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domingo, 23 de agosto de 2015

Noticia - Que pecados nos impedem de comungar?

Que pecados nos impedem de comungar?
Ok, não posso ter pecado mortal. Mas o que fazer com os pecados veniais?
São Paulo expressou com contundência que nem todos estão em condições de receber a comunhão:

"Que cada um se examine a si mesmo, e assim coma desse pão e beba desse cálice. Aquele que o come e o bebe sem distinguir o corpo do Senhor, come e bebe a sua própria condenação." (1 Cor 11, 28-29)
Estas palavras destacam a gravidade do assunto, mas não proporcionam um critério claro sobre quando uma pessoa é digna e quando não é. Por isso, esta questão também foi submetida a debate.

Dá a impressão, no entanto, que os destinatários da carta – os coríntios – já tinham alguma ideia a respeito disso. Por isso, é importante ver as fontes conhecidas da vida da Igreja primitiva.

No final do século I ou começo do século II, foi escrita a chamada "Didaché" (ou "Doutrina dos Doze Apóstolos"), na qual se fala bastante da Eucaristia. Após indicar que o sacramento é somente para os batizados, acrescenta a seguinte frase: "Quem for santo, aceda; quem for menos, faça penitência". Ainda que exija um esclarecimento posterior, este continua sendo um critério válido, à luz do qual se entende o que foi determinado.

Alguns podem objetar, e com razão: "Mas quem pode dizer que é santo?". Livre de todo pecado, ninguém. Por isso, aproximar-se da comunhão deve ser penitencial, para purificar-nos ao máximo. O mais adequado é receber a comunhão quando já há uma comunhão da alma com o Senhor.

Mas há diversas situações, como também há diversos tipos de pecado. O pecado mortal rompe totalmente esta comunhão e, neste caso, a penitência requerida exige a recepção do sacramento da Penitência como condição prévia.

Por isso, o Código de Direito Canônico estabelece que, quem tiver consciência de estar em pecado grave, não celebre Missa (no caso de ser padre) nem comungue o Corpo do Senhor sem recorrer antes à confissão sacramental (n. 916).

Vale a pena esclarecer algo: não existe penitência verdadeira nem confissão válida sem propósito de emenda. Isso serve para entender por que algumas pessoas não podem receber a comunhão, já que vivem em uma situação habitual de pecado.

Mas ainda resta o pecado venial. Ninguém consegue escapar dele, e pretender estar livre de todo pecado venial é presunção.

Neste caso – quando se está em estado de graça, mas com pecados veniais –, a penitência é interior e está inclusa na liturgia. O pecado venial não impede a pessoa de comungar (pelo contrário: é alimento interior que dá forças para combatê-lo), mas, ao mesmo tempo, para participar dos sagrados mistérios, é preciso começar reconhecendo nossos pecados.

Isso é familiar para quem vai à missa com frequência, pois o ato penitencial faz parte da celebração ("Confesso a Deus todo-poderoso, e a vós, irmãos..."). Depois, a preparação imediata nos recorda que vamos comungar como convidados ("Felizes os convidados para a ceia do Senhor") e que não somos dignos de receber Jesus ("Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada..."). De certa maneira, estas também são palavras de contrição.

É interessante observar que, mesmo na celebração da comunhão fora da santa missa, a liturgia é muito mais breve, mas inclui estas duas partes penitenciais, as mesmas. É importante recordar isso e renovar-nos na vivência da missa e de cada uma de suas partes!

Em resumo: para comungar, é preciso estar em graça de Deus. Mas, mesmo estando, nunca somos dignos de receber Jesus. Isso não é um obstáculo para comungar, mas a dignidade do sacramento exige que procuremos nos tornar o mais dignos possíveis.

Fonte: Aleteia

sábado, 22 de agosto de 2015

Noticia - Divórcio e segundo casamento: como equilibrar a misericórdia de Deus com a fidelidade à doutrina cristã?

Divórcio e segundo casamento: como equilibrar a misericórdia de Deus com a fidelidade à doutrina cristã?

O Evangelho é claro sobre a indissolubilidade do matrimônio, mas também é claro sobre a misericórdia Em outubro próximo, a Igreja realiza no Vaticano a Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, cujo tema central será a família.

Apesar de que o encontro preveja muitos outros temas de grande relevância, a tendência é que mídia dedique grande atenção à polêmica situação dos divorciados que voltaram a se casar: como a Igreja pode manter-se fiel à indissolubilidade do matrimônio e, ao mesmo tempo, não excluir as pessoas que se encontram em "situação irregular" do ponto de vista doutrinal?

Dom Mario Grech, bispo da diocese de Gozo, localizada no pequeno arquipélago de Malta, refletiu sobre esta delicada questão na carta pastoral "Um bálsamo de misericórdia para a família", publicada por ele neste mês de agosto.

Alguns pontos fundamentais da carta de dom Mario:

- O sínodo sobre a família deve destacar uma Igreja de portas abertas: um "refúgio para todos os pecadores, dotado de vida e de esperança na conversão". 

- Não se pode mudar a doutrina sobre o matrimônio: ele é um sacramento que une um homem e uma mulher mediante um amor indissolúvel, fiel, aberto à vida e que constitui a base da família, uma instituição natural que nos beneficia "humana, social e espiritualmente", a ponto de que "o desejo de formar uma família tem raízes profundas na própria natureza humana". 

- Apesar deste conceito irrenunciável do casamento, a Igreja não pode ignorar a complexa realidade das separações, divórcios, adultérios e segundas núpcias de divorciados, nem as ideologias que questionam a "família tradicional" e procuram disseminar práticas como as uniões informais e a reprodução assistida, além de perspectivas pseudocientíficas como a ideologia de gênero. 

- Estas realidades "reduzem e enfraquecem" o matrimônio, fato que, por sua vez, produz uma " crise de fé" na qual é fácil "virar as costas para Deus". 

- Os divorciados que se casam em segundas núpcias estão em "situação contrária ao sacramento cristão", mas, como esclareceu o papa Francisco na audiência geral do recente dia 5 de agosto, eles "não estão excomungados". A Igreja tem espaço "para todos aqueles que acreditam em Deus: ninguém é excluído nem descartado". 

- É fundamental preservar a fidelidade à doutrina cristã sobre a indissolubilidade do matrimônio, mas também é fundamental a misericórdia, que é " o coração da doutrina cristã". 

- O "bálsamo da misericórdia de Deus" deve ser oferecido às pessoas cuja união se encontra em desacordo com o Evangelho, mediante um " caminho penitencial" que, obviamente, "não contradiz o Evangelho"; afinal, "o Deus da misericórdia toca as chagas abertas da humanidade para saná-las". 

- Deus é justo, mas a misericórdia de Deus " vai além da justiça": Deus sempre "oferece à humanidade muito mais do que ela merece". 

- A Igreja pode e deve, portanto, "permanecer fiel ao Evangelho da família e dar apoio às famílias fiéis", mas deve também "ser fiel ao Evangelho da misericórdia", assegurando a esperança na misericórdia divina e a experiência da alegria do amor de Deus para todas as pessoas "que fracassaram no seu casamento".

Fonte: ALETEIA

domingo, 2 de agosto de 2015

Dia do Padre

O Dia do Padre é comemorado anualmente em 4 de Agosto, no Brasil. Pela Igreja no primeiro domingo do mês de Agosto (mês dedicado às vocações).


Padre é o representante de Deus na Terra, é o indivíduo que preside as missas, dá a comunhão para os fiéis, realiza batizados e casamentos e através do sacramento da confissão une as pessoas a Deus.

Na Igreja Católica a figura do padre é considerada semelhante à de um "pai" (padre), que intercede por seus "filhos" (fiéis) em nome de Deus e Jesus Cristo. 
Origem do Dia do Padre.
O Dia do Padre é celebrado oficialmente em 4 de agosto, data da festa de São João Maria Vianney, comemorada desde 1929, quando o Papa Pio XI, o proclamou padroeiro dos padres e das demais pessoas que servem aos ensinamentos de Deus. 
João Maria Vianney nasceu na França, em 1786, e foi considerado um dos mais notáveis conselheiros do mundo católico em seu época. O Papa Pio XI canonizou São João Maria Vianney em 1925.

Mensagens para o Dia do Padre
"Padre, foi Deus quem te fez para o mundo, para a nossa igreja, para nós. 
Tu és amigo, irmão... pastor. Tua vida é exercício de amor. É doação silenciosa. É testemunho eloquente. É vocação vivida todos os dias. 
Somos felizes por sua existência! 
O teu jeito de viver é edificante, fala mais que muitas palavras, porque expressa através das obras. Viver assim faz a maior diferença! Que bom que tu existes! Deus seja louvado!"

Parabéns padres de nossa comunidade paroquial: Leo Kieling, José Hess, Aristides Girardi e Sebastião.

Comunicação Social Salesiana - Paróquia N S Auxiliadora
Fonte www.calendarr.com

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Novena de Nossa Senhora da Glória.

Início dia 07/08/2015 - 19h30min

Venha participar e colocar nas mãos de Nossa Senhora o seu agradecimento e também a graça que você mais necessita alcançar e rezaremos juntos, todos os dias, pedindo a intercessão de Nossa Senhora da Glória!

Clique na imagem para ver ampliado

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Vídeo - Hino do Bicentenário de Dom Bosco.


Hino do Bicentenário de Dom Bosco - com legenda e em português
28/07/2015
Letra: Antonio Gil Prieto - Música: Javier Gonzálvez e Ángel Alfosea | Tradução: Pe. Osmar Bezutte
Intérpretes: Andreia Zanardi, Mariani da Silva, Karla Fioravante, Luiz Felipe; Dalva Tenório, Marcelo Diório.
Fonte: Youtube.com

Letra:
D G/D D
Um passado legendário, doação de vida,
Bm F#m G A
Com teu dedo indicando mais acima brilha o sol;
D G/D D
Já sabemos que as rosas também trazem espinhos,
Bm F#m G A
Mas nós fomos avançando com a força do amor.

D G/D D
Séculos de vida, séculos de sonhos,
Bm F#m G A
Com os jovens caminhando sempre te encontraste bem;
D G/D D
Um passado legendário, mais que mil lembranças...
Bm F#m G A C A
E contigo, nós também, não deixamos de sonhar (não deixamos de sonhar).

A G Bm G7/9 Bm
/: A vida segue crescendo, / Árvore bicentenária;
C G Em A
Te tornas grande, Dom Bosco, / No veloz passar dos anos. :/ 

A nós todos, teus amigos, dás alento e esperança
O sentir que estás presente apoiando nosso esforço;
Teu perene otimismo é o farol em nossa estrada;
Nosso dia se ilumina com teu riso e tua voz.

Escrevemos nossas vidas de esperanças feito grito
Somos jovens que esperam nova terra e novo céu
Procurando metas, sonhadores de infinito,
A esperança do amanhã que contigo crescerá (que contigo crescerá). /: 

D G/D D
Se alarga o horizonte com a luz de tua história,
Bm F#m G D
O futuro vais marcando sussurrando ao coração:
D G/D D
“Sigam transbordando vida, os esperarei na glória;
Bm F#m G A
E não esqueçam de olhar pro céu, mais acima brilha o sol,
C A Bb A
Mais acima brilha o sol, (mais acima brilha o sol”). /:

terça-feira, 28 de julho de 2015

Notícia - Oração para os que estão à espera de um grande amor.

Prepare seu coração para encontrar a pessoa que Deus criou para compartilhar a vida com você.
Você se lembra do filme “Up”? A história de amor entre Carl e Ellie nos ensina a observar todos os ingredientes do amor verdadeiro: amizade, respeito, benevolência e atração.
É belíssimo observar como eles sonham juntos, acompanham-se nas alegrias e tristezas, como enfrentam aventuras e desventuras.
Se você sente que sua vocação é o casamento e está à espera dessa pessoa que Deus preparou para você, basta confiar.
Aproveite para rezar por ele ou ela, e continue preparando seu coração para este encontro:

Senhor Deus, tu és o amor
e me criaste para amar.
Procuro a pessoa que pensaste
para mim de maneira especial.
Faze-me paciente na espera.
Sei que fizeste seu coração para mim
e o meu coração para ela.
Ensina-me a guardar-me para esta pessoa,
como ela se guardará para mim.
Que minha impaciência não me desvie do caminho
nem me leve a buscar atalhos fáceis.
Treina-me no amor generoso aos outros,
para que, quando a pessoa chegar,
eu possa amá-la profundamente.
Ensina-me a orar por ela,
pelos nossos processos pessoais,
que vão amadurecendo nosso ser.
Cuida-a de todo mal,
guarda-a em seu corpo, alma e espírito.
Ainda que não nos conheçamos,
ajuda-nos a ser melhores a cada dia,
mais solidários, mais generosos,
mais puros de coração.
Bendito sejas, Senhor,
nesta pessoa que pensaste para mim.
Bendito sejas, Senhor,
que nos fizeste para amar e ser amados.
Bendito sejas, Senhor,
no dia em que nos conhecermos,
e que possamos empreender
o caminho de “ser um” no amor.
Amém.
Fonte Aleteia

Notícia - Por que Deus não me dá o que eu tanto lhe peço na oração?

Não podemos conceber Deus como um meio para obter o que desejamos, mas como um fim em si mesmo: Ele é a nossa verdadeira necessidade.
Desde crianças, fomos ensinados a rezar a Deus, a pedir-lhe coisas, a suplicar-lhe que solucione tudo aquilo que está fora do nosso alcance – pelo menos foi assim que fizeram muitos pais que também foram, por sua vez, educados na fé e na oração.

Alguns costumavam escrever uma carta ao "Menino Jesus" antes do Natal, por exemplo. Por meio dela, nos convidavam a pedir aDeus tudo o que queríamos como presente de Natal, e depois vinha a frustração, ao descobrir que aquela carta parecia não ter sido lida por Ele, já que acabávamos recebendo outras coisas, que não nos entusiasmavam muito. Desde então, começávamos a perceber queDeus nem sempre traz o que lhe pedimos, mas aquilo de que precisamos.

Já adultos, aprendemos do próprio Jesus: "Pedi e recebereis; buscai e achareis; batei e vos será aberto. Porque todo aquele que pede, recebe; quem busca, acha; e a quem bate, abrir-se-á". E, mais uma vez, nós nos empenhamos, às vezes como crianças, em continuar elaborando uma lista das nossas necessidades para poder apresentar-lhe de vez em quando.

O que nem sempre percebemos é o que Jesus diz mais à frente, quanto ao "pedir, buscar, bater", e é aí que muitas vezes nossas expectativas não são realizadas e ficamos frustrados: "Se vós, pois, que sois maus, sabeis dar boas coisas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai celeste dará boas coisas aos que lhe pedirem". Aqui está a resposta e o complemento com relação ao que significa pedir e buscar.

Pois bem, suponhamos que, ao apresentar essa outra lista das nossas necessidades, o Senhor escute nossas súplicas (o que com certeza Ele sempre faz), e nos dê aquilo que lhe pedimos. O que aconteceria? O que é preciso fazer com aqueles dons obtidos da sua benevolência e da sua compaixão por nós?

É importante saber que nossa relação com o Senhor não pode depender nas necessidades temporais que temos, pois isso equivaleria a concebê-lo como uma loja de conveniência e não como nosso Pai, aquele que quer nossa salvação em Cristo.

O perigo de uma relação assim é acreditar, como os israelitas, que, ao possuir a Terra Prometida, o grande sonho do povo, já não seria preciso conservar a Aliança que tinham feito com Deus para sempre, e que a única coisa importante seria ter um lugar para morar, cultivar a terra e ver os filhos crescerem. Foi então que eles começaram a se perder, a desviar seu coração e a adorar tudo aquilo que não era Deus.

Não podemos achar que, ao obter de Deus aquilo que lhe pedimos, já se cumpriu o objetivo da nossa relação com Ele, porque, em sua sábia pedagogia, o Senhor nos recorda que a provisão sempre é escassa e o provedor é permanente. Não podemos conceber Deuscomo um meio para obter o que desejamos, mas como um fim em si mesmo.

Neste sentido, é muito provável que, como o povo de Israel, tendo recebido uma promessa do Senhor, esta possa se perder no caminho, não porque o Senhor a tira de nós, mas porque é importante redescobrir que, nem a terra, nem a promessa, nem a bênção, nem a vida longa têm razão de ser quando nos afastamos do seu amor, que é a única realidade verdadeiramente importante.

A Bíblia nos ensina, de muitas maneiras, que foi no exílio, na perda daquilo que tanto amavam, que os israelitas, ajudados pelos profetas, redescobriram a necessidade de voltar à Aliança, de voltar ao amor primeiro, de voltar a Deus.

Quando transformamos o importante em indispensável e o indispensável em acessório, então o Senhor toca nossa hierarquia de valores, por meio de crises purificadoras, que nos ajudam a reconsiderar o estilo de vida que levamos.

Por isso, ao perder o que avidamente pedimos a
Deus na oração, mais do que pensar no valor da perda, podemos pensar em sua causa. O que era realmente importante para nós: o provedor ou a provisão? A bênção de Deus ou o Deus da bênção? Porque não se pode obter uma coisa sem desejar a outra. Quem quiser as bênçãos de Deus, antes precisa querer o próprio Deus, pelo valor que Ele tem na nossa vida.

Tudo aquilo que se teve e se perdeu precisa ser avaliado partindo desta ótica, pois provavelmente a luz irradiada pela beleza de muitas coisas nos cegou, fazendo-nos perder de vista a beleza deDeus. Buscando Deus nas criaturas, não podemos nos deter na beleza das criaturas; é preciso transcender, ir além do evidente e experimentar a beleza daquele que torna tudo belo.

Não deixe que sua relação com o Senhor dependa das necessidades do seu coração; não o conceba como uma máquina de refrigerantes, na qual você insere uma moeda (um Pai-Nosso, por exemplo) e imediatamente receberá o que você esperava. Não busque somente as coisas do Senhor, mas o Senhor das coisas.
Fonte Aleteia

Notícia - As armadilhas do diabo.

Sabia que o demônio pode usar até sua oração para afastá-lo de Deus? Saiba como defender-se.
O que é a tentação? A tentação é a ação de Satanás para levar você ao inferno. E ele pode lê-lo como um livro; então, não exagere seu poder, mas tampouco o subestime.

Algumas das suas ações mais sutis ocorrem no âmbito da prática religiosa, na qual ele consegue se camuflar de maneira muito fácil, usando a pele devota do cordeiro, mas, lobo como é na realidade, ele a distorce, por excesso ou por defeito, destruindo a pessoa com algo que é bom.

Então, é preciso estar atento ao que alguns escritores espirituais chamam de “armadilhas para beatos”.

Vejamos um exemplo:

Você pode se desanimar com a oração, dizendo: “Se eu rezasse um pouco mais, Deus me daria o que busco”. Mas o engano é que, ainda que rezemos mais, nunca rezaremos o suficiente.

E assim, dado que nunca teremos rezado o bastante, a oração se torna cada vez mais uma tarefa pesada; Deus parece um tirano cruel que pede orações mais longas e precisas, e a oração se transforma em um esforço supersticioso cujo resultado controlamos de alguma maneira, com a duração e o tipo de oração que fazemos.

Jesus nos diz que o Pai sabe do que precisamos e que não deveríamos pensar que são necessárias muitas palavras e ações piedosas. Podemos precisar perseverar na oração no tempo, mas Deus não é um tirano cruel que pede rituais infinitos.

Satanás pode aproveitar a sua prática de rezar o terço ou de assistir à missa diária, ou outras devoções, e insinuar lentamente um sentimento de superioridade, elitismo ou orgulho.

Gradualmente, você pode começar a pensar que os outros são menos devotos, inclusive que estão no erro, porque não fazem ou não observam o que na realidade é opcional e recomendado, mas não imprescindível. O que é belo e santo acaba sendo, assim, utilizado para incitar o orgulho e um cinismo crescente.

Uma forma extrema disso vem daqueles que, valendo-se da belíssima e poderosa devoção a Nossa Senhora de Fátima, permitem que Satanás os faça rebelar-se contra o Papa e todos os bispos do mundo, afirmando que fracassaram ao consagrar adequadamente a Rússia.

E, assim, uma das nossas aparições mais belas e instrutivas pode suscitar em algumas pessoas desconfiança com relação à Igreja e desunião dentro dela, com relação aos papas e inclusive à Irmã Lúcia. É uma ação surpreendentemente astuta do maligno utilizar o que é bom e religioso e corrompê-lo na mente de algumas pessoas.

O demônio pode também usar os mandamentos e transformá-los em uma espécie de minimalismo religioso, uma maneira de manter Deus bem distante.

Assim, tenta algumas almas com a noção de que a missa dominical e algumas poucas orações feitas com pressa são a finalidade da religião, e não o seu começo. A observância se torna uma forma de “cumprir a lista de obrigações” e estar bem com Deus a semana inteira, e não apenas uma base sobre a qual se constrói uma relação de amor bela e cada vez mais profunda com Ele.

Estas práticas mínimas se tornam uma forma de “controle divino” para aqueles que caem nessa tentação. É como dizer: “Eu fiz o que tinha de fazer, e agora Deus e a Igreja que me deixem em paz; Deus agora tem que cuidar de mim, porque eu fiz tudo o que Ele me pediu”.

E, assim, as belíssimas leis da Igreja, as regras que descrevem os deveres fundamentais ou a base de uma relação mais profunda com Deus, se tornam uma espécie de “acordo de separação”, que insiste em horários de visita muito rígidos e especifica quem fica com cada coisa.

O diabo também pode usar o zelo religioso e corrompê-lo em atitude rígida e não caridosa. Pode usar o amor pela beleza da liturgia, antiga ou nova, e transformá-lo em uma insistência minuciosa nos ingredientes justos, às custas da caridade, com falsa superioridade e divisão.
E assim, afastada a caridade, dizemos: “Garanta que a celebração da liturgia será do jeito que eu gosto. Quem não gosta desse jeito é antigo, inepto, troglodita, e certamente odeia a Igreja à qual eu tanto amo”.

O demônio pode usar o belíssimo amor aos pobres e corrompê-lo em um paternalismo escravizador, que os fecha na dependência ou que não enfrenta suas necessidades espirituais.

E, assim, as belíssimas obras corporais de misericórdia ou se separam das obras espirituais ou se acha que são suficientes em si mesmas. Satanás pode enviar muitos a servir os pobres armados de meias verdades e pontos de vista que se limitam a vendar feridas sem curá-las.

De certa forma, todas as virtudes são necessárias. O diabo pode usar cada uma delas e tentará corromper todas, inclusive as religiosas. Ninguém está a salvo da sua obra de tentação. Seu objetivo é levar-nos ao inferno.

O que torna esta obra de corrupção da virtude tão insidiosa é a sutileza da sua ação, porque ele pega algo que é intrinsecamente positivo e tenta corrompê-lo, por excesso ou por defeito, ou transformá-lo em uma espécie de caricatura.

As virtudes, obviamente, devem estar em sintonia com outras virtudes que as equilibrem. A caridade deveria estar equilibrada com a verdade, e a verdade, com a caridade. Sem caridade, a verdade pode ser angustiante; sem verdade, a caridade pode ser prejudicial, paternalista. A caridade e a verdade devem se equilibrar e agir unidas a outras virtudes, em uma delicada interação.

Uma das táticas de Satanás é pegar uma virtude e isolá-la das outras. Fique atento diante dessas táticas sutis do demônio, que se camufla bem na aparência de virtude – mas são virtudes separadas entre si, sem equilíbrio nem proporção.

Cuidado com as armadilhas para beatos.
Fonte Aleteia

Notícia - “O enfrentamento final entre Deus e Satanás será sobre a família e a vida”.

Revelações importantes da Irmã Lúcia, vidente de Fátima, na carta que escreveu ao cardeal Cafarra, e ele compartilha isso conosco.
Deus contra Satanás: a última batalha, o enfrentamento final, será sobre a família e sobre a vida. A profecia é da Irmã Lúcia dos Santos, a vidente de Fátima, cujo processo de beatificação começou em fevereiro de 2015.

A carta a Lúcia
Em uma entrevista concedida a La voce di Padre Pio em março de 2015, o cardeal Carlo Cafarra conta que escreveu uma carta à Irmã Lúcia pedindo orações. Na época, João Paulo II lhe confiou a tarefa de fundar o Instituto Pontifício para os Estudos sobre Matrimônio e Família, do qual hoje é professor emérito.

“No início desse trabalho – explica Cafarra – escrevi à Irmã Lúcia, por meio do bispo, porque não era permitido fazê-lo diretamente. Inexplicavelmente, ainda que eu não esperasse uma resposta (porque só lhe pedia orações pelo projeto), depois de poucos dias recebi uma longa carta de punho e letra dela – carta esta que se encontra atualmente nos arquivos do Instituto.”

Nessa carta da Irmã Lúcia, está escrito que o enfrentamento final entre o Senhor e o reino de Satanás será sobre a família e sobre o matrimônio. “Não tenha medo, acrescentava, porque quem trabalha pela santidade do casamento e da família será sempre combatido e odiado de todas as formas, porque este é o ponto decisivo.”

A coluna que sustenta a Criação
A freira de Fátima afirma que Nossa Senhora esmagou a cabeça de Satanás. E Cafarra conclui: “Advertia-se também, falando com João Paulo II, que este era o ponto central, porque se tocava a coluna que sustenta a Criação, a verdade sobre a relação entre o homem e a mulher, e entre as gerações. Quando se toca a coluna central, todo o edifício cai, e é isso que estamos vendo agora, neste momento, e já sabemos.”
Fonte:  Aleteia

Notícia - Papa Francisco: não deixar celebrar casamento com missa é "pecado de escândalo".

"São duas as coisas que o povo de Deus não pode perdoar: um padre apegado ao dinheiro e um padre que maltrata as pessoas"
A Igreja nunca seja um comércio, pois a redenção de Cristo é gratuita. Esta foi a mensagem de hoje do Papa Francisco na missa em Santa Marta, na Festa Litúrgica da Apresentação da Virgem Santa Maria no Templo.

Na sua breve reflexão, o Papa sublinhou a Liturgia de hoje que propõe a passagem evangélica na qual Jesus expulsa os vendilhões do Templo, que transformam a casa de oração em covil de ladrões. Este gesto de Jesus é um verdadeiro ato de purificação: o Templo tinha sido profanado e, como tal, também o Povo de Deus, profanado com o grande pecado do escândalo. E o Papa acrescentou que este tipo de comportamento pode escandalizar o povo, mesmo hoje em dia. Quantas vezes, ao entrarmos na igreja, deparamos com uma lista de preços: batizados, bênçãos, intenções de Missa afirmou o Santo Padre que contou uma pequena história.

"Uma vez, recentemente ordenado, eu estava com um grupo de universitários, e um casal queria se casar. Tinham ido a uma paróquia: mas queria casar-se com Missa. E lá, o secretário paroquial disse: - ‘Não é possível’. Mas porque não se pode casar com Missa? Se o Concílio recomenda fazer sempre com a Missa...’. ‘Não é possível porque não podemos passar de 20 minutos’. - ‘Mas por quê’? – ‘Porque tem outros horários marcados’. – ‘Mas nós queremos a Missa’. – ‘Então vocês devem pagar dois horários’. E para casar com Missa tiveram que pagar dois horários. Este é umpecado de escândalo".

O Papa Francisco recordou ainda: “Sabemos o que Jesus diz àqueles que são motivo de escândalo: “É melhor que sejam atirados ao mar”.

"Quando aqueles que estão no Templo – sejam sacerdotes, leigos, secretário, mas que precisam administrar a Pastoral do Templo – transformam-se em homens de negócio, o povo se escandaliza. E nós somos responsáveis por isto. Os leigos, inclusive! Todos. Porque se vejo que isso acontece na minha paróquia, devo ter a coragem de dizer isso cara a cara ao pároco. E as pessoas sofrem aquele escândalo. É curioso: o povo de Deus sabe perdoar os seus sacerdotes que apresentam alguma fraqueza, que escorregam num pecado... sabe perdoar. Mas são duas as coisas que o povo de Deus não pode perdoar: um padre apegado ao dinheiro e um padre que maltrata as pessoas.”

“Porque a redenção é gratuita; Ele vem trazer a gratuidade de Deus, a gratuidade total do amor de Deus. E quando a Igreja ou as Igrejas se tornam comércio, diz-se que ..., não é tão gratuita, a salvação... É por isso que Jesus pega o chicote na mão para fazer este rito de purificação no Templo. Hoje a liturgia celebra a Apresentação de Nossa Senhora no Templo: da menina... Uma mulher simples, como Ana que está naquele momento, e entra Nossa Senhora. Que ela ensine a todos nós, a todos os pastores, a todos aqueles que têm responsabilidades pastorais, a manter limpo o Templo, para receber com amor os que vêm, como se cada um deles fosse Nossa Senhora". 

Notícia - 10 coisas surpreendentes que acontecem quando você faz Adoração com frequência.

O progresso interior vai refletir a sua maravilhosa transformação!

A Eucaristia é descrita no Catecismo como fonte e ápice da nossa fé. Encontrar tempo para fazer Adoração Eucarística pode ser difícil, mas, se você conseguir, poderá perceber resultados surpreendentes!

"Enquanto comiam, Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção, o partiu e deu a eles, dizendo: Tomai, isto é o meu corpo. Em seguida, tomou o cálice, deu graças, o entregou a eles e todos beberam. E Ele disse: Isto é o meu sangue, o sangue da aliança derramado por muitos" (Marcos 14, 22-24).
Na cultura de hoje, a ideia de progresso interior é drasticamente desvalorizada como “desperdício de tempo” ou “coisa dos antigos e ​​ingênuos”. Só o progresso exterior parece palpável. Mas o progresso material permanece fora de nós: ele até nos oferece alguns sentimentos positivos, mas é sempre efêmero e sem substância. Já o progresso interior significa que você está se transformando e tornando-se melhor!

O tempo que você dedica à Adoração pode surpreendê-lo de muitas maneiras. Veja aqui dez delas:

1. Você desenvolve um sentimento de admiração e maravilha
Não há nada como a atmosfera de uma capela ou igreja tranquila! O odor do incenso e o esplendor do ostensório ajudam a compreender a verdade do que está acontecendo na Adoração. Estamos realmente diante de Jesus Cristo! Seu Corpo, Seu Sangue, Sua Alma, Sua Divindade. Quanto mais se emerge no silêncio diante da Hóstia Santa, mais se compreende que a única resposta à grandeza de Deus é a maravilha, a admiração e o amor.

2. Você experimenta a paz em outras áreas da sua vida
Jesus disse: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou" (João 14, 27). A paz exterior que podemos experimentar na Adoração (a quietude e o silêncio) vai muito mais a fundo e nos leva a uma paz interior que abraça todas as áreas da nossa vida. Isto não significa que tudo ficará perfeito e sem sofrimento, mas essa paz nos fortalecerá para enfrentarmos com mais firmeza e serenidade as tempestades da vida.

3. Você começa a olhar mais para fora de si mesmo
Jesus nos disse: "Como eu vos amei, assim também vós amai-vos uns aos outros" (João 13, 34). A Adoração nos conecta ao próximo e ao mundo – afinal, estamos dedicando tempo ao Criador de tudo o que existe! Mais tempo para louvar e adorar a Deus significa mais tempo para ir além das nossas próprias preocupações e para enxergarmos as necessidades dos outros e do mundo em que vivemos.

4. Às vezes, você fica entediado...
Haverá momentos em que a Adoração parecerá “insossa”, “árida”... Você vai se distrair, a sua mente vai começar a divagar... A Adoração regular pode se estabilizar e deixar de parecer especial, mas isso não desvaloriza nem diminui a verdade da Adoração. Nossa fé é muito mais do que sentimentos e Deus continuará trabalhando em você mesmo que você não o “sinta” ou passe por momentos mais “secos”. Ainda que a sua mente divague, você está dando a Deus o melhor que pode: o seu tempo, o seu empenho e a sua companhia!

5. Você se emociona na Adoração!
Quanto mais tempo você dedica a adorar a Deus, mais você descobre que Ele ama você e quer passar tempo com você. E mais você começa a realmente querer viver esse tempo com Ele! Se a Adoração antes parecia rotina, aos poucos você percebe que deseja fazê-la! Como dizemos na missa, "é justo e necessário" dar graças ao Senhor! A Adoração a Deus está inscrita em nosso coração, e "o nosso coração está inquieto enquanto não repousa nele" (Santo Agostinho)!

6. A graça entra na sua vida
É incrível como um simples ato de compromisso com Deus, ainda que seja num curto período de Adoração, faz diferença para o resto da sua vida! Você pode manter a certeza de continuar na presença dele mesmo depois de ter saído da igreja ou da capela. A graça o apoia em todos os momentos, especialmente nos de tentação. Fica mais fácil resistir à tentação quando se dedica mais tempo à Adoração.

7. Você percebe o quanto é felizardo
Há pessoas que gostariam de passar mais tempo com Jesus em Adoração, mas não podem porque estão doentes ou têm mil tarefas necessárias no cotidiano. Há pessoas, em muitas regiões do mundo, que arriscam a vida pela Eucaristia e são perseguidas por causa da fé. Há pessoas que enfrentam situações extremamente perigosas para ficar com Jesus! E você tem o presente de poder adorá-lo abertamente, sem falar no fato de ter um sacerdote por perto para lhe administrar os sacramentos!

8. Você compreende que Deus tem senso de humor!
Quanto mais você permite que Deus lhe fale, em vez de gastar todo o seu tempo falando para Ele, mais você nota que Deus tem um grande senso de humor! Há até momentos em que você quer rir em voz alta! Talvez isto pareça surpreendente, mas os melhores pais e padres não demonstram o seu amor com bom humor?

9. Você vai querer se confessar mais vezes
Pode parecer intimidador, mas não é. A confissão nos permite experimentar o oceano ilimitado da misericórdia de Deus! Sua misericórdia engolfa todos os nossos pecados e nos dá uma liberdade real, uma liberdade sem medo, que nos permite entrar no seu Amor e na sua Bondade! A confissão fortalece a consciência de que estamos nos braços de um Pai que nos ama muito e que "nunca se cansa de perdoar" (Papa Francisco).

10. Você se apaixona!
Quando você dedica tempo de coração aberto a adorar a Deus e permitir que Cristo lhe mostre o Seu Amor, você também se apaixona! E o amor dele revela você a você mesmo e permite que você seja você mesmo! "Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância" (João 10, 10).

Então, o que você está esperando? Dedique um tempo à Adoração Eucarística e deixe Deus transformar a sua vida!
Fonte: Aleteia

domingo, 5 de julho de 2015

Campanha no Facebook para homenagear Dom Bosco

Campanha no Facebook para homenagear Dom Bosco por meio da produção de vídeos.

Para participar, basta fazer um vídeo de até 1 minuto em homenagem a Dom Bosco e postar no Facebook, com a opção PÚBLICO e a hashtag: #BicentenárioDomBosco


A campanha vai até o dia 15 de agosto, véspera da celebração oficial do bicentenário.
Participe!

sábado, 27 de junho de 2015

Arraiá da Sávio

Atenção! Atenção!
A Capela São Domingos Sávio comunica a todos que a nossa grandiosa Festa Junina foi adiada para o próximo sábado dia 18/07, a partir das 15h00min. Devido ao mau tempo. Você que comprou sua cartela de bingo, fique tranquilo, a mesma continua valendo. Esperamos vocês no próximo sábado .
Pedimos desculpas a todos e agradecemos a compreensão.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Resultado Ação Entre Amigos 2015 paroquial

Segue os ganhadores da Ação Entre Amigos paroquial 2015.
1º Prêmio - Gisele Mendes(cartela 0978)

2º Prêmio - Stefany Louise Bruno(cartela 13682)
3º Prêmio - Elton Luiz de Castro(cartela 1834)
4º Prêmio - José Roberto Siuta(cartela 0978) e Walter Wottemann (cartela 11723)



A paróquia N S Auxiliadora agradece a todos que colaboraram para o bom êxito da festa da comunidade matriz. Deus abençoe a todos. São João Bosco e Maria Auxiliadora intercedam sempre por ti.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Informação

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