terça-feira, 24 de maio de 2016

Mensagem do Reitor Mor por ocasião da Festa de Maria Auxiliadora



Viva Nossa Senhora Auxiliadora

Clique na imagem para ver ampliado

Nossa Senhora Auxiliadora 24/05

Conheça a história de devoção a N Sra Auxiliadora
Esta invocação mariana encontra suas raízes no ano 1571, quando Selim I, imperador dos turcos, após conquistar várias ilhas do Mediterrâneo, lança seu olhar de cobiça sobre toda a Europa. O Papa Pio V, diante da inércia das nações cristãs, resolveu organizar uma poderosa esquadra para salvar os cristãos da escravidão muçulmana. Para tanto, invocou o auxílio da Virgem Maria para este combate católico.
A vitória aconteceu no dia 7 de outubro de 1571. Afastada a perseguição maometana, o Santo Padre demonstrou sua gratidão à Virgem acrescentando nas ladainhas loretanas a invocação: Auxiliadora dos Cristãos.
No entanto, a festa de Nossa Senhora Auxiliadora só foi instituída em 1816, pelo Papa Pio VII, a fim de perpetuar mais um fato que atesta a intercessão da Santa Mãe de Deus: Napoleão I, empenhado em dominar os estados pontifícios, foi excomungado pelo Sumo Pontífice. Em resposta, o imperador francês seqüestrou o Vigário de Cristo, levando-o para a França. Movido por ardente fé na vitória, o Papa recorreu à intercessão de Maria Santíssima, prometendo coroar solenemente a imagem de Nossa Senhora de Savona logo que fosse liberto.
O Santo Padre ficou cativo por cinco anos, sofrendo toda espécie de humilhações. Uma vez fracassado, Napoleão cedeu à opinião pública e libertou o Papa, que voltou a Savona para cumprir sua promessa. No dia 24 de maio de 1814, Pio VII entrou solenemente em Roma, recuperando seu poder pastoral. Os bens eclesiásticos foram restituídos. Napoleão viu-se obrigado a assinar a abdicação no mesmo palácio onde aprisionara o velho pontífice.
Para marcar seu agradecimento à Santa Mãe de Deus, o Papa Pio VII criou a festa de Nossa Senhora Auxiliadora, fixando-a no dia de sua entrada triunfal em Roma.
O grande apóstolo da juventude, Dom Bosco, adotou esta invocação para sua Congregação Salesiana porque ele viveu numa época de luta entre o poder civil e o eclesiástico. A fundação de sua família religiosa, que difunde pelo mundo o amor a Nossa Senhora Auxiliadora, deu-se sob o ministério do Conde Cavour, no auge dos ódios políticos e religiosos que culminaram na queda de Roma e destruição do poder temporal da Igreja. Nossa Senhora foi colocada à frente da obra educacional de Dom Bosco para defendê-la em todas as dificuldades.
No ano de 1862, as aparições de Maria Auxiliadora na cidade de Spoleto marcam um despertar mariano na piedade popular italiana. Nesse mesmo ano, São João Bosco iniciou a construção, em Turim, de um santuário, que foi dedicado a Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos.
A partir dessa data, Dom Bosco, que desde pequeno aprendeu com sua mãe Margarida, a confiar inteiramente em Nossa Senhora, ao falar da Mãe de Deus, lhe unirá sempre o título Auxiliadora dos Cristãos. Para perpetuar o seu amor e a sua gratidão para com Nossa Senhora e para que ficasse conhecido por todos e para sempre que foi “Ela (Maria) quem tudo fez”, quis Dom Bosco que as Filhas de Maria Auxiliadora, congregação por ele fundada juntamente com Santa Maria Domingas Mazzarello, fossem um monumento vivo dessa sua gratidão.
Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de AUXILIADORA. Pode-se afirmar que a invocação de Maria como título de Auxiliadora teve um impulso enorme com Dom Bosco. Ficou tão conhecido o amor do Santo pela Virgem Auxiliadora a ponto de Ela ser conhecida também como a “Virgem de Dom Bosco”.
Escreveu Dom Bosco: “A festa de Maria Auxiliadora deve ser o prelúdio da festa eterna que deveremos celebrar todos juntos um dia no Paraíso”.


Oração a Nossa Senhora Auxiliadora, Protetora do Lar
Santíssima Virgem Maria a quem Deus constituiu Auxiliadora dos Cristãos,
nós vos escolhemos como Senhora e Protetora desta casa.
Dignai-vos mostrar aqui Vosso auxílio poderoso.
Preservai esta casa de todo perigo: do incêndio, da inundação, do raio, das tempestades,
dos ladrões, dos malfeitores, da guerra e de todas as outras calamidades que conheceis.
Abençoai, protegei, defendei, guardai como coisa vossa as pessoas que vivem nesta casa.
Sobretudo concedei-lhes a graça mais importante,
a de viverem sempre na amizade de Deus, evitando o pecado.
Dai-lhes a fé que tivestes na Palavra de Deus, e o amor que nutristes para com Vosso Filho Jesus
e para com todos aqueles pelos quais Ele morreu na cruz.
Maria, Auxílio dos Cristãos, rogai por todos que moram nesta casa que Vos foi consagrada.
Amém.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

AÇÃO ENTRE AMIGOS PARÓQUIA N SRA AUXILIADORA. GANHADORES

RESULTADO:

4º PREMIO - R$ 1.000,00 - CARTELA 8.360
EDSON LUIZ DE MIRANDA.
3º PREMIO - R$ 2.000,00 - CARTELA 11.038
FRANCISMARA DE LIMA
2º PREMIO - R$ 5.000,00 - CARTELA 0839
LEONILDA LASKOS
1º PREMIO - R$ 20.000,00 - CARTELA 14.143
EVERTON NASCIMENTO ROGOSKI

*créditos Wilmar Massaneiro
#festansauxiliadorapg

domingo, 15 de maio de 2016

Centro Juvenil na Com. N S da Glória 14/05/16









Aniversário da Diocese de PG lota a Catedral

Diocese de Ponta Grossa completou 90 anos e a comemoração lotou a Catedral do município na tarde de hoje. A comemoração dos 90 anos da Diocese de Ponta Grossa lotou a catedral do município na tarde de hoje. A festa contou com representantes das 640 comunidades, vindos de 46 paróquias, de 17 cidades, que levaram imagens e estampas do santo padroeiro para serem abençoados. O bispo Dom Sergio Arthur Braschi afirma que a intenção é, por intermédio das imagens, abençoar todo o território da Diocese. 


Houve ainda a entrega da ‘chama missionária’ aos componentes dos Grupos de Animação Missionária (GAMs), responsáveis por levar às paróquias o ardor missionário. A celebração aconteceu na Catedral e começou às 15 horas.

Assista ao vídeo da celebração clicando aqui

Fonte: A Rede

sábado, 14 de maio de 2016

A importância da Virgem Maria em Pentecostes

Tendo entrado no cenáculo, subiram ao quarto de cima, onde costumavam permanecer. Eram eles: Pedro e João, Tiago, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelador, e Judas, irmão de Tiago. Todos eles perseveravam unanimemente na oração, juntamente com as mulheres, entre elas Maria, mãe de Jesus, e os irmãos (primos) dele.”(At.1,13-14)

“Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo, que se repartiram e repousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.” (At.2, 1-4).

A palavra Pentecostes vem da palavra grega “pentekosté” e significa “quinquagésimo”, ou seja, representa o 50° dia depois da Páscoa. Nesse tempo, comemora-se a vinda do Espírito Santo e o Nascimento da Igreja Católica. Antes de ser uma celebração cristã, Pentecostes era uma festa judaica, associada ao tempo de colheita, relacionando-se após, ao dia em que Deus entregou as tábuas da Lei a Moisés, no Monte Sinai. O Pentecostes cristão acontece em cumprimento à promessa de Jesus, após sua ascensão aos céus, quando enviou o Espírito Santo sobre Maria e os apóstolos, reunidos no cenáculo, conforme S. Lucas narra em At.1,4-8:

“E comendo com eles, ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem o cumprimento da promessa de seu Pai, que ouvistes, disse ele, da minha boca; porque João batizou na água, mas vós sereis batizados no Espírito Santo daqui há poucos dias. Assim reunidos, eles o interrogavam: Senhor, é porventura agora que ides instaurar o reino de Israel? Respondeu-lhes ele: Não vos pertence a vós saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou em seu poder, mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e Samaria e até os confins do mundo.” (At. 1, 4-8)

Nessa ocasião, aconteceu a efusão do Espírito Santo, enchendo os apóstolos dos seus dons e da força que os impulsionou a testemunhar o Cristo ressuscitado no mundo. Esse era a missão dos apóstolos.

Como no episódio das Bodas de Caná (Jo 2,1-11), Maria também tem especial importância em Pentecostes. Cabe lembrar que desde a cruz, antes de morrer, Jesus nos deu sua Mãe como nossa mãe na pessoa de São João, e ele a acolheu como Mãe. Na verdade, todos os discípulos já haviam acolhido Maria como mãe, desde a vida pública de Jesus, pois ninguém, senão Ela havia participado de toda a vida de seu Filho, desde o momento da concepção até a ressurreição. Entendo que esse fato fez com que fosse “preenchido” o vazio deixado pela ausência física de Jesus, após sua ascensão. Muitos poderiam pensar: “Maria era repleta do Espírito Santo, Templo da Santíssima Trindade, então por quê estaria presente no evento de Pentecostes?”. Para essa pergunta, atrevo-me a responder: em Pentecostes nasce a Igreja, e Maria, como esposa do Espírito Santo configura-se como Mãe do Corpo Místico de Cristo, tornando-a indissoluvelmente unida ao mistério de Cristo pela Encarnação e à Igreja.Não existe Igreja sem Maria e Maria sem a Igreja.

Maria também é a Mãe dos apóstolos. Nesse contexto, é fácil perceber que é a presença materna de Maria que auxilia os discípulos a perseverarem na fé e na espera do Espírito Santo Consolador. Por isso, permaneciam unidos em oração, suplicando a DEUS a vinda do Paráclito, do Fogo abrasador. Dessa forma, Maria molda maternalmente os apóstolos em irmãos, preparando-os para acolher o Espírito Santo.

Com a descida do Espírito Santo no cenáculo, os apóstolos animados pela Virgem Santíssima, venceram seus temores e, destemidos, proclamavam o Evangelho. Ali era formada a primeira comunidade cristã, com o nascimento da Igreja de nosso Senhor Jesus Cristo.

Como cristãos batizados somos chamados a refletir sobre Pentecostes, pois “somos todos templo do Espírito Santo”, como diz São Paulo ( I Cor 6:19).

Lembremos que Jesus afirma:
“Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do céu dará o Espírito Santo aos que lhe pedirem!” (Lc 11,13)

Confiemos na materna intercessão de Nossa Senhora e peçamos ao Pai que nos envie o Seu Espírito Santo, nos encha com seus sete dons e nos dê, a cada dia, a coragem de testemunhar o Cristo Vivo e Ressuscitado e de proclamar a sua Palavra.

O que é o fruto do Espírito Santo?

Gálatas 5:22-23 nos diz: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio…” O fruto do Espírito Santo é o resultado da presença do Espírito Santo na vida do Cristão. A Bíblia deixa bem claro que todos recebem o Espírito Santo no momento em que acreditam em Jesus Cristo (Romanos 8:9; 1 Coríntios 12:13; Efésios 1:13-14). Um dos propósitos principais do Espírito Santo ao entrar na vida de um Cristão é transformar aquela vida. É a tarefa de o Espírito Santo conformar-nos à imagem de Cristo, fazendo-nos mais e mais como Ele. 
Os frutos do Espírito Santo estão em direto contraste com as obras da natureza pecaminosa em Gálatas 5:19-21: “Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.” Gálatas 5:19-21 descreve a vida das pessoas, em proporções diferentes, quando elas não conhecem a Cristo e, portanto, não estão sob a influência do Espírito Santo. Nossa carne pecaminosa produz certos tipos de fruto (Gálatas 5:19-21), e o Espírito Santo produz outros tipos de fruto (Gálatas 5:22-23). 
A vida Cristã é uma batalha entre as obras da natureza pecaminosa e os frutos do Espírito Santo. Como pecadores ainda estão presos a um corpo que deseja coisas pecaminosas (Romanos 7:14-25). Como Cristãos, temos o Espírito Santo produzindo fruto em nós e o Seu poder disponível para nos ajudar a vencer as ações da nossa natureza de pecado (2 Coríntios 5:17; Filipenses 4:13). 
Um Cristão nunca vai ser completamente vitorioso em sempre demonstrar os frutos do Espírito Santo. No entanto, um dos propósitos principais da vida Cristã é progressivamente permitir que o Espírito Santo produza mais e mais de Seu fruto em nossas vidas – e de permitir que o Espírito vença os desejos pecaminosos que se opõem aos Seus frutos. O fruto do Espírito é o que Deus deseja que nossa vida demonstre… E com a ajuda do Espírito Santo, isso é possível!

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Salesianos Cooperadores festejam 140 anos

No dia 9 de maio de 1876, Solenidade da Ascensão do Senhor, o projeto de Dom Bosco para formar um ramo laical de educadores empenhados na salvação das almas dos jovens mais necessitados recebia o sigilo do Santo Padre, o Papa Pio IX. Celebram-se, pois, neste ano, os 140 anos da Associação dos Salesianos Cooperadores (ASC), terceiro Grupo da Família Salesiana, grupo que conta com mais de 30 mil membros, unidos em cerca de 1400 centros locais, organizados em 11 regiões, no Planeta.

Dom Bosco imaginara e cultivara os seus Salesianos Cooperadores havia já muitos anos: mas devia passar ainda um bom tempo antes que, na sensibilidade da época, amadurecesse a ideia de um movimento composto de “leigos e eclesiásticos, juntos, para a salvação da juventude periclitante”.

Quando, em abril de 1876, Dom Bosco esteve em Roma para apresentar o projeto definitivo, recebeu do Papa a sugestão de não criar um instituto específico para ‘as Cooperadoras’, mas de as unir em única formação com os Cooperadores: “Elas são eficientes e empreendedoras também por inclinação natural, mais do que os homens. Excluindo-as, o senhor se privaria do mais precioso auxílio”, afirmou o Pontífice (MB XI,73-74).

Dom Bosco acolheu a indicação papal e enriqueceu o texto. Em seguida Pio IX concedeu à “Sociedade ou União dos Cooperadores Salesianos” as indulgências concedidas à Ordem Terceira Secular Franciscana e aprovou implicitamente a mesma Associação em sua forma jurídica.

A criatividade de Dom Bosco marcou o estilo dos Salesianos Cooperadores desde as origens: havia professores, treinadores esportivos, artistas de teatro, músicos, catequistas, mães de família… No decurso destes 140 anos os Salesianos Cooperadores têm seguido fielmente o projeto de Dom Bosco e atualizaram sua herança. Diversas as figuras de santidade surgidas entre eles, a começar da venerável Mamãe Margarida (Mamãe de Dom Bosco), prosseguindo com os veneráveis Atílio Giordani e Edvige Carboni, os bem-aventurados Alexandrina da Costa e José Toniolo, São José Marello, Fundador dos Oblatos de São José…

Há 140 anos, os Salesianos Cooperadores, Grupo da Família Salesiana fundado diretamente por Dom Bosco, continuam sendo pessoas densas de humanidade, fiéis batizados a serviço da Igreja, apaixonados colaboradores na Missão Salesiana.

InfoANS

Diocese de Ponta Grossa festeja 90 anos

Conheça a história da Diocese de Ponta Grossa que hoje completa 90 anos 

A Diocese de Ponta Grossa foi criada aos 10 de maio de 1926 por intermédio da bula ‘QUUM IN DIES NUMERUS’ do Papa Pio XI, desmembrada da Diocese de Curitiba, até então a única existente no Paraná. Inicialmente, compreendia uma vasta região do Paraná: a região central, partes do Oeste e do Sudoeste do Estado.

A nova Diocese era formada por 12 paróquias: Ponta Grossa, Castro, Cruz Machado, Guarapuava, Imbituva, Ipiranga, Ivaí, Palmas, Prudentópolis, Rio Claro, Tibagi e União da Vitória. Destas, atualmente, três são dioceses desmembradas de Ponta Grossa: Palmas, Guarapuava e União da Vitória. Durante os quatro primeiros anos de sua fundação a Diocese de Ponta Grossa foi governada por dom João Francisco Braga, 1º Arcebispo da Arquidiocese de Curitiba, designado como seu administrador apostólico.

Atualmente, a Diocese tem como sede a cidade de Ponta Grossa e se estende por uma faixa de 16 municípios: Ortigueira, Reserva, Imbaú, Telêmaco Borba, Tibagi, Irati, Teixeira Soares, Fernandes Pinheiro, Imbituva, Guamiranga, Ipiranga, Ivaí, Castro, Ventania, Piraí do Sul, Carambeí. Constitui-se por 46 paróquias, 640 comunidades e conta com inúmeras congregações religiosas que desempenham importantes serviços sociais.

Fotos e informações : Bureau

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Vídeo - Estreia 2016: Com Jesus, percorramos juntos a aventura do Espírito




Estreia 2016: Com Jesus, percorramos juntos a aventura do Espírito

Esta é a Estreia 2016, tema proposto pelo Reitor-mor, padre Ángel Fernández Artime, para nortear as ações da Família Salesiana durante o ano.

Todos os anos, desde os tempos de Dom Bosco, o Reitor-mor dos salesianos lança, no final do ano, a Estreia: um lema para ser seguido pela Família Salesiana durante o ano seguinte, em todas as partes do mundo, permeando as ações pastorais, reflexões, celebrações e atividades. Para 2016, a mensagem anunciada pelo padre Ángel Fernández Artime é: “Com Jesus, percorramos juntos a aventura do Espírito”.

Ao apresentar as linhas gerais da Estreia 2016, o Reitor-mor ressalta que a vida nos oferece uma grande variedade de opções, e que é justamente nessa multiplicidade que o Espírito age com liberdade e “bate à porta” de todo ser humano. Ele afirma ainda que, no decorrer da existência, todos fazem a experiência do caminho, do percurso, seja no âmbito interior, seja do ponto de vista espiritual. Nesse caminho “não há certezas”, mas avançamos na esperança de que o Espírito saberá surpreender-nos.

Sobre o que significa então “percorrer a aventura do Espírito”, padre Artime explica que, acima de tudo, trata-se de “trilhar um caminho de interioridade”. Porém, mais que um exercício de interioridade, trata-se de um itinerário de espiritualidade, que é cultivada e expressa de diversas formas.

Com Jesus
“O próprio Jesus percorreu uma autêntica ‘aventura’ de abertura ao Espírito. Ele sempre procurou a vontade do Pai que, no seu Espírito, o inspirou, acompanhou, provocou, guiou…”, considera o Reitor-mor. Assim como seu Filho, Maria de Nazaré viveu a aventura do Espírito, e confiou em Deus sem saber qual seria o ponto de chegada.

Outro exemplo que deve ser seguido é o de Dom Bosco, que viveu na abertura ao Espírito ao longo de toda a sua vida, pois seu desejo era corresponder ao que Deus lhe pedia, para si mesmo e no serviço aos jovens. “Nós recebemos a cada dia esse convite a adentrar no itinerário do Espírito, no qual poderemos deixar-nos acompanhar, conduzir e surpreender por Ele. Um itinerário que tem muito de ‘aventura’, no qual não há certezas, mas cujo ponto de chegada é fascinante”, completa padre Artime.

Juntos
Este itinerário de espiritualidade se expressa e se manifesta em uma profunda experiência de fé; no cultivo da dimensão comunitária desta mesma fé; e no reforço à misericórdia e à dimensão fraterna da vida.

O Reitor-mor termina a sua apresentação lançando um pedido especial aos jovens, para que nos permitam percorrer juntos esse caminho. “Percorramos juntos este itinerário! Aprendamos juntos, façamos experiência juntos, porque isso fará muito bem a todos nós. E neste ‘todos’, pensamos na Família Salesiana – em suas diversas expressões – como primeira destinatária da Estreia, mas pensamos também em vocês, milhares e milhares de jovens, que vivem em todos os tipos de países, culturas e presenças salesianas, animadores de outros jovens, que os acompanharão nesta aventura, neste caminho a percorrer acompanhados por Ele, o Espírito de Deus que – como dizíamos – surpreende, estimula, provoca, entusiasma, fascina e acompanha…”

O pôster da Estreia
O vigário do Reitor-mor, padre Francesco Cereda, fez uma interpretação sobre o pôster da Estreia 2016. O cartaz, obra do artista espanhol David González Arjona, de ‘Artia Comunicación’, está disponível em sete idiomas e pode ser baixado no site www.sdb.org.

De acordo com padre Cereda, aBasílica que está ao fundo recorda-nos o bicentenário do nascimento de Dom Bosco. A partir da humilde origem nos Becchi, a Família Salesiana caminha. É uma verdadeira multidão, formada por jovens, leigos, religiosos. “Do bicentenário saímos com a identidade carismática reforçada e, portanto com um sentido de pertença mais acentuado. A caminhada é festiva e favorece o encontro. E o encontro sustenta o caminhar: sem encontro, não há caminhada”.

Esse caminho é feito com Jesus. Ele orienta, está à frente da caminhada. “Com uma das mãos, Jesus convida o jovem a caminhar com Ele e a segui-Lo. Com a outra lhe oferece apoio e proximidade”, ressalta padre Cereda. Sobre a imagem em primeiro plano no pôster, ele destaca o encontro do jovem, que leva na alma o espírito de Dom Bosco, com Jesus. “Se na preparação ao bicentenário fomos convidados a repartir de Dom Bosco, agora o nosso empenho é ‘repartir de Jesus’ com nosso modo específico salesiano. O centro e o primado devem ser dados ao Senhor Jesus: há que pôr-se no seguimento de Cristo por sobre as passadas de Dom Bosco”, completa.

O que é a Estreia
O anúncio da Estreia é um dos momentos mais importantes para a Família Salesiana. A origem da Estreia está em Dom Bosco: no último dia do ano, ele entregava aos jovens do Oratório de Valdocco, na Itália, um itinerário espiritual para ser trabalhado e refletido no ano seguinte.
Seguindo esta tradição, no final de cada ano o Reitor-mor – o sucessor de Dom Bosco – apresenta um lema para guiar a Família Salesiana. O Reitor-mor sempre entrega o primeiro texto da Estreia à Madre-geral das Filhas de Maria Auxiliadora (FMA). Depois, a mensagem é propagada para todas as casas dos Salesianos, das FMA e de outros ramos da Família Salesiana, em todo o mundo.



Boletim Salesiano, com informações da InfoANS

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