segunda-feira, 21 de abril de 2014

Matéria - 19/04/2014 – Vicentinos realizam entrega de chocolates a crianças carentes na matriz Auxiliadora.

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Na tarde do sábado santo (19), no salão social da matriz N S Auxiliadora, a conferência São Pio X da Sociedade São Vicente de Paulo (Vicentinos – como são conhecidos), com sede na matriz N S Auxiliadora, realizou a ação de entrega de chocolates às crianças pobres da região. A conferência conta com 10 famílias assistidas atualmente e neste dia foram entregues 32 cestinhas com chocolates e doces às crianças destas famílias. Além, também foram distribuídas mais algumas cestas para as crianças parentes dos presentes. Estas doações foram custeadas pelos próprios membros e com alguns poucos donativos. No mesmo dia, ainda foram distribuídas algumas sacolas de mantimentos doados pelos fiéis da matriz, além de frango e refrigerante para a ceia de páscoa das famílias.

A conferência São Pio X conta atualmente com 14 membros ativos e este ano completa 45 anos de atuação na comunidade. Em breve, a confirmar a data, realizarão uma missa em comemoração a esta data. Os vicentinos se reúnem toda quarta-feira às 19h30min. As reuniões são abertas e todos podem ingressar no movimento. A conferência conta com a doação de alimentos, roupas e brinquedos, além de móveis, pois a necessidade é grande e este baixo número de assistidos se deve justamente ao fraco número de doações na atualidade. Todo terceiro final de semana os vicentinos realizam a coleta das doações durante as missas da matriz. Todos nós podemos colaborar.

Colaborador(a): Jackson Rodrigo Eidam
Correção: Maria Cristina Piotrovski

Matéria - 18/04/2014 – Adorações, Ato litúrgico e Via-Sacra nas ruas evangelizam milhares de fiéis na paróquia N S Auxiliadora.

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Sexta-feira santa, da paixão, maior. Assim, milhares de fiéis conhecem e participam do segundo dia do Tríduo Pascal na Paróquia N S Auxiliadora de Ponta Grossa. As adorações, que iniciaram na noite de Quinta-feira até a meia noite, foram retomadas às 6h da manhã nas oito comunidades da paróquia e contaram com a participação de milhares de crianças, adolescentes, jovens e adultos. Não há como definir um número certo, mas os coordenadores de liturgia afirmam ter visto centenas de pessoas em cada comunidade. Principalmente na matriz Auxiliadora, que sempre conta com um número maior de fiéis, inclusive de outras paróquias. 

O Ato litúrgico da Paixão de Cristo lotou as comunidades, com a participação de mais de 700 pessoas na matriz Auxiliadora. Totalizando quase 2500 fiéis nas oito comunidades. Bem preparadas, as celebrações emocionaram e reavivaram a fé dos presentes. Nossos padres, a exemplo do pároco Leo Kieling, não realizaram homilia neste dia, dedicando alguns minutos de silêncio para a reflexão de cada fiel. 

Finalizando a sexta-feira, dia de silêncio e recolhimento, a paróquia promoveu, por suas coordenações litúrgicas, uma Via-Sacra nas ruas. O ponto de partida e primeira das 15 estações, da paixão, morte e ressurreição de Cristo, foi em frente à Matriz N S Auxiliadora. A procissão percorreu 3 das ruas principais da região e foi acompanhada por mais de 500 fiéis. Nossos padres se fizeram presentes, com o pároco Leo à frente das atividades, auxiliado pelos Diáconos Permanentes Augusto Rota e José Joanir. O jovem Rodrigo do Vale e a jovem Janaina Chirigatti animaram com belos cantos. Ao término, P. Leo convidou a todos para participarem da vigília pascal nas comunidades neste sábado e a encerrar seu tríduo pascal com a missa da páscoa no domingo. Salientamos que na Missa das 8h30min, na matriz Auxiliadora, haverá batismo.

Colaborador(a): Jackson Rodrigo Eidam
Correção: Maria Cristina Piotrovski

Religião - Mensagem Urbi et Orbi do papa Francisco - Páscoa de 2014.

O papa Francisco presidiu hoje, 20, Missa de Páscoa, na Praça de São Pedro. Participaram da celebração cerca de 100 mil fieis. Ao final da missa, Francisco concedeu a bênção Urbi et Orbi (à cidade de Roma e ao mundo). Leia, na íntegra, a mensagem do papa.

Mensagem Urbi et Orbi do papa Francisco - Páscoa de 2014

Amados irmãos e irmãs, boa e santa Páscoa!

Ressoa na Igreja espalhada por todo o mundo o anúncio do anjo às mulheres: «Não tenhais medo. Sei que buscais Jesus, o crucificado; não está aqui, pois ressuscitou (...). Vinde, vede o lugar onde jazia» ( Mt 28, 5-6).

Este é o ponto culminante do Evangelho, é a Boa Nova por excelência: Jesus, o crucificado, ressuscitou! Este acontecimento está na base da nossa fé e da nossa esperança: se Cristo não tivesse ressuscitado, o cristianismo perderia o seu valor; toda a missão da Igreja via esgotar-se o seu ímpeto, porque dali partiu e sempre parte de novo. A mensagem que os cristãos levam ao mundo é esta: Jesus, o Amor encarnado, morreu na cruz pelos nossos pecados, mas Deus Pai ressuscitou-O e fê-Lo Senhor da vida e da morte. Em Jesus, o Amor triunfou sobre o ódio, a misericórdia sobre o pecado, o bem sobre o mal, a verdade sobre a mentira, a vida sobre a morte.

Por isso, nós dizemos a todos: «Vinde e vede». Em cada situação humana, marcada pela fragilidade, o pecado e a morte, a Boa Nova não é apenas uma palavra, mas é um testemunho de amor gratuito e fiel: é sair de si mesmo para ir ao encontro do outro, é permanecer junto de quem a vida feriu, é partilhar com quem não tem o necessário, é ficar ao lado de quem está doente, é idoso ou excluído... « Vinde e vede»: o Amor é mais forte, o Amor dá vida, o Amor faz florescer a esperança no deserto.

Com esta jubilosa certeza no coração, hoje voltamo-nos para Vós, Senhor ressuscitado!

Ajudai-nos a procurar-Vos para que todos possamos encontrar-Vos, saber que temos um Pai e não nos sentimos órfãos; que podemos amar-Vos e adorar-Vos.

Ajudai-nos a vencer a chaga da fome, agravada pelos conflitos e por um desperdício imenso de que muitas vezes somos cúmplices.

Tornai-nos capazes de proteger os indefesos, sobretudo as crianças, as mulheres e os idosos, por vezes objeto de exploração e de abandono.

Fazei que possamos cuidar dos irmãos atingidos pela epidemia de ebola na Guiné Conacri, Serra Leoa e Libéria, e daqueles que são afetados por tantas outras doenças, que se difundem também pela negligência e a pobreza extrema.

Consolai quantos hoje não podem celebrar a Páscoa com os seus entes queridos porque foram arrancados injustamente dos seus carinhos, como as numerosas pessoas, sacerdotes e leigos, que foram sequestradas em diferentes partes do mundo.

Confortai aqueles que deixaram as suas terras emigrando para lugares onde possam esperar um futuro melhor, viver a própria vida com dignidade e, não raro, professar livremente a sua fé.

Pedimo-Vos, Jesus glorioso, que façais cessar toda a guerra, toda a hostilidade grande ou pequena, antiga ou recente!

Suplicamo-Vos, em particular, pela Síria, a amada Síria, para que quantos sofrem as consequências do conflito possam receber a ajuda humanitária necessária e as partes em causa cessem de usar a força para semear morte, sobretudo contra a população inerme, mas tenham a audácia de negociar a paz, há tanto tempo esperada.

Jesus glorioso, pedimo-vos que conforteis as vítimas das violências fratricidas no Iraque e sustenteis as esperanças suscitadas pela retomada das negociações entre israelitas e palestinianos.

Imploramo-Vos que se ponha fim aos combates na República Centro-Africana e que cessem os hediondos ataques terroristas em algumas zonas da Nigéria e as violências no Sudão do Sul.

Pedimos-Vos que os ânimos se inclinem para a reconciliação e a concórdia fraterna na Venezuela.

Pela vossa Ressurreição, que este ano celebramos juntamente com as Igrejas que seguem o calendário juliano, vos pedimos que ilumine e inspire as iniciativas de pacificação na Ucrânia, para que todas as partes interessadas, apoiadas pela Comunidade internacional, possam empreender todo esforço para impedir a violência e construir, num espírito de unidade e diálogo, o futuro do País. Que eles como irmãos possam cantar Хрhctос Воскрес.

Pedimo-Vos, Senhor, por todos os povos da terra: Vós que vencestes a morte, dai-nos a vossa vida, dai-nos a vossa paz! Queridos irmãos e irmãs, feliz Páscoa!

Saudação

Queridos irmãos e irmãs,

Renovo os meus votos de feliz Páscoa a todos vós reunidos nesta Praça, vindos de todas as partes do mundo. Estendo as minhas felicitações pascais a todos que, de diversos países, estão conectados através dos meios de comunicação social. Levai às vossa famílias e às vossas comunidades o feliz anúncio que Cristo nossa paz e nossa esperança ressuscitou!

Obrigado pela vossa presença, pela vossa oração e pelo vosso testemunho de fé. Um pensamento particular e de reconhecimento pelo dom das belíssimas flores, oriundas dos Países Baixos. Feliz Páscoa para todos!

Fonte CNBB

sábado, 19 de abril de 2014

Feliz Páscoa!

A paróquia Salesiana de N S Auxiliadora de Ponta Grossa deseja a todos os paroquianos, jovens, fiéis, amigos, padres e diáconos da paróquia, coordenadores e membros das PMOA, CPC's e CAEC's, funcionários, padres salesianos, padres e diáconos diocesanos, membros da imprensa e internautas uma abençoada e renovadora Páscoa do Senhor.

Formação - Entenda o significado do beijo na Cruz na Sexta-feira Santa.

Em todo o ano, existe somente um dia em que não se celebra a Santa Missa: a Sexta-Feira Santa. Ao invés da Missa temos uma celebração que se chama Funções da Sexta-feira da Paixão, que tem origem em uma tradição muito antiga da Igreja que já ocorria nos primeiros séculos, especialmente depois da inauguração da Basílica do Santo Sepulcro e do reencontro da Santa Cruz por parte de Santa Helena (ano 335 d.C.).

Esta celebração é dividida em três partes: a primeira é a leitura da Sagrada Escritura e a oração universal feita por todas as pessoas de todos os tempos; a segunda é a adoração da Santa Cruz e a terceira é a Comunhão Eucarística, juntas formam o memorial da Paixão e Morte de Nosso Senhor. Memorial não é apenas relembrar ou fazer memória dos fatos, é realmente celebrar agora, buscando fazer presente, atual, tudo aquilo que Deus realizou em outros tempos. Mergulhamos no tempo para nos encontrarmos com a graça de Deus no momento que operou a salvação e, ao retornarmos deste mergulho, a trazemos em nós. 

Os cristãos peregrinos dos primeiros séculos a Jerusalém nos descrevem, através de seus diários que, em um certo momento desta celebração, a relíquia da Santa Cruz era exposta para adoração diante do Santo Sepulcro. Os cristãos, um a um, passavam diante dela reverenciando e beijando-a. Este momento é chamado de Adoração à Santa Cruz, que significa adorar a Jesus que foi pregado na cruz através do toque concreto que faziam naquele madeiro onde Jesus foi estendido e que foi banhado com seu sangue. 

Em nosso mundo de hoje, falar da Adoração à Santa Cruz pode gerar confusão de significado, mas o que nós fazemos é venerar a Cruz e, enquanto a veneramos, temos nosso coração e nossa mente que ultrapassa aquele madeiro, ultrapassa o crufixo, ultrapassa mesmo o local onde estamos, até encontrar-se com Nosso Senhor pregado naquela cruz, dando a vida para nos salvar. Quando beijamos a cruz, não a beijamos por si mesma, a beijamos como quem beija o próprio rosto de Jesus, é a gratidão por tudo que Nosso Senhor realizou através da cruz. O mesmo gesto o padre realiza no início de cada Missa ao beijar o Altar. É um beijo que não pára ali, é beijar a face de Jesus. Por isso, não se adora o objeto. O objeto é um símbolo, ao reverênciá-lo mergulhamos em seu significado mais profundo, o fato que foi através da Cruz que fomos salvos.

Nós cristãos temos a consciência que Jesus não é apenas um personagem da história ou alguém enclausurado no passado acessível através da história somente. "Jesus está vivo!" Era o que gritava Pedro na manhã de Pentecostes e esse era o primeiro anúncio da Igreja. Jesus está vivo e atuante em nosso meio, a morte não O prendeu. A alegria de sabermos que, para além da dolorosa e pesada cruz colocada sobre os ombros de Jesus, arrastada por Ele em Jerusalém, na qual foi crucificado, que se torna o simbolo de sua presença e do amor de Deus, existe Vida, existe Ressurreição. Nossa vida pode se confundir com a cruz de Jesus em muitos momentos, mas diante dela temos a certeza que não estamos sós, que Jesus caminha conosco em nossa via sacra pessoal e, para além da dor, existe a salvação. 

Ao beijar a Santa Cruz, podemos ter a plena certeza: Jesus não é simplesmente um mestre de como viver bem esta vida, como muitos se propõem, mas o Deus vivo e operante em nosso meio.

Matéria - 17/04/2014 – Paróquia N S Auxiliadora celebra a “Instituição da Eucaristia”.

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Compreendeis o que acabo de fazer?” (Jo 13,12)
Na noite desta quinta (17), oito celebrações, às 19h30min e 21h, reúnem mais de 2 mil fiéis nas comunidades da paróquia N S Auxiliadora de Ponta Grossa. Esta celebração marca o início do Tríduo Pascal, embora o nome lembre o numeral três, o Tríduo Pascal é composto pelas celebrações: Instituição da Eucaristia (Lava-pés), Paixão de Cristo e Vigília Pascal. Na celebração da Matriz Auxiliadora, P. Leo kieling destacou “ todos devem colocar-se a serviço dos outros, ser o primeiro a fazer e não esperar que outros lhe chamem...” Lembrou ainda que esta celebração, oficialmente, é chamada de Instituição da Eucaristia, pois na ceia do Senhor Ele se faz pão e vinho, corpo e sangue. Este memorial é real em toda celebração da missa, para o ânimo e proteção de todos que acreditam. Nesta celebração o pároco Leo, seguindo o exemplo de Cristo, a que todos os batizados também são chamados, lavou os pés de ministros e de uma família, que representavam os 12 apóstolos.

Em outra celebração, na comunidade N S Aparecida, a comunidade paroquial pode matar as saudades do P. Hermínio Tambosi, agora em Rio do Sul/SC. Em sua homilia, usou de suas palavras concisas de sempre e alertou para a necessidade dos homens também usufruírem dos benefícios do sacramento da confissão. Nesta celebração, P. Hermínio lavou os pés de 12 homens, representantes de 12 pastorais e movimentos da comunidade. P. Hermínio contou a todos como foi a missa dos santos óleos, na manhã desta quinta na Catedral Sant’Ana e aproveitou para lembrar a importância da renovação do compromisso dos padres com o chamado do Senhor para o sacerdócio. Encerrou sua homilia salientando outra, suposta, comemoração deste dia: Dia do Novo Mandamento de Cristo, “Amar uns aos outros, como Cristo nos amou...” 

Colaborador(a): Jackson Rodrigo Eidam
Correção: Maria Cristina Piotrovski

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Religião - O que é a missa crismal?

Conheça melhor a celebração na qual se consagra o santo crisma e os demais óleos.

A missa crismal, presidida pelo bispo e concelebrada pelos presbíteros da diocese, é a celebração na qual se consagra o santo crisma (daqui vem o nome de “missa crismal”) e se abençoa também os demais óleos (que serão usados nos enfermos e batismos).

A palavra “crisma” vem do latim “chrisma”, que significa “unção”. O crisma é a matéria sacramental com a qual são ungidos os novos batizados, os que recebem a Confirmação e os sacerdotes e bispos em sua ordenação, entre outras funções.

A consagração do crisma e a bênção dos outros óleos é considerada como uma das principais manifestações da plenitude sacerdotal do bispo.

Em geral, esta missa é celebrada na catedral de cada diocese, na Quinta-Feira Santa. Mas, por razões de conveniência pastoral, pode ser adiantada para outro dia da Semana Santa.

Tê-la fixado na Quinta-Feira Santa não se deve ao fato de esse ser o dia da instituição da Eucaristia, mas sobretudo a uma razão prática: poder dispor dos santos óleos, especialmente do óleo dos catecúmenos e do santo crisma, para a celebração dos sacramentos da iniciação cristã durante a vigília pascal.

Então, o santo crisma, ou seja, o óleo fundamental que representa o próprio Espírito Santo, nos é dado, junto com seus carismas, no dia do nosso Batismo, da nossa Confirmação e na ordenação dos sacerdotes e bispos.

A matéria apta para o sacramento deve ser o azeite de oliva. O crisma é preparado com óleo e aromas ou matéria olorosa.

É conveniente recordar que o santo crisma não é o mesmo óleo dos catecúmenos e dos doentes (que são apenas abençoados, e isso pode ser feito por outros ministros, não sacerdotes, em alguns casos).

O rito da missa crismal inclui a renovação das promessas sacerdotais. Após a homilia, o bispo convida seus sacerdotes a renovar sua consagração e dedicação a Cristo e à Igreja. Juntos, prometem solenemente unir-se mais a Cristo, ser ministros fiéis dele, ensinar e oferecer o santo sacrifício em seu nome, bem como conduzir outros a Ele.

Portanto, outro tema importante da missa crismal é o sacerdócio. Ao entregar o mistério da Eucaristia à Igreja, Jesus também instituiu o sacerdócio.

Os textos da missa apresentam um conjunto catequético não somente sobre o sacerdócio ministerial, mas também no relativo ao sacerdócio geral dos fiéis. Desde a antífona de entrada, a assembleia aclama que Jesus Cristo nos tornou um reino e nos fez sacerdotes de Deus, seu Pai.

Na missa crismal, não se recita o Credo. Após a renovação das promessas sacerdotais, os óleos são levados em procissão ao altar, onde o bispo pode prepará-los, se já não estiverem prontos. Em último lugar, leva-se o santo crisma, portado por um diácono ou presbítero. Depois dos óleos, são levados o pão, o vinho e a água para a Eucaristia.

Depois do “Santo”, são abençoados o óleo dos doentes e, após a oração depois da comunhão, abençoa-se o óleo dos catecúmenos e se consagra o santo crisma.

Fonte Aleteia

Religião - Nos amou até o fim.

É o próprio Jesus quem nos convida a aceitar Seu ato de extremo amor por nós.

“Eis telos”, em grego significa “até o fim”, mas também “até o limite”, até o que é possível, até o extremo e pode comportar a ideia de perfeição, do ótimo cumprimento: “antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo ao Pai, como amasse os seus que estavam no mundo, até o extremo os amou” (Jo 13, 1).

Hoje contemplamos este amor de Deus por nós, Ele que nos deu seu único Filho. Entremos no mistério pascal. 

“O que faço não compreendes agora, mas compreenderás em breve” (Jo 13, 7). O próprio Jesus nos convida a aceitar o ato de extremo amor que teve por nós, mesmo se não o compreendemos. Precisamos aceitar que Ele haja assim conosco, mesmo sem entender. 

Por que Ele não se defende no julgamento?
Ele não se defendeu. Ele não precisava de defesa, sabia que a lei humana não era capaz de julgá-lo, por isso se doou, se deixou condenar, mostrando com sua ressurreição a superioridade da Lei Divina. 

Aceitar e deixar que Jesus seja Jesus em nossas vidas significa não compreendermos Suas atitudes, principalmente seu amor extremo por nós numa morte de cruz. É um mistério.

Deixar-se salvar por Jesus!

“Ele salvou a outros e não pode salvar-se a si mesmo!” (Mt 27, 42). Jesuspodia salvar a si mesmo, mas não o fez. Ao contrário do que imaginavam, Ele morreu. Sendo homem deu seu sangue por nós e morreu de um modo brutal, numa morte de Cruz. Fez isso, para ressuscitar, para abrir-nos as portas do Céu, era esta a obra da Trindade desde o início, era este o plano de Redenção. Ele, sendo homem não salvou a si mesmo. 

É indispensável deixar-se salvar por Jesus Cristo. Talvez já saibamos disso, mas nos abandonar por completo e viver do fundo do coração é um caminho longo. O caminho de purificação é aceitar deixar-se salvar e acolher profundamente as palavras de Jesus. 

A Paixão de Cristo iluminará Seu amor por nós. Não tenhamos medo do Seu amor e da verdade do Senhor. Deixemo-nos purificar por sua doação.

Fonte Aleteia

Igreja - Dom Leonardo participa de homenagem à CF 2014.

O bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, participou ontem, 15, da sessão especial em homenagem, prestada pelo Senado Federal, à Campanha da Fraternidade 2014, que aborda o tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou.

Dom Leonardo recordou hoje, 16, algumas passagens do discurso do senador Pedro Simon, proferido na ocasião, e salientou alguns trechos como, por exemplo, o que afirma que “a fraternidade deveria ser o outro nome da vida humana, em todos os seus aspectos: na política, na sociologia, no direito, na economia”.

Para o senador, há um apartheid social marcado por dois mundos. “De um lado, aquele dos que têm. Do outro, daqueles onde, por não terem, não são considerados, nem mesmo seres”, frisou. Apesar disso, o parlamentar ressaltou que “o lado excluído pela Economia, pelo Direito e pela Política é mais fraterno, mais solidário, mais humano no verdadeiro sentido da expressão”.

Ao falar sobre a política, o senador disse que o “degrau superior da falta de fraternidade” é a corrupção e que “a má política não só transporta milhões de seres humanos para o outro lado do muro dos direitos mais fundamentais, como lhes cassa o passaporte para a cidadania, mantendo-os reféns da dádiva, das ações compensatórias, da omissão, da falta de humanidade, da frieza do coração.

Ao lembrar o tema da CF 2014, Simon disse que “os famintos são traficados para o lado de lá do muro da vergonha. Sem rosto, sem dignidade, sem humanidade. Sem solidariedade. Sem fraternidade. Com ‘passaportes’ cassados, impedidos portanto de adentrar à verdadeira cidadania”.

Ao final expressou esperança de algum dia realizar uma sessão especial da fraternidade entre todos os povos, independentemente de credo, de raça, de gênero ou de qualquer outra natureza”.

Imagem: Agência Senado
Fonte CNBB

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Matéria - 15/04/2014 – Jovem promove Via-Sacra nas ruas da Comunidade Dom Bosco.

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O jovem Felipe Ranieri, membro atuante da comunidade Dom Bosco, da paróquia N S Auxiliadora de Ponta Grossa, reuniu amigos, parentes e vizinhos para realizar a Via-Sacra nas ruas da vila Marina, imediações da Comunidade Dom Bosco. A iniciativa remete ao trabalho de Pequenos Grupos, da "Renovação Paroquial", da Diocese de Ponta Grossa. O trajeto passou por 12 ruas e visitou 13 residências. Foram realizadas as 15 estações que lembram a Paixão de Cristo, sua morte e ressurreição. Bem organizada, a Via-Sacra contou com 69 participantes, dos quais mais de 15 eram jovens e crianças. Mesmo com uma garoa e frio, os participantes passaram de estação em estação. Em cada estação havia uma vela e um quadrinho com a imagem que lembrava a passagem vivida por Jesus naquela estação e que eram levadas pelos participantes. Ao final, montaram um belo painel com as 15 estações. A Cruz foi recebendo itens durante o percurso (coroa, manto e cravos), o que ajudou os participantes a vivenciar a paixão de Cristo. No fim, foi proclamado o evangelho de São João, com a narrativa da paixão e morte de Cristo, que comoveu alguns dos participantes.

Para a senhora Teresa Hass, que cedeu a frente de sua casa para uma das estações, “foi uma grande emoção”. Ela não pode acompanhar por motivo de doença, mas seu esposo Vicente Hass, acompanhou todo o trajeto.

O jovem Felipe já participou de várias pastorais e movimentos na comunidade. Dinâmico e muito comprometido com o anúncio de Cristo, agradeceu a todos que participaram. “O número não foi grande, mas expressivo”, depois agradeceu aos que ajudaram, em especial à família e convidou a todos para que participem dos encontros de Páscoa, que vêm realizando nas casas de seus vizinhos. 

Colaborador(a): Jackson Rodrigo Eidam
Correção: Maria Cristina Piotrovski

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