2016

“Semana Santa é o momento mais forte do ano litúrgico”, afirma dom Bucciol

Presidente da Comissão para a Liturgia explica sobre as celebrações que antecedem a Páscoa.

O último domingo, 20 de março, abriu a Semana Santa, ocasião em que a Igreja recorda e celebra a paixão e a morte de Jesus. O bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Armando Bucciol, recorda que “a Semana Santa é o momento mais forte do ano litúrgico” e destaca a “presença amorosa, a misericórdia de Deus para com a humanidade que se concretizou, se manifestou na paixão e morte e ressurreição do Senhor”.

Segundo dom Armando, a misericórdia significa "a compaixão do Senhor para com a humanidade inteira" e encontra nesses dias "o seu momento mais importante, mais belo”.

O bispo indica aos fiéis que vivam, com “sentimentos de sincera conversão para com a bondade do Senhor que amou até o ponto mais alto”, as celebrações que a Igreja proporciona nesses dias, de modo particular no Tríduo Pascal, que começa nesta Quinta-feira Santa, 24.

Dom Armando explica que o Tríduo Pascal envolve três momentos em uma única celebração. 

Quinta-feira Santa
“Começamos com a celebração da Ceia Pascal, na quinta-feira à noite, em que nós fazemos memória da grande ceia da despedida, que começa, segundo o evangelista João, com o gesto do lava-pés. Cristo manifesta sua disponibilidade a amar até o fim, ele se considera o servo da humanidade”.

Sexta-feira da Paixão
“Depois da Ceia Pascal, com a celebração da Eucaristia, memória viva do maior mistério do amor de Deus, do sacrifício de Cristo até as últimas consequências, eis que, na sexta-feira, nós celebramos este rito sóbrio de uma intensíssima espiritualidade da morte do Senhor. Naquele dia, a Igreja não tem a celebração da eucaristia, mas convida seus fiéis a olhar, a contemplar o crucificado, Cristo que morre na Cruz. Ele nos amou até doar a última gota do seu sangue”.

Sábado Santo
“Depois do silêncio do Sábado Santo, em que a Igreja medita e reflete Cristo morto, eis que chegamos à noite da Vigília Pascal, em que celebramos a vitória de Cristo sobre a morte, a morte foi vencida e a Igreja vibra e renova a sua fé, a sua esperança numa plenitude vivida de realização que Cristo já semeou, plantou na terra e que nos fins dos tempos se realizará plenamente. A Vigília Pascal conclui o tríduo”.

“É interessante observar que o sinal da Cruz se faz começando a Eucaristia na quinta-feira e repetimos com bênção final na celebração da Vigília Pascal e, através desse simbolismo litúrgico expressamos essa unidade dos três momentos celebrativos que caracterizam esse tríduo sacro”, sublinha dom Armando ao lembrar o sentido de uma única celebração nos três dias de tríduo. Reflexão da CFE 2016

A abordagem da Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2016 (CFE 2016), voltada para o saneamento básico, a partir do tema “Casa Comum, nossa responsabilidade” e o lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5, 24), também tem presença nas reflexões da Semana Santa.

“A liturgia nos coloca ao lado da vida, ao lado de Cristo que nos amou, que amou a vida e que não procurou a morte. A encontrou por fidelidade a uma vida plena, uma vida verdadeira. Então, na liturgia, de tantas maneiras, entra essa dimensão vida, casa comum, responsabilidade”, acrescenta. 

O bispo fala também que no âmbito da Piedade Popular a temática se expressa de uma maneira “muito bela e participativa” na meditação da Via Sacra. Dom Armando ressalta que a CNBB preparou subsídios no contexto da CFE “para tornar mais concreta esta participação”.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Orações pelo padre Tom Uzhunnalil

Estamos com o Padre Tom Uzhunnalil, Salesiano de Dom Bosco, sequestrado e sendo torturado pelo grupo muçulmano radical, no Iêmen. Saudações do Padre Renato dos Santos - SDB.

RMG – Apelo do Reitor-Mor pela paz e pelo padre Tom Uzhunnalil 

(ANS – Roma) – Um Apelo à oração pela paz na celebração de Quinta-feira Santa, com uma intenção especial pelo padre Tom Uzhunnalil, o salesiano sequestrado no Iêmen. É o que o Reitor-Mor, Padre Ángel Fernández Artime, com um vídeo difundido hoje nas redes sociais, pede a toda a Família Salesiana.

A Quinta-feira Santa é um momento fundamental do ano litúrgico. Na Quinta-feira Santa Jesus instituiu a Eucaristia e o Sacerdócio, iniciou a sua Paixão e se abandonou definitivamente à vontade do Pai. Por isso, desde sempre, a Igreja celebra nesse dia vigílias especiais e momentos intensos de oração.

Por esse motivo, olhando para o sofrimento existente em muitas partes do mundo, “com tantas pessoas, de diversas religiões e confissões, que sofrem um verdadeiro martírio”, o Padre Ángel F. Artime convida a todos “a viverem um momento muito intenso de oração na noite de Quinta-feira Santa, quando acompanharemos Jesus no sofrimento e na solidão do Getsêmani”.

“Espero vivamente que toda a nossa Família Salesiana do mundo e os nossos jovens possam estar unidos, nos diversos lugares e nas diversas horas, nesta única oração: pela paz”, continua a vídeo-mensagem.

O Reitor-Mor exprime em nome de toda a Congregação “também a nossa proximidade, e a nossa solidariedade” à família do padre Uzhunnalil; e enquanto garante que acompanha com atenção e consternação a sua vicissitude, implora do Senhor “uma paz profunda para que possa viver este momento, confiando no Senhor Jesus”.

O vídeo do Reitor-Mor está disponível em mais de 10 línguas no canal ANSChannel di YouTube.

Baile de Aleluia Ichtus

Venha esperar o Ressuscitado na Alegria do Evangelho com o Grupo Estância Divina
INGRESSOS LIMITADOS - Pe. Clayton.

quarta-feira, 16 de março de 2016

SEMANA SANTA - Tríduo Pascal 2016





 CEIA DO SENHOR


19:30
N. Senhora Auxiliadora


19:30
Santa Paulina


19:30
São Domingos Sávio
24
QUI
19:30
N. Senhora do Rocio


21:00
N. Sra. Aparecida


21:00
N. Sra. da Glória


21:00
São Pedro


21:00
Dom Bosco



PAIXÃO DO SENHOR


  15:00
N. Senhora Auxiliadora


  15:00
N. Sra. Aparecida


15:00
N. Sra. da Glória
25
SEX
15:00
Dom Bosco


15:00
São Domingos Sávio


15:00
São Pedro


15:00
N. Senhora do Rocio


15:00
Santa Paulina



VIGILIA PASCAL


19:00
N. Senhora Auxiliadora


19:00
N. Senhora Aparecida


19:00
N. Senhora da Glória
26
SAB
19:00
São Pedro



DOMINGO DE PÁSCOA


  08:30
N. Senhora da Glória


08:30
N. Senhora Auxiliadora


08:30
Dom Bosco
27
DOM
  10:00
N. Sra. Aparecida


10:00
São Domingos Sávio


10:00
N. Senhora do Rocio


10:00
Santa Paulina


19:00
N. Sra. Aparecida

sábado, 12 de março de 2016

CNBB divulga nota sobre o momento atual do Brasil

No texto, os bispos recordam a necessidade de buscar o exercício do diálogo e do respeito

A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou na quinta-feira, 10, durante coletiva de imprensa, nota sobre o momento atual do Brasil aprovada pelo Conselho Permanente, reunido de 8 a 10 deste mês, na sede da Conferência, em Brasília. 

Na nota, a CNBB manifestou preocupações diante do momento atual vivido pelo país. "Vivemos uma profunda crise política, econômica e institucional que tem como pano de fundo a ausência de referenciais éticos e morais, pilares para a vida e organização de toda a sociedade".

Ainda no texto, a Conferência recordou a necessidade de buscar, sempre, o exercício do diálogo e do respeito. "Conclamamos a todos que zelem pela paz em suas atividades e em seus pronunciamentos. Cada pessoa é convocada a buscar soluções para as dificuldades que enfrentamos. Somos chamados ao diálogo para construir um país justo e fraterno", declara em nota.

Confira a íntegra do texto:

NOTA DA CNBB SOBRE O MOMENTO ATUAL DO BRASIL

“O fruto da justiça é semeado na paz, para aqueles que promovem a paz” (Tg 3,18)

Nós, bispos do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil–CNBB, reunidos em Brasília-DF, nos dias 8 a 10 de março de 2016, manifestamos preocupações diante do grave momento pelo qual passa o país e, por isso, queremos dizer uma palavra de discernimento. Como afirma o Papa Francisco, “ninguém pode exigir de nós que releguemos a religião a uma intimidade secreta das pessoas, sem qualquer influência na vida social e nacional, sem nos preocupar com a saúde das instituições da sociedade civil, sem nos pronunciar sobre os acontecimentos que interessam aos cidadãos” (EG, 183).

Vivemos uma profunda crise política, econômica e institucional que tem como pano de fundo a ausência de referenciais éticos e morais, pilares para a vida e organização de toda a sociedade. A busca de respostas pede discernimento, com serenidade e responsabilidade. Importante se faz reafirmar que qualquer solução que atenda à lógica do mercado e aos interesses partidários antes que às necessidades do povo, especialmente dos mais pobres, nega a ética e se desvia do caminho da justiça.

A superação da crise passa pela recusa sistemática de toda e qualquer corrupção, pelo incremento do desenvolvimento sustentável e pelo diálogo que resulte num compromisso entre os responsáveis pela administração dos poderes do Estado e a sociedade. É inadmissível alimentar a crise econômica com a atual crise política. O Congresso Nacional e os partidos políticos têm o dever ético de favorecer e fortificar a governabilidade. 

As suspeitas de corrupção devem ser rigorosamente apuradas e julgadas pelas instâncias competentes. Isso garante a transparência e retoma o clima de credibilidade nacional. Reconhecemos a importância das investigações e seus desdobramentos. Também as instituições formadoras de opinião da sociedade têm papel importante na retomada do desenvolvimento, da justiça e da paz social.

O momento atual não é de acirrar ânimos. A situação exige o exercício do diálogo à exaustão. As manifestações populares são um direito democrático que deve ser assegurado a todos pelo Estado. Devem ser pacíficas, com o respeito às pessoas e instituições. É fundamental garantir o Estado democrático de direito.

Conclamamos a todos que zelem pela paz em suas atividades e em seus pronunciamentos. Cada pessoa é convocada a buscar soluções para as dificuldades que enfrentamos. Somos chamados ao diálogo para construir um país justo e fraterno.

Inspirem-nos, nesta hora, as palavras do Apóstolo Paulo: “trabalhai no vosso aperfeiçoamento, encorajai-vos, tende o mesmo sentir e pensar, vivei em paz, e o Deus do amor e da paz estará convosco” (2 Cor 13,11). 

Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, continue intercedendo pela nossa nação!

Brasília, 10 de março de 2016.

Dom Sergio da Rocha Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de Brasília-DF Arcebispo de S. Salvador da Bahia-BA
Presidente da CNBB Vice-Presidente da CNBB


Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília-DF
Secretário-Geral da CNBB

Informação

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