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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Notícia - O que a Igreja ensina sobre jejuar e abster-se de carne?

Uma resposta clara à dúvida de muitos católicos.
A abstinência e o jejum são formas de penitência interior. O Catecismo da Igreja Católica define penitência interior como sendo:

"Uma reorientação radical de toda a vida, um retorno, uma conversão para Deus de todo nosso coração, uma ruptura com o pecado, uma aversão ao mal e repugnância às mãs obras que cometemos. Ao mesmo tempo, é o desejo e a resolução de mudar de vida com a esperança da misericórdia divina e a confiança na ajuda de sua graça. Esta conversão do coração vem acompanhada de uma dor e de uma tristeza salutares chamadas pelos Padres de 'animi cruciatus' (aflição do espírito, "compunctio cordis" (arrependimento do coração)." (CIC 1431)

Por aí percebe-se a importância da penitência interior que, dentre suas várias formas, inclui as citadas. Para mensurar mais precisamente a sua relevância, o jejum e abstinência de carne são o tema do Quarto Mandamento da Lei da Igreja: "Jejuar e abster-se de carne, conforme manda a Santa Mãe Igreja" e, então, o que manda a Igreja? É o Código de Direito Canônico quem dá as orientações:

"Cân. 1249 Todos os fiéis, cada qual a seu modo, estão obrigados por lei divina a fazer penitência; mas, para que todos estejam unidos mediante certa observância comum da penitência, são prescritos dias penitenciais, em que os fiéis se dediquem de modo especial à oração, façam obras de piedade e caridade, renunciem a si mesmos, cumprindo ainda mais fielmente as próprias obrigações e observando principalmente o jejum e a abstinência, de acordo com os cânones seguintes.

Cân. 1250 Os dias e tempos penitenciais, em toda a Igreja, são todas as sextas- feiras do ano e o tempo da quaresma.

Cân. 1251 Observe-se a abstinência de carne ou de outro alimento, segundo as prescrições da Conferência dos Bispos, em todas as sextas-feiras do ano, a não ser que coincidam com algum dia enumerado entre as solenidades; observem-se a abstinência e o jejum na quarta-feira de Cinzas e na sexta-feira da paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Cân. 1252 Estão obrigados à lei da abstinência aqueles que tiverem completado catorze anos de idade; estão obrigados à lei do jejum todos os maiores de idade até os sessenta anos começados. Todavia, os pastores de almas e os pais cuidem que sejam formados para o genuíno sentido da penitência também os que não estão obrigados a lei do jejum e da abstinência, em razão da pouca idade.

Cân. 1253 A Conferência dos Bispos pode determinar mais exatamente a observância do jejum e da abstinência, como também substituí-la, totalmente ou em parte, por outras formas de penitência, principalmente por obras de caridade e exercícios de piedade."

Com referência ao cânon 1251, a CNBB afirma que o fiel católico brasileiro pode substituir a abstinência de carne por uma obra de caridade, um ato de piedade ou comutar a carne por um outro alimento.

O cânon é bem claro ao afirmar que todos são obrigados a jejuar, pois compreende a idade de 18 a 60 anos. Porém, desde os catorze anos os adolescentes já podem fazer algum tipo de abstinência.

Portanto, o quarto mandamento da Lei da Igreja está plenamente em vigor, a maioria dos católicos é obrigada a cumprir esse preceito, que não deve ser encarado como uma imposição, um sacrífico, mas sim, como meio de seguro de responder a apelo de Jesus à conversão do coração.

Fonte Aleteia

Notícia - Por que é tão importante fazer silêncio na missa?

A eficácia espiritual da missa pode depender do seu silêncio.
Nem todo mundo acompanha a missa com atenção. Às vezes, o padre é obrigado a interromper a liturgia para reprovar as conversas entre os fiéis. Esta chamada de atenção não é acidental, porque o silêncio durante a missa tem uma importância acima de tudo teológica. Descubramos o porquê.

Silêncio sagrado
"O silêncio na igreja durante o culto sagrado – explica à Aleteia o liturgista Pe. Enrico Finotti – é uma questão primordial, porque dele depende, em boa medida, a eficácia espiritual da ação litúrgica."
"No entanto, não considero oportuno intervir nas situações concretas, pois se supõe que cada sacerdote vai se comportar de maneira adequada em circunstâncias às vezes difíceis", acrescenta.

À escuta de Deus
Em sentido geral, explica o sacerdote, podem ser indicadas algumas pautas. Primeiramente, "o clima de silêncio interior e exterior é próprio de cada celebração litúrgica. De fato, trata-se de preparar a alma para escutar Deus, que fala ao seu povo; de elevar-lhe louvores com alegria e receber da sua misericórdia as maravilhas da graça, que são os sacramentos".

A majestade do Pai
Em segundo lugar, observa o Pe. Enrico, "Deus não pode jamais ser reduzido ao nosso nível. Ele permanece sempre permeado pelo fulgor da sua transcendência. Ainda que, com a Encarnação, o Filho unigênito tenha vindo habitar entre nós e tenha permanecido conosco como amigos, Ele não desviou o olhar da majestade divina do Pai, a quem demonstra uma absoluta obediência adoradora".

Os 3 tipos de silêncio
Sobre esta base teológica, a Igreja prevê mais de um tipo de silêncio: "O silêncio preparatório para uma celebração (para os ministros na sacristia e para os fiéis na nave); o silêncio ritual para realizar juntos os gestos e pronunciar as orações estabelecidas, mas também para interiorizar os conteúdos da Palavra proclamada e dos sinais santos presentes nos mistérios sagrados; e o silêncio posterior à celebração, para não dispersar imediatamente a intensidade do recolhimento interior".

A importância do templo
Para distinguir o ambiente de silêncio do da conversação e do encontro fraterno, "a arquitetura eclesiástica clássica outorga primeiro o vestíbulo da igreja e mais adentro o templo, que é o lugar de mediação e de passagem entre o culto do templo e o tumulto do mundo".
"No templo, a devoção do coração e o encontro adorador com Deus se traduz nessa 'sóbria exaltação do Espírito' que invade os fiéis no êxodo da assembleia santa, onde recebem a Palavra que salva e o Pão da vida eterna: uma fraternidade regenerada, que do lugar santo se expande para o mundo."

Educar os fiéis
Infelizmente, constata o Pe. Enrico, "no contexto atual, o silêncio não é valorizado e se torna difícil colocá-lo em prática, inclusive na igreja, e a educação para o silêncio litúrgico deve ser retomada com constância e determinação".
"De fato, não existem alternativas: sem silêncio interior e exterior, qualquer tentativa de reflexão, de devoção e de contemplação se extingue ao nascer – adverte. De fato, não é possível considerar suficiente para o crescimento na fé uma celebração litúrgica só formal e exterior. Não podemos honrar Deus somente com palavras, sem uma adequada correspondência do coração."

Fé e paciência
Para concluir, o liturgista convida a não se surpreender pelas "dificuldades que o silêncio pode encontrar inclusive em seu próprio lugar, a igreja, e na ação mais santa, a liturgia".
"Não podemos desanimar. Trabalhemos com confiança, sustentados pela fé, para que, com paciência e gradualmente, o povo cristão alcance novamente essa maturidade religiosa de tempos melhores. Isso não será fruto de imposições formais, mas exigência de uma oração convencida e de uma fé viva."

Fonte Aleteia

Notícia - Ao invés de só reclamar, ele foi lá e fez acontecer.

Professor reforma ponto de ônibus por conta própria.
O professor Ahmed Atia El Dash transformou em uma sala de espera o ponto de ônibus instalado na esquina entre a Avenida Luiz de Tella e a Rua Desembargador Antão de Moraes, na Cidade Universitária, no distrito de Barão Geraldo, em Campinas. De origem árabe, ele mora e mantém uma consultoria em Barão e resolveu melhorar as condições do espaço público instalando uma pia com um filtro e copos plásticos, um revisteiro com exemplares de revistas de informação, uma lixeira e um mural com o jornal do dia.
“Isso foi feito para que as mulheres e domésticas que ficam aqui todos os dias tenham um certo conforto. A mulherada está adorando”, contou o pedreiro José Carlos Carvalho, contratado de Ahmed, que está dando os últimos retoques à obra.
O que antes era um ponto de ônibus cheio de lixo e mal cuidado, virou uma espécie de varanda agradável. “Antes as pessoas jogavam lixo e até animais mortos, a gente tentava limpar e não adiantava. Aí entendi que era melhor mudar o ambiente. Mudei o piso, flores, gramas, coloquei o jornal para ler nos tempos de espera e as pessoas não estão destruindo nada. Mudando o ambiente, a gente muda o comportamento da pessoa”, disse o professor, especialista em tecnologia de alimentos. Além de refazer a calçada onde está instalado o ponto, o professor plantou grama, flores e outras plantas. Mandou fazer uma pintura e instalou azulejos na parede. Fez as instalações hidráulicas no muro da casa que está construindo em frente ao ponto de ônibus. A estrutura de concreto e os bancos do ponto receberam uma pintura com tinta óleo. “Ainda não terminou. Vamos pintar o chão ainda. Vai ficar ainda mais lindo”, contou Carvalho. O pedreiro disse sentir orgulho da atitude do patrão. 
Em um dos pilares de sustentação da estrutura, Ahmed colocou um quadro com a seguinte frase: “O Brasil é um presente para todos nós, sem igual na face da Terra. Vamos cuidar bem dele”.
A pesquisadora da Unicamp Dolores Assari usa com frequência o espaço e elogiou a iniciativa e diz que o poder público poderia adotar a prática. “Quem sabe assim as pessoas se sentiriam mais incentivadas a andar de ônibus.” Segundo ele, antes da reforma o local era mal iluminado e abandonado. “Era muito lixo, foi uma grata surpresa encontrar o ponto assim”, disse. Quem também comemora a iniciativa é a diarista Magali Silva. “Adorei a atitude desse professor. Acho que as pessoas poderiam se preocupar mais com as outras.”
No mural, dois dos usuários agradeceram a iniciativa com um carinhoso bilhete. “Não tem quem não tenha gostado da ideia. Agora é torcer para que o lugar não seja alvo de vândalos”, contou o pedreiro Gentil Ferreira .
“É uma coisa que pertence a todos nos e todos podemos cuidar. As pessoas estão elogiando e até colocando revistas para os outros lerem”, disse Ahmed.


Fonte Aleteia

Noticia - 15 curiosidades sobre o Calendário Gregoriano: uma mudança que, literalmente, marcou época.

Em 1582, o papa Gregório XIII implantou o calendário do jeito que o conhecemos hoje.
Recomeçou neste domingo o uso oficial do horário solar nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, encerrando o horário de verão 2014-2015. É uma deixa interessante para destacarmos algumas curiosidades sobre o calendário que usamos atualmente no mundo todo e que foi implantado por um papa há 433 anos.

O CALENDÁRIO GREGORIANO
1 - Até o ano 46 antes de Cristo, vigorava em Roma um calendário dividido em 355 dias, distribuídos em 12 meses. Essa estrutura do ano civil sofria um sério desajuste ao longo do tempo: as estações do ano passavam a ocorrer em datas diferentes, porque o calendário não correspondia ao ano solar.

2 - Em 46 a.C., Júlio César, o ditador da República Romana, decidiu reformar o calendário para readequá-lo ao tempo natural. A reforma juliana teve duas etapas: na primeira, estabeleceu-se que o ano de 46 a.C. teria 15 meses e um total de 455 dias para compensar a defasagem (aquele ficou conhecido pelos romanos, e com toda a razão, como o "ano da confusão"). A segunda etapa da reforma consistiu em adotar, a partir de 45 a.C., um ano composto por 365 dias e 6 horas, divididos em 12 meses. Para compensar as 6 horas excedentes de cada ano, seria incluído um dia a mais em fevereiro a cada 4 anos.

3 - A reforma juliana melhorou a situação, mas a defasagem entre o ano do calendário e o ano natural permanecia, em consequência do movimento de elipse que a Terra faz ao redor do Sol. No século XV, por exemplo, o calendário juliano já estava atrasado cerca de uma semana em relação ao Sol. O equinócio da primavera no Hemisfério Norte caía por volta de 12 de março, em vez do dia 21.

4 - Em 1545, o Concílio de Trento determinou a realização de alterações no calendário da Igreja. Após décadas de estudos e cálculos astronômicos, o papa Gregório XIII instituiria o novo calendário em 1582, mediante a bula "Inter gravissimas", a fim de adequar a data da Páscoa ao equinócio da primavera no Hemisfério Norte. É em homenagem ao papa Gregório XIII que o novo calendário foi chamado de gregoriano.

5 - Este ajuste implicou a supressão de 10 dias do mês de outubro daquele ano: do dia 4 de outubro de 1582, saltou-se para o dia 15 de outubro.

6 - Além disso, os dias bissextos que caíssem nos anos centenários (aqueles terminados em 00, como 1700, por exemplo) passariam a ser ignorados, a menos que fossem divisíveis de modo exato por 400 (como 1600 e 2000). Essa regra suprimia três anos bissextos a cada quatro séculos, deixando o calendário gregoriano suficientemente preciso e eliminando o atraso de três dias a cada 400 anos, que ocorria no calendário juliano.

7 - Apesar do ajuste nos anos bissextos, o ano do calendário gregoriano ainda tem cerca de 26 segundos a mais que o período orbital da Terra. Esta falha, no entanto, só acumula um dia a mais a cada 3.323 anos.

8 - Países católicos como a Itália, a Espanha, Portugal e a Polônia adotaram a mudança imediatamente, assim como a porção católica dos Países Baixos. Na França, Henrique III decretou o ajuste no mesmo ano, mas em dezembro.

9 - Os países de maioria protestante, porém, rejeitaram a alteração. As partes protestantes da Alemanha e dos Países Baixos só adotaram o novo calendário em 1700. A Grã-Bretanha demorou mais ainda: até 1752. O astrônomo Johannes Kepler chegou a observar que esses países preferiram "ficar em desacordo com o Sol a ficar de acordo com o papa".

10 - Os países ortodoxos adotaram o calendário gregoriano somente no início do século XX. Na Rússia, por exemplo, a recém-criada União Soviética implantou o novo calendário em 1918. É por isso que a chamada "Revolução de Outubro", de 1917, na verdade aconteceu em novembro, segundo o calendário gregoriano.
11 - Na Europa, os últimos países que adotaram o calendário gregoriano foram a Grécia, em 1923, e a Turquia, em 1926. Antes, como parte do Império Otomano, seguia-se nessas regiões o calendário muçulmano, que tem base lunar.

12 - A adoção progressiva do calendário gregoriano pelos diversos países, mesmo dentro do mundo cristão, provoca certa confusão na datação dos eventos históricos ocorridos entre os séculos XVI e XX.

13 - Por praticidade, o calendário gregoriano é hoje adotado como convenção para demarcar o ano civil em praticamente todo o planeta. Essa unificação, que facilita o relacionamento entre os países, se deve em grande parte à exportação histórica dos padrões europeus para o resto do mundo.

14 - Alguns povos, no entanto, conservam em paralelo outros calendários para usos religiosos ou por questões de tradição. O ano de 2015 no calendário gregoriano corresponde, por exemplo, ao ano de 2559 no calendário budista; a 5775–5776 no calendário hebraico; a 2071–2072 no calendário hindu Vikram Samvat; a 1937–1938 no calendário hindu Shaka Samvat; a 5116–5117 no calendário hindu Kali Yuga; a 1393–1394 no calendário iraniano e a 1436–1437 no calendário islâmico.

15 - Até hoje, as Igrejas ortodoxas do Oriente utilizam o calendário juliano para determinar a data da Páscoa, que, por essa razão, quase nunca corresponde à data da Páscoa católica. 

Fonte Aleteia

Notícia - RELIGIÃO 22.02.2015 A melhor Quaresma da sua vida.

Sugestões práticas e simples para viver cada dia deste período tão especial das nossas vidas.
Muitos dos nossos leitores nos enviaram dúvidas sobre a Quaresma, especialmente sobre as maneiras de se fazer jejum ou viver melhor este período tão importante para as nossas vidas.

Por isso, lhe oferecemos agora uma série de sugestões de propósitos diários de Quaresma: resoluções simples e práticas que podem ser vividas por todos no dia a dia. Você pode inclusive imprimir ou guardar esta lista de propósitos e carregar com você ao longo da Quaresma, como guia pessoal.

Aproveite esta oportunidade de se aproximar mais de Deus!
( ✔ ) 22/02, 1º Domingo de Quaresma: antes de dormir, peça a Deus que lhe ajude a terminar esta Quaresma um pouco mais perto d’Ele.

( ) 23/02, segunda-feira: repita uma pequena oração ao longo do dia. Pode ser: “Senhor, tem misericórdia de mim” ou “Jesus, ajuda-me a conhecer-te e a fazer tua vontade”. Aproveite para usar suas próprias palavras também.

( ) 24/02, terça-feira: faça uma lista das coisas pelas quais você está agradecido(a). Simples: anote em um papel 10 coisas pelas quais você é grato(a): família, talentos, amigos, conquistas etc.

( ) 25/02, quarta-feira: reze uma Ave-Maria por aquela pessoa que chateou você hoje.

( ) 26/02, quinta-feira: repita ao longo do dia as palavras de Santo Inácio de Loyola: “Tomai, Senhor, e recebeu toda a minha liberdade”.

( ) 27/02, sexta-feira: ofereça alguma ação do dia a Deus, de maneira consciente e sincera: tirar o lixo, lavar a louça... Qualquer pequena ação, feita por amor a Deus, tem um valor especial.

( ) 28/02, sábado: faça um pequeno ato de caridade sem contar para ninguém.

( ) 1º de março, 2º Domingo da Quaresma: leia pausadamente um dos quatro relatos da paixão, morte e ressurreição de Jesus, imaginando estar ao lado d’Ele em todos os momentos. Pode ser Lucas 22,39 – 24,12.

( ) 02/03, segunda-feira: ofereça uma Ave-Maria pela conversão dos pecadores.

( ) 03/03, terça-feira: ao ouvir uma notícia ruim, ore pelas pessoas envolvidas.

( ) 04/03, quarta-feira: agradeça a Deus antes das refeições do dia.

( ) 05/03, quinta-feira: dê uma esmola, de coração.

( ) 06/03, sexta-feira: aproveite esta sexta-feira para fazer jejum de palavras negativas, esforçando-se para fazer somente comentários positivos sobre as pessoas e os acontecimentos.

( ) 07/03, sábado: faça o sinal da cruz sobre a testa de alguém a quem você ama, abençoando essa pessoa com o poder da cruz de Jesus.

( ) 08/03, 3º Domingo da Quaresma: peça a Deus que lhe ajude a perdoar aquela pessoa que machucou você um dia. Suplique esta graça a Jesus crucificado.

( ) 09/03, segunda-feira: procure lembrar de alguma música que o aproxima de Deus. Busque a música na internet e ouça-a, como um momento de oração.

( ) 10/03, terça-feira: escolha uma atividade do seu dia e faça-a da melhor maneira possível, para a glória de Deus.

( ) 11/03, quarta-feira: compartilhe uma mensagem espiritual com seus amigos nas redes sociais.

( ) 12/03, quinta-feira: elogie sinceramente 3 pessoas hoje, buscando valorizar suas qualidades ou ações.

( ) 13/03, sexta-feira: dia de “jejum dos seus problemas”: evite pensamentos centrados em você e nas suas dificuldades. Ao perceber um pensamento assim, substitua-o por uma frase de agradecimento interior a Deus pela vida e seus desafios.

( ) 14/03, sábado: procure dedicar um bom período do dia de hoje à sua família: cozinhar para eles, assistir a um filme juntos, passear, visitar algum parente etc.

( ) 15/03, 4º Domingo da Quaresma: reze um mistério do terço (de preferência, um dos mistérios dolorosos), oferecendo-o pelos cristãos perseguidos.
( ) 16/03, segunda-feira: diante das tarefas deste dia, procure perguntar-se constantemente: “Como Jesus faria isso, se estivesse no meu lugar?”. E faça o que seu coração mandar.

( ) 17/03, terça-feira: reze um Pai-Nosso pedindo perdão a Jesus por todas as pessoas que o ofendem diariamente.

( ) 18/03, quarta-feira: seja especialmente caridoso(a) no dia de hoje, espalhando bondade e gentileza ao seu redor.

( ) 19/03, quinta-feira: procure sorrir ao longo do dia, a todos – inclusive aos seus problemas.

( ) 20/03, sexta-feira: faça um pequeno “jejum de tecnologia” durante 1 hora do seu dia (celular, redes sociais, internet), preferencialmente à noite, e dedique este tempo a ajudar alguém, mesmo que seja nas tarefas domésticas.

( ) 21/03, sábado: prepare sua confissão quaresmal, procurando centrar-se em suas faltas de amor a Deus e ao próximo. Se possível, já escolha o dia em que irá se confessar antes da Páscoa.

( ) 22/03, 5º Domingo da Quaresma: escolha uma pessoa que lhe deu um bom testemunho em algum momento da vida e escreva-lhe, agradecendo por isso.

( ) 23/03, segunda-feira: antes de dormir, lembre-se do momento mais difícil deste dia e agradeça a Deus pela oportunidade que você teve de crescer com essa dificuldade.

( ) 24/03, terça-feira: antes de dormir, reze pelas pessoas que não têm um lar.

( ) 25/03, quarta-feira: peça a Maria que interceda por aquela pessoa que você sabe que se encontra em dificuldade.

( ) 26/03, quinta-feira: peça ao Espírito Santo que ajude todos os cristãos a valorizarem o sacrifício de Jesus na cruz.

( ) 27/03, sexta-feira: faça um “jejum de reclamações”, passando o dia todo sem reclamar de nada nem de ninguém. Ao invés de reclamar, procure um motivo para agradecer.

( ) 28/03, sábado: use sua criatividade e faça um ato de caridade a um dos seus vizinhos.

( ) 29/03, Domingo de Ramos: agradeça a Deus sinceramente por ter dado a vida na cruz pela nossa salvação.

- Durante a Semana Santa: procure reservar um momento especial de cada dia à oração. Uma boa opção é fazer a Via Sacra, ou pelo menos algumas estações dela por dia, para acompanhar Jesus mais de perto neste momento.

Você pode também fazer um jejum especial ao longo da Semana Santa, não só de alimentos, mas também de palavras e pensamentos negativos; jejum dos “ruídos” do dia a dia, para estar com o coração mais em silêncio, acompanhando Jesus em sua Paixão.

Escute a voz de Deus no seu coração: Ele guiará você em seus propósitos diários!

Fonte Aleteia

Notícia - Dez anos sobre a morte da Vidente de Fátima, a última dos três pastorinhos.

Ir. Lúcia «nunca esqueceu que era um instrumento nas mãos de Deus».
Passam dez anos sobre a morte da Vidente de Fátima, a última dos três pastorinhos. Razão para a conversa com a Ir. Ângela Coelho, vice-postuladora da causa da canonização da Ir. Lúcia de Jesus. Uma conversa longa, mas entusiasmante, com uma das maiores conhecedoras da figura da Ir. Lúcia e da sua importância na história de Fátima e do mundo.

Dez anos depois, qual é o legado que a Ir. Lúcia deixa?
Deixa vários. Aquele que mais me surpreende, agora que contacto mais com ela na intimidade dos seus escritos, é uma mulher profundamente fiel a Deus tantos anos, e à missão que Deus lhe deixou, que foi difundir os pedidos de Nossa Senhora em Fátima, nunca baixar os braços até que ela achasse que os pedidos de Nossa Senhora foram cumpridos, de acordo com a vontade do Céu. Esta fidelidade numa vida cheia de peripécias e dificuldades, muita coisa que foi acontecendo, por vezes sem ela querer. Esta fidelidade, para nós, consagrados, que vivemos este Ano da Vida Consagrada, é isso mesmo: um modelo de fidelidade à vocação. Outro legado é a sua santidade muito particular. Não há dúvida que a Ir. Lúcia é uma Carmelita, e é no Carmelo que vai desenvolvendo os últimos traços da sua espiritualidade. Mas também toda a gente sabe que a espiritualidade que ela vive no Carmelo foi a que foi deixada pela Mensagem de Fátima. À medida que vamos lendo os seus escritos, mesmo os últimos que publicou, vamos vendo uma mulher profundamente trinitária. Uma visão correta da Mensagem de Fátima, que, por Maria, somos conduzidos ao centro do mistério cristão, que é a Santíssima Trindade, e do nosso deus que se faz presente em Jesus Cristo.
É uma vida que não é fácil. Se os pastorinhos Francisco e Jacinta têm uma vida curta, que fica como testemunho, a vida da Ir. Lúcia é mais longa, mais cheia de peripécias e dificuldades...
Sim, e isso suscita-nos uma série de reflexões interessantes. O Francisco e a Jacinta, com vidas tão curtas, conseguem condensar toda a espiritualidade da Mensagem de Fátima, que está lá. Eles, em muito pouco tempo, viveram as linhas de força da Mensagem de Fátima. A Lúcia tem uma outra história, uma outra missão e um outro tempo.
Ela é muito atenta ao que se vai passando na Igreja, como todas as carmelitas e religiosas de clausura, mais do que possamos pensar. É uma mulher muito inserida na vida eclesial, com uma vida cheia de peripécias, que vêm das visitas que recebe, que não são as visitas normais de uma carmelita. Ela é visitada pela família, mas depois por cardeais, bispos, chefes de estado, embaixadores, um conjunto de gente que a visita, sobretudo após a II Guerra Mundial e a Guerra Fria, vindos dos países de Leste, sobretudo os que podem começar a viajar, e que trazem ao seu coração de carmelita o sofrimento humano. Aquela mulher transportou no seu coração todo o sofrimento de todas as pessoas que a visitaram. Eu pude contar, assim por alto, 50 cardeais, prefeitos de Congregações como a Doutrina da Fé, do Clero, da Causa dos Santos, muitos bispos, sobretudo os que vêm a Fátima presidir às peregrinações internacionais.

Visitas que são pedidas por Lúcia?
Não, ela nunca convida ninguém para a visitar, é tudo por iniciativa de quem a deseja visitar. E ela regista tudo isto. A partir dos anos 40 ela passa a ter outro ministério, que é o ministério epistolar. Ela recebe milhares e milhares de cartas. Mais de 60 mil de certeza absoluta. Ela começa a guardar, por iniciativa dos superiores da Ordem, mas algumas ela queima, por respeito à privacidade dos autores.

E o que é que essas cartas continham?
Estas cartas trazem o sofrimento pessoal das pessoas. Chegam a ir peregrinações inteiras da Irlanda, Espanha, Itália e França que, além de Fátima, passam em Coimbra. Nós não nos apercebemos, mas Coimbra começa a ser lugar de peregrinação de quem vem a Fátima, e deixam-lhes saco cheios de pedidos. Ela lê-os todos, com ajuda de alguém que auxilia nas traduções, e que reza por aquilo tudo. Nós não fazemos a mínima ideia do que é uma senhora com mais de 70 anos a receber 60 mil cartas, não temos noção. Ela leva este ministério de oração muito a sério, mas sabe, e isto é muito bonito, que as pessoas a procuram não por causa dela, mas por causa de Nossa Senhora. Ela nunca esqueceu que é um instrumento nas mãos de Deus, um instrumento para que a misericórdia de Deus vá passando neste mundo tão magoado e tão frio. Isto para mim é um dos traços da grandeza da Ir. Lúcia.
A vida longa da Ir. Lúcia acaba por ser uma pedra basilar no espalhar da Mensagem de Fátima pelo mundo inteiro. As cartas, os encontros, fortalecem e espalham a mensagem...
Bom, eu aí tenho de responder Sim e não (risos). A dada altura, a Santa Sé pede à Lúcia que não fale muito da Mensagem de Fátima, e ela obedece. Por isso, acho que muitas destas conversas não foram bem sobre a Mensagem de Fátima. Ela não regista o que fala, só com quem se encontra e que reza pelas suas intenções. Essas indicações serviram até para a proteger, porque ela foi constantemente invadida por jornalistas, por curiosos, gente com boa intenção e com má intenção.
Por outro lado, acho que ela difundiu a mensagem de Fátima pela sua fidelidade escondida, pela sua oração, pelo seu sacrifício, e isto sim, é espalhar Fátima, por aqueles modos que parecem pequenos, ineficazes, mas nós já sabemos que o nosso Deus é assim: transforma algo pequeno, que aos olhos do mundo não é nada, em algo eficaz.
A revelação dos segredos de Fátima tornou-se, para muitos, a essência de Fátima. Para outros, eram meros "atestados de credibilidade" para aquilo que foi logo dito na altura, que era o mais importante. Lúcia foi sempre clara nesta distinção?
Muito clara. Aliás, há uma altura em que, pelo testemunho das Irmãs com quem converso e do Pe. Kondor, fica entristecida. Dizia «estão à procura do que não sabem, e o que não sabem é tão pouco, e não dão atenção ao que já se sabe, e o que já se sabe é que é o importante». A Lúcia mostrava-se mesmo triste por esta característica dos seres humanos, que é a busca do sensacionalismo. Como era o segredo que não se sabia, era o que se pretendia saber. Para muitos seria uma curiosidade sadia, mas para a maior parte era só uma curiosidade porque não sabiam. Ela dizia «olhem para o que já está publicado, está lá tudo», e de facto está lá tudo. Já estava o sofrimento da Igreja, o do Papa. O Anjo também era conhecido, assim como longo sofrimento da Igreja e o apelo à tríplice penitência do povo também já lá estava implícito, pelo que não havia nada de drástico no segredo que faltava revelar. Aliás, foi por isso que muitos ficaram «ah, foi só isto?», quando o souberam. «Se as pessoas procurassem viver o que já sabem, não teriam tempo para andar a descobrir o que não sabiam», dizia.
Quando era criança, a Lúcia é enviada para as Doroteias em Vilar. Foi por desejo próprio, ou por necessidade de ser protegida de tudo o que tinha sucedido?
Vai para Vilar para receber educação, mas também porque D. José a queria proteger. Aquele fluxo de gente que iniciou em 1917 nunca mais parou, nunca mais, até ao dia de hoje. Há 100 anos, no início, não há uma única operação de marketing para espalhar a Mensagem. Portanto, é um movimento que se inicia, e se, em outubro de 1917, já tínhamos 70 mil pessoas na Cova d'Iria, que vieram a Fátima e interrogaram os videntes até à exaustão, em 1921 a saúde física e psicológica da Lúcia está em risco, simplesmente porque a vida dela não é normal. Havia os crentes, os que a chamam de santa porque viu Nossa Senhora, os que a chamam de mentirosa, porque anda a enganar o povo, e isto é muito para uma criança de 14 anos. É muito engraçado que, desde 1921, Fátima fica sem os seus três principais protagonistas. Francisco morre em 19, Jacinta em 20 e Lúcia sai em 21, e a Mensagem continua. Portanto, não há nada que eles pudessem ter feito para alimentar o aumento do número de peregrinos, já que dois morrem e uma sai e é isolada do mundo. Isto é bonito. É Deus a tentar mostrar os verdadeiros protagonistas desta história, que sou eu, o Ricardo e todos os que vêm a Fátima. Eles foram os primeiros, que nos deixaram um testemunho e que foram instrumentos de transmissão, mas depois partem, porque aqui o que se passa é o encontro de Deus com cada um de nós que se aproxima com esta presença maternal de Nossa Senhora, e que está aqui para nos acolher, a esta humanidade deprimida, assustada, sem sentido, com muitos medos. Isto é tão real que a Lúcia rapidamente sai de cena, porque Fátima é entre Deus e nós.
Prova disso é que Lúcia faleceu há 10 anos e isso não significou diminuição de visitantes ou intenções, pelo contrário...
Eu creio que continua a aumentar, e até 2017 isso irá manter-se, e não é pela Lúcia. Ela rapidamente passou para um papel "secundário", ou seja, com um protagonismo ao estilo de Deus, escondido. Ela torna-se pequenina, silenciosa, escondida, e é assim que Deus faz as maravilhas. Deus escolhe o que é fraco aos olhos do mundo para confundir os fortes, e às vezes os pequenos para falar aos grandes. A Lúcia fica escondida no Carmelo e de lá, naquele silêncio, grita mais alto do que eu quando vou de microfone na mão a fazer conferências (risos).

Um protagonismo que a pode levar à canonização...
Este protagonismo escondido não evita que a Igreja, depois da sua morte, queira colocá-la na galeria dos santos...
Não é só a Igreja, é o santo povo de Deus. Não sei se se recorda do funeral da Lúcia, mas foi impressionante. O país parou, as televisões mostraram o funeral, e depois a trasladação. O funeral de uma carmelita que viveu escondida toda a vida foi um acontecimento nacional. Foi luto nacional no dia 15 de fevereiro de 2005. E se for ler o decreto do Diário da República do luto nacional, assinado por Jorge Sampaio, vê que diz que foi a responsável pela deslocação a Portugal de inúmeros peregrinos de todo o mundo. E no funeral é o povo que se exprime pela sua fé, e é por isso que pode ser santa.
Mais santa mesmo pela fé que pela história, já que andou "desaparecida" da história...
Fisicamente sim, não tem nenhuma intervenção, mas escondida sim. A insistência dela junto dos Papas para que consagrassem o mundo ao Imaculado Coração de Maria teve impacto na história. Teve é de uma forma escondida. Vamos precisar de mais alguns anos de distanciamento para entendermos na totalidade toda esta intervenção. Vão fazer falta estudos e investigação, principalmente quando houver acesso às fontes, mas repare, já há muitos historiadores que não hesitam em colocar, com uma visão objetiva, o ano de 1984, em que há essa consagração, como o princípio de uma série de fenómenos que aconteceram sobretudo na Europa de Leste, que culminam com a queda do Muro de Berlim e esta liberdade que a seguir surge. E esta consagração foi insistentemente pedida por esta humilde carmelita a todos os Papas. Sim, porque ela corresponde-se com todos os Papas. Aliás, escreve-se com Papas, santos, e com pessoas mais humildes, desconhecidas...

Neste momento, ainda estamos na fase diocesana do processo...
Sim, estamos. Há dois grandes momentos: a recolha de todos os seus escritos e o escutar das testemunhas. Os escritos falam-nos da Lúcia diretamente, a partir do que ela escreve, e os testemunhos falam-nos indiretamente, a partir do que os outros observam. E estas duas características são fundamentais.

Que tipo de testemunhas estamos a falar?
Irmãs que conviveram com ela, sacerdotes que conviveram com ela, os médicos e pessoas de família. São testemunhas de 1º grau, que viram a Lúcia e que a viram agir durante muitos anos. A médica acompanhou-a muitos anos, viu como ela viveu a doença, são tudo testemunhas oculares. O mais difícil são mesmo os escritos dela. Primeiro houve a recolha, em que pedimos às pessoas que tivessem recebido cartas dela que nos enviassem cópias das mesmas, fomos investigar os arquivos onde haveria registos dela: no Porto, Coimbra, nos Arquivos do Vaticano, nos lares por onde passou. Esta fase foi morosa, porque falamos de cerca de 11 mil cartas enviadas por ela. As que ela recebeu são mais de 60 mil recolhidas nos últimos 35 anos apenas, a partir de 1970. Imagine quantas vidas esta carmelita não tocou em toda a sua vida...

Ela guardava-as na cela?
Os superiores davam-lhe uma mala e ela ia colocando lá dentro. Todas essas malas foram guardadas pelos superiores. Mesmo assim, sempre que o conteúdo era mais sensível e podia pôr em causa o bom nome da pessoa que escrevia, ela destruía-as. Das que ela coligiu fomos recolhendo de toda a sua vida. Essas 11 mil dizem respeito a toda a sua vida. Ela guardava cópia de todas as comunicações, inclusive das cartas com o Papa.
Então, estamos a terminar a fase diocesana no processo. O que podemos esperar, se é que podemos, para 2017, ano do centenário?
Eu não gosto de dizer nada, porque há tantos fatores envolvidos diferentes que não podemos controlar, é difícil dizer alguma coisa.

Mas é possível que, em teoria, o decreto das virtudes heroicas esteja pronto em 2017?
Sim, isso é possível.

Mas uma possível beatificação não?
Isso é mais difícil. O relato de milagres atribuídos à Lúcia tem de ser posterior à publicação do decreto das virtudes heroicas. Repare, o Santo Padre pode beatificar e mais nada. Eu, pessoalmente, não conto com isso, com uma canonização por dispensa de milagre, embora seja possível.

Bom, mas esquecendo essas, só poderemos esperar o decreto?
Que possa estar pronto o decreto das virtudes heroicas é bastante possível. Nós trabalhámos bem e muito, e estamos a preparar tudo para que siga durante este ano de 2015 a informação para o Vaticano.
Por outro lado, e se o meu desejo de canonização é imenso e profundo, pois acredito na santidade dela, e do Francisco e da Jacinta, e no bem que farão à Igreja, falando da Lúcia, é também por esse bem que acho que o processo deve ser bem feito, ainda que demore mais tempo que aquele que desejaríamos. Por um lado, a seriedade com que se estudam estas coisas é muito importante. Prestamos um serviço à Igreja, porque a candidata foi bem estudada, à Lúcia, porque estudámos e sabemos, sem dúvidas, que ela é santa, e à Mensagem, porque a sua atividade está relacionada. E isto precisa de tempo, e só o tempo ajuda muitas vezes.

Não sendo ainda possível registá-los como provas para beatificação ou canonização, têm recebido relatos de graças e milagres?
Sim, e isso vem ajudar-nos muito, principalmente no que diz respeito à fama de santidade. Ainda que, neste momento, não possamos introduzir nenhum, agradecemos que nos enviem esses relatos precisamente porque eles manifestam uma coisa importante: o povo de Deus acredita que a Lúcia é santa, é a chamada fama de santidade.

Portanto, adivinha-se, pela devoção que as pessoas têm à Lúcia, que a parte mais difícil será mesmo esta diocesana, porque depois milagres acontecerão...
Eu espero que sim, mas isso só Deus poderá saber. Primeiro foi esta parte diocesana, agora vem a parte romana, com a elaboração da Positio, embora aí os fatores a controlar sejam menos. Depois o milagre é Deus quem o faz, a partir do pedido de alguém que se sentiu tocado pela serva de Deus, Lúcia de Jesus, ou dos beatos Francisco e Jacinta. Não sou eu, postuladora, quem faz milagres. É Deus que, num contexto de fé de uma pessoa que pede uma graça por intercessão de Lúcia de Jesus, atua.

E dessas graças que já receberam, alguma se poderia qualificar como milagre, caso pudesse ser colocada a análise?
Já recebemos pelo menos duas graças que poderiam entrar nessa categoria de milagre. A Lúcia é uma pessoa que está muito viva na cabeça das pessoas. Neste momento não estamos preocupados com eles, por causa do que já falámos há pouco, mas são bastante consistentes. Um é no Portugal e outro no estrangeiro.

Porque é que as pessoas se devem ligar à figura da Ir. Lúcia, nesta altura em que passam 10 anos da sua morte?
Porque Lúcia, enquanto esteve na terra, teve uma grande capacidade de escuta presencial e lida, e não desvalorizou nenhum pedido. Desde o casal que não pode ter filhos, à senhora que perdeu o emprego, à igreja que foi destruída, a Lúcia acolheu tanto o sofrimento, do mais humilde jardineiro do Carmelo ao Santo Padre. É impressionante, as pessoas ficariam comovidas se soubessem quantas pessoas diferentes se cruzaram com a Ir. Lúcia de Jesus. Como escutou na terra, acredito que também hoje no Céu ela continua a escutar, porque nada do que era humano lhe passava ao lado. Porque o mundo é o caminho para Deus. Depois, porque ela está muito "pertinho" de Deus, se é que é possível dizermos isso. E porque eu tenho a sensação que, como a Lúcia nunca Lhe disse que não na terra, Deus também não lhe vai dizer que não a nenhum pedido que ela Lhe faça.

Fonte Aleteia

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Notícia - São Pedro, João Paulo II, Bento XVI e Francisco: papas “decepcionantemente humanos”

Quando o papa “falha” perante as expectativas do mundo.
Diversas vezes, nos últimos meses, o papa Francisco defendeu explicitamente a doutrina da Igreja que rejeita a contracepção artificial. Muitos liberais se disseram “decepcionados”, porque esperavam que Francisco fosse mais “progressista”.

Também recentemente, o mesmo papa Francisco defendeu o controle natural e responsável da natalidade, afirmando: “Alguns acham que, para ser bons católicos, precisam ser como coelhos. Não! Paternidade responsável!”. Neste caso, foram os conservadores que se escandalizaram, porque esperavam que Francisco fosse mais “tradicionalista”.

Francisco não falou absolutamente nada que já não fosse bem claro na doutrina da Igreja.

Afinal, para a Igreja, o planejamento familiar pode e deve ser usado para manter o tamanho da família dentro das reais possibilidades dos pais de oferecerem boas condições de vida e formação aos filhos; e esse planejamento deve se basear em métodos naturais e não artificiais de controle da natalidade, para manter o casamento e a intimidade sexual dos cônjuges sempre abertos à vida, sem dissociar o prazer da capacidade pessoal e conjugal de autodomínio e sem antepor a paixão ao amor maduro, integral e sublime, capaz de transcender a corporeidade.

Se os católicos (e os não católicos) depositam as suas expectativas “ideológicas” no papa, eles o fazem por sua própria conta e risco, porque não é para satisfazer preferências humanas que um papa é papa.

De qualquer forma, é compreensível que o tom informal usado por Francisco em sua declaração sobre os “coelhos” tenha magoado os católicos que têm famílias numerosas.

Acontece que este fato pode ser uma excelente oportunidade de amadurecimento para os católicos!

Francisco mesmo já declarou que se sente desconfortável com a visão idealizada que muita gente criou a respeito dele. O papa, disse o próprio, não é uma espécie de super-homem ou de astro pop. “O papa é um homem que ri, que chora, que dorme serenamente e que tem amigos, como todo mundo. Uma pessoa normal”.

E, como toda pessoa normal, o papa é naturalmente sujeito a cometer deslizes tipicamente humanos na sua forma de ser e de comunicar-se, o que em nada afeta o conteúdo e a verdade do seu magistério que, para os crentes católicos, é iluminado pelo Espírito Santo (se é que os católicos que se dizem crentes acreditam mesmo naquilo que dizem).

Não se trata de novidade alguma. O primeiro papa, assim como os demais apóstolos escolhidos por Jesus, não era um homem particularmente “impressionante” aos olhos do mundo. Pedro era um pescador rude, grosso, ignorante, impulsivo, inconstante, com arroubos de medo e de covardia. Nada disso, porém, era um obstáculo para a graça de Deus, que já tinha chamado um Moisés gago e conflituoso, um Jonas assustadiço, um Davi mulherengo e mentiroso, um Noé que se embriagava e tantas outras pessoas que, por si mesmas, não tinham grandes condições de guiar um povo e, muito menos, de “salvar o mundo”. É que não são esses eleitos que guiam o povo de Deus. É o Espírito Santo através deles. Não são esses eleitos que salvam o mundo. É Deus, e Deus parece escolher reiteradamente homens e mulheres normais, cheios de virtudes e defeitos, para agir através deles e apesar deles.

João Paulo II, em seus últimos anos de pontificado, era tratado pela mídia como um idoso fraco, inchado, curvado, que babava e sofria para balbuciar as palavras. E tudo isso era verdade. Mas era também uma maneira de dizer: "Eu não sou um super-homem. A minha imagem não é planejada por uma equipe de marqueteiros. Eu sou apenas um instrumento frágil da graça de Deus".

Bento XVI teve a coragem de se expor a um bombardeio de críticas quando reconheceu a sua fragilidade física diante das exigências de guiar o rebanho católico e renunciou ao papado. Para quem tivesse a boa vontade e a humanidade de entender os seus motivos sem quatro pedras na mão, porém, ele transmitiu a mesma mensagem de João Batista: "É necessário que Ele cresça e eu diminua".
No fim das contas, estes seres humanos são tão expostos quanto quaisquer outros às fraquezas próprias da nossa condição e deixam ainda mais claro que é Deus quem age através deles. Eles encarnam, na sua fragilidade, uma prova de fé para os que se dizem crentes: “Creio realmente que, por trás deste homem, existe um desígnio divino que a razão não explica?”.

A fragilidade desses escolhidos por Deus para missões muito maiores do que eles mesmos torna ainda mais inspiradora a sua fidelidade a Deus apesar de tudo. O inconstante Pedro se tornou forte a ponto de sofrer o martírio na cruz. O atlético João Paulo II aceitou perseverante a humilhação de definhar ao vivo, diante de um mundo incapaz de aceitar o envelhecimento, a doença e a dependência dos cuidados do próximo. O poderoso Bento XVI não fraquejou ao ceder o trono a outro pontífice, perante um mundo obcecado por poder e ego, status e vaidade. O singelo Francisco não deixa a sua simplicidade se amoldar aos julgamentos mundanos de uma sociedade que não sabe lidar com a autenticidade e com a própria condição de humanidade imperfeita.

São oportunidades adicionais para percebermos que a genuína proposta cristã não é apenas mais espiritual e transcendente que as ofertas do mundo. A genuína proposta cristã é mais humana, também. Ou não é genuína.

Fonte Aleteia

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Matéria - 07/02/2015 – RCC promove pastelada de Balada Santa na comunidade N S Aparecida.

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A Renovação Carismática Católica (RCC), através de seu Grupo de Oração Anuncia-me, da comunidade Nossa Senhora Aparecida, pertencente à paróquia de Nossa Senhora Auxiliadora em Ponta Grossa – Paraná realizou, no último dia 07 de fevereiro, uma tarde de pastelada e a I Balada Santa. Buscando animar e motivar a comunidade local para um novo jeito de seguir a Cristo e com uma maneira mais dinâmica e carismática de atrair os jovens para a Igreja, o evento contou com a participação de vários jovens e adultos. Os pastéis, sempre deliciosos, foram uma atração a parte e com grande saída. O Grupo de Oração Anuncia-me, que realiza seus encontros de louvor toda quinta-feira na comunidade N S Aparecida, no núcleo 31 de março, promoverá outros eventos este ano. Ultimamente, nas quintas-feiras, acontece a novena preparatória da Divina Misericórdia, em sua nona edição, sendo outro evento chave do grupo de oração. Ano passado, a festa contou com a presença do Sr. Ednelson Cordeiro (coordenador diocesano da RCC), do Sr. Juraci Luciano da Silva (Membro do Conselho Renovação Carismática do Paraná (2012/2015) e a palestra ficou ao encargo do jovem Diego Garcia (Coordenador Diocesano da RCC Diocese de Jacarezinho/PR). O Papa João Paulo II, em Maio de 2000, instituiu a Festa da Divina Misericórdia para toda a Igreja, decretando que a partir de então, o segundo Domingo da Páscoa passasse a se chamar Domingo da Divina Misericórdia. (saiba mais em http://pgpnsa.blogspot.com.br/2014/04/materia-27042014-paroquia-celebra-festa.html).

Matéria: Jackson Rodrigo Eidam
Correção: Maria Cristina Piotrovski

Matéria - 31/01/2015 – Visita Inspetorial e três novas salesianas cooperadoras marcam dia de Dom Bosco na paróquia N S Auxiliadora de Ponta Grossa.

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O dia 31 de janeiro, dia de Dom Bosco, também foi marcado na paróquia de Nossa Senhora Auxiliadora, em Ponta Grossa, Paraná, com a “Missa de Dom Bosco”, contando com a presença do padre inspetor Asidio Deretti, SDB – da inspetoria São Pio X do sul do país e a nomeação de três novas Salesianas Cooperadoras. As senhoras Alfredina Pinheiro, Maria Helena e Clara – a partir deste dia se tornaram oficialmente Salesianas Cooperadoras. Também estavam presentes os salesianos P. Leo Kieling, P. Aristides Girardi e P. José Hess, além dos diáconos permanentes Augusto Rota e José Joanir Oliveira. A celebração anualmente marca o início das atividades dos coroinhas na paróquia e contou com a participação de mais de 600 presentes.

Conheça um pouco mais da Associação dos Salesianos Cooperadores:

Em 1876, Dom Bosco fundou um dos ramos da Família Salesiana – a Associação dos Salesianos Cooperadores (SSCC) que é aprovada pela Santa Sé como Associação pública de fiéis, possuindo personalidade jurídica, eclesiástica e pública com sede em Roma. O Salesiano Cooperador é um leigo que busca viver o espírito salesiano nas situações cotidianas da vida e do trabalho. Forma com os familiares uma Igreja Doméstica, contribui para o crescimento humano e cristão dos seus membros e, como leigo, difunde os valores do carisma salesiano no próprio ambiente.

O centro e a síntese do Espírito Salesiano são a “caridade pastoral” que moveu Dom Bosco. O Salesiano Cooperador tem, onde quer que esteja, a preocupação de educar e evangelizar explicitada no pensamento: “honestos cidadãos e bons cristãos”. Desenvolve sua atividade com simplicidade, otimismo, criatividade, vivência comunitária, espiritualidade eucarística e mariana.

O Salesiano Cooperador está aberto a todas as formas de apostolado, mas cultiva como preferenciais: a catequese, a formação cristã, a animação de grupos, a assessoria aos movimentos juvenis e familiares, a colaboração em centros educativos e escolares, o serviço social entre os pobres, a comunicação social, o engajamento na pastoral vocacional, o trabalho missionário e dará uma especial atenção à participação nos conselhos tutelares, fóruns regionais e onde quer que se trate dos direitos da criança e do adolescente.

O Salesiano Cooperador pauta sua vida segundo o Projeto de Vida Apostólica, principal documento da Associação, que constitui-se de um elenco de artigos propondo formas cristãs de viver, relacionar-se e associar-se fraternalmente com todas as pessoas, sejam associadas ou não, de qualquer credo religioso, profissão, raça, condição social ou profissional.

Para tornar-se um Salesiano Cooperador, a pessoa deve procurar o Centro Local mais próximo de sua realidade de vida e aceita participar de um programa de formação inicial, com freqüência variável segundo as circunstâncias locais e com a duração necessária ao seu próprio discernimento vocacional.

Fonte: http://ssccbsp.org/a-associacao

Matéria: Jackson Rodrigo Eidam
Correção: Maria Cristina Piotrovski

Matéria - 31/01/2015 – V Passeio Ciclístico abre as comemorações ao Bicentenário de Dom Bosco na paróquia N S Auxiliadora de Ponta Grossa.

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A comunidade paroquial abriu as comemorações ao Bicentenário de nascimento de São João Bosco com o V Passeio Ciclístico da Comunidade Dom Bosco. Todos os anos, o tradicional evento visa unir a comunidade e divulgar a festa do padroeiro. Este ano, foi realizado em 31 de janeiro, dia em que se comemora o dia São João Bosco, reunindo mais de cinqüenta ciclistas e mais alguns corajosos, que acompanharam o passeio a pé. Em um dia ensolarado, o evento animou a comunidade paroquial e ao final, foram sorteados vários prêmios, arrecadados com os patrocinadores, além de uma Bicicleta novinha, zero “pedaladas”, que contemplou a Sra. Adriana Aparecida, ministra da comunidade e que todo ano acompanhava a pé o passeio junto com sua família. Agora, de bicicleta nova, a Sra. Adriana já é presença confirmada na sexta edição, em 2016. O passeio ciclístico é realizado pelas ruas principais da comunidade Dom Bosco na Vila Marina e em algumas ruas da vizinhança. O pároco Leo Kieling, SDB – acompanhou, com sua alegria de sempre e ministrou a bênção no final do evento.


Matéria: Jackson Rodrigo Eidam
Correção: Maria Cristina Piotrovski

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Matéria - 26a29/01/2015 – Semana catequética prepara catequistas e define metas para 2015 na paróquia N S Auxiliadora.

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A pastoral Catequética da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora de Ponta Grossa, Paraná, promoveu, entre os dias 26 a 29 de janeiro, a Semana Catequética. “A Semana Catequética foi muito especial para os irmãos catequistas da nossa paróquia e do setor três da diocese de Ponta Grossa. No primeiro dia, o seminarista da equipe Diocesana de Catequese, Roberval Mulhstedtl, com muita disposição e dinamismo, mostrou aos participantes o que é ser catequista. Contou a todos algumas histórias, nas quais mostrou qual é a missão do catequista. A animação do evento ficou sob a responsabilidade do jovem Alex Mattoso. A equipe local da pastoral aproveita para agradecer a todos os catequistas que se fizeram presentes...” afirma Neumara Santos, integrante da equipe catequética. A Semana Catequética também estudou o tema a campanha da fraternidade deste ano de 2015: Fraternidade: Igreja e Sociedade, com o Lema: "Eu vim para servir". No dia 28 de janeiro aconteceu a Assembléia Catequética, que visa, em comunhão, destacar pontos para o trabalho da pastoral durante o ano.

Matéria: Jackson Rodrigo Eidam
Correção: Maria Cristina Piotrovski

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

CAMISETAS DO BICENTENÁRIO


Camiseta Branca com a logo do Bicentenário em poliviscose
*Estão disponíveis na secretaria paroquial camisetas do Bicentenário de Dom Bosco, valor R$20,00 adquira a sua na secretaria paroquial. Tamanhos disponíveis: 12 ,14 ,P, M, G , GG e EG

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Grupo de Vivência no luto por perdas



Pessoal divulguem, avisem as pessoas que sofrem além do necessário por perdas, luto...
Este grupo pode ser muito útil para dificuldades de aceitação de morte de entes queridos, como trabalhar as perdas da vida...

sábado, 24 de janeiro de 2015

Terço dos Homens - Matriz Auxiliadora

Toda segunda-feira às 19h30m na Matriz o Terço dos Homens, venha participar.
Rua XV de Setembro, 1177 - Vila Marina


Vaticano divulga mensagem para o 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais.

"Comunicar a família: “Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor” é o tema da mensagem para o 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais. O evento será celebrado no dia 17 de maio, domingo que antecede Pentecostes. A íntegra do texto foi divulgada hoje, 23, durante coletiva de imprensa, no Vaticano.

Para a vivência e celebração do Dia Mundial das Comunicações Sociais, a Comissão Episcopal para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), prepara, todos os anos, um subsídio com orientações e sugestões de atividades para os regionais, dioceses, paróquias e comunidades.

Família mais bela
A coletiva de apresentação da mensagem contou com a presença do presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, dom Claudio Maria Celli, a professora da Faculdade de Letras e Filosofia - Departamento de Ciências das Comunicações da Universidade Católica do Sagrado Coração de Milão (Itália), Chiara Giaccardi, e o professor da Faculdade de Ciências Políticas, Mario Magatti.

A reflexão proposta pelo papa Francisco está inserida no caminho sinodal da Assembleia Ordinária do Sínodo sobre a Família que acontecerá em outubro próximo. “A família mais bela, protagonista e não problema, é aquela que, partindo do testemunho, sabe comunicar a beleza e a riqueza do relacionamento entre o homem e a mulher, entre pais e filhos”, escreveu o papa na mensagem.

Confira íntegra do texto:

Mensagem de Sua Santidade o Papa Francisco

49º Dia Mundial das Comunicações Sociais

17 de Maio de 2015

Tema: “Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor”

O tema da família encontra-se no centro duma profunda reflexão eclesial e dum processo sinodal que prevê dois Sínodos, um extraordinário – acabado de celebrar – e outro ordinário, convocado para o próximo mês de Outubro. Neste contexto, considerei oportuno que o tema do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais tivesse como ponto de referência a família. Aliás, a família é o primeiro lugar onde aprendemos a comunicar. Voltar a este momento originário pode-nos ajudar quer a tornar mais autêntica e humana a comunicação, quer a ver a família dum novo ponto de vista.

Podemos deixar-nos inspirar pelo ícone evangélico da visita de Maria a Isabel (Lc 1, 39-56). “Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou-lhe de alegria no seio e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Então, erguendo a voz, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre” (vv. 41-42).

Este episódio mostra-nos, antes de mais nada, a comunicação como um diálogo que tece com a linguagem do corpo. Com efeito, a primeira resposta à saudação de Maria é dada pelo menino, que salta de alegria no ventre de Isabel. Exultar pela alegria do encontro é, em certo sentido, o arquétipo e o símbolo de qualquer outra comunicação, que aprendemos ainda antes de chegar ao mundo. O ventre que nos abriga é a primeira “escola” de comunicação, feita de escuta e contato corporal, onde começamos a familiarizar-nos com o mundo exterior num ambiente protegido e ao som tranquilizador do pulsar do coração da mãe. Este encontro entre dois seres simultaneamente tão íntimos e ainda tão alheios um ao outro, um encontro cheio de promessas, é a nossa primeira experiência de comunicação. E é uma experiência que nos irmana a todos, pois cada um de nós nasceu de uma mãe.

Mesmo depois de termos chegado ao mundo, em certo sentido permanecemos num “ventre”, que é a família. Um ventre feito de pessoas diferentes, interrelacionando-se: a família é “o espaço onde se aprende a conviver na diferença” (Exort. ap. Evangelii gaudium, 66). Diferenças de géneros e de gerações, que comunicam, antes de mais nada, acolhendo-se mutuamente, porque existe um vínculo entre elas. E quanto mais amplo for o leque destas relações, tanto mais diversas são as idades e mais rico é o nosso ambiente de vida. O vínculo está na base da palavra, e esta, por sua vez, revigora o vínculo. Nós não inventamos as palavras: podemos usá-las, porque as recebemos. É em família que se aprende a falar na “língua materna”, ou seja, a língua dos nossos antepassados (cf. 2 Mac 7, 21.27). Em família, apercebemo-nos de que outros nos precederam, nos colocaram em condições de poder existir e, por nossa vez, gerar vida e fazer algo de bom e belo. Podemos dar, porque recebemos; e este circuito virtuoso está no coração da capacidade da família de ser comunicada e de comunicar; e, mais em geral, é o paradigma de toda a comunicação.

A experiência do vínculo que nos “precede” faz com que a família seja também o contexto onde se transmite aquela forma fundamental de comunicação que é a oração. Muitas vezes, ao adormecerem os filhos recém-nascidos, a mãe e o pai entregam-nos a Deus, para que vele por eles; e, quando se tornam um pouco maiores, põem-se a recitar juntamente com eles orações simples, recordando carinhosamente outras pessoas: os avós, outros parentes, os doentes e atribulados, todos aqueles que mais precisam da ajuda de Deus. Assim a maioria de nós aprendeu, em família, a dimensão religiosa da comunicação, que, no cristianismo, é toda impregnada de amor, o amor de Deus que se dá a nós e que nós oferecemos aos outros.

Na família, é sobretudo a capacidade de se abraçar, apoiar, acompanhar, decifrar olhares e silêncios, rir e chorar juntos, entre pessoas que não se escolheram e todavia são tão importantes uma para a outra… é sobretudo esta capacidade que nos faz compreender o que é verdadeiramente a comunicação enquanto descoberta e construção de proximidade. Reduzir as distâncias, saindo mutuamente ao encontro e acolhendo-se, é motivo de gratidão e alegria: da saudação de Maria e do saltar de alegria do menino deriva a bênção de Isabel, seguindo-se-lhe o belíssimo cântico do Magnificat, no qual Maria louva o amoroso desígnio que Deus tem sobre Ela e o seu povo. De um “sim” pronunciado com fé, derivam consequências que se estendem muito para além de nós mesmos e se expandem no mundo. “Visitar” supõe abrir as portas, não encerrar-se no próprio apartamento, sair, ir ter com o outro. A própria família é viva, se respira abrindo-se para além de si mesma; e as famílias que assim procedem, podem comunicar a sua mensagem de vida e comunhão, podem dar conforto e esperança às famílias mais feridas, e fazer crescer a própria Igreja, que é uma família de famílias.

Mais do que em qualquer outro lugar, é na família que, vivendo juntos no dia-a-dia, se experimentam as limitações próprias e alheias, os pequenos e grandes problemas da coexistência e do pôr-se de acordo. Não existe a família perfeita, mas não é preciso ter medo da imperfeição, da fragilidade, nem mesmo dos conflitos; preciso é aprender a enfrentá-los de forma construtiva. Por isso, a família onde as pessoas, apesar das próprias limitações e pecados, se amam, torna-se uma escola de perdão. O perdão é uma dinâmica de comunicação: uma comunicação que definha e se quebra, mas, por meio do arrependimento expresso e acolhido, é possível reatá-la e fazê-la crescer. Uma criança que aprende, em família, a ouvir os outros, a falar de modo respeitoso, expressando o seu ponto de vista sem negar o dos outros, será um construtor de diálogo e reconciliação na sociedade.

Muito têm para nos ensinar, a propósito de limitações e comunicação, as famílias com filhos marcados por uma ou mais deficiências. A deficiência motora, sensorial ou intelectual sempre constitui uma tentação a fechar-se; mas pode tornar-se, graças ao amor dos pais, dos irmãos e doutras pessoas amigas, um estímulo para se abrir, compartilhar, comunicar de modo inclusivo; e pode ajudar a escola, a paróquia, as associações a tornarem-se mais acolhedoras para com todos, a não excluírem ninguém.

Além disso, num mundo onde frequentemente se amaldiçoa, insulta, semeia discórdia, polui com as murmurações o nosso ambiente humano, a família pode ser uma escola de comunicação feita de bênção. E isto, mesmo nos lugares onde parecem prevalecer como inevitáveis o ódio e a violência, quando as famílias estão separadas entre si por muros de pedras ou pelos muros mais impenetráveis do preconceito e do ressentimento, quando parece haver boas razões para dizer “agora basta”; na realidade, abençoar em vez de amaldiçoar, visitar em vez de repelir, acolher em vez de combater é a única forma de quebrar a espiral do mal, para testemunhar que o bem é sempre possível, para educar os filhos na fraternidade.

Os meios mais modernos de hoje, irrenunciáveis sobretudo para os mais jovens, tanto podem dificultar como ajudar a comunicação em família e entre as famílias. Podem-na dificultar, se se tornam uma forma de se subtrair à escuta, de se isolar apesar da presença física, de saturar todo o momento de silêncio e de espera, ignorando que “o silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras ricas de conteúdo” (BENTO XVI, Mensagem do 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais, 24/1/2012); e podem-na favorecer, se ajudam a narrar e compartilhar, a permanecer em contato com os de longe, a agradecer e pedir perdão, a tornar possível sem cessar o encontro. Descobrindo diariamente este centro vital que é o encontro, este “início vivo”, saberemos orientar o nosso relacionamento com as tecnologias, em vez de nos deixarmos arrastar por elas. Também neste campo, os primeiros educadores são os pais. Mas não devem ser deixados sozinhos; a comunidade cristã é chamada a colocar-se ao seu lado, para que saibam ensinar os filhos a viver, no ambiente da comunicação, segundo os critérios da dignidade da pessoa humana e do bem comum.

Assim o desafio que hoje se nos apresenta, é aprender de novo a narrar, não nos limitando a produzir e consumir informação, embora esta seja a direção para a qual nos impelem os potentes e preciosos meios da comunicação contemporânea. A informação é importante, mas não é suficiente, porque muitas vezes simplifica, contrapõe as diferenças e as visões diversas, solicitando a tomar partido por uma ou pela outra, em vez de fornecer um olhar de conjunto.

No fim de contas, a própria família não é um objeto acerca do qual se comunicam opiniões nem um terreno onde se combatem batalhas ideológicas, mas um ambiente onde se aprende a comunicar na proximidade e um sujeito que comunica, uma “comunidade comunicadora”. Uma comunidade que sabe acompanhar, festejar e frutificar. Neste sentido, é possível recuperar um olhar capaz de reconhecer que a família continua a ser um grande recurso, e não apenas um problema ou uma instituição em crise. Às vezes os meios de comunicação social tendem a apresentar a família como se fosse um modelo abstrato que se há de aceitar ou rejeitar, defender ou atacar, em vez duma realidade concreta que se há de viver; ou como se fosse uma ideologia de alguém contra outro, em vez de ser o lugar onde todos aprendemos o que significa comunicar no amor recebido e dado. Ao contrário, narrar significa compreender que as nossas vidas estão entrelaçadas numa trama unitária, que as vozes são múltiplas e cada uma é insubstituível.

A família mais bela, protagonista e não problema, é aquela que, partindo do testemunho, sabe comunicar a beleza e a riqueza do relacionamento entre o homem e a mulher, entre pais e filhos. Não lutemos para defender o passado, mas trabalhemos com paciência e confiança, em todos os ambientes onde diariamente nos encontramos, para construir o futuro.

Vaticano, 23 de Janeiro – Vigília da Festa de São Francisco de Sales – de 2015.

Papa Francisco

Fonte CNBB

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Fotos 2014

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Matéria - 02/11/2014 – Paróquia celebra missa de finados no cemitério São João para mais de 200 presentes.
Matéria - 01/11/2014 – Crisma: sacramento do amadurecimento da fé para 207 adolescentes.
Matéria – 25 e 26/10/2014 – Pastoral Familiar paroquial promove Encontro de Noivos para 14 casais.
Matéria - 03 a 12/10/2014 – Festa em Louvor a N S Aparecida anima comunidade paroquial.
Matéria - 26/09/2014 – Oitavo encontro da “Escola de Salesianidade” reflete Dom Bosco e a Missão.
Matéria - 27/09/2014 – II FECARE (Festival Catequético Religioso)
Matéria - 13e14/09/2014 – Paroquianos fazem peregrinação ao Santuário Dom Bosco em Brasília/DF.
Matéria - 20/09/2014 – “Casamento Comunitário” – casais se unem a Deus com mais de 400 presentes.
Matéria - 15/09/2014 – Padres da paróquia N Sra. Auxiliadora de Ponta Grossa produzem “Vinho de Laranja”.
Matéria - 15/09/2014 – Paroquianas da Pastoral da Criança participam do desfile em comemoração aos 191 anos de Ponta Grossa.
Matéria - 14/09/2014 – Catequese promove Retiro de Crisma para três comunidades.
Matéria - 13e14/09/2014 – AJS de Ponta Grossa promove retiro para jovens.
Matéria - 12/09/2014 – Legião de Maria comemora seus 93 anos no mundo e promove Sarau Legionário na Matriz.
Matéria - 13e14/09/2014 – Segunda Reunião de Equipes – Fotos Tarcizio P. Odelli
Matéria - 14/09/2014 – Segunda Reunião de Equipes – segundo dia.
Matéria - 13/09/2014 – Segunda Reunião de Equipes Inspetoriais – primeiro dia.
Matéria - 06 e 07/09/2014 – Comunidade paroquial Dom Bosco comemora seu padroeiro em pleno Bicentenário.
Matéria - 06/09/2014 – Catequese da Com. N S Aparecida promove retido para catequizandos de Primeira Eucaristia.
Matéria - 30 e 31/08/2014 – Dia do catequista na paróquia N S Auxiliadora.
Matéria - 23/08/2014 – Zeladoras de capelinhas realizam encontro de formação.
Matéria - 22/08/2014 – Sétimo encontro da “Escola de Salesianidade” reflete Dom Bosco e a Comunicação.
Matéria - 20/08/2014 – Paroquianos celebram formatura da Universidade Aberta para a Terceira Idade.
Matéria - 10a16/08/2014 – Semana Nacional da Família na paróquia N S Auxiliadora.
Matéria - 17/08/2014 – Festa em louvor a Nossa Senhora da Glória.
Matéria - 09e10/08/2014 – Festividades do Dia dos Pais e Início da Semana da Família marcam o segundo fim de semana de Agosto na paróquia.
Matéria - 02/08/2014 – VJAS chega ao fim com premiações e festa de 15 anos do ACC.
Matéria - 03/08/2014 – Dia do Padre na paróquia Nossa Senhora Auxiliadora.
Matéria - 25/07/2014 – Em comemoração aos 15 anos do grupo ACC acontece o V JAS (Jogos da Adolescência Salesiana).
Matéria - 25/07/2014 – Sexto encontro da “Escola de Salesianidade” reflete Sistema Preventivo de Dom Bosco.
Matéria - 14/07/2014 – Animação Missionária Juvenil 2014 – O que foi? O que ficou?
Matéria - 12/07/2014 – AMJ 2014 se encerra, deixando saudade e um ânimo renovado para a juventude local.
Matéria - 11/07/2014 – Sexto dia de AMJ 2014 e último dia na comunidade N. S. do Rocio.
Matéria - 10/07/2014 – AMJ 2014, no quinto dia começam as missões jovens na comunidade N. S. do Rocio.
Matéria - 09/07/2014 – AMJ 2014, quarto dia – Emoção, animação, oração e agradecimentos no Lagoa Dourada II.
Matéria - 08/07/2014 – AMJ 2014 entra no terceiro dia – seguem as visitas domiciliares.
Matéria - 07/07/2014 – AMJ 2014 e seu segundo dia – início das visitas domiciliares.
Matéria - 06/07/2014 – Começa hoje a AMJ 2014 (Animação Missionária Juvenil – Missão Jovem) em Ponta Grossa, Paraná.
Matéria - 02 a 04/07/2014 – Novo padre inspetor Asidio Deretti, SDB realiza visita inspetorial de motivação.
Materia - 28/06/2014 – Comunidade São Pedro celebra seu padroeiro.
Materia - 28/06/2014 – Jovens encerram formação preparatória para a AMJ2014 e realizam “Missa de Envio”.
Matéria - 27/06/2014 – Paróquia celebra o dia do Sagrado Coração de Jesus.
Matéria - 27/06/2014 – Quinto encontro da “Escola de Salesianidade” reflete Dom Bosco e a Igreja.
Matéria - 23/06/2014 – Comunidade paroquial participa do segundo CPP (Conselho de Pastoral Paroquial) de 2014.
Matéria - 01/05/2014 – Paroquianos se unem aos quase 50 mil fiéis na procissão de Corpus Christi em Ponta Grossa.
Matéria - 21/06/2014 – AMJ2014 já começou na Internet.
Matéria - 15/06/2014 – “Eu guio e tu pedalas” – SAV (Serviço de Animação Vocacional) realiza “Projeto de Vida” misto no último dia 15.
Matéria - 08/06/2014 – Festa Junina na Com. N S da Glória.
Matéria - 04 e 05/06/2014 – Paróquia acolhe a imagem da padroeira do Paraná, Nossa Senhora do Rocio.
Materia - 01/06/2014 – Projeto AMJ2014 tem segunda etapa de formação dos jovens missionários.
Matéria - 24/05/2014 – Casal Edson e Edésia Witék comemora Bodas de Prata e é exemplo para paroquianos.
Matéria - 04/05/2014 – Festa de São Domingos Sávio.
Matérias - 25/05/2014 – Festa de N S Auxiliadora de 2014: Carreata, Procissão, Missa, Churrascada e “Show de prêmios”.
Matéria - 24/05/2014 – Paróquia celebra o dia de N S Auxiliadora com missa, coroação e festa no novo Salão Social para mais de 900 fiéis.
Matéria - 22/05/2014 – Jovens desenham santos salesianos por devoção e missão.
Matéria - 17/05/2014 – Grupo ASC(Adolescentes Salesianos em Cristo) realiza tarde missionária.
Matéria - 17/05/2014 – Preparativos para a Festa de N S Auxiliadora mobilizam paroquianos.
Matéria - 11/05/2014 – Paróquia celebra o Dia das Mães e encanta fiéis.
Matéria - 03/05/2014 – Pastoral Liturgica – Reunião ordinária de formação Maio.
Dia 02 da I Reunião de Equipes - fotos e matéria.
Dia 01 da I Reunião de Equipes - fotos e matéria.
Fotos - 17 a 20/04/2014 – Semana Santa. Fotos: Sandro Luís Bitobrovec
Matéria - 28/04/2014 – Paróquia N S Auxiliadora realiza primeira reunião do Conselho de Pastoral Paroquial.
Matéria - 27/04/2014 – Paróquia celebra “Festa da Divina Misericórdia”.
Matéria - 26e27/04/2014 – Dez casais participam de Curso de Noivos. 
Matéria - 26/04/2014 – “Vicentinos” da conferência São Pio X – da paróquia N S Auxiliadora comemoram 45 anos.
Matéria - 26/04/2014 – Jovens missionários se reúnem para formação em preparação a AMJ2014.
Matéria - 25/04/2014 – Paróquia N S Auxiliadora realiza terceiro encontro da “Escola de Salesianidade”
Matéria - 20/04/2014 – Missa de Páscoa e Batizados.
Matéria - 19/04/2014 – “Vigília Pascal, a celebração mais bonita do ano”.
Matéria - 19/04/2014 – Vicentinos realizam entrega de chocolates a crianças carentes na matriz Auxiliadora.
Matéria - 18/04/2014 – Adorações, Ato litúrgico e Via-Sacra nas ruas evangelizam milhares de fiéis na paróquia N S Auxiliadora.
Matéria - 17/04/2014 – Paróquia N S Auxiliadora celebra a “Instituição da Eucaristia”.
Matéria - 15/04/2014 – Jovem promove Via-Sacra nas ruas da Comunidade Dom Bosco.
Matéria - 14/04/2014 – Jovem Lucas Penteado assume missão com a Comunidade Shalom.
Matéria - 13/04/2014 – Domingo de Ramos na paróquia N S Auxiliadora de Ponta Grossa.
Matéria - 05/04/2014 – Pastoral Litúrgica recebe palestra sobre “Canto e liturgia” com o Pe. Fabio Sejanoski.
Matéria - 04/04/2014 – Jovens paroquianos têm textos publicados pela Academia Pontagrossensse de Letras e Artes - APLA
Matéria - 30/03/2014 – Pastoral dos Coroinhas promove passeio na “Fazendinha Florença”.
Matéria - 29/03/2014 – Comunidades promovem Pastelada Paroquial. 
Matéria - 29/03/2014 – Pastoral Catequética da Com. N. S. Aparecida representa Igreja em desfile de aniversário do Núcleo 31 de Março.
Matéria - 28/03/2014 – Paróquia N S Auxiliadora realiza segundo encontro da “Escola de Salesianidade” – “Carisma de Dom Bosco e Mazzarello”.
Matéria - 27/03/2014 – Comunidade N S da Glória realiza Via Sacra nas casas, na região do Rio Verde.
Matéria - 23/03/2014 – “Centros Juvenis” agitam o domingo das comunidades N S da Glória e Dom Bosco.
Matéria - 22/03/2014 – Projeto AMJ já começa a ganhar forma em Ponta Grossa.
Matéria - 22/03/2014 – Pastoral Catequética da Matriz N S Auxiliadora realiza “Envio” dos catequistas.
Matéria - 22/03/2014 – Pastoral catequética da Com. N S Aparecida realiza retiro para catequizandos do 3º tempo.
Matéria - 21/03/2014 – SAV comemora aniversário do P. Aristides Girardi.
Matéria - 16/03/2014 – Almoço comunitário da Comunidade N S Aparecida em prol do salão social.
Matéria - 11 a 19/03/2014 – Paróquia comemora São José (Pai adotivo de Jesus e padroeiro dos Ecônomos). - Resumo.
Matéria - 19/03/2014 – Paróquia comemora Dia de São José e Dia dos Salesianos Irmãos. 
Matéria - 18/03/2014 – Oitavo dia da Novena a São José, benção das chaves.
Matéria - 17/03/2014 – Sétimo dia da Novena a São José, benção aos trabalhadores e desempregados.
Matéria - 16/03/2014 – Sexto dia da Novena a São José, depoimento de cura emociona os fiéis.
Matéria - 15/03/2014 – Quinto dia da Novena a São José desafia os jovens.
Matéria - 14/03/2014 – Quarto dia da Novena a São José, “Olhar para o outro”.
Matéria - 13/03/2014 – Terceiro dia da Novena a São José, benção especial reúne mais de 50 casais.
Matéria - 12/03/2014 – Segundo dia da Novena a São José, benção especial aos homens.
Matéria - 11/03/2014 – Primeiro dia da Novena a São José atrai quase 300 fiéis.
Matéria - 08/03/2014 – “Assembleia Paroquial” ajuda a reescrever a história e define metas para 2014 na Paróquia N S Auxiliadora.
Matéria - 05/03/2014 – Missas de “Quarta-feira de Cinzas” atraem mais de mil fiéis na matriz N S Auxiliadora.
Matéria - 04/03/2014 – Retiro Anual de Carnaval da Legião de Maria.
Matéria - 01/03/2014 – Preparados catequistas iniciam suas atividades de 2014 com “Reunião de pais” e “Missa do Envio”.
Matéria - 28/02/2014 – Paróquia N S Auxiliadora de Ponta Grossa inicia estudos sobre Dom Bosco com a “Escola de Salesianidade”.
Matéria - 18/02/2014 – Matriz Auxiliadora inicia preparação para novos coroinhas.
Matéria - 18/02/2014 – Conselho de Pastoral da Matriz Auxiliadora realiza primeiro CPC do ano e prepara festa da padroeira.
Matéria - 17/02/2014 – Paróquia N S Auxiliadora acolhe P. Aristides Girardi.
Matéria - 08/02/2014 – AJS - Grupos de jovens da paróquia Auxiliadora realizam ação social na casa Marilac.
Matéria – 02/02/2014 – IV Passeio Ciclístico em homenagem a Dom Bosco.
Matéria - 01/02/2014 – Primeira Reunião de Liturgia do ano ressalta desafios e apresenta novas coordenações.
Matéria - 31/01/2014 – Adoração ao Santíssimo encerra ‘Semana Catequética’.
Matéria - 31/01/2014 – Coroinhas iniciam atividades e marcam o Dia de Dom Bosco na paróquia Auxiliadora de Ponta Grossa.
Matéria - 31/01/2014 – Adoração ao Santíssimo encerra ‘Semana Catequética’.
Matéria - 30/01/2014 – Terceiro dia da ‘Semana Catequética’ – Pastoral promove VII Assembléia Catequética.
Matéria - 29/01/2014 – Segundo dia da ‘Semana Catequética’ aborda a CF2014 e reúne 74 catequistas.
Matéria - 28/01/2014 – Pastoral Catequética Paróquia N S Auxiliadora inicia “Semana Catequética”.
Matéria - 12/01/2014 – Jovem paroquiano é novo reforço do Operário Ferroviário de Ponta Grossa para 2014.
Matéria - 11/01/2014 – AJS promove primeiro Bazar de 2014.
Matéria - 08/01/2014 – Novo Salão da Matriz realiza a colocação do Telhado.
Matéria - 05/01/2014 – Jovem paroquiano participa do Projeto Missionário Salesiano de 2014.

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