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terça-feira, 26 de maio de 2015

Resultado Ação Entre Amigos 2015 paroquial

Segue os ganhadores da Ação Entre Amigos paroquial 2015.
1º Prêmio - Gisele Mendes(cartela 0978)

2º Prêmio - Stefany Louise Bruno(cartela 13682)
3º Prêmio - Elton Luiz de Castro(cartela 1834)
4º Prêmio - José Roberto Siuta(cartela 0978) e Walter Wottemann (cartela 11723)



A paróquia N S Auxiliadora agradece a todos que colaboraram para o bom êxito da festa da comunidade matriz. Deus abençoe a todos. São João Bosco e Maria Auxiliadora intercedam sempre por ti.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Filme Dom Bosco - completo



Filme Dom Bosco - completo
Internet
06 de Maio de 2015
Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora.
Ponta Grossa - Paraná.

Reitor-Mor - Deus nos deu uma verdadeira Mãe.

Maria é nossa Mãe porque, ao cuidar de nós, nos ensina do fundo da nossa alma a cuidar de nós mesmos e uns dos outros, a cuidar da vida, da criação, do crescimento dos nossos irmãos e irmãs, da vida daqueles que estão mais em perigo de perdê-la e de se perder.

O sonho que Dom Bosco teve em Barcelona na noite de 9 para 10 de abril de 1886 e que depois contou com a voz entrecortada de soluços é verdadeiramente memorável. É assim pela imensa quantidade de jovens que, correndo à sua volta, lhe diziam: “Esperamos-te, esperamos-te tanto, mas finalmente chegaste: estás no meio de nós!”. E, sobretudo, pela figura da Pastorinha que diz a Dom Bosco: “Recordas-te do sonho que tiveste aos 9 anos?”.

Maria, a Mãe de Jesus, é uma presença forte e significativa, a ponto de ser Ela muitas vezes a Boa Pastora que leva os seus filhos a Jesus. Nós, como membros da Família de Dom Bosco, não podemos nos imaginar sem Ela, porque “Ela fez tudo” e continua a fazer! Aqui me ocorre perguntar: Quem é Maria para vocês? Quem é para você? Quem é para mim?

Caríssimos, convido vocês a contemplarem Maria com os olhos da inteligência e do coração e contemplá-la como Mulher, Mãe, Mestra e Auxílio.

Mulher
Ela é antes de tudo Mulher. No quarto Evangelho, o próprio Jesus a chama assim por duas vezes, em duas ocasiões “centrais”: no primeiro sinal que Ele faz, nas bodas de Caná (cf. Jo 2,1-12), sinal graças ao qual “os seus discípulos creram n’Ele”, e no momento da cruz, quando Maria e o discípulo amado estavam ali (cf. Jo 19,25-27).

“Mulher, que queres de mim?” e “Mulher, eis o teu filho!”. “Mulher”: um belo título dado à nova Eva, mãe do novo Adão. Nela a humanidade inteira desperta e renasce pela ação do Filho. Também São Paulo, para falar da humanidade do Filho único de Deus, o define como “nascido de mulher” (Gal 4,4). Não podemos pensar no mistério da encarnação sem A contemplar como mulher. E contemplá-la como mulher significa empreender cada vez mais o caminho de humanização que a vocação salesiana assinala a todos os membros da nossa Família. Vivemos e trabalhamos para uma humanidade verdadeira, fraterna, solidária e em paz. E Ela é a primeira a acompanhar-nos nessa tarefa.

Mãe
Maria é também para nós Mãe, diria antes, Mamãe! Deus escolheu para o seu Filho uma verdadeira mãe. Certamente Jesus, enquanto crescia junto de Maria e de José, soube reconhecer dentro de si o amor caloroso e acolhedor que desde toda a eternidade tinha experimentado junto de seu Pai, o Pai de todos.

Maria foi uma mãe como tantas das nossas mães. “Filho, por que nos fizeste isto? Olha que teu pai e eu andávamos aflitos à tua procura!” (Lc 2,48).

Esta passagem de Lucas mostra-nos todo o coração de uma mãe. Quantas vezes as mães sentem angústia pelos seus filhos!

E o que viram os pastores que foram a Belém? Não encontraram, por acaso, uma mãe e um pai que cuidavam do seu filho pequenino? (cf. Lc 2,16). É por isso que é mãe: por cuidar de nós! Assim torna-se mais precioso presente de Jesus ao seu amigo: “Eis a tua mãe!” (Jo 19,27). Ela é nossa Mãe porque, ao cuidar de nós, nos ensina do fundo da nossa alma a cuidar de nós mesmos e uns dos outros, a cuidar da vida, da criação, do crescimento dos nossos irmãos e irmãs, da vida daqueles que estão mais em perigo de perdê-la e de se perder…

Caríssimos, como Família Salesiana, como amigos de Dom Bosco, cuidemos da vida! Cuidemos uns dos outros!

Não podemos esquecer o que fez o nosso amado Dom Bosco quando perdeu Mamãe Margarida: foi ao santuário da Consolata e de coração nas mãos renovou a sua filiação e confiança na Mãe que sempre continuou a estar ali, a seu lado, com ele e com os seus rapazes. Também nós, hoje, queremos dizer a Maria: sê a nossa mãe! E ensina-nos a cuidar da vida!

Mestra
Maria é também Mestra! A mestra que nos repete: “Fazei o que Ele vos disser!” (Jo 2,5); a mestra que foi a primeira a saber guardar todas estas coisas no seu coração (cf. Lc 2,51) e nos ensina a fazer o mesmo. Cristão é aquele que sabe guardar as coisas de Jesus no coração e recorre sempre àquele tesouro.

Ela, a mulher mãe, foi indicada por Jesus a João Bosco como aquela que lhe ensinaria como cumprir a missão confiada, “a mestra sob cuja disciplina podes tornar-te sábio, e sem a qual toda a sabedoria se torna estultícia” (MO). E a “disciplina” é própria dos “discípulos”. Somos bons discípulos de Maria, como foram Dom Bosco, Madre Mazzarello e as primeiras e os primeiros da nossa Família Salesiana?

Auxiliadora
Finalmente, Maria è Auxílio. A primeira ação da mulher já mãe, depois da anunciação do Anjo, foi colocar-se ao serviço de Isabel (cr. Lc 1,39 ss.). Diz o Evangelho que “se pôs a caminho e se dirigiu apressadamente para a montanha”! Que bela expressão do serviço eclesial e especialmente do salesiano: apressadamente procuramos colocar-nos ao serviço para cuidar da vida que cresce e que tantas vezes se vê ameaçada; apressadamente para responder ao grito dos jovens, sobretudo dos que estão mais em perigo;apressadamentemas sem pressa, isto é, dedicando o tempo suficiente e oportuno, como Ela que “ficou com [Isabel] cerca de três meses, [antes] de regressar a sua casa”.

Maria é aquela que se dá conta de que faltava o vinho em Caná… que põe Jesus em ação e deste modo ajuda para que não faltasse a alegria na festa da vida.

Portanto, caríssimos irmãos e irmãs, digo uma vez mais: não tenham medo de nada! Porque Maria é o nosso Auxílio; Ela, a nossa Mãe e Mestra que nos ensina a ser verdadeiros discípulos missionários de Jesus e a cuidar da nossa vida para a tornar mais humana, segundo a medida de Cristo, o Verbo eterno nascido de Mulher.

ÁNGEL FERNÁNDEZ ARTIME

Noticias - Papa Francisco: todo cristão passa por momentos difíceis.

Suportar é ter paciência, é carregar nas costas, é levar o peso das adversidades. A vida dos cristãos também tem momentos assim, mas Jesus nos diz: ‘Tenham coragem'".
O Papa Francisco afirmou hoje que, para entrar no Reino de Deus, é preciso passar por momentos sombrios e difíceis.

Mas isso não significa que os cristãos tenham "comportamento masoquista", disse Francisco, em sua homilia na Casa Santa Marta.

São Paulo foi perseguido, mas apesar de mil adversidades, permaneceu sólido na fé, encorajando os irmãos a esperar no Senhor.

“Todavia – advertiu – este não é um comportamento masoquista, mas é a ‘luta cristã’ contra o príncipe deste mundo, que tenta nos afastar da ‘Palavra de Jesus, da fé e da esperança’. “Suportar as tribulações” é uma frase que o Apóstolo Paulo usa muito.

“Suportar é ter paciência, é carregar nas costas, é levar o peso das adversidades. A vida dos cristãos também tem momentos assim, mas Jesus nos diz: ‘Tenham coragem nestes momentos. Eu venci, vocês também serão vencedores’. Esta primeira palavra nos ilumina para superarmos os momentos mais difíceis da vida, aqueles momentos que nos fazem sofrer’”.

Depois de dar este conselho, Paulo “organiza aquela Igreja”, “reza sobre os presbíteros, impõe as mãos e os confia ao Senhor”.

“Um cristão – disse – pode levar avante as tribulações e também as perseguições, entregando-se ao Senhor”. Somente Ele, reiterou o Papa, “é capaz de nos dar a força, de nos dar a perseverança na fé, de nos dar a esperança”.

“Confiar algo ao Senhor, confiar este momento difícil ao Senhor, confiar eu mesmo ao Senhor, confiar ao Senhor os nossos fiéis, nós sacerdotes, bispos, confiar ao Senhor as nossas famílias, os nossos amigos e dizer ao Senhor: ‘Cuida deles, eles são teus”. É uma oração que nem sempre fazemos, a oração de entrega: ‘Senhor, te entrego isto, leva adiante Tu, é uma bela oração cristã. É a atitude de confiança no poder do Senhor, assim como na ternura do Senhor que é Pai”.

Quando esta oração vem do coração, disse o Papa, existe a certeza que é confiada ao Senhor, que é segura: “Ele não decepciona jamais”. As tribulações, refletiu o Papa, nos fazem sofrer, mas “a entrega ao Senhor dá esperança e daqui vem a terceira palavra: a paz”.

Francisco recordou aquilo que Jesus diz como “despedida” aos seus discípulos: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou”. Porém, “não uma paz, uma simples tranquilidade”, mas uma paz que “chega ao âmago, uma paz que fortalece, que reforça o que hoje pedimos ao Senhor: a nossa fé e a nossa esperança”.

“Três palavras: tribulações, entrega e paz. Na vida, temos que percorrer caminhos tortuosos, é a lei da vida. Mas nestes momentos, ao entregar-se ao Senhor, Ele nos responde com a paz. Este Senhor que é Pai e nos ama tanto e não desaponta jamais. Continuemos hoje a celebração eucarística com o Senhor, pedindo que reforce a nossa fé e a nossa esperança, pedindo que nos doe a confiança para vencer as tribulações porque Ele venceu o mundo, e nos doe, a todos, a sua paz”.

Notícias - Por que maio é o mês de Maria?

Conheça a tradição que vem do hemisfério norte e que nos presenteia com um mês inteiro dedicado à nossa Mãe celestial.

No mês de maio, milhões de pessoas participam de romarias e peregrinações a santuários marianos, fazem orações especiais a Maria e lhe oferecem presentes, tanto espirituais quanto materiais.

Dedicar o mês de maio – também chamado de "mês das flores" no hemisfério norte – a Maria é uma devoção arraigada há séculos. Com sua poesia "Ben vennas Mayo", das Cantigas de Santa Maria, Afonso X o Sábio nos revela que esta tradição já existia na Idade Média.

A Igreja sempre incentivou tal devoção, por exemplo concedendo indulgências plenárias especiais e com referências em alguns documentos do Magistério, como a encíclica "Mense Maio", de Paulo Vi, em 1965.

"O mês de maio nos estimula a pensar e a falar de modo particular dEla – constatou João Paulo II em uma audiência geral, ao começar o mês de maio em 1979. De fato, este é o seu mês. Assim, o período do ano litúrgico [Ressurreição] e ao mesmo tempo o mês corrente chamam e convidam os nossos corações a abrirem-se de maneira singular para Maria."

Mas, por que existe este mês, se outros contêm festas litúrgicas mais destacadas dedicadas a Maria? O beato cardeal John Henry Newman oferece várias razões em seu livro póstumo "Meditações e devoções".

"A primeira razão é porque é o tempo em que a terra faz surgir a terna folhagem e os verdes pastos, depois do frio e da neve do inverno, da cruel atmosfera, do vento selvagem e das chuvas da primavera", escreve de um país do hemisfério norte.

"Porque os dias se tornam longos, o sol nasce cedo e se põe tarde – acrescenta. Porque semelhante alegria e júbilo externo da natureza são os melhores acompanhantes da nossa devoção Àquela que é a Rosa Mística e a Casa de Deus."

"Ninguém pode negar que este seja pelo menos o mês da promessa e da esperança – continua. Ainda que o tempo não seja favorável, é o mês que dá início e é prelúdio do verão."

"Maio é o mês, se não da consumação, pelo menos da promessa, e não é este o sentido no qual mais propriamente recordamos a Santíssima Virgem Maria, a quem dedicamos o mês?", pergunta em sua obra, publicada em 1893.

Alguns autores, como Vittorio Messori, veem nesta manifestação da religiosidade popular uma cristianização de uma celebração pagã: a dedicação do mês de maio às deusas da fecundidade – na Grécia, Artemisa; em Roma, Flora. De fato, maio deve seu nome à deusa da primavera Maia.

Além disso, em muitos países, durante o mês de maio, comemora-se o Dia das Mães, e a lembrança se dirige também à nossa Mãe do céu.

Para muitos, maio é o mês mais bonito, como Maria é a mulher mais bela; o mês mais florido que conduz o coração até Ela, uma Palavra feita flor.

Fonte Aleteia

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Notícia - Unção dos Enfermos: um sacramento de vivos.

Conheça o essencial sobre o mais incompreendido dos sacramentos.
A Unção dos Enfermos é, provavelmente, o menos compreendido dos sacramentos. Eis o fundamental que um católico precisa saber a respeito desse dom de Deus para a Igreja:

- A Unção dos Enfermos é um sacramento, ou seja, um sinal sensível instituído por Jesus Cristo para nos dar a graça santificante e certas graças específicas, que são próprias de cada um dos sete sacramentos (Batismo, Confissão, Eucaristia, Confirmação, Matrimônio, Sacerdócio e Unção dos Enfermos). No caso da Unção dos Enfermos, essas graças específicas são a preparação da alma para o Céu, o perdão dos pecados veniais, das imperfeições e até dos pecados mortais, e, se Deus julgar oportuno para a salvação do enfermo, a graça da recuperação da saúde.

- “Pela sagrada Unção dos Enfermos e pela oração dos presbíteros, a Igreja toda entrega os doentes aos cuidados do Senhor sofredor e glorificado, para que os alivie e salve. Exorta os mesmos a que livremente se associem à paixão e à morte de Cristo e contribuam para o bem do povo de Deus” (Catecismo da Igreja Católica - CIC, nº 1499).

- A Unção dos Enfermos não é um sacramento apenas dos que estão no fim da vida. Ela pode ser recebida quando o fiel começa, por doença ou por velhice, a correr o risco de morrer (cf. CIC, nº 1514).

- Se um doente que recebeu a Unção dos Enfermos recuperar a saúde, ele pode, em caso de nova enfermidade grave, receber o sacramento novamente. O sacramento também pode ser repetido no decurso da mesma doença caso ela se agrave. É conveniente receber a Unção dos Enfermos antes de uma operação cirúrgica importante e nos casos de acentuação da fragilidade das pessoas de idade (cf. CIC, nº 1515).

- Só os bispos e presbíteros podem ministrar a Unção dos Enfermos e eles têm o dever de instruir os fiéis sobre os benefícios deste sacramento. Os fiéis devem encorajar os doentes a pedi-lo. Por sua vez, os doentes devem preparar-se para receber o sacramento com boas disposições. A comunidade eclesial é convidada a rodear os doentes com suas orações e atenções fraternas (cf. CIC, nº 1516).

- Ao administrar este sacramento, o ministro unge o doente na fronte e nas palmas das mãos. A prática vem da Igreja primitiva, quando os apóstolos, imitando Jesus Cristo, usavam os óleos e a imposição das mãos para pedir a Deus a cura dos doentes.

- Se possível, o doente deve confessar-se. É por esta razão que só o sacerdote pode administrar a Unção dos Enfermos.

- Uma pessoa comprovadamente morta não pode mais receber este sacramento, já que a Unção dos Enfermos não é um sacramento de mortos nem para pessoas que já não estão no pleno uso das suas faculdades. A Unção dos Enfermos é um sacramento de vivos, voltado a sanar a alma e, se possível, também o corpo do enfermo ou da pessoa prestes a morrer.

- A Igreja determina que se não administre este sacramento aos que "perseveram obstinadamente em pecado grave manifesto" (cf. Cânone 1007), porque é preciso respeitar a liberdade de escolhade cada alma.

- A Unção dos Enfermos é claramente mostrada na Bíblia, sendo prefigurada no Evangelho de Marcos: “Partindo, eles pregavam que todos se arrependessem. E expulsavam muitos demônios e curavam muitos enfermos, ungindo-os com óleo” (Mc 6,12-13). A Carta de São Tiago recomenda o sacramento e explica como ele deve ser ministrado: "Alguém dentre vós está doente? Mande chamar os presbíteros da Igreja para que orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor. A oração da fé salvará o doente e o Senhor o aliviará; e, se tiver cometido pecados, estes lhe serão perdoados" (Tg 5,14-15).

- Devido à iminência da morte, os sacramentos da Confissão e da Unção dos Enfermos também são oferecidos aos prisioneiros saudáveis sentenciados à pena capital nos países em que ela está em vigor.

O papa Francisco é insistentemente enfático em ressaltar amisericórdia de Deus Pai e em nos convidar a guardar sempre viva a esperança em Deus e na sua bondade infinita. O próprio Jesus Cristo é explícito a este respeito: "Há mais alegria no céu por um só pecador que se converte do que por noventa e nove justos que não precisam de conversão" (Lc 15,7). Afinal de contas, esta é a mensagem do cristianismo: Deus é nosso Pai, nos ama infinitamente e está disposto a tudo para nos perdoar e nos dar a eterna felicidade ao seu lado. Ele só não quer nos obrigar a isso e respeita a nossa liberdade de aceitar o seu amor.

Fonte Aleteia

sábado, 4 de abril de 2015

MENSAGEM DE PÁSCOA DO PÁROCO

A Ressurreição dá sentido à vida. 
Viver sem sentido, viver por viver, deixar que a vida vá acontecendo é muito pouco para um cristão, especialmente para quem se tornou discípulo e discípula de Jesus, nas águas do Batismo. Com a Ressurreição de Jesus, a vida ganhou um novo horizonte, abriu uma nova janela para a plenitude, mostrou que nada poderá matar a vida, desde que deixemos o Espírito do Ressuscitado habitar em nós. Quando temos um sentido para viver, quando vivemos com a missão de plantar a semente da vida que vem da Ressurreição de Jesus, o sofrimento não é capaz de tirar a beleza da vida. Queridos paroquianos, para o cristão é proibido ser triste, porque temos a certeza que Cristo está no meio de nós. ELE RESSUSCITOU. ALELUIA. 

Uma Feliz e abençoada Páscoa. 

P. Leo Kieling – Pároco

quarta-feira, 25 de março de 2015

P. Sebastião Camargo, SDB novo vigário paroquial fala sobre seu trabalho...

P. Sebastião Camargo, SDB novo vigário paroquial fala um pouco de sua pessoa, sua formação e seus trabalhos a serem desempenhados nesta paróquia.

CS - Nome completo, idade e cidade natal?
Pe Sebastiao Alaertes Bueno de Camargo, 45 anos e natural de Ponta Grossa

CS - Data e local de Ordenação?
30 de janeiro de 2000
Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora

CS - Como foi sua caminhada vocacional? E preparatória para ordenação?
Bom, fiz o meu ensino fundamento no seminário, que tinha uma escola chamada Instituto São Jose. Depois fui estudar em uma escola do estado, mais frequentava o seminário com um grupo que jogava vôlei durante alguns dias da semana e depois todo o domingo no Centro Juvenil.
Depois de certo tempo fui convidado por algumas pessoas que trabalhavam no Centro Juvenil, a fazer parte desse grupo. Esse grupo era coordenador pelo Padre Aristides Girardi, e alguns seminaristas faziam parte. Também fazia parte desse grupo a Irmã Salesiana Silvia, que na época fazia faculdade e ajudava na coordenação.
Depois de alguns convites para fazer um projeto de vida, acabei aceitando a experiência e ai tudo em minha vida começou a mudar. Nessa época eu trabalhava em uma empresa de reflorestamento, estudava a noite e tinha feito um concurso para entrar como Cabo, no exercito, tinha passado e com a possibilidade de ir para o Rio de Janeiro ou Brasília.
Contudo, deixei o meu trabalho, a possibilidade de ir para o Rio de Janeiro ou Brasília e fui fazer a experiência no seminário. Confesso que não foi fácil, devido a metodologia e o tratamento que recebíamos, mais acreditava muito no meu chamado e pouco a pouco fui vencendo as dificuldades, entendendo a metodologia, conhecendo o carisma, etc. Fiz s faculdade de Filosofia em Viamão-RS, o meu noviciado em São Carlos-SP, tirocínio em Viamão-RS, e teologia em Curitiba-PR.
A preparação para a ordenação foi bem organizada, com muita empolgação pela comunidade da matriz, com uma bela semana vocacional, o tríduo muito bem participado e uma celebração muito bonita e bem participada.

CS - Quais pastorais, ou movimentos e ou equipes salesianas atuou e atualmente atua?
Desde estudante sempre trabalhei na AJS, mais comecei a fazer parte realmente da equipe em 1998, ficando até o ano de 2009. Fui coordenador do Estado de Santa Catarina de 2000 a 2009, até ir para a Europa estudar.
Fiz parte também da equipe da Pastoral Menor, hoje conhecida como Equipe de Ação Social, e da Formação CIF.
Atualmente não faço parte de nenhuma equipe ou comissão da inspetoria.
Depois da minha ordenação sacerdotal fui destinado a coordenar e organizar a Obra Social em Joinville, onde trabalhei como coordenador da Obra Social Centro Educacional Dom Bosco de 2000 a 2003
Fui administrador da Obra Social parque Dom Bosco – Itajaí – 2004 a 2006
Continuei como administrador e também assumi o serviço de diretor na obra Social Dom Bosco – Itajaí – 2007 a 2009
De setembro de 2009 a dezembro de 20011 – estudos na UPS – Roma
Fui Diretor da Obra Social Novo lar de Menores, e formador do pré e pós-noviciado de 2012 a 2014.

CS - Qual sua relação com a AJS?
Trabalhei na AJS desde o seu início, ou seja, quando foi decidido pelo Conselho Geral e o Dicastério da Pastoral Juvenil Salesiana de implantar essa nova metodologia de trabalho no Brasil.
Do ano de 1998, quando realizamos o segundo Congresso de Jovens, até o ano de 2009, trabalhei com os grupos da AJS no Estado de Santa Catarina, na formação, acompanhamento, assessoria e Escola de Espiritualidade.

CS - Favor descrever um pouco de sua viagem à Itália.
Fui a pedido da Inspetoria estuda na nossa Universidade Pontifícia Salesiana, conhecida como UPS, fazendo o Mestrado de Teologia, com especialização em Pastoral Juvenil e Catequética, para ajudar ainda melhor na formação dos grupos da AJS.
No início dessa experiência confesso que não foi nada fácil. Sair do meu país, sem saber falar bem o italiano, com uma cultura totalmente diferente e meu pai estava se recuperando de uma doença. Contudo, enfrentei tudo com muita fé, com muita dedicação e paciência. Meu curso era para ser feito em três anos, mais como podia ficar apenas dois anos resolvi e fiz o meu curso em dois anos. Fui para Roma em setembro de 2009, e retornei em dezembro de 2011.

CS - Qual sua função e como a desempenhará nesta paróquia?
Bom a minha principal função na Paróquia e de ser vigário paroquial, e ajudar principalmente a assessorar e acompanhar os grupos da AJS.
Acredito que vou fazer o meu trabalho com muita dedicação e amor, principalmente acompanhando os adolescentes e jovens da Paróquia.
Vou também acompanhar a Renovação Carismática
Vou também acompanhar a Pastoral da Criança

CS - Quais seus planos, ou desejos, ou metas para esta sua estadia em Ponta Grossa?
Fazer bem o meu trabalho e ajudar no que for possível aos adolescentes, jovens e adultos, seja nas pastorais específicas ou quando for solicitado.
Pretendo também dar aulas na Teologia se tiver oportunidade e realizar bem as missas nas comunidades.

CS - Breve mensagem pessoal como vigário paroquial aos jovens e demais paroquianos.
Quando decidi ser salesiano e padre, queria unicamente trabalhar com os jovens, dar a oportunidade a eles através das nossas escolas, obras sociais e paróquias ter um mundo melhor, e uma chance de ver a realidade com outros olhos. Continuo acreditando nisso, e vou tentar fazer o melhor no trabalho que desempenhar na paróquia.

A equipe de comunicação agradece e deseja um bom e abençoado trabalho ao P. Sebastião nesta comunidade paroquial.

terça-feira, 24 de março de 2015

Missas pelo Bicentenário de Dom Bosco.



Missa em preparação ao Bicentenário do nascimento de Dom Bosco
SÁBADO - 28/03/15 - 19h
Comunidade N. S. Aparecida - 31 de Março
Rua Fagundes Varela, s/nº - Núcleo 31 de Março

Adquira sua CAMISETA DO BICENTENÁRIO

Notícias - Com o coração de Dom Bosco. Entrevista exclusiva com Mons. Jonas Abib, fundador da Canção Nova.

Monsenhor Jonas Abib, fundador da Comunidade Canção Nova, fala ao Boletim Salesiano sobre as influências de Dom Bosco em sua vida e sua missão.
Monsenhor Jonas Abib nasceu em 21 de dezembro de 1936, na cidade de Elias Fausto, SP, e foi ordenado sacerdote salesiano em 8 de dezembro de 1964, com o lema “Feito tudo para todos” (1 Cor 9,22). Ele saiu da Congregação para iniciar a Comunidade Católica Canção Nova, mas, como destaca nesta entrevista, nunca deixou de ser um salesiano de coração. Tanto que a Canção Nova, desde 2010, é um dos ramos oficiais da Família Salesiana.

Boletim Salesiano – O senhor acaba de completar 50 anos de sacerdócio. Quais foram as principais alegrias ou desafios, ao longo dessa trajetória?
Monsenhor Jonas Abib – Os desafios foram muitos e as alegrias igualmente. Mas eu penso que o maior desafio foi justamente quando eu estava no último ano de teologia, portanto, para ser ordenado. Eu fiquei doente. Uma doença inexplicável, a ponto de eu ter de deixar o seminário e ficar cerca de seis meses fora do curso teológico. Foi só por Deus que eu consegui superar. Nesse ínterim, eu tive a graça do meu encontro pessoal com Jesus: o que mudou os rumos da minha vida! Isso me deu uma força tão especial, que fez com que eu falasse com meus superiores. Embora eu tivesse passado seis meses fora do seminário, eu estudei a matéria do primeiro semestre, fiz os exames e, segundo meus superiores, se eu passasse, eu me ordenaria. Passei! Com a nota mínima, mas passei. E, com isso, no dia 8 de dezembro de 1964, eu recebi a ordenação sacerdotal. Foi realmente uma graça especial de Deus. Um desafio que foi posto diante de mim e que, pela graça de Deus, superei.

BS – Quais são as recordações mais intensas do tempo vivido no seminário salesiano?
Monsenhor Jonas – A maior lembrança é dos meus formadores. Eu tive homens santos durante a trajetória dos anos do meu seminário. Homens realmente de Deus e homens de acordo com o coração de Dom Bosco, de maneira que eles me passaram uma formação muito boa, que foi de um valor enorme para minha vida e também para aquilo que hoje eu realizo que é estar à frente da Canção Nova. Eu louvo a Deus pelos superiores que eu tive, pelos formadores que Deus me deu.

BS – Em que contexto nasceu a Comunidade Canção Nova e qual foi o principal objetivo de sua fundação?
Monsenhor Jonas – Foi depois de um capítulo da Inspetoria Salesiana. Uma coisa estranha aconteceu comigo. Eu senti que eu devia deixar a Congregação e caminhar no trabalho com jovens. Todos acharam estranho: por que querer trabalhar com jovens fora da Congregação? Mas, era algo superior a mim mesmo. Eu conversei com meus superiores, foi todo um diálogo que foi necessário se realizar porque, como eu expliquei, era uma coisa incompreensível, mas eles cederam. Eu dei este passo e era o que Deus queria. O trabalho com jovens cresceu muito, nós realizamos inúmeros encontros, depois experiências de oração. Nesse meio tempo, eu tinha conhecido a Renovação Carismática Católica, apliquei isso também com aqueles jovens e foi uma coisa admirável. E, foi dessa forma que surgiu a ideia da Canção Nova. Que era justamente termos uma comunidade com a qual se multiplicasse o meu trabalho. Com a comunidade podemos fazer mais ainda para a glória de Deus. Isto tudo resultou o que é a Canção Nova nos dias de hoje. Era vontade de Deus realmente que isso acontecesse. Eu, na verdade, saí da Congregação apenas canonicamente, mas o meu coração foi sempre salesiano e o meu modo de ser foi sempre salesiano. Tanto assim que, hoje, nós somos Família Salesiana e fazemos questão de sê-lo de verdade!

BS – Na opinião do senhor, quais foram as principais conquistas da Canção Nova, ao longo desses 36 anos?
Monsenhor Jonas –A primeira conquista foi justamente a conversão de inúmeras pessoas. Pessoas que não tinham religião e que voltaram pra Deus. Pessoas que já eram de Igreja, mas que se afervoraram. Tornaram-se verdadeiros apóstolos e se entregaram literalmente a Deus. Esse sim é o maior trabalho, a maior realização. Mas fomos impulsionados pelo Evangelii Nuntiandi, a também utilizar os meios de comunicação. No início, uma pequena rádio que cresceu rapidamente e isso é admirável aos nossos olhos. Da rádio gerou a televisão com toda sua potência - é a 5ª maior emissora do país e transmitimos também para o exterior. Então eu só posso dizer: essa é uma Obra admirável!

BS – O que significou para a Comunidade Canção Nova ser admitida oficialmente na Família Salesiana?

Monsenhor Jonas – Foi tudo! Porque era o coroamento daquilo que nós éramos. O reitor-mor veio justamente assinar embaixo daquilo que nós éramos. E, agora ele, com autoridade de reitor-mor nos dizia: “Vocês são Família Salesiana”. E nós, mais do que nunca, abraçamos aquela realidade que já vivíamos, mas que agora éramos oficialmente. Nós somos muito gratos ao reitor-mor, à Congregação Salesiana, somos muito gratos a Deus.

BS – Como o carisma de Dom Bosco é vivido, hoje, na Comunidade Canção Nova?
Monsenhor Jonas – Com toda modéstia, eu digo, é vivido na sua totalidade. Primeiro porque nosso grande trabalho é com os jovens. Temos trabalho também na área de educação, um grande colégio além de uma faculdade. Mas, principalmente o nosso trabalho é levar Cristo a uma multidão de jovens. Com os encontros que nós realizamos aqui em Cachoeira Paulista, com os encontros que nós fazemos por todo o Brasil, com os livros e também com os nossos programas de televisão. Nós estamos totalmente inseridos no trabalho com a juventude. Outro trabalho muito especial que nós fazemos é o trabalho social. Como Dom Bosco, nós trabalhamos diretamente com a juventude mais pobre que precisa realmente promover-se, que precisa se profissionalizar, que precisa conhecer a Deus, voltar à Igreja. Nós trabalhamos com a juventude mais pobre aqui em nossa cidade e queremos fazer isso com mais intensidade.

BS – Para finalizar a entrevista, que mensagem o senhor teria aos leitores do Boletim Salesiano?
Monsenhor Jonas – Vivamos o sistema preventivo! Eu afirmo que ele funciona. Ele realiza naquilo que Dom Bosco queria e que nós hoje traduzimos assim: “Homens novos para um Mundo Novo”. Realmente vivendo o sistema preventivo nós estaremos aí, lado a lado com os jovens. Quantos problemas que a nossa juventude está enfrentando e o sistema de Dom Bosco atende a tudo isso. Especialmente, que nós levemos educação e religião a esses jovens. O que eles estão necessitando é disso. Eles precisam de Deus. E eles precisam ser “bons cristãos e honestos cidadãos”. Dom Bosco tinha a chave – nós devemos com essa chave abrir a porta para que muitos possam ser aquilo que Deus quer.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Ação entre amigos - Paróquia N S Auxiliadora 2015

Clique na imagem para ver ampliado
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Você tem até a manhã do domingo 24/05 para adquirir a sua cartela.
Informações e compra de cartelas com a secretaria paroquial:clique aqui
PARTICIPE.
Programação da festa: 
23/05 às 19h Missa e coroação na matriz N S Auxiliadora (após pastelada e bingos)
24/05 às 8h30min carreata com saída na frente da Matriz N S Auxiliadora.
24/05 às 10h Missa Festiva.
24/05 às 12h Churrascada ao custo de R$25,00 (pode ser levado para casa), no local haverá venda de porções de arroz, salada.
24/05 durante a tarde diversas rodadas de bingos e no final da tarde o sorteio da Ação ente Amigos.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Notícia - Prevenindo-se contra LER/DORT.

Muitos profissionais ao final de um dia de trabalho se queixam de cansaço, formigamento, dores nos braços, costas e pescoço, principalmente aqueles que fazem uso constante do computador. Esses sintomas, muitas vezes, são decorrentes de uma lesão muscular causada por uma postura incorreta durante um longo período. Conhecidas pelas siglas LER (Lesões por Esforços Repetitivos) ou DORT (Distúrbios Osteo musculares Relacionados ao Trabalho), tais patologias afetam tendões, músculos e nervos. 

Segundo o Instituto Nacional de Prevenção às LER/Dort, tais distúrbios são a segunda maior causa de afastamento do trabalho no Brasil e atingem o trabalhador no auge de sua produtividade e experiência profissional, tendo uma maior incidência na faixa etária de 30 a 40 anos, sendo as mulheres as mais atingidas. De tão importante tal tema ganhou um dia especial: no dia 28 de Fevereiro é celebrado o Dia Internacional de Conscientização sobre as LER/Dort. (*1) 

CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS 
As principais causas de tais patologias são os movimentos repetitivos e postos de trabalhos inadequados, fazendo com que fiquemos em posturas inadequadas por muito tempo. Diante de um cenário assim, as conseqüências mais comuns são: 
Tendinites - inflamações nos tendões; 
Epicondilites – inflamações nos cotovelos; 
Síndrome do túnel do carpo – inflamação do nervo na região do punho. Para quem precisa trabalhar por muito tempo em frente ao computador é muito importante a maneira se posiciona diante dele. Para isso, existe uma ciência chamada ERGONOMIA que estuda e desenvolve tecnologias para adaptar o ambiente de trabalho de forma que amenize ou não prejudique a saúde do trabalhador. Em muitas situações são necessários móveis ergonômicos, mas a maioria dos casos é possível corrigir a postura e ajustar posicionamento dos móveis sem nenhum gasto extra. 

EVITANDO O PROBLEMA 
A melhor forma de combater a LER/DORT com certeza é a prevenção. As dicas a seguir poderão ajudá-lo a prevenir-se: 
Estabeleça pausas. Embora não exista um cálculo preciso acerca do tempo necessário, tente se dar uma pausa de 5 a 10 minutos a cada 1h sentado. Aproveite para levantar-se, caminhar um pouco, se possível alongando braços, pernas e pescoço; 
O monitor deve estar entre 45 e 70cm de distância da sua cabeça e alinhado um pouco abaixo da altura dos seus olhos; 
Seu teclado deve ficar em uma posição tal que seus pulsos não fiquem flexionados; 
Sua cadeira deve permitir um apoio razoável para suas costas, seus pés devem tocar completamente o chão e seus joelhos devem estar a 90 graus; 
Sua cabeça deve estar completamente acima de seu corpo, ou seja, seu pescoço deve ficar reto. 
Além dessas medidas de prevenção já citadas, aconselha-se também a prática diária de exercícios de relaxamento e alongamento. A imagem abaixo ilustra alguns exercícios bem simples que podem ser realizados em qualquer lugar e a qualquer momento do dia. 

clique na imagem para ampliar 

IMPORTANTE: Esse informativo tem como objetivo conscientizar sobre a Ergonomia no Trabalho e dar dicas de como prevenir possíveis patologias relacionadas à posturas inadequadas no trabalho, pessoas que já possuem tais enfermidades deverão consultar seu médico. 

Fontes:
http://administrando.net/dort-como-prevenir-se-de-lesoes-musculares-no-trabalho/
http://blog.rachacuca.com.br/2007/03/ergonomia-no-escritorio/
http://www.neuronio20.com/2010/05/prevenindo-se-contra-lerdort.html

quarta-feira, 4 de março de 2015

Selo do Bicentenário


"Eis o Selo que será lançado brevemente pelos Correios do Brasil para comemorar o Bicentenário do nascimento de Dom Bosco. "
Por P. Tarcizio Odelli, SDB

Informação

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