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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Matéria – 25 e 26/10/2014 – Pastoral Familiar paroquial promove Encontro de Noivos para 14 casais.

Para visualizar o álbum completo, clique na imagem acima.
Nos dias 25 e 26 de outubro de 2014, a Pastoral Familiar da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora promoveu o Encontro de Noivos. O encontro teve início no sábado às 14h com a oração inicial, seguindo à tarde com a História da Salvação, com o casal João e Sandra Santos. Na seqüência, a Sra. Maria Lourdes Lisboa Strassacapa e seu esposo Nelson falaram sobre a Oração e a importância do casal rezar juntos, em comunhão. Após, o casal Roberto e Adriane Gonçalves falou sobre o Diálogo do casal, sua importância na vida a dois e no começo do casamento. Os casais participaram da Celebração da Palavra, quando os 14 casais presentes foram acolhidos pelo diácono José Joanir de Oliveira. Foi servido, durante o encontro, cachorro quente e uma Canja feita pela equipe da cozinha. Fechando a noite, uma pequena encenação sobre o cuidar da família, com a história de um empresário que tinha tempo para tudo, menos para a família, até a “morte” o chamar. 


O encontro teve continuidade no domingo, com a oração inicial feita pelo casal Solange e André. O casal Margarida e Walmir Romão Brito ministrou o tema da Paternidade responsável. Após, todos os casais de noivos, equipe de canto e alguns casais da Pastoral Familiar, iniciaram a Adoração Eucarística. Alguns casais ficaram muito emocionados. Após o almoço foi realizada uma dinâmica e na sequência o pároco, Pe. Leo Kieling, orientou os casais para dar início ao processo de casamento. O casal Juliana e Anderson Vaz passou o tema Sexualidade, e para encerrar o dia o casal Terezinha e Mikten falou sobre o Sacramento do Matrimônio. A equipe contou com aproximadamente 12 casais na equipe de trabalho e vale convidar aos leitores para integrar a equipe da Pastoral Familiar, os encontros são todos os domingos às 20h na comunidade N S Aparecida.

Colaborador(a): Neumara Caillot
Correção: Maria Cristina Piotrovski

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Notícia - Qual é o melhor modelo de família hoje?

Que tipo de família responde mais adequadamente aos desafios atuais: autoritária? Passiva? Afetiva? Paternalista?

Que tipo de família é realmente capaz de ser um adequado agente educativo no contexto dos desafios contemporâneos? Podemos identificar alguns modelos preponderantes de família que, por suas características, são estruturalmente inadequados para alcançar o objetivo de uma educação autêntica.

Menciona-se primeiramente a chamada “família afetiva”, que tem como elemento decisivo das relações a dimensão afetiva, fazendo desaparecer a dimensão paterna da autoridade e, por conseguinte, reforçando de maneira desproporcional a figura materna (sentimentalismo materno), em uma oscilação permanente entre a reafirmação incondicional da segurança e o recato afetivo.

Nisso existe o perigo de confundir o amor familiar autêntico com uma emotividade que prejudica a tarefa educativa, encaminhada a promover na outra pessoa, em particular o filho, a maturidade de um indivíduo capaz de amar e trabalhar, de inserir-se na sociedadede construir ele mesmo sua própria família.

A “família autoritária”, característica de um tipo de sociedade já superado, mas ainda presente em certa medida, pode ser descrita como um complexo orgânico de funções entre as quais emerge a vontade de quem está em possessão da autoridade paterna.

A educação aqui concebida como a transmissão de normas que o educando deve aceitar e interiorizar porque provêm da autoridade competente (paternalismo), enquanto a virtude favorecida é sobretudo a obediência, deixando-se de lado a necessidade de uma livre verificação pessoal da proposta que nasce da tradição.

Parece ser igualmente inadequada para a educação a figura da “família passiva”, que se limita a oferecer aos seus membros, sobretudo aos filhos, apenas as necessidades básicas, delegando a outras instituições sociais (especialmente a escola) a tarefa educativa, para cujo desempenho a família se sente incompetente. Espera-se que os filhos escolham seus próprios caminhos e eles ficam à mercê das influências do ambiente.

O testemunho e o risco educativo da família
Diante das insuficiências que estes modelos mostram na atualidade, faz-se necessário o testemunho e a coragem de uma proposta que contribua para a autêntica liberdade dos filhos.

Os pais precisam saber cumprir a promessa de bem que, como fundamento da sua relação de amor e do casamento, se encontra também na origem da vida que transmitiram aos filhos e que, na medida em que estes crescem, apresenta a urgência de respostas adequadas de sentido para seu cumprimento.

Acima de tudo, é necessário recordar que a competência educativa não é de caráter técnico, mas humano; não é feita de metodologias, mas de uma atmosfera. Trata-se apenas de apresentar a própria vida e os motivos que a sustentam, que em particular determinam a relação de amor dos pais, da qual surge também a vida dos filhos.

É uma tarefa simples, mas também especialmente imponente, e só pode ser vivida à sombra de uma paternidade maior, sobre a rocha desse amor do Pai o qual tudo tem sua origem e tudo encontra significado e cumprimento.

É preciso ser conscientes das dificuldades atuais da educação, especialmente na transmissão da fé. Certamente, existe uma dimensão permanente em toda relação educativa e da proposta evangélica, que lhe confere um caráter dramático e ao mesmo tempo fascinante: aponta inevitavelmente à liberdade do outro, chamada a uma decisão.

Nem os pais, nem os educadores, nem os amigos, nem os sacerdotes, nem os catequistas podem substituir a liberdade do jovem ao qual se dirigem. A proposta cristã, longe de evitar ou mascarar este desafio, está chamada, seguindo o exemplo de Jesus com os interlocutores da sua época, a interpelar a liberdade de cada pessoa, buscando-a, despertando-a, provocando-a, talvez sustentando-a, sem pretender jamais substituí-la.
Este traço essencial da formação humana, que a qualifica como um autêntico “risco”, se une hoje a novas dificuldades, próprias do ambiente cultural no qual vivemos e que contribuem notavelmente para obstaculizar o processo de personalização por parte dos jovens.

Em particular um obstáculo insidioso é constituído por esta ditadura do relativismo que, ao não reconhecer nada como definitivo, deixa como última medida somente o próprio eu, com seus desejos.

Se não existe nenhuma verdade, então o homem está condenado a viver na prisão das suas interpretações; se não existem referências de ética, então estará à mercê dos seus desejos e interesses.

Como será possível edificar sobre estas bases uma comunidade humana na qual se respeitem e promovam a dignidade e os direitos de cada um, sobretudo dos mais fracos? Como será possível a educação em semelhante horizonte relativista? Sem a luz da verdade, cedo ou tarde o homem estará condenado a duvidar da bondade da sua própria vida e das relações que a constituem, da validez do seu compromisso com a comunidade.

Ainda que a tarefa educativa da família não possa basear-se na autoridade indiscutível da tradição e não possa contar com a força persuasiva de um contexto cultural homogêneo, abre-se, no entanto, precisamente no núcleo de semelhantes dificuldades, um caminho mais árduo e originário para o seu desenvolvimento: o caminho do testemunho.

Com caráter central na ação educativa contemporânea, como sempre adverte o Santo Padre, revela-se a figura de quem dátestemunho, que se torna ponto de referência precisamente enquanto sabe dar razão da esperança que sustenta sua vida.

Aqui se revela também a grande lei da educação: só podemos ser pais se nunca deixarmos de ser filhos e de ser educados em primeiro lugar por Deus. Somente dobrando os joelhos diante do Pai, de quem toma nome toda paternidade no céu e na terra (cf. Efésios 3, 14-15), é possível realizar, sem presunção e sem desânimo, essa obra de promoção da vida, tão grande e delicada, verdadeiramente divina.

(Artigo publicado originalmente pela Revista Humanitas)

Notícias - Oração de consagração do matrimônio.

"Consagro nosso presente… Todas as situações que estamos vivendo agora coloco em Suas mãos"
Meu Deus, animado pelo poder e pela força do Sacramento do Matrimônio, encontro-me hoje aqui, para consagrar totalmente e mais uma vez nosso relacionamento.

Consagro e relembro agora, com alegria, o dia em que pronunciamos no altar, perante o sacerdote, nossos parentes e amigos, o compromisso de nos tornarmos uma só carne através de um Sim, selado, confirmado e abençoado pelo Senhor.

Consagro nosso passado… Cada dia do nosso casamento em que pensei que não fosse capaz de sustentar e levar adiante o meu Sim. Entrego tudo ao Seu Amor, pedindo que cure em nosso coração as feridas que causaram dor e ressentimento.

Consagro nosso presente… Todas as situações que estamos vivendo agora coloco em Suas mãos. As dificuldades e as alegrias de nossa vida em comum. Peço a graça para dizer meu Sim no dia de hoje, pedindo perdão e perdoando profundamente (meu esposo/minha esposa).

Consagro nosso futuro… Consagro o Sim de cada dia que há de vir, vivendo cada um destes dias com o mesmo amor e entusiasmo do dia de nosso casamento.

Comprometo-me, deste momento em diante, a ser um instrumento de santificação e salvação eterna para (meu marido/minha esposa).

Amém.
Autor: Pe. Eduardo Dougherty, scj

Notícias - "Misericordiar".

Parece que o dicionário da sociedade atual está apagando a palavra "misericórdia": sejamos agentes e testemunhas dela!
Ao ver os noticiários de cada dia, a impressão que temos é de que o dicionário da sociedade atual está apagando uma palavra: "misericórdia". Ela não existe mais. Cada vez a encontramos menos. Inclusive há muitas pessoas que a eliminaram do seu vocabulário e das suas conversas. Por isso, a misericórdia precisa voltar a ser uma boa notícia.

"A misericórdia de Deus nos salva. Não nos cansemos jamais de anunciar no mundo inteiro esta mensagem de alegria", tuitou oPapa Francisco no dia 17 de agosto.

Por isso, nós, cristãos, podemos inventar uma nova palavra, um novo verbo: "misericordiar"!

Sejamos agentes e testemunhas da misericórdia! Anunciemos ao mundo inteiro, onde quer que estejamos (trabalho, escola, faculdade, bairro), com palavras e com a vida, que Deus é rico emmisericórdia.

(Artigo publicado originalmente por Oleada Joven)

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Notícias - Tecnologia: 7 dicas para ensinar seus filhos a usá-la bem.

Na minha época essas coisas não existiam”: isso não é desculpa para descuidar da educação dos filhos.

Os adultos de hoje não tiveram de receber sermões dos seus paissobre os perigos que poderiam encontrar na internet, nem sobre vírus, comportamento nas redes sociais ou cuidados a serem tomados nas conversas virtuais com estranhos.

Mas os pais de hoje se veem cada dia mais obrigados a preparar-se melhor, a atualizar-se e estar informados sobre as inúmeras realidades que seus filhos podem viver, para oferecer-lhes as lições mais adequadas.

As novas gerações nasceram junto à tecnologia, acessam rapidamente a internet, as redes sociais, os chats, os jogos online. Também caminham no ritmo vertiginoso do mundo tecnológico e certamente aprendem com maior facilidade.

Estamos falando, então, de crianças que estão expostas a um universo sem fronteiras desde muito cedo e que têm o mundo aos seus pés com um só clique; isso representa uma quantidade imensa de benefícios, mas ao mesmo tempo alguns riscos que tornam necessária a orientação dos pais.

Por isso, resumimos nestes 7 pontos os princípios aos quais os paispodem recorrer para educar seus filhos no bom uso das diferentes possibilidades que a internet oferece:

1. Participar ativamente
Deixar os filhos sozinhos neste caminho é um grande erro. É importante que os pais conheçam todo o universo virtual, que conheçam bem como funciona um chat, uma rede social, um e-mail suspeitoso, um jogo online que parece confiável mas leva a insinuações nocivas, um site pornográfico que aparece no meio de uma saudável tarefa escolar. Recordemos que nos computadores há tanto perigo quanto nas ruas e que é preciso atualizar sempre os filtros e bloqueios para garantir que os filhos não tenham acesso a determinadas páginas.

2. Chegar a tempo
Os pais sabem que há temas “obrigatórios” na formação dos filhos(projeto de vida, amigos, álcool, drogas, educação sexual). Mas o uso das novas tecnologias também ocupa um lugar nesse grupo de conversas que precisam ser abordadas a tempo.

A intenção não é demonizar as ferramentas tecnológicas; é preciso apresentar aos filhos o repertório de situações com as quais podem se deparar na internet e fazê-los refletir sobre o que poderiam fazer ou como agir, para juntos estabelecer pautas.

3. Melhor educar que proibir
O que é proibido se torna uma tentação. Além disso, seria ilógico e contraproducente proibir o uso do computador a uma criança em pleno século 21, quando são tão maravilhosas as possibilidades oferecidas pelas novas tecnologias.

Por isso, é importante educar no uso dessas ferramentas, oferecer aos filhos o acompanhamento e os instrumentos necessários para fazer da tecnologia uma aliada da formação e do lazer.

4. No mundo real e no virtual existem coisas boas e ruins
Ao ser uma invenção humana, a internet tem tudo de bom e de ruim que a humanidade produz. Neste ponto, os pais podem se apoiar em uma das ferramentas mais poderosas que temos: a consciência, essa voz interior que nos diz quando algo está bem ou não.

Assim como no mundo real, as aparências na internet podem ser enganosas, ainda que mais difíceis de desmascarar. É preciso explicar aos filhos que muitas vezes acreditamos que o mundo virtual oferece liberdades pessoais que não podemos ter no mundo real, como mentir sobre a própria identidade, mas, no final das contas, isso é como na vida real: quem engana quem? São estas as relações pessoais que gratificam e nos tornam pessoas melhores?

5. Ensinar o conceito de privacidade e o cuidado de si mesmo
Além de tomar medidas em casa para controlar o uso do computador, dos tablets e celulares, é necessário educar em valores e virtudes que farão dos filhos pessoas maduras e autônomas, já que os pais não poderão controlar tudo o que os filhos fazem. Conceitos claros de privacidade, pudor e cuidado de si são essenciais para que os filhosaprendam a desenvolver seu critério pessoal. 
A meta é conseguir que os filhos possam identificar quando há uma situação de risco e a hora de abandonar certas conversas ou ações.

6. Promover a autoestima
Promover a autoestima nos filhos os ajudará a tomar decisões assertivas, desenvolver-se com segurança, expressar adequadamente os sentimentos, ter coragem suficiente para enfrentar dificuldades; tudo isso faz com que diminua a probabilidade de cair em circunstâncias adversas.

A segurança pessoal é conseguida, entre outras coisas, graças ao ambiente familiar positivo e sólido.

7. Gerar confiança e canais de comunicação
Para finalizar, um dos princípios cardeais na educação é o diálogo. Nada mais frutífero que uma relação de confiança entre pais e filhos, que conte com linhas abertas de comunicação, de maneira que, quando acontecer alguma coisa, os filhos tenham pleno acesso aos pais.

Quando os filhos ficam quietos demais, pode ser sinal de falta de confiança em sua relação com os pais ou medo de levar bronca, ao invés de amor e compreensão.

(Artigo publicado originalmente por LaFamilia.info)

Notícias - Depois de comungar é melhor sentar-se, ajoelhar-se ou ficar em pé?

Entenda melhor os gestos litúrgicos e seus significados.

Pergunta
Tenho uma dúvida: podemos nos sentar depois de receber a comunhão na Missa ou devemos esperar que as âmbulas* sejam guardadas no sacrário? Obrigado!
(* Âmbula, cibório ou píxide é o recipiente para a conservação e distribuição da Santa Eucaristia)

Resposta
Receber a comunhão ou comungar é estabelecer uma comum-união com Jesus Cristo, e isso envolve um momento intenso de fervor, pois se vive uma adesão pessoal a Ele.

Sobre a postura dos fiéis depois da comunhão, há indicações na Introdução Geral do Missal Romano (IGMR): “Compete, todavia, às Conferências Episcopais, segundo as normas do direito, adaptar à mentalidade e tradições razoáveis dos povos os gestos e atitudes indicados no Ordinário da Missa” (IGMR 43).

Segundo a IGMR, a comunhão pode ser recebida de joelhos ou em pé (fazendo antes a reverência profunda – cf. IGMR 160), e se permanece em pé enquanto se canta o cântico de comunhão.

E o canto se prolonga enquanto se administra o sacramento aos fiéis (cf. IGMR 86). Quando acaba o rito da comunhão? O rito termina quando o último fiel comunga.

Supõe-se que, durante este lapso de tempo, ou seja, desde que se comunga até que o último fiel comungue, a pessoa se une ao cântico de comunhão, e não fica rezando individualmente sentada ou de joelhos.

Por isso, normalmente se permanece em pé até que o Santíssimo Sacramento seja reservado, e depois disso podemos ficar de joelhos ou sentar-nos para adorar Jesus em silêncio.

Esta é a norma que, em princípio, se observa fielmente, na medida do possível. De qualquer maneira, respeita-se a postura que pode nascer livremente do fiel, em seu coração orante no momento posterior à comunhão.

Em outras palavras, apesar da norma, cada pessoa pode assumir, depois de comungar, a postura que lhe for mais cômoda segundo a idade (por exemplo, pessoas idosas), a saúde ou diversas circunstâncias, ou inclusive pelo desconhecimento da norma, e até pelo costume do local, para orar ou para unir-se ao cântico decomunhão. Portanto, não é preciso “sofrer” pelo que os outros possam pensar.

Santo Agostinho resume bem esta atitude: “Unidade no essencial; liberdade no opcional; caridade em tudo”. Pede-se aos sacerdotes e demais fiéis que respeitem a liberdade de cada um nesta matéria, sem julgar os motivos.

É preciso levar em consideração que a postura precisa favorecer a ação de graças, a adoração e o recolhimento que deveriam seguir a sagrada comunhão, tendo a pessoa comungado com fé, fervor e consciência pura.

Fonte Aleteia

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Notícias - Drama dos filhos que têm tudo... menos o amor dos seus pais.

Conheça o trabalho de um padre que organiza retiros para jovens que não se sentem amados em casa.

Há histórias que descrevem do drama dos jovens que só desejam uma coisa na vida: ter um pouco do carinho e atenção dos seus pais.

Um jovem (cuja identidade foi preservada) conta que recebia tudo dos seus pais, inclusive um carro de luxo, mas, desesperado por não receber a atenção que queria deles, tentou se suicidar.

Estas situações tão amargas se tornam cada vez mais frequentes entre as famílias, principalmente das grandes cidades. É por isso que um sacerdote mexicano resolveu organizar retiros espirituais dedicados a jovens que sentem que seus pais os abandonaram afetivamente.

Este abandono afetivo dos pais é uma problemática da modernidade; muitas vezes, os jovens acabam decidindo realizar ações desesperadas e radicais, como atentar contra a própria vida, na tentativa de chamar a atenção dos progenitores, que muitas vezes vivem obcecados com a busca de dinheiro, sucesso na carreira e vida social.

Os pais podem dar tudo aos filhos: carros, jogos, viagens, roupas, dinheiro, mas correm o risco de se esquecer do principal: o carinho.

É por isso que o Pe. Guillermo Vázquez Pérez decidiu organizar este retiro gratuito para jovens de 17 e 18 anos. O sacerdote conta que ouve com muita frequência histórias como a do jovem citado no começo do artigo, que, com dor, disse ao seu pai: “Você me deu tudo, menos o seu carinho!”.

A intenção do próximo retiro, que será realizado em novembro, é oferecer aos jovens um lugar para compartilhar o sentido da vida. “Que saibam que têm um espaço no qual serão ouvidos e encontrarão os elementos que a Igreja oferece para buscar o diálogo com seus pais ou tutores, além de integrar-se à pastoral juvenil da nossa paróquia”, comentou o Pe. Guillermo.

O sacerdote ouviu outro jovem que se envolveu com o álcool, mas que relata: “Meu problema não é o álcool; meu verdadeiro problema é a solidão que sinto, porque meus pais têm bons empregos, me dão tudo, até dinheiro para consertar minha caminhonete, mas são coisas que só servem para a minha perdição. O que eu realmente gostaria de ouvir da minha mãe é: ‘eu te amo’”.

O retiro é totalmente gratuito. O Pe. Guillermo conta que, como a maioria dos jovens quer participará do retiro é batizado, serão abordados temas como “A criação”, “Você é importante para a vida”, “A vida tem sentido”, entre outros.

“Vamos lhes apresentar nossa Igreja e os convidaremos a integrar-se à comunidade paroquial”, conclui o sacerdote.

(Artigo publicado originalmente por SIAME)

Notícias - Papa Francisco: a corrupção é pior que o pecado.

Bergoglio resume as 5 principais características da praga da corrupção.

A corrupção é o mal da nossa época, que se alimenta de aparência e aceitação social, cresce como medida da ação moral e pode consumir a partir de dentro, em uma atitude de "mundanidade espiritual", quando não "esclerose do coração", até mesmo na própria Igreja. E se para o pecado existe perdão, para a corrupção, não. Por isso, a corrupção precisa ser curada.

Esta é a crítica mordaz e impiedosa que emerge de algumas páginas escritas em 2005 por Jorge Mario Bergoglio, quando era arcebispo de Buenos Aires, cujo texto foi agora publicado em um livro, "A cura da corrupção", publicado pela primeira vez em italiano (Editora Missionária Italiana).

Pecado e corrupção

Em seu afresco de cores fortes, Bergoglio explica desde o início quea corrupção está intimamente ligada ao pecado, mas é diferente dele. Na verdade, a corrupção é "não um ato, mas um estado, umestado pessoal e social no qual a pessoa se acostuma a viver", por meio de hábitos que vão deteriorando e limitando a capacidade de amar.

Bergoglio resume as principais características desta praga:

1) Imanência. A corrupção tende a gerar uma "verdadeira cultura, com capacidade doutrinal, linguagem própria, jeito próprio de agir", tornando-se uma "cultura de subtração". O caminho que levou do pecado à corrupção é um processo de substituição de Deus pelas próprias forças. A gênese pode ser atribuída a um "cansaço da transcendência: frente a um Deus que não se cansa de perdoar, o corrupto se levanta como autossuficiente na expressão de sua salvação: está cansado de pedir perdão".

2) Boas maneiras. Esta autossuficiência humana, que reflete a atitude do coração com relação a um tesouro que o seduz, tranquiliza e engana, é uma transcendência frívola. Na corrupção, de fato, prevalece uma espécie de imprudência modesta; cria-se umculto às boas maneiras para encobrir os maus hábitos. O corrupto é um acrobata da delicadeza, campeão das boas maneiras. Enquanto "o pecador, reconhecido como tal, de alguma forma, admite a falsidade do tesouro ao qual aderiu ou adere, o corrupto, no entanto, submeteu seu vício a um curso intensivo de boas maneiras".

3) Medida moral. "O corrupto – escreve Bergoglio – sempre tem necessidade de se comparar com aqueles que parecem ser coerentes em suas vidas (mesmo quando se trata da coerência do publicado que se confessa pecador)." Uma de suas características é a forma como se justifica, apresentando as suas boas maneiras como opostas a situações de pecado extremo ou fruto de caricatura, e assim se levanta para julgar os outros, tornando-se medida de comportamento moral.

4) Triunfalismo. "O triunfalismo é o terreno ideal para o comportamento corrupto." A este respeito, o teólogo Henri de Lubac fala da ambição e da frivolidade que podem esconder-se na "mundanidade espiritual", a tentação mais perversa, que concebe como ideal moral o homem e seu aperfeiçoamento, e não a glória de Deus. Segundo Bergoglio, a mundanidade espiritual "nada mais é do que a vitória daqueles que confiam no triunfalismo da capacidade humana; o humanismo pagão adaptado ao bom senso cristão".

5) Cumplicidade. "O corrupto não conhece a fraternidade ou a amizade, mas só a cumplicidade"; tende a arrastar todos à sua própria medida moral. Os outros são cúmplices ou inimigos. "A corrupção é o proselitista. Ela se disfarça de comportamento socialmente aceitável", como Pilatos, "que faz de conta que o problema não lhe diz respeito, e por isso lava as mãos, mesmo que no fundo seja para defender a sua zona corrupta de adesão ao poder a qualquer preço".

A corrupção do religioso
Bergoglio faz, então, uma análise muito lúcida do estado de corrupção cotidiana que lentamente faz a vida religiosa encalhar. É uma espécie de paralisia que ocorre quando uma alma se adapta a viver tranquilamente em paz. 
No início, existe "o medo de que Deus nos conduza a caminhos que não podemos controlar". Mas ao fazer isso, explica Bergoglio, "os horizontes se encolhem à medida da própria desolação ou quietismo. A pessoa teme a ilusão e prefere o realismo do menos à promessa do mais". Aqui se esconde o perigo, porque, "na preferência pelo menos, que parece mais realista, já existe um processo sutil de corrupção: começa a mediocridade e a tibieza(duas formas de corrupção espiritual)", um caminho inclinado que leva ao desânimo da alma e a uma lenta, mas definitiva esclerose do coração.

É por isso que a alma se apega a todos os produtos que o supermercado do consumismo religioso lhe oferece, tendendo talvez a interpretar a vida consagrada como uma realização imanente de sua personalidade, buscando a realização profissional ao se deliciar com a estima alheia, ou se dedicando a uma intensa vida social. Daí o convite do então arcebispo de Buenos Aires: "A nossa indigência deve se esforçar um pouco para abrir espaço à transcendência", porque "o Senhor nunca se cansa de chamar: não tenha medo. Não ter medo de quê? Não ter medo da esperança, porque a esperança não decepciona".
Fonte Aleteia

Notícia - Você sabe reconhecer seus erros como pai ou mãe?

Confira as melhores dicas para avaliar com objetividade seu papel de pai ou mãe de família.

Apresentamos, a seguir, algumas dicas para adquirir maturidade como esposo(a) e pai/mãe de família e educar seus filhos com maior eficácia, para poder realizar o plano de Deus para cada membro dafamília:

É essencial ser objetivos. Podemos dizer que a objetividade é a capacidade que o indivíduo tem de reconhecer suas qualidades e defeitos, os acertos e erros do seu comportamento, para que, com base neste conhecimento, seja uma pessoa melhor.

Como podemos ser objetivos como esposos(as)?

- Ao reconhecer com toda sinceridade e humildade que somos vulneráveis, que não somos o esposo ou a esposa perfeitos e que temos defeitos que às vezes obstaculizam a harmonia ou a estabilidade do casamento.

- Mas também é preciso reconhecer que possuímos virtudes que enriquecerão o casamento e que, se sabemos cultivá-las com amor e dedicação, darão muito fruto.

- Reconhecer nossas limitações: egoísmo, ambição, orgulho, fraqueza, prepotência, insegurança, características que impedem uma boa convivência no casamento quando não são trabalhadas em comum, para o bem dos esposos e da família. É preciso vê-las como oportunidades de crescimento e amor, para ajudar o outro a dar o melhor de si.

- Identificar as virtudes e defeitos do cônjuge, valorizando suas virtudes e ajudando-o para que elas cresçam e se multipliquem. Com os defeitos, também é preciso aceitá-los como parte do outro e ajudar o cônjuge a superá-los, melhorá-los ou pelo menos que não predominem, mas sejam superados pelas virtudes.

- Ter a simplicidade e humildade necessárias para aceitar conselhos e opiniões de outras pessoas: amigos, parentes, conselheiros profissionais, que nos ajudem a ver os caminhos que podem nos levar a ser melhores como casal e como pessoas.

- Pedir ao Espírito Santo, na oração pessoal, que nos ilumine, que nos faça ver com clareza aquelas áreas de oportunidade nas quais podemos melhorar para chegar a viver um casamento como Deus pensou para nós.

Como podemos ser objetivos como pais de família?

- Aceitar nossos filhos como eles são, ainda que não sejam exatamente como gostaríamos. Reconhecer que possivelmente não têm o temperamento ou o físico que esperávamos, mas que são nossos filhos, os que Deus nos mandou para educar e formar.

- Identificar suas virtudes para ajudá-los a dar o melhor de si, com base no que podem e querem, não tato no que nós desejamos e pretendemos.

- Oferecer-lhes o apoio e o amor de que precisam, nem mais nem menos. Evitar a superproteção que limita e o abandono que anula.

- Ser um apoio, mas sem estorvar ou impor; ser guia, para indicar o caminho com clareza e precisão; ser estímulo, para motivar e animar.

- Ajudar os filhos a forjar um caráter forte, sólido, que lhes permita ser o que devem ser e o que Deus quer para eles.

- Ser para eles um exemplo de vida, um modelo que impacte pelo seu valor intrínseco, real, não pela aparência nem pelo passageiro, mas pela essência e pelo valor que transcende.

- Podemos ser objetivos como pais de família, quando reconhecemos que nossos filhos não são nossos, mas de Deus, e nós somos simples colaboradores dEle para a formação dessas almas que Ele nos confiou para um dia levarmos ao céu.

Na medida em que aceitemos esses filhos, com suas virtudes, valores, defeitos e circunstâncias, e vejamos em cada um deles a possibilidade de transformá-los no que Deus quer, com nosso amor, apoio, incondicionalidade e serviço como pais e casal cristão, estaremos contribuindo em uma tarefa única e com sentido eterno.

(Artigo publicado originalmente por Desde la Fe)

Noticia - Filme “Ouija”: terror mais ou menos na medida para adolescentes.

Um tanto de mesmice, mas com poucos palavrões, pouco sangue e sem glamourização do mal.

Eu assisto a centenas de filmes por ano. É um hábito que desenvolvi bem antes que me pagassem para ver filmes e criticá-los. E eu gostaria muito de dizer a vocês que, dos milhares de filmes que eu vi ao longo das décadas, não houve nenhum do tipo que São João Paulo II mencionou em 1995 ao lamentar as produções do cinema que "distorcem a verdade, oprimem a genuína liberdade ou mostram cenas de sexo e de violência ofensivas à dignidade humana". 

Infelizmente, eu mentiria se dissesse isso. A triste verdade é que, não tendo levado uma vida cristã desde sempre, eu já vi, sim, muitos filmes desse tipo. Aliás, em questão de poucos minutos, eu provavelmente poderia citar uns dez ou vinte filmes tão moralmente corruptos a ponto de causarem danos relevantes à alma de quem os visse.
O que pode ser surpreendente para muita gente é que quase nenhum desses filmes tão particularmente agressivos é de terror. 

Menciono isto porque tenho a impressão de que, toda vez que eu publico uma resenha sobre um filme de terror, em especial se for daqueles que contam histórias envolvendo o demoníaco, algum leitor bem-intencionado me pergunta se os cristãos podem ou não podem assistir a esse tipo de filme. É um bom sinal que me perguntem isso. Afinal de contas, todos temos que zelar uns pelos outros. Mas eu repito o que foi dito pelo pe. Gary Thomas, exorcista da diocese californiana de San José, quando perguntado sobre filmes de terror durante uma entrevista concedida a Patti Maguire Armstrong: "Eu não acho que você se abra para o mal só por assistir a um filme. O problema é quando o mal é glorificado, o que é bem diferente de ver um filme que apenas aborda o tema do mal". 

Embora possa parecer um contrassenso, levando-se em conta os macabros acontecimentos que esses filmes retratam, o fato é que a maioria das histórias de terror raramente glorifica o mal. Tomemos, por exemplo, "Ouija", o novo filme de terror que está chegando às telas dos cinemas. Se você viu as propagandas, com certeza foi apresentado a algumas das imagens nojentas que o filme exibe: cadáveres em decomposição, bocas costuradas, gente morta berrando... Enfim, o mesmo de sempre. Mas o que as propagandas não dizem é que a trama de "Ouija" acaba destacando um princípio moral que nós conhecemos do livro do Deuteronômio: aquele princípio que nos avisa que as pessoas que "consultam fantasmas e espíritos ou procuram os oráculos dos mortos" se arriscam a penetrar num mundo de sofrimento. 

O filme começa com um curto prólogo em que duas jovens, Debbie e Laine, aparecem brincando com um tabuleiro Ouija. Pode parecer uma situação estranha, mas o fato é que você mesmo pode encontrar esse tipo de coisa com relativa facilidade em muitas lojas de brinquedos, e pagando menos do que custa um jogo de videogame. 

Seja como for, as meninas discutem as regras básicas do jogo: nunca jogue sozinho, nunca jogue num cemitério, seja sempre educado e diga adeus quando terminar de conversar com os espíritos... Enfim, o mesmo de sempre, de novo. Passam-se alguns anos e vemos Debbie adolescente (Shelley Hennig) tentando queimar um tabuleiro Ouija, por alguma razão desconhecida. Mas o teimoso tabuleiro, infelizmente, se recusa a ser consumido pelo fogo. Perturbada, Debbie é subitamente compelida a acabar com a própria vida

Laine (Olivia Cooke) fica arrasada com a morte misteriosa da sua amiga da vida toda e, ao encontrar a Ouija no quarto de Debbie, pensa em tentar contato com o espírito dela para conseguir algumas respostas e se despedir. Sarah (Ana Coto), que é irmã de Laine, acha aquilo uma grande perda de tempo, assim como o grupinho de amigos das duas, mas todos acabam participando da ideia na esperança de ajudar Laine a encerrar de uma vez aquele dramático episódio. Os cinco adolescentes se reúnem então na casa de Debbie para jogar a Ouija.
Mesmo que tenha visto muito poucos filmes de terror ao longo de toda a sua vida, você já sabe exatamente o que vai acontecer em "Ouija" daqui para frente. Os adolescentes entram em contato com um espírito que eles acham que é o de Debbie, mas não é. A presença maligna começa lentamente a possuir e matar os adolescentes, fazendo com que cada morte pareça um acidente. Os sobreviventes vão atrás de um parente “marginalmente religioso”, que lhes proporciona uma forma não religiosa e esquisita de se livrarem do fantasma (será que teria sido tão difícil chamar um exorcista?). Mas eles precisam, é claro, sobreviver durante um tempo suficiente para conseguirem dar conta da tarefa. Enfim, o mesmo de sempre, de novo, de novo. 

Apesar da mesmice do roteiro, no entanto, "Ouija" não chega a ser uma bomba. Quase todos os atores adolescentes são veteranos da TV e sabem como agir em frente às câmeras. Mais importante: nenhum dos personagens é o típico “mala”, clichê que costuma assolar esse tipo de filmes. Não há nenhum personagem de "Ouija", portanto, que você deseje secretamente que seja detonado pela maldição. 

E é interessante observar que existe algo na estrutura e no clima do filme que sugere que o diretor estreante Stiles White, também co-autor do roteiro, esteja tentando emular (com parcial sucesso) a atmosfera do original "A Nightmare On Elm Street". Em parte pelo visual geral do filme. Em parte porque os adolescentes parecem viver num universo onde a maioria dos adultos simplesmente está ausente ou não se dá conta nenhuma das realidades sobrenaturais contra as quais aqueles jovens estão lutando. E em parte porque o sempre agradável Lin Shaye, que teve um pequeno papel em "Nightmare", aparece num pequeno papel em "Ouija" também. Seja pelo motivo que for, fica bem claro que aquele filme deixou um impacto considerável no jovem Stiles White.

Resumindo a ópera, "Ouija" não é tão ruim assim, mas também não tem nada de espetacular, pelo menos não para quem já viu um monte de filmes com essas mesmas coisas de sempre. É uma produção que provavelmente cairia bem como uma espécie de “filme de terror para principiantes”. Não há sexo, há poucos palavrões e quase nada de sangue. Alguns dos fantasmas têm mesmo um aspecto horrível, mas, sendo sincero, não mais do que boa parte das máscaras que você encontra nas prateleiras da loja de fantasias mais próxima da sua casa. E, levando em conta que a história não glorifica o mal, mas respeita o princípio bíblico de que não se deve brincar com as coisas dos mortos, eu acho que existem jeitos muito piores de passar uma noite de “Halloween” com os seus filhos adolescentes do que assistindo "Ouija".
Mesmo que tenha visto muito poucos filmes de terror ao longo de toda a sua vida, você já sabe exatamente o que vai acontecer em "Ouija" daqui para frente. Os adolescentes entram em contato com um espírito que eles acham que é o de Debbie, mas não é. A presença maligna começa lentamente a possuir e matar os adolescentes, fazendo com que cada morte pareça um acidente. Os sobreviventes vão atrás de um parente “marginalmente religioso”, que lhes proporciona uma forma não religiosa e esquisita de se livrarem do fantasma (será que teria sido tão difícil chamar um exorcista?). Mas eles precisam, é claro, sobreviver durante um tempo suficiente para conseguirem dar conta da tarefa. Enfim, o mesmo de sempre, de novo, de novo. 

Apesar da mesmice do roteiro, no entanto, "Ouija" não chega a ser uma bomba. Quase todos os atores adolescentes são veteranos da TV e sabem como agir em frente às câmeras. Mais importante: nenhum dos personagens é o típico “mala”, clichê que costuma assolar esse tipo de filmes. Não há nenhum personagem de "Ouija", portanto, que você deseje secretamente que seja detonado pela maldição. 

E é interessante observar que existe algo na estrutura e no clima do filme que sugere que o diretor estreante Stiles White, também co-autor do roteiro, esteja tentando emular (com parcial sucesso) a atmosfera do original "A Nightmare On Elm Street". Em parte pelo visual geral do filme. Em parte porque os adolescentes parecem viver num universo onde a maioria dos adultos simplesmente está ausente ou não se dá conta nenhuma das realidades sobrenaturais contra as quais aqueles jovens estão lutando. E em parte porque o sempre agradável Lin Shaye, que teve um pequeno papel em "Nightmare", aparece num pequeno papel em "Ouija" também. Seja pelo motivo que for, fica bem claro que aquele filme deixou um impacto considerável no jovem Stiles White.

Resumindo a ópera, "Ouija" não é tão ruim assim, mas também não tem nada de espetacular, pelo menos não para quem já viu um monte de filmes com essas mesmas coisas de sempre. É uma produção que provavelmente cairia bem como uma espécie de “filme de terror para principiantes”. Não há sexo, há poucos palavrões e quase nada de sangue. Alguns dos fantasmas têm mesmo um aspecto horrível, mas, sendo sincero, não mais do que boa parte das máscaras que você encontra nas prateleiras da loja de fantasias mais próxima da sua casa. E, levando em conta que a história não glorifica o mal, mas respeita o princípio bíblico de que não se deve brincar com as coisas dos mortos, eu acho que existem jeitos muito piores de passar uma noite de “Halloween” com os seus filhos adolescentes do que assistindo "Ouija".
Fonte Aleteia

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Notícia - Iniciativas pela vida marcam Dia Nacional da Juventude pelo Brasil.

Que nenhum jovem viva em contexto de escravidão, violência e morte! E que nossos jovens, em compromisso missionário pessoal e coletivo, sejam, cada vez mais, ‘sal e luz’ de vida e liberdade no meio de seus irmãos e irmãs”, disse bispo auxiliar de Campo Grande (MS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, dom Eduardo Pinheiro da Silva.

Este ano, o Dia Nacional da Juventude (DNJ) celebrado neste domingo, 19, retoma a reflexão da Campanha da Fraternidade deste ano e debate a problemática do tráfico humano envolvendo jovens.

Dioceses, paróquias e comunidades do Brasil comemoram a 29ª edição do evento, com a realização de diferentes atividades locais e nacionais. A fundamentação bíblica para o DNJ é“Eis o que diz o Senhor: Praticai o direito e a justiça, e livrai o oprimido das mãos dos opressores” (Jr 22,3a) e o lema “Feitos para sermos livres, não escravos”.

Dom Eduardo recorda que o DNJ é organizado pela Coordenação da Pastoral Juvenil Nacional, com o objetivo de mobilizar a sociedade para temas de interesse comum. “Com este lema do DNJ 2014, renovemos nosso compromisso de evangelizadores da juventude, chamados a auxiliá-la em sua dignidade de filiação divina”, pediu.

Jovens missionários
A preparação para o evento nacional tem início, primeiramente, nas dioceses, com a realização das Jornadas Diocesanas da Juventude (JDJ). A atividade reúne os jovens para vivência de encontros de formação e espiritualidade, em vista do DNJ 2014. No mês de outubro, os jovens realizam as missões populares em suas comunidades e paróquias. 

A Comissão Nacional orienta, também, reviver o testemunho dos santos celebrados neste mês missionário, entre eles, Santa Teresinha do Menino Jesus, padroeira das Missões, celebrada em 1º de outubro.

“Aproveitemos do testemunho destes muitos santos e santas para encherem os olhos e o coração dos nossos adolescentes e jovens de entusiasmo missionário! Confiram se nos encontros de catequese e na programação dos grupos e movimentos juvenis existentes em sua paróquia, há momentos formativos ao redor destas figuras emblemáticas que marcam nossa história cristã e desinstalam as pessoas para servir a Deus e ao próximo”, sugere dom Eduardo.

O subsídio elaborado pela coordenação nacional traz sugestões de atividades para preparar o DNJ. São motivações como a promoção de fórum de debate sobre o tema, caminhada com jovens, Dia missionário, além de momentos celebrativos como missas, vigílias de oração, terço, meditação da Sagrada Escritura, procissão pelas ruas da cidade. Confira o subsídio DNJ 2014.

Fonte CNBB

sábado, 18 de outubro de 2014

Matéria - 03 a 12/10/2014 – Festa em Louvor a N S Aparecida anima comunidade paroquial.

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A comunidade N S Aparecida do núcleo 31 de Março, pertencente à paróquia N S Auxiliadora, festejou de 03 a 12 de outubro sua padroeira e do Brasil. De 03 a 11/10 aconteceu a novena preparatória. Nesses nove dias de muita devoção, conduzidos pelo P. Aristides Girardi, SDB, sempre muito dinâmico, animou e conduziu os mais de 200 fiéis/dia, em média, a aproximar-se mais do tema escolhido para a festa deste ano e que foi o mesmo tema da 3ª Assembléia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos: “Os desafios pastorais sobre a família no contexto da evangelização”, com o lema: Mãe Aparecida, protegei as nossas famílias. Durante os nove dias rezou-se, em especial, para temas específicos ligados ao tema central: o Sínodo, vocações, jovens e namorados, pais, mães, filhos, trabalhadores, idosos, gestantes e matrimônio. No domingo, dia 12/10, após a alvorada festiva das 06h da manhã, aconteceu a carreata pelas ruas das comunidades próximas às 8h30min, em seguida, às 10h missa festiva com coroação e ao meio dia, queima de fogos. 

Na parte social, a festividade contou com uma inovação na comunidade paroquial, a abertura da novena aconteceu seguida do primeiro Carreteiro do P. Leo. Sucesso de público, o evento social alavancou um número de maior de pessoas também para o primeiro dia da novena. Com todo este sucesso, já se espera a segunda edição no próximo ano. Nos dias 10 e 11/10, as pasteladas após a novena foram também um sucesso e já no novo salão social da comunidade. Com melhorias ainda por acontecer, principalmente no acabamento, a infra-estrutura já entregue aos fiéis foi de bom agrado, tirando elogios dos freqüentadores. No domingo 12/10, após a queima de fogos, foi servido o almoço festivo e durante toda a tarde houve muitas rodadas de bingos e o sorteio do prêmio principal. Aproximadamente 600 pessoas estiveram presentes durante todo o dia no salão, este com tamanho 3 vezes maior que o antigo. O bingo principal este ano foi um sucesso, tendo a venda de cartelas atingido o número de mais de 1100 vendidas.

Colaborador(a): Jackson Rodrigo Eidam
Correção: Maria Cristina Piotrovski

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Noticia - Faz sentido abrir a Bíblia aleatoriamente para encontrar respostas?

Não se corre o risco de tratar o texto sagrado como se fosse um livro mágico?
Querido Pe. Antônio: costumo abrir aleatoriamente uma página daBíblia para buscar consolo e indicações concretas sobre as escolhas da minha vida, mas nem sempre encontro as respostas que procuro.

Anna Maria:
Suas palavras me fizeram lembrar o livro “O poder e a glória”, de Graham Greene. A história, ambientada no México durante as perseguições anticlericais, tem como protagonista um sacerdote bêbado, que no final cria coragem para comportar-se como um herói.

Certo dia, esse sacerdote encontrou uma Bíblia em uma casa e, dentro dela, uma folha com as passagens para ler nos momentos tristes, alegres, em caso de necessidade etc. Ele ficou perplexo diante deste uso da Bíblia.

Eu também não sou da ideia de abrir o texto sagrado para encontrar uma resposta imediata para as próprias necessidades.

Pior ainda quando se escolhe uma página aleatoriamente, porque neste caso se corre o risco de tentar o Senhor. A Bíblia não é um livro mágico, mas contém a revelação de Deus aos homens. Uma revelação progressiva, dentro de uma história, que culmina em Cristo, morto e ressuscitado por nós.

A Bíblia nos apresenta a história da salvação, a relação de amor entre Deus e o seu povo. Voltar a ler, de vez em quando, uma passagem desta história, inclusive aleatoriamente, é algo bom, mas precisa ser feito com fé, sem implicações supersticiosas.

A leitura precisa, além disso, ser acompanhada pela oração e feita em comunhão com a Igreja, pedindo, em caso de necessidade, a ajuda do pároco ou de uma pessoa especialista.

O Papa Francisco já falou de um esquema para ler a Bíblia em um ano. Na Escritura, é o próprio Deus quem dialoga conosco. Isso acontece sobretudo na liturgia. Por isso é que existem lugares que publicam o Evangelho de cada dia com um breve comentário. Para que, ao compreender a Palavra de Deus, possamos colocá-la em prática.

Fonte Aleteia

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Matéria - 26/09/2014 – Oitavo encontro da “Escola de Salesianidade” reflete Dom Bosco e a Missão.

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Na quarta sexta-feira do mês de setembro, fiéis da paróquia N S Auxiliadora participaram da Escola de Salesianidade. Sob a orientação do P. José Hess, SDB e diretor salesiano em Ponta Grossa - foi realizado o oitavo encontro do livro “Temas de Salesianidade” – Dom Bosco e a Missão. Padre Hess, como é conhecido, explicou bem o tema escrito pelo P. Sergio Ramos de Souza e buscou repassar mais dados históricos do espírito missionássio de Dom Bosco e dos Salesianos. Na América do Sul, a presença salesiana teve início pela Argentina em 11/11/1875. Hoje, as expedições missionárias salesianas já passam de 140. Ainda falou sobre outras muitas missões salesianas do passado e do presente. Os participantes, cerca de 30, foram divididos em grupos e puderam ler e refletir juntos as páginas 151 a 153 do livro, e após, houve um breve plenário. P. Hess salientou que “Dom Bosco já tinha o ardor missionário desde jovem”. Também reforçou o sonho de Dom Bosco sobre Brasília. 


Em seguida, contou o fato ocorrido com o presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, pela passagem dos 50 de Brasília, ao citar o sonho de um grande homem chamado Dom Bosco, referindo-se ao sonho de Brasília: “- Brasília é uma cidade jovem, de 50 anos, que começou em 1883 com Dom Bosco, que teve a visão de que a capital de um grande país seria construída entre o quinto e o vigésimo paralelo e seria um modelo para o futuro. Ela existe agora, mostrando que democracia é o melhor parceiro do progresso - disse ele, antes de se despedir com um ‘muito obrigado’”. Barack Obama – Extra online (http://extra.globo.com/noticias/brasil/obama-arrisca-palavras-em-portugues-lamenta-ter-perdido-carnaval-1358421.html)

Colaborador(a): Jackson Rodrigo Eidam
Correção: Maria Cristina Piotrovski

sábado, 4 de outubro de 2014

Matéria - 27/09/2014 – II FECARE (Festival Catequético Religioso)

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Teatro, danças, músicas e apresentações realizadas pelos catequisandos da comunidade N. S. Aparecida, da paróquia N. S. Auxiliadora, abrilhantaram o II FECARE (Festival Catequético Religioso), com pastelada. O evento foi realizado no sábado, dia 27/09, a partir das 17h e entrou noite adentro. O objetivo do festival é integrar a catequese e os pais/parentes dos catequisandos. Este ano, o tema escolhido para as apresentações foi o Bicentenário de Dom Bosco. Os painéis foram pintados pelos catequistas e o início das apresentações foi marcado por uma exibição de slides sobre a vida de Dom Bosco. O animador Josemar Severino abusou de perguntas relâmpago sobre a vida de Dom Bosco, para depois presentear os ganhadores com belos brindes. Junto ao Festival, foi realizada uma pastelada com a intenção de arrecadar fundos para a compra de equipamentos para os catequistas. A coordenadora da catequese da comunidade, a Sra. Marina Caillot, aproveitou para agradecer a equipe de senhoras que colaborou nos trabalhos da pastelada. Agradeceu a colaboração da Maria José com a limpeza do salão, aos catequistas que se empenharam preparando os catequizandos e ajudando durante evento, além da colaboração do Sandro (da comunidade N Sra da Glória) com o som, e em especial aos catequisandos, que se empenharam e realizaram uma tarde e noite agradável para todos.

Colaborador(a): Jackson Rodrigo Eidam
Correção: Maria Cristina Piotrovski

sábado, 27 de setembro de 2014

Matéria - 13e14/09/2014 – Paroquianos fazem peregrinação ao Santuário Dom Bosco em Brasília/DF.

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Nos dia 13 e 14 de setembro de 2014, em pleno ano do Bicentenário de Nascimento de São João Bosco, membros da paróquia N S Auxiliadora de Ponta Grossa/PR fazem peregrinação ao Santuário Divino Pai Eterno, em Trindade/GO e aproveitaram para ir em romaria até Brasilia/DF, para visitar o Santuário Dom Bosco. A sra. Maria de Lurdes nos conta, que há nove anos organiza a Romaria até Trindade, em Goiás. No ano de 2013, retornando do Rio de Janeiro, após participar com os paroquianos peregrinos da JMJ Rio2013 (Jornada Mundial da Juventude), resolveu organizar uma Romaria em 2014 à Brasília, para visitar o Santuário Dom Bosco, em comemoração pelo Bicentenário de nascimento do santo. Participaram este ano, membros das comunidades Nossa Senhora da Glória e Aparecida. A sra. Maria de Lurdes nos relata o que foi organizar esta romaria – “Como coordenadora já me emocionei em vários lugares santos deste Brasil, mas por se tratar do Santuário de Dom Bosco, é uma experiência de fé a mais.” Os participantes puderam aproveitar e conhecer um pouco mais da cidade de Brasilia/DF. 

Dom Bosco, SDB, foi um sacerdote católico italiano, fundador da Pia Sociedade São Francisco de Sales e proclamado santo em 1934. Nasceu João Melchior Bosco e foi aclamado por São João Paulo II como o "Pai e Mestre da Juventude". Dom Bosco é o padroeiro da capital federal do Brasil, Brasília.

Dom Bosco e Brasília
Em um sonho, vê, entre os paralelos 15 e 20 do hemisfério sul, um lugar de muita riqueza, próximo a um lago:
“Tra il grado 15 e il 20 grado vi era un seno assai lungo e assai largo que partiva di un punto che formava un lago. Allora una voce disse ripetutamente, quando si verrano a scavare le miniere nascoste in mezzo a questi monti di quel seno apparirà qui la terra promessa fluente latte e miele, sarà una ricchezza inconcepibilie. (Memorie Biografiche, XVI, 385-394)”
Esse lugar é atribuído, por alguns intérpretes, como sendo Brasília. Motivo pelo qual São João Bosco é considerado um dos padroeiros dessa cidade brasileira.
Fonte site Wikipédia 

Colaborador(a): Sandro Luís Bitobrovec
Correção: Maria Cristina Piotrovski

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Matéria - 20/09/2014 – “Casamento Comunitário” – casais se unem a Deus com mais de 400 presentes.

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Dezoito casais celebram a tão esperada união em Deus em legitimação comunitária na tarde do sábado – 20/09 – na matriz da paróquia N Sra Auxiliadora de Ponta Grossa. A celebração foi presidida pelo pároco P. Leo Kieling e contou com a participação de mais de 400 presentes, entre convidados, familiares, amigos dos noivos e demais membros da paróquia. Estes casais já têm uma história de união, lhes faltando receber o sacramento do matrimônio para reforçar sua união com Deus. Alguns contaram com a presença dos filhos, o que enriqueceu ainda mais a celebração. Os casais foram preparados com antecedência, nos dias 16 e 17 de agosto de 2014, em um Encontro de Legitimação para casais que vivem juntos. O grupo MFC (Movimento Familiar Cristão), que é composto pelos casais Luis e Jussara Rettig, Luis Cesar e Mariuda, Ademir e Luciana, Braz e Julieta e José Valdir e Adriana, trabalhou nestes 2 dias para preparar os casais para o Sacramento do Matrimônio. 

P. Leo Kieling reforçou a importância da família na sociedade – “Mostrem à sociedade que ainda vale a pena ser uma família... A família é a Igreja doméstica!” e acrescentou, que “O casal deve assumir junto as responsabilidades do matrimônio... Ser sempre unidos, saber perdoar um ao outro, estar juntos na hora da dor e construir sua família na rocha. Assim, a família não será destruída.” Algumas noivas compareceram vestidas de noiva e todos estavam visivelmente felizes.

Colaborador(a): Jackson Rodrigo Eidam
Correção: Maria Cristina Piotrovski

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Matéria - 13e14/09/2014 – AJS de Ponta Grossa promove retiro para jovens.

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No segundo final de semana do mês de setembro, mês da Bíblia, a Articulação da Juventude Salesiana (AJS) promoveu um retiro para jovens e adolescentes da paróquia Nossa Senhora Auxiliadora. “Então gente, tipo eu só tenho que agradecer a Deus, porque acho que não tem outra explicação pra o que aconteceu nesse retiro; eu estava bem animada, muito emotiva e isso fez com que eu fizesse novos amigos e me aproximasse mais daqueles que já eram. Então quero agradecer a DEUS por ter levado vocês até lá, um beijo para cada um e que a gente se encontre logo...” Letícia Ribeiro, jovem da comunidade N Sra do Rocio, integrante da AJS. Iniciado com uma calorosa acolhida, que contou com a ajuda de membros do Grupo de Oração Jovem (GOJ) Sentinelas da Manhã, o cronograma do retiro foi dividido em momentos de louvor e animação, oração, palestra, oficinas, partilha e também muita descontração, fotografias e lanche.

Logo no início das atividades, com uma oração do Evangelho de São Marcos 4,35-41, onde comparados a um barquinho, os adolescentes oraram e “abrindo o coração” pediram a Deus para que os guiasse. Divididos em três grupos, os jovens participaram de seis oficinas durante os dois dias, com os temas: redes sociais, sociedade, comunidade, amizade, família e relacionamentos. As oficinas foram bem organizadas e muito importantes, pois fazem parte da realidade, não só juvenil, mas de todos, “colocamos em pauta as cruzes da nossa vida”, afirma P. Thiago. Os participantes tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre os ritos e símbolos litúrgicos na ‘missa teatral’, presidida pelo Frei Gabriel, que sabiamente usou a comparação da missa com um aniversário. Também puderam ter uma experiência nova diante de Jesus Eucarístico, fazendo exame de consciência, confissão e adoração, durante a celebração penitencial, na noite do sábado.

Encerrando o retiro, P. Thiago presidiu a missa do domingo, dia que celebramos a Exaltação da Santa Cruz, e em sua homilia, citou momentos marcantes da vida de Dom Bosco, “... Dom Bosco escolhe salvar almas... Percebe que se aqueles jovens estão morrendo lá fora é porque falta alguém olhando por eles... Ele soube carregar sua cruz, ele soube olhar para a meta, não foi compreendido no tempo dele, com certeza, a loucura da cruz...”, disse o padre. Através deste retiro, os jovens refletiram sobre sua maneira de ser um jovem cristão, de ter atitudes cristãs no dia a dia, conforme suas cruzes, dificuldades e também, suas alegrias.

Colaborador(a): Alexsandra Denise Pereira
Correção: Maria Cristina Piotrovski

domingo, 21 de setembro de 2014

Matéria - 15/09/2014 – Padres da paróquia N Sra. Auxiliadora de Ponta Grossa produzem “Vinho de Laranja”.

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Não é de hoje que somos surpreendidos pelas belas ações, extra-oficiais, dos sacerdotes salesianos de Ponta Grossa. Com uma horta sempre produtiva, eles já vêm colhendo generosos frutos. Desta vez, aproveitando o feriado de aniversário da cidade de Ponta Grossa de uma forma diferente e interessante, como relatou o P. Aristides Girardi. Os salesianos José Hess, Leo kileing, Aristides Girardi e os convidados: Diácono Permanente Augusto Rota (como sócio), Luciane Rota e Marisa (secretária paroquial), participaram da produção de "VINHO DE LARANJA". P. Aristides aproveita para avisar que “em alguns meses teremos a "especiaria", para degustar e apreciar (com moderação)”. E acrescentou, “foi só uma ocupação, aguardando uma chuvinha para nossa horta, escolhemos esta outra ‘boa ocupação para descansar’, no feriado.” 

Colaborador(a): Jackson Rodrigo Eidam
Correção: Maria Cristina Piotrovski

sábado, 20 de setembro de 2014

Matéria - 15/09/2014 – Paroquianas da Pastoral da Criança participam do desfile em comemoração aos 191 anos de Ponta Grossa.

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Em comemoração aos 191 anos da cidade de Ponta grossa, algumas integrantes da Pastoral da Criança das comunidades desta paróquia, participaram do desfile em homenagem à cidade na Av. Vicente Machado, juntamente com as diversas autoridades e demais organismos da sociedade princesina. As oito integrantes aproveitaram para levar material de divulgação de seus trabalhos e também levaram algumas crianças, que participaram com camisetas da pastoral. A Pastoral tem executado um precioso trabalho nesta paróquia, ajudando muitas famílias em quase todas as comunidades.

Colaborador(a): Jackson Rodrigo Eidam
Correção: Maria Cristina Piotrovski

Matéria - 14/09/2014 – Catequese promove Retiro de Crisma para três comunidades.

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No domingo 14 deste mês, a Pastoral Catequética promoveu, para adolescentes das Comunidades N. Sra. Aparecida, N. Sra. da Glória e Dom Bosco, da Paróquia N S Auxiliadora, o Retiro de Crisma. O retiro aconteceu nas dependências da Comunidade N. Sra. Aparecida e contou com a colaboração dos catequistas Cleusi Delgobo, Drika Pitela, Claudia Mara Delfino, Valdimir Martins Delfino, Rhamon Delfino, Adriane e José Carlos Ferreira. A animação ficou com o jovem Alex e seus amigos, da paróquia Bom Jesus, que doaram seu tempo, além da colaboração de três seminaristas, estudantes de filosofia do seminário São José e membros da Pastoral Vocacional da Diocese de Ponta Grossa. 

“A adoração foi o momento de encerramento do retiro e realmente foi muito emocionante. Principalmente, o momento em que o dirigente pediu aos catequizandos que fossem até seus pais e os levassem até Jesus exposto sobre o altar; foi de arrepiar e chorar...” relatou a coordenadora Marina.

A coordenação ainda aproveita para agradecer a importante colaboração da Equipe de senhoras da comunidade N. Senhora da Glória, coordenadas pela Sra. Rosangela Zancanella, que trabalharam o dia todo na cozinha, preparando: café da manhã, almoço e lanche da tarde para os participantes. Para a adolescente Gabriela Eloisa, o retiro “Foi tudo de bom”. Participaram 76 adolescentes do quinto tempo da catequese. A Crisma para estas comunidades está marcada para 01 de novembro, às 16 horas, na matriz N Sra. auxiliadora.

Colaborador(a): Jackson Rodrigo Eidam e Marina Caillot
Correção: Maria Cristina Piotrovski

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