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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Notícia - Unção dos Enfermos: um sacramento de vivos.

Conheça o essencial sobre o mais incompreendido dos sacramentos.
A Unção dos Enfermos é, provavelmente, o menos compreendido dos sacramentos. Eis o fundamental que um católico precisa saber a respeito desse dom de Deus para a Igreja:

- A Unção dos Enfermos é um sacramento, ou seja, um sinal sensível instituído por Jesus Cristo para nos dar a graça santificante e certas graças específicas, que são próprias de cada um dos sete sacramentos (Batismo, Confissão, Eucaristia, Confirmação, Matrimônio, Sacerdócio e Unção dos Enfermos). No caso da Unção dos Enfermos, essas graças específicas são a preparação da alma para o Céu, o perdão dos pecados veniais, das imperfeições e até dos pecados mortais, e, se Deus julgar oportuno para a salvação do enfermo, a graça da recuperação da saúde.

- “Pela sagrada Unção dos Enfermos e pela oração dos presbíteros, a Igreja toda entrega os doentes aos cuidados do Senhor sofredor e glorificado, para que os alivie e salve. Exorta os mesmos a que livremente se associem à paixão e à morte de Cristo e contribuam para o bem do povo de Deus” (Catecismo da Igreja Católica - CIC, nº 1499).

- A Unção dos Enfermos não é um sacramento apenas dos que estão no fim da vida. Ela pode ser recebida quando o fiel começa, por doença ou por velhice, a correr o risco de morrer (cf. CIC, nº 1514).

- Se um doente que recebeu a Unção dos Enfermos recuperar a saúde, ele pode, em caso de nova enfermidade grave, receber o sacramento novamente. O sacramento também pode ser repetido no decurso da mesma doença caso ela se agrave. É conveniente receber a Unção dos Enfermos antes de uma operação cirúrgica importante e nos casos de acentuação da fragilidade das pessoas de idade (cf. CIC, nº 1515).

- Só os bispos e presbíteros podem ministrar a Unção dos Enfermos e eles têm o dever de instruir os fiéis sobre os benefícios deste sacramento. Os fiéis devem encorajar os doentes a pedi-lo. Por sua vez, os doentes devem preparar-se para receber o sacramento com boas disposições. A comunidade eclesial é convidada a rodear os doentes com suas orações e atenções fraternas (cf. CIC, nº 1516).

- Ao administrar este sacramento, o ministro unge o doente na fronte e nas palmas das mãos. A prática vem da Igreja primitiva, quando os apóstolos, imitando Jesus Cristo, usavam os óleos e a imposição das mãos para pedir a Deus a cura dos doentes.

- Se possível, o doente deve confessar-se. É por esta razão que só o sacerdote pode administrar a Unção dos Enfermos.

- Uma pessoa comprovadamente morta não pode mais receber este sacramento, já que a Unção dos Enfermos não é um sacramento de mortos nem para pessoas que já não estão no pleno uso das suas faculdades. A Unção dos Enfermos é um sacramento de vivos, voltado a sanar a alma e, se possível, também o corpo do enfermo ou da pessoa prestes a morrer.

- A Igreja determina que se não administre este sacramento aos que "perseveram obstinadamente em pecado grave manifesto" (cf. Cânone 1007), porque é preciso respeitar a liberdade de escolhade cada alma.

- A Unção dos Enfermos é claramente mostrada na Bíblia, sendo prefigurada no Evangelho de Marcos: “Partindo, eles pregavam que todos se arrependessem. E expulsavam muitos demônios e curavam muitos enfermos, ungindo-os com óleo” (Mc 6,12-13). A Carta de São Tiago recomenda o sacramento e explica como ele deve ser ministrado: "Alguém dentre vós está doente? Mande chamar os presbíteros da Igreja para que orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor. A oração da fé salvará o doente e o Senhor o aliviará; e, se tiver cometido pecados, estes lhe serão perdoados" (Tg 5,14-15).

- Devido à iminência da morte, os sacramentos da Confissão e da Unção dos Enfermos também são oferecidos aos prisioneiros saudáveis sentenciados à pena capital nos países em que ela está em vigor.

O papa Francisco é insistentemente enfático em ressaltar amisericórdia de Deus Pai e em nos convidar a guardar sempre viva a esperança em Deus e na sua bondade infinita. O próprio Jesus Cristo é explícito a este respeito: "Há mais alegria no céu por um só pecador que se converte do que por noventa e nove justos que não precisam de conversão" (Lc 15,7). Afinal de contas, esta é a mensagem do cristianismo: Deus é nosso Pai, nos ama infinitamente e está disposto a tudo para nos perdoar e nos dar a eterna felicidade ao seu lado. Ele só não quer nos obrigar a isso e respeita a nossa liberdade de aceitar o seu amor.

Fonte Aleteia

sábado, 4 de abril de 2015

MENSAGEM DE PÁSCOA DO PÁROCO

A Ressurreição dá sentido à vida. 
Viver sem sentido, viver por viver, deixar que a vida vá acontecendo é muito pouco para um cristão, especialmente para quem se tornou discípulo e discípula de Jesus, nas águas do Batismo. Com a Ressurreição de Jesus, a vida ganhou um novo horizonte, abriu uma nova janela para a plenitude, mostrou que nada poderá matar a vida, desde que deixemos o Espírito do Ressuscitado habitar em nós. Quando temos um sentido para viver, quando vivemos com a missão de plantar a semente da vida que vem da Ressurreição de Jesus, o sofrimento não é capaz de tirar a beleza da vida. Queridos paroquianos, para o cristão é proibido ser triste, porque temos a certeza que Cristo está no meio de nós. ELE RESSUSCITOU. ALELUIA. 

Uma Feliz e abençoada Páscoa. 

P. Leo Kieling – Pároco

quarta-feira, 25 de março de 2015

P. Sebastião Camargo, SDB novo vigário paroquial fala sobre seu trabalho...

P. Sebastião Camargo, SDB novo vigário paroquial fala um pouco de sua pessoa, sua formação e seus trabalhos a serem desempenhados nesta paróquia.

CS - Nome completo, idade e cidade natal?
Pe Sebastiao Alaertes Bueno de Camargo, 45 anos e natural de Ponta Grossa

CS - Data e local de Ordenação?
30 de janeiro de 2000
Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora

CS - Como foi sua caminhada vocacional? E preparatória para ordenação?
Bom, fiz o meu ensino fundamento no seminário, que tinha uma escola chamada Instituto São Jose. Depois fui estudar em uma escola do estado, mais frequentava o seminário com um grupo que jogava vôlei durante alguns dias da semana e depois todo o domingo no Centro Juvenil.
Depois de certo tempo fui convidado por algumas pessoas que trabalhavam no Centro Juvenil, a fazer parte desse grupo. Esse grupo era coordenador pelo Padre Aristides Girardi, e alguns seminaristas faziam parte. Também fazia parte desse grupo a Irmã Salesiana Silvia, que na época fazia faculdade e ajudava na coordenação.
Depois de alguns convites para fazer um projeto de vida, acabei aceitando a experiência e ai tudo em minha vida começou a mudar. Nessa época eu trabalhava em uma empresa de reflorestamento, estudava a noite e tinha feito um concurso para entrar como Cabo, no exercito, tinha passado e com a possibilidade de ir para o Rio de Janeiro ou Brasília.
Contudo, deixei o meu trabalho, a possibilidade de ir para o Rio de Janeiro ou Brasília e fui fazer a experiência no seminário. Confesso que não foi fácil, devido a metodologia e o tratamento que recebíamos, mais acreditava muito no meu chamado e pouco a pouco fui vencendo as dificuldades, entendendo a metodologia, conhecendo o carisma, etc. Fiz s faculdade de Filosofia em Viamão-RS, o meu noviciado em São Carlos-SP, tirocínio em Viamão-RS, e teologia em Curitiba-PR.
A preparação para a ordenação foi bem organizada, com muita empolgação pela comunidade da matriz, com uma bela semana vocacional, o tríduo muito bem participado e uma celebração muito bonita e bem participada.

CS - Quais pastorais, ou movimentos e ou equipes salesianas atuou e atualmente atua?
Desde estudante sempre trabalhei na AJS, mais comecei a fazer parte realmente da equipe em 1998, ficando até o ano de 2009. Fui coordenador do Estado de Santa Catarina de 2000 a 2009, até ir para a Europa estudar.
Fiz parte também da equipe da Pastoral Menor, hoje conhecida como Equipe de Ação Social, e da Formação CIF.
Atualmente não faço parte de nenhuma equipe ou comissão da inspetoria.
Depois da minha ordenação sacerdotal fui destinado a coordenar e organizar a Obra Social em Joinville, onde trabalhei como coordenador da Obra Social Centro Educacional Dom Bosco de 2000 a 2003
Fui administrador da Obra Social parque Dom Bosco – Itajaí – 2004 a 2006
Continuei como administrador e também assumi o serviço de diretor na obra Social Dom Bosco – Itajaí – 2007 a 2009
De setembro de 2009 a dezembro de 20011 – estudos na UPS – Roma
Fui Diretor da Obra Social Novo lar de Menores, e formador do pré e pós-noviciado de 2012 a 2014.

CS - Qual sua relação com a AJS?
Trabalhei na AJS desde o seu início, ou seja, quando foi decidido pelo Conselho Geral e o Dicastério da Pastoral Juvenil Salesiana de implantar essa nova metodologia de trabalho no Brasil.
Do ano de 1998, quando realizamos o segundo Congresso de Jovens, até o ano de 2009, trabalhei com os grupos da AJS no Estado de Santa Catarina, na formação, acompanhamento, assessoria e Escola de Espiritualidade.

CS - Favor descrever um pouco de sua viagem à Itália.
Fui a pedido da Inspetoria estuda na nossa Universidade Pontifícia Salesiana, conhecida como UPS, fazendo o Mestrado de Teologia, com especialização em Pastoral Juvenil e Catequética, para ajudar ainda melhor na formação dos grupos da AJS.
No início dessa experiência confesso que não foi nada fácil. Sair do meu país, sem saber falar bem o italiano, com uma cultura totalmente diferente e meu pai estava se recuperando de uma doença. Contudo, enfrentei tudo com muita fé, com muita dedicação e paciência. Meu curso era para ser feito em três anos, mais como podia ficar apenas dois anos resolvi e fiz o meu curso em dois anos. Fui para Roma em setembro de 2009, e retornei em dezembro de 2011.

CS - Qual sua função e como a desempenhará nesta paróquia?
Bom a minha principal função na Paróquia e de ser vigário paroquial, e ajudar principalmente a assessorar e acompanhar os grupos da AJS.
Acredito que vou fazer o meu trabalho com muita dedicação e amor, principalmente acompanhando os adolescentes e jovens da Paróquia.
Vou também acompanhar a Renovação Carismática
Vou também acompanhar a Pastoral da Criança

CS - Quais seus planos, ou desejos, ou metas para esta sua estadia em Ponta Grossa?
Fazer bem o meu trabalho e ajudar no que for possível aos adolescentes, jovens e adultos, seja nas pastorais específicas ou quando for solicitado.
Pretendo também dar aulas na Teologia se tiver oportunidade e realizar bem as missas nas comunidades.

CS - Breve mensagem pessoal como vigário paroquial aos jovens e demais paroquianos.
Quando decidi ser salesiano e padre, queria unicamente trabalhar com os jovens, dar a oportunidade a eles através das nossas escolas, obras sociais e paróquias ter um mundo melhor, e uma chance de ver a realidade com outros olhos. Continuo acreditando nisso, e vou tentar fazer o melhor no trabalho que desempenhar na paróquia.

A equipe de comunicação agradece e deseja um bom e abençoado trabalho ao P. Sebastião nesta comunidade paroquial.

terça-feira, 24 de março de 2015

Missas pelo Bicentenário de Dom Bosco.



Missa em preparação ao Bicentenário do nascimento de Dom Bosco
SÁBADO - 28/03/15 - 19h
Comunidade N. S. Aparecida - 31 de Março
Rua Fagundes Varela, s/nº - Núcleo 31 de Março

Adquira sua CAMISETA DO BICENTENÁRIO

Notícias - Com o coração de Dom Bosco. Entrevista exclusiva com Mons. Jonas Abib, fundador da Canção Nova.

Monsenhor Jonas Abib, fundador da Comunidade Canção Nova, fala ao Boletim Salesiano sobre as influências de Dom Bosco em sua vida e sua missão.
Monsenhor Jonas Abib nasceu em 21 de dezembro de 1936, na cidade de Elias Fausto, SP, e foi ordenado sacerdote salesiano em 8 de dezembro de 1964, com o lema “Feito tudo para todos” (1 Cor 9,22). Ele saiu da Congregação para iniciar a Comunidade Católica Canção Nova, mas, como destaca nesta entrevista, nunca deixou de ser um salesiano de coração. Tanto que a Canção Nova, desde 2010, é um dos ramos oficiais da Família Salesiana.

Boletim Salesiano – O senhor acaba de completar 50 anos de sacerdócio. Quais foram as principais alegrias ou desafios, ao longo dessa trajetória?
Monsenhor Jonas Abib – Os desafios foram muitos e as alegrias igualmente. Mas eu penso que o maior desafio foi justamente quando eu estava no último ano de teologia, portanto, para ser ordenado. Eu fiquei doente. Uma doença inexplicável, a ponto de eu ter de deixar o seminário e ficar cerca de seis meses fora do curso teológico. Foi só por Deus que eu consegui superar. Nesse ínterim, eu tive a graça do meu encontro pessoal com Jesus: o que mudou os rumos da minha vida! Isso me deu uma força tão especial, que fez com que eu falasse com meus superiores. Embora eu tivesse passado seis meses fora do seminário, eu estudei a matéria do primeiro semestre, fiz os exames e, segundo meus superiores, se eu passasse, eu me ordenaria. Passei! Com a nota mínima, mas passei. E, com isso, no dia 8 de dezembro de 1964, eu recebi a ordenação sacerdotal. Foi realmente uma graça especial de Deus. Um desafio que foi posto diante de mim e que, pela graça de Deus, superei.

BS – Quais são as recordações mais intensas do tempo vivido no seminário salesiano?
Monsenhor Jonas – A maior lembrança é dos meus formadores. Eu tive homens santos durante a trajetória dos anos do meu seminário. Homens realmente de Deus e homens de acordo com o coração de Dom Bosco, de maneira que eles me passaram uma formação muito boa, que foi de um valor enorme para minha vida e também para aquilo que hoje eu realizo que é estar à frente da Canção Nova. Eu louvo a Deus pelos superiores que eu tive, pelos formadores que Deus me deu.

BS – Em que contexto nasceu a Comunidade Canção Nova e qual foi o principal objetivo de sua fundação?
Monsenhor Jonas – Foi depois de um capítulo da Inspetoria Salesiana. Uma coisa estranha aconteceu comigo. Eu senti que eu devia deixar a Congregação e caminhar no trabalho com jovens. Todos acharam estranho: por que querer trabalhar com jovens fora da Congregação? Mas, era algo superior a mim mesmo. Eu conversei com meus superiores, foi todo um diálogo que foi necessário se realizar porque, como eu expliquei, era uma coisa incompreensível, mas eles cederam. Eu dei este passo e era o que Deus queria. O trabalho com jovens cresceu muito, nós realizamos inúmeros encontros, depois experiências de oração. Nesse meio tempo, eu tinha conhecido a Renovação Carismática Católica, apliquei isso também com aqueles jovens e foi uma coisa admirável. E, foi dessa forma que surgiu a ideia da Canção Nova. Que era justamente termos uma comunidade com a qual se multiplicasse o meu trabalho. Com a comunidade podemos fazer mais ainda para a glória de Deus. Isto tudo resultou o que é a Canção Nova nos dias de hoje. Era vontade de Deus realmente que isso acontecesse. Eu, na verdade, saí da Congregação apenas canonicamente, mas o meu coração foi sempre salesiano e o meu modo de ser foi sempre salesiano. Tanto assim que, hoje, nós somos Família Salesiana e fazemos questão de sê-lo de verdade!

BS – Na opinião do senhor, quais foram as principais conquistas da Canção Nova, ao longo desses 36 anos?
Monsenhor Jonas –A primeira conquista foi justamente a conversão de inúmeras pessoas. Pessoas que não tinham religião e que voltaram pra Deus. Pessoas que já eram de Igreja, mas que se afervoraram. Tornaram-se verdadeiros apóstolos e se entregaram literalmente a Deus. Esse sim é o maior trabalho, a maior realização. Mas fomos impulsionados pelo Evangelii Nuntiandi, a também utilizar os meios de comunicação. No início, uma pequena rádio que cresceu rapidamente e isso é admirável aos nossos olhos. Da rádio gerou a televisão com toda sua potência - é a 5ª maior emissora do país e transmitimos também para o exterior. Então eu só posso dizer: essa é uma Obra admirável!

BS – O que significou para a Comunidade Canção Nova ser admitida oficialmente na Família Salesiana?

Monsenhor Jonas – Foi tudo! Porque era o coroamento daquilo que nós éramos. O reitor-mor veio justamente assinar embaixo daquilo que nós éramos. E, agora ele, com autoridade de reitor-mor nos dizia: “Vocês são Família Salesiana”. E nós, mais do que nunca, abraçamos aquela realidade que já vivíamos, mas que agora éramos oficialmente. Nós somos muito gratos ao reitor-mor, à Congregação Salesiana, somos muito gratos a Deus.

BS – Como o carisma de Dom Bosco é vivido, hoje, na Comunidade Canção Nova?
Monsenhor Jonas – Com toda modéstia, eu digo, é vivido na sua totalidade. Primeiro porque nosso grande trabalho é com os jovens. Temos trabalho também na área de educação, um grande colégio além de uma faculdade. Mas, principalmente o nosso trabalho é levar Cristo a uma multidão de jovens. Com os encontros que nós realizamos aqui em Cachoeira Paulista, com os encontros que nós fazemos por todo o Brasil, com os livros e também com os nossos programas de televisão. Nós estamos totalmente inseridos no trabalho com a juventude. Outro trabalho muito especial que nós fazemos é o trabalho social. Como Dom Bosco, nós trabalhamos diretamente com a juventude mais pobre que precisa realmente promover-se, que precisa se profissionalizar, que precisa conhecer a Deus, voltar à Igreja. Nós trabalhamos com a juventude mais pobre aqui em nossa cidade e queremos fazer isso com mais intensidade.

BS – Para finalizar a entrevista, que mensagem o senhor teria aos leitores do Boletim Salesiano?
Monsenhor Jonas – Vivamos o sistema preventivo! Eu afirmo que ele funciona. Ele realiza naquilo que Dom Bosco queria e que nós hoje traduzimos assim: “Homens novos para um Mundo Novo”. Realmente vivendo o sistema preventivo nós estaremos aí, lado a lado com os jovens. Quantos problemas que a nossa juventude está enfrentando e o sistema de Dom Bosco atende a tudo isso. Especialmente, que nós levemos educação e religião a esses jovens. O que eles estão necessitando é disso. Eles precisam de Deus. E eles precisam ser “bons cristãos e honestos cidadãos”. Dom Bosco tinha a chave – nós devemos com essa chave abrir a porta para que muitos possam ser aquilo que Deus quer.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Notícia - Prevenindo-se contra LER/DORT.

Muitos profissionais ao final de um dia de trabalho se queixam de cansaço, formigamento, dores nos braços, costas e pescoço, principalmente aqueles que fazem uso constante do computador. Esses sintomas, muitas vezes, são decorrentes de uma lesão muscular causada por uma postura incorreta durante um longo período. Conhecidas pelas siglas LER (Lesões por Esforços Repetitivos) ou DORT (Distúrbios Osteo musculares Relacionados ao Trabalho), tais patologias afetam tendões, músculos e nervos. 

Segundo o Instituto Nacional de Prevenção às LER/Dort, tais distúrbios são a segunda maior causa de afastamento do trabalho no Brasil e atingem o trabalhador no auge de sua produtividade e experiência profissional, tendo uma maior incidência na faixa etária de 30 a 40 anos, sendo as mulheres as mais atingidas. De tão importante tal tema ganhou um dia especial: no dia 28 de Fevereiro é celebrado o Dia Internacional de Conscientização sobre as LER/Dort. (*1) 

CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS 
As principais causas de tais patologias são os movimentos repetitivos e postos de trabalhos inadequados, fazendo com que fiquemos em posturas inadequadas por muito tempo. Diante de um cenário assim, as conseqüências mais comuns são: 
Tendinites - inflamações nos tendões; 
Epicondilites – inflamações nos cotovelos; 
Síndrome do túnel do carpo – inflamação do nervo na região do punho. Para quem precisa trabalhar por muito tempo em frente ao computador é muito importante a maneira se posiciona diante dele. Para isso, existe uma ciência chamada ERGONOMIA que estuda e desenvolve tecnologias para adaptar o ambiente de trabalho de forma que amenize ou não prejudique a saúde do trabalhador. Em muitas situações são necessários móveis ergonômicos, mas a maioria dos casos é possível corrigir a postura e ajustar posicionamento dos móveis sem nenhum gasto extra. 

EVITANDO O PROBLEMA 
A melhor forma de combater a LER/DORT com certeza é a prevenção. As dicas a seguir poderão ajudá-lo a prevenir-se: 
Estabeleça pausas. Embora não exista um cálculo preciso acerca do tempo necessário, tente se dar uma pausa de 5 a 10 minutos a cada 1h sentado. Aproveite para levantar-se, caminhar um pouco, se possível alongando braços, pernas e pescoço; 
O monitor deve estar entre 45 e 70cm de distância da sua cabeça e alinhado um pouco abaixo da altura dos seus olhos; 
Seu teclado deve ficar em uma posição tal que seus pulsos não fiquem flexionados; 
Sua cadeira deve permitir um apoio razoável para suas costas, seus pés devem tocar completamente o chão e seus joelhos devem estar a 90 graus; 
Sua cabeça deve estar completamente acima de seu corpo, ou seja, seu pescoço deve ficar reto. 
Além dessas medidas de prevenção já citadas, aconselha-se também a prática diária de exercícios de relaxamento e alongamento. A imagem abaixo ilustra alguns exercícios bem simples que podem ser realizados em qualquer lugar e a qualquer momento do dia. 

clique na imagem para ampliar 

IMPORTANTE: Esse informativo tem como objetivo conscientizar sobre a Ergonomia no Trabalho e dar dicas de como prevenir possíveis patologias relacionadas à posturas inadequadas no trabalho, pessoas que já possuem tais enfermidades deverão consultar seu médico. 

Fontes:
http://administrando.net/dort-como-prevenir-se-de-lesoes-musculares-no-trabalho/
http://blog.rachacuca.com.br/2007/03/ergonomia-no-escritorio/
http://www.neuronio20.com/2010/05/prevenindo-se-contra-lerdort.html

quarta-feira, 4 de março de 2015

Selo do Bicentenário


"Eis o Selo que será lançado brevemente pelos Correios do Brasil para comemorar o Bicentenário do nascimento de Dom Bosco. "
Por P. Tarcizio Odelli, SDB

terça-feira, 3 de março de 2015

Orações (imagens)

Para baixar as imagens de orações, clique na imagem e após abrir clique com o botão direito do mouse e depois clique em salvar como... E selecione a pasta onde deseja guardar a imagem. Compartilhe.














Nossa Senhora Auxiliadora, rogai a Deus por nós!

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São João Bosco, rogai a Deus por nós!

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Noticia - Gre-Nal da Paz: avanço histórico rumo à civilidade num Brasil que mata mais do que a guerra na Síria.

Torcedores rivais compartilharam o mesmo espaço e mostraram que a violência não é um destino, mas uma escolha.
Segundo a última edição do Anuário de Segurança Pública (2014), a violência no Brasil exterminou 53.646 pessoas em 2013.

Estes números se referem apenas aos brasileiros assassinados, não incluindo as vítimas de outras formas de violência, como a “guerra do trânsito”, nem as pessoas levadas ao suicídio pelo desespero. Estes casos dobrariam a quantidade de mortes violentas: em 2012, por exemplo, houve 56.337 homicídios, 46.051 acidentes fatais envolvendo os meios de transporte e 10.321 suicídios, totalizando 112.709 brasileiros vitimados pelas diversas formas de violência.

Como comparação, a sangrenta guerra civil na Síria matou 210.000 pessoas em 4 anos (2011 a 2014), ou 52.500 por ano. É um número certamente assombroso, mas inferior à média anual de assassinatos no Brasil, que, oficialmente, é um país "em paz" e, folcloricamente, um “país cordial”.

Outra comparação chocante: com 203 milhões de habitantes e 5.570 municípios, a média populacional por cidade no Brasil seria de 36.445 moradores. Só os homicídios varrem do mapa brasileiro nada menos que um município e meio a cada 12 meses. Ao incluirmos as demais mortes violentas, temos três cidades exterminadas por ano.

Estes números aterradores se manifestam em todos os âmbitos da vida nacional, desde os "menos surpreendentes", como as disputas entre facções do crime organizado, até os ambientes que deveriam ser sinônimo de segurança, proteção e paz, como o lar.

Um ingrediente nada ignorável da violência brasileira são osarroubos passionais, frequentemente motivados por discordâncias de pontos de vista ou de mera preferência pessoal, o que abrange desde as agressões entre militantes de ideologias diferentes até as brigas entre torcidas de times de futebol.

UM PASSO CONCRETO RUMO À MUDANÇA DE MENTALIDADE
Neste contexto de descontrole emocional capaz de provocar selvagerias, uma iniciativa em prol da paz chamou a atenção do país neste fim de semana: o Gre-Nal da Paz, realizado em Porto Alegre.
A rivalidade histórica entre os clubes gaúchos Internacional e Grêmio é costumeiramente apontada como a mais acirrada do Brasil, por literalmente dividir o Rio Grande do Sul em duas metades adversárias.
Para o clássico deste domingo, porém, as diretorias dos dois clubes, o Ministério Público e a Brigada Militar apostaram numa ousada quebra de paradigma: o jogo no Estádio Beira-Rio, do Internacional, contou com uma área de torcida mista, juntando mil colorados e mil gremistas num mesmo espaço de "rivalidade civilizada" e caracterizada pelo sadio espírito esportivo. Junto com a novidade, foi também retomado o "Caminho do Gol", um trajeto a pé entre o centro de Porto Alegre e o Beira-Rio, com torcedores dos dois times rivais caminhando lado a lado rumo ao local do evento esportivo. A iniciativa já tinha feito sucesso durante a Copa do Mundo de 2014 e arrancado elogios inclusive dos turistas estrangeiros.
Neste Gre-Nal da Paz, cada torcedor colorado pôde convidar um torcedor gremista para assistir à partida ao seu lado. A dupla de torcedores precisaria chegar junta ao estádio e passar por uma triagem, apresentando o ingresso adquirido pelo sócio do Inter. 
Alexandre Limeira, diretor de administração do Internacional, declarou: "Queremos mudar o perfil. Não são os vândalos e os brigões que estarão no estádio, e sim as pessoas que entendem que um rival não é inimigo. Não é quantidade: vamos melhorar a qualidade do torcedor que frequentará o estádio. Eles não querem brigar e criar confusão. É um perfil que estava fora do estádio. Eles não podiam conviver com um familiar, um amigo, só pelo fato de torcer para outro time. A minoria que brigava estava ditando o ritmo.
Vamos mudar isso. É uma lição de convivência e tolerância, algo educacional para os próximos clássicos".
Luis Moreira, diretor de administração do Grêmio, concordou: "Nos últimos anos, vimos Gre-Nais no interior e no Uruguai com colorados e gremistas lado a lado, sem problema algum. A maioria das pessoas é de bem. O intuito no clássico é de torcer, não de brigar".

Antes do jogo, uma minoria de vândalos pertencentes a torcidas organizadas de ambos os times se agrediu nas imediações do estádio. Durante a partida, outra parcela reduzida de marginais vestindo a camisa gremista depredou banheiros e tentou assaltar uma lanchonete do Beira-Rio. O caminho ainda é longo até que essa velha mentalidade fique para trás e se torne só mais um capítulo vergonhoso na história da estupidez humana.

Mas o novo passo dado no clássico deste domingo foi um sucesso inspirador, com a torcida mista dando um testemunho histórico de civilidade, evolução e autêntico espírito esportivo.

Fonte Aleteia

Notícia - 8 dicas para aproveitar melhor a missa.

Como fazer algo além de esquentar o banco da igreja.

Muitos vão à missa com a expectativa de tirar proveito dela, mas o que se obtém na missa depende de que tipo de mudança a pessoa está disposta a fazer antes, durante e depois da celebração, porque o que você dedica à missa determina o que você obterá dela.

Permita-me dar 8 sugestões que me ajudaram a tirar mais proveito da missa:
1. Prepare-se adequadamente para a missa
- Leia e estude as leituras antes de ir à missa, e escute com atenção quando se proclama a Palavra.
- Estude os ensinamentos da Igreja. Quanto mais você conhecer Jesus e sua Igreja, mais os amará. Não se pode amar o que não se conhece.
- Confesse-se regularmente. Isso lhe ajudará a preparar-se espiritualmente.
- Reze todos os dias. Sem oração não pode haver vida espiritual!
- Vista-se de maneira apropriada. Você vai se encontrar com o Rei dos Reis. Não se vista como se fosse a um simples jantar, a uma balada ou a uma aula. É uma ocasião especial.
- Chegue a tempo e sente-se nos primeiros bancos. Menos distrações e mais tempo para a oração antes da missa.
- Uma vez na igreja, não fique conversando nem observando as pessoas. Reze.

2. Tenha uma atitude adequada
- Não espere algo divertido. Você está na missa para oferecer a Deus adoração e receber a graça.
- Busque Deus em cada momento da missa.
- Não permita que as distrações externas atrapalhem sua paz interior.
- Encontre na pregação uma informação preciosa para levar para casa.

3. Participe plenamente
- Cante, ainda que seja meio desafinado.
- Responda às orações e reze com vontade. Dê o seu melhor a Deus e não se preocupe pelo que os outros vão pensar.
- Lembre-se de que a missa não é um momento para as relações sociais.
- Ofereça a Deus sua dor e seu sofrimento, sua alegria e suas orações.

4. Escute a Palavra de Deus e deixe transformar por ela
- Você está aberto a que Deus o transforme? Se não estiver, não vai se transformar.
- Escute a Palavra que se proclama e deixe que ela o desafie.
Procure algum aspecto da homilia para aplicar durante a semana.

5. Conheça, compreenda e proclame sua fé
- Não se limite a recitar o Credo: proclame-o compreendendo o que está dizendo.

6. Dê o dízimo
- Se todo católico desse do dízimo, imagine tudo o que poderia ser feito.
- Sim, é nosso dever sustentar a Igreja, mais por nossa fé que pela Igreja em si.
- A maioria das pessoas dá uma "esmola", não o dízimo. Dê o dízimo, não uma esmola.
- Dar o dízimo ajuda a ordenar corretamente os dons que Deus nos deu.

7. Ao comungar, entenda o que você está fazendo
- Você está assimilando o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Deus.
- Está se unindo ao céu na terra.
- Está se tornando uma só coisa com o Corpo de Cristo.
- Tenha reverência.
- Compreenda que Ele está em todos os que O receberam.

8. Fale sobre Deus às pessoas
- Agora você tem o poder de evangelizar (compartilhar a Boa Notícia de Jesus), que é o motivo pelo qual a Igreja existe.

"Se realmente compreendêssemos a missa, morreríamos de alegria" (São João Maria Vianney).

Fonte Aleteia

CAMISETAS DO BICENTENÁRIO

Camiseta em poliviscose
*Estão disponíveis na secretaria paroquial camisetas do Bicentenário de Dom Bosco, valor R$20,00 adquira a sua na secretaria paroquial. Tamanhos disponíveis: 12 ,14 ,P, M, G , GG e EG

sábado, 28 de fevereiro de 2015

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