quarta-feira, 29 de março de 2017

Ação entre amigos da Festa da matriz da paróquia de N.Sra. Auxiliadora



Dia 21/05 - valor da cartela R$ 10;00
prêmios:
1 VW/Voyage 2011-prata;
1TV 42"
1 PS4
1 Notebook.
 

Compre já o seu com os coordenadores das pastorais e movimentos da matriz ou na secretaria paroquial. 
Matriz N S Auxiliadora - PG
Secretaria paroquial: (42) 3226-4231
Rua XV de Setembro, 1177 - Vila Marina

sábado, 25 de março de 2017

Cantos fixos da missa

Os cantos do Comum ou do Ordinárioda missa (partes fixas) são aqueles que não variam na celebração, atendendo, pois, a todos os tempos litúrgicos e festas. São quatro os cantos assim chamados: o “Senhor, tende piedade” ou “Kyrie”, o “Glória”, o “Santo” e o “Cordeiro de Deus”. Vejamos então:


O “SENHOR, TENDE PIEDADE” OU “KYRIE”
O “Senhor, tende piedade” ou “Kyrie”, conforme a instrução do Missal Romano, é um canto pelo qual os fiéis aclamam a Cristo Senhor e imploram a sua misericórdia (Kyrius = Cristo). É uma pequena ladainha, sem valor, porém, de ato penitencial, um canto litânico, constituindo uma transição de louvor entre o ato penitencial propriamente dito e o “Glória”. Quanto à sua importância litúrgica, está no segundo grau, em escala decrescente, como propõe a Instrução “Musicam Sacram”.

O “GLÓRIA”
O “Glória” é um hino angélico, podemos dizer, e uma grande doxologia. Não é, como parece, um hino trinitário, mas cristológico. Hino antigo, do século IV, por ele a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus Pai e ao Cordeiro (IGMR 53). Não acompanha um rito, mas é ele o próprio rito. Sendo glorificação e súplica da Igreja, deve ser cantado por todos. É um hino angélico porque se inspira no hino cantado pelos anjos aos pastores, no Natal; e grande doxologia, para distinguir-se da doxologia menor “Glória ao Pai…”, que todos conhecem e rezam. O texto do “Glória” não pode ser substituído por outro, conforme dispõe a Instrução Geral. Não é cantado no Advento e na Quaresma, mas canta-se solenemente na Quinta-feira Santa e na Vigília Pascal do Sábado Santo. Na graduação da liturgia, é canto também de segundo grau.

O “SANTO”
O Santo é, na verdade, o hino dos serafins (cf. Is 6,3). Cantado na Liturgia, torna-se um louvor universal. Após a ação de graças iniciada no Prefácio, toda a assembléia entoa a aclamação do “Santo”, que constitui parte da própria Oração Eucarística. O Santo é, pois, uma aclamação de toda a assembléia celebrante. Seu conteúdo faz parte de cinco textos bíblicos: o louvor celeste dos serafins, na visão de Isaías (cf. Is 6,3); o “Benedictus” dos querubins, segundo Ezequiel (cf. Ez 3,12); a liturgia celeste descrita no Apocalipse (cf. Ap 4,8), e o brado de triunfo messiânico, seja do salmista, ainda na expectativa da era messiânica, seja do evangelista, contemplando já a realidade do Cristo e Senhor, como na entrada triunfal em Jerusalém (cf. Sl 118(117),26; Mt 21,9), em que o povo de Deus acolhe o Salvador.

Como sabemos, este canto une, em espiritualidade bíblica, a liturgia terrena, celebrada pela assembléia, à liturgia celeste, cantada pelos anjos. Por isso, como no exemplo do “Glória”, deve-se também aqui evitar as paráfrases do “Santo”, sobretudo por ser este um canto essencialmente bíblico. É canto de primeiro grau na escala litúrgica, e, a exemplo do “Kyrie” e do Glória, constitui-se também ele o próprio rito.


O “CORDEIRO DE DEUS”
É o canto que acompanha o rito da “Fração do pão”. Prece litânica e de origem bíblica, faz alusão ao Cordeiro pascal (cf. Jo 1,36). De forma mais plena, faz alusão também ao Banquete escatológico das Bodas do Cordeiro (cf. Ap 19,7.9), do qual a Eucaristia é o sinal e o penhor. Em celebrações mais solenes, pode ser cantado só pelo coral, mas, em qualquer hipótese, o presidente dele não participa. É canto de segundo grau na escala litúrgica. Na prática, sua importância é muito ignorada, e, lamentavelmente, quase sempre é “abafado” pelo canto suplementar do “abraço da paz”, que o antecede. Nota:

Os cantos deste estudo, por serem fixos, deveriam ser cantados pela assembléia já de cor, com mais desenvoltura, visto serem também mais importantes que o de entrada, das oferendas e de comunhão, estes, na Liturgia, classificados como cantos próprios, isto é, variáveis nos tempos litúrgicos e nas festas. Atente-se ainda que os cantos próprios são de terceiro grau, exceto o das oferendas, que é canto suplementar, ou seja, ainda de menor importância. Na prática litúrgica, porém, não é o que acontece.

Fonte: https://afeexplicada.wordpress.com/2017/03/23/cantos-fixos-da-missa/

Equipe de acolhida, ministério litúrgico

Em nossas celebrações eucarísticas, dada a sua dimensão festiva e convivial, como também seu caráter de reunião fraterna, seria bom que houvesse um grupo de leigos(as) que, no espírito da Liturgia, acolhesse os fiéis com aquela delicadeza própria dos filhos de Deus. Tratando-se de pessoas idosas ou de deficientes físicos, seriam levados até mesmo aos seus lugares na igreja. Cada comunidade, com seu jeito próprio de acolher, teria o cuidado de não prolongar muito a acolhida, cuidando para que seja simples e liturgicamente objetiva. É certo que a acolhida muito ajudará os fiéis na participação, na compreensão e na descoberta do espírito fraterno, que sempre deve manifestar-se na Liturgia.

É claro que a equipe de acolhida deve ser constituída por pessoas comunicativas, respeitosas e alegres. Um grupo de “cara fechada” ou “de rosto sombrio” poria tudo a perder. Lembremo-nos de que, se a Igreja não acolhe com delicadeza cristã os seus membros, muito menos estará apta para acolher os de fora, manifestando a eles a bondade que Deus sempre manifesta a nós.

Trata-se, pois, no ministério litúrgico, de acolher no verdadeiro sentido do Evangelho, tanto física quanto espiritualmente. O acolher e o ser acolhido não é apenas uma questão de boa educação, mas valor também antropológico, exigência profunda que se acha enraizada no ser humano. Com mais razão deve então a pastoral litúrgica cuidar para que a equipe de acolhida seja verdadeiro ministério litúrgico e se desenvolva no âmbito das celebrações como exigência da caridade fraterna e dos princípios básicos da fé cristã.

O acolhimento na igreja, como casa de todos e lugar sagrado, deve ser um prolongamento daquele acolhimento que deve caracterizar as famílias cristãs. Infelizmente, no mundo moderno está soando como superado tal acolhimento, mesmo em nossas famílias, o que se pode considerar como perda para a Igreja, para o mundo e para a evangelização.

Como sabemos, a hospitalidade sempre foi uma característica do povo bíblico (cf. Gn 18, 1-8, p. ex.), e se percorrermos os evangelhos, vamos notar que o próprio Jesus, em suas andanças e em sua missão, não só aceitou o acolhimento (cf. Jo 12,1-2; Lc 7,36; 10,38; 11,37; 14,1), como até se auto-convidou, por exemplo, para estar na casa de Zaqueu (cf. Lc 19,5). Também no episódio de Emaús (cf. Lc 24,28), ele “simulou que ia mais adiante”, despertando nos discípulos o desejo de sua permanência com eles, concretizando assim dois desejos: o de ser acolhido, no início, por parte de Jesus, e o de acolher, depois, por parte dos discípulos. Além disso, em sua vida pública e missionária, Jesus sempre se dirigia a Betânia (cf. Lc 10,38-42; Jo 11,1ss.; 12,1ss.), aldeia próxima de Jerusalém, onde, ao que tudo indica, gostava de repousar.

Finalmente, para ilustrar melhor o tema da acolhida, digamos sobretudo que toda a vida de Jesus foi uma constante acolhida, e de coração, uma afeição amorosa, principalmente com relação aos mais pobres, infelizes, excluídos e sofredores. A acolhida deve então ser o primeiro passo para uma desejável participação de todos na Liturgia e na vida da Igreja.

Fonte: https://afeexplicada.wordpress.com/2017/03/23/equipe-de-acolhida-ministerio-liturgico/ 

terça-feira, 21 de março de 2017

A Via Sacra é restrito apenas para a quaresma?

A Via Sacra é um piedoso exercício de pratica de oração que comumente se faz durante a quaresma na Igreja, como preparação da Solenidade da Páscoa. Percorrem-se os últimos passos de Jesus, até a ressurreição, meditando o fato acontecido e atualizando de acordo com o tema da Campanha da fraternidade. A cada ano a CNBB, publica um texto especial para ser meditado durante a caminhada da Via Sacra.

Entretanto esse exercício piedoso não é restrito apenas para a quaresma e semana Santa. Poderá ser feita em qualquer época do ano.

Eis as quatorze estações da Via Sacra:
1a estação: JESUS ORA NO HORTO DAS OLIVEIRAS (Lc 22, 39-46).
2a estação: JESUS, TRAÍDO POR JUDAS, É PRESO (Lc 22, 47s).
3â estação: JESUS É CONDENADO PELO SINÉDRIO (Lc 22, 66-71).
4a estação: A RENEGAÇÃO DE PEDRO (Lc 22, 54-62).
5a estação: JESUS É JULGADO POR PILATOS (Lc 23, 13-25).
6a estação: JESUS É FLAGELADO E COROADO DE ESPINHOS (Lc 22, 63-65; Jo 19, 23).
7a estação: JESUS RECEBE A CRUZ, QUE ELE CARREGARÁ (Mc 15, 20s).
8a estação: SIMÃO CIRINEU AJUDA JESUS A CARREGAR A CRUZ (Lc 23, 26).
9a estação: JESUS ENCONTRA AS MULHERES DE JERUSALÉM (Lc 23, 27-31).
10a estação: JESUS É PREGADO NA CRUZ (Lc 23, 33-47).
11a estação: JESUS PROMETE SEU REINO AO BOM LADRÃO (Lc 23, 33s. 39-43).
12a estação: JESUS PENDENTE DA CRUZ, A MÃE E O DISCÍPULO (Jo 19, 25-27).
13a estação: JESUS MORRE PREGADO NA CRUZ (Lc 23, 44-46).
14a estação: JESUS É SEPULTADO (Lc 23, 54-56).

Muito comum ser feito em retiros de leigos ou religiosos como preparação para a confissão. Tem um sentido penitencial.

Lembro que diariamente em Jerusalém percorre a Via Doloroso, grupos de peregrinos refazendo o trajeto original do lugar da condenação de Jesus até o local da Ressurreição. Vivem a Via Sacra no mesmo lugar, cidade e caminho de Jesus. A via sacra é feita conforme os dias que os grupos de peregrinos estão em Jerusalém. Portanto em qualquer época do ano.
Fonte: https://afeexplicada.wordpress.com/2017/03/20/a-via-sacra-e-restrito-apenas-para-a-quaresma/

quinta-feira, 16 de março de 2017

“Amar como Deus nos ama, sem hipocrisia”, sugere papa Francisco em Audiência Geral

Em catequese, pontífice retomou o tema da esperança cristã

O papa Francisco acolheu na Praça São Pedro, no Vaticano, cerca de 12 mil fiéis para a Audiência Geral desta quarta-feira, dia 15 de março. Depois da semana dedicada ao retiro quaresmal, em sua catequese o pontífice retomou o tema da esperança cristã, inspirando-se desta vez no trecho da Carta aos Romanos que fala da alegria de amar.

Na ocasião, Francisco disse que o grande mandamento que Jesus deixou é amar a Deus e o próximo como a si mesmo. “Somos chamados ao amor, à caridade. Esta é a nossa vocação mais sublime, a nossa vocação por excelência”, recordou.

Todavia, o papa lembra que na Carta aos Romanos o Apóstolo adverte para um risco: de que o amor seja hipócrita. “A hipocrisia pode se insinuar de várias maneiras, inclusive no nosso modo de amar”, alertou o papa. De acordo com ele, isso se verifica quando somos movidos por interesses pessoais, quando fazemos caridade para ganhar “visibilidade”, por amor interesseiro ou um “amor de novela”: “A caridade não é uma criação humana. Pelo contrário, é antes de tudo uma graça; não consiste em mostrar aquilo que não somos, mas aquilo que o Senhor nos doa”, afirma.

Segundo Francisco, o apóstolo Paulo convida os fiéis a reconhecerem-se pecadores e que também o seu modo de amar é marcado pelo pecado. E daí então, de acordo com ele, compreende-se que tudo o que pode-se viver e fazer pelos irmãos nada mais é do que a resposta àquilo que Deus fez e continua fazendo pelo seu povo: “O Senhor abre diante de nós uma via de libertação, de salvação, e dá também a nós a possibilidade de viver o grande mandamento do amor servindo aqueles que todos os dias encontramos no nosso caminho, a começar pelos últimos e pelos mais necessitados, nos quais Ele se reconhece por primeiro”, afirma o santo padre.

“A advertência de Paulo, na verdade, é para nos encorajar e a reavivar em nós a esperança. De fato, todos nós fazemos a experiência de não viver plenamente ou como deveríamos o mandamento do amor. Mas também esta é uma graça, porque nos faz compreender que também para amar precisamos que o Senhor renove continuamente este dom no nosso coração, através da experiência de sua infinita misericórdia. Somente assim voltaremos a apreciar as pequenas coisas, simples, de todos os dias; e seremos capazes de amar os outros como Deus os ama, isto é, procurando apenas o seu bem”, enfatizou.

Deste modo, finalizou Francisco, "nos sentiremos felizes por nos aproximarmos do pobre e do humilde, contentes por nos debruçarmos sobre os irmãos caídos por terra, a exemplo de Jesus. Aqui está o segredo para ‘sermos alegres na esperança’: porque temos a certeza de que, em todas as circunstâncias, inclusive nas mais adversas, e apesar das nossas faltas, o amor de Deus por nós não esmorece. E assim, certos de sua fidelidade inabalável, vivemos na alegre esperança de retribuir nos irmãos, com o pouco que nos é possível, o muito que recebemos dele todos os dias”. 
 

terça-feira, 14 de março de 2017

Gestos e posições do povo na Missa


Por Lucas Cardoso da Silveira Santos 
Fonte: www.adoremus.org 
Tradução: Lucas Cardoso da Silveira Santos

Ritos Iniciais
Fazer o sinal da Cruz com água benta (sinal do batismo) ao entrar na igreja.
Fazer genuflexão ao sacrário contendo o Santíssimo Sacramento, e ao altar do Sacrifício, antes de se dirigir ao banco. (Se não houver sacrário no presbitério, ou se este não for visível, fazer inclinação profunda ao altar antes de se dirigir ao banco.)
Ajoelhar-se ao chegar no banco para oração privada antes do início da Missa.
Ficar de pé para a procissão de entrada.
Fazer inclinação de cabeça quando o crucifixo, sinal visível do sacrifício de Cristo, passar em procissão. (Se houver um bispo, fazer inclinação quando ele passar, como sinal de reconhecimento da sua autoridade da Igreja e de Cristo como pastor do seu rebanho.)
Permanecer de pé para os ritos iniciais. Fazer o sinal da Cruz junto com o sacerdote no começo da Missa.
Bater no peito ao “mea culpa(s)” (“por minha culpa, minha tão grande culpa”) no Confiteor.
Fazer inclinação de cabeça e o sinal da Cruz quando o sacerdote disser “Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós…”
Fazer inclinação de cabeça ao dizer o “Senhor, tende piedade de nós” no Kyrie.
Se houver o Rito da Aspersão (Asperges), fazer o sinal da Cruz quando o padre aspergir água em sua direção. 

Durante a Missa, fazer inclinação de cabeça a cada menção do nome de Jesus e a cada vez que a Doxologia [“Glória ao Pai…”] for rezada ou cantada. Também quando pedir que o Senhor receba a nossa oração. (“Senhor, escutai a nossa prece” etc, e ao fim das orações presidenciais: “Por Cristo nosso Senhor” etc.)
Gloria: fazer inclinação de cabeça ao nome de Jesus. (“Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito…”, “Só vós o Altíssimo, Jesus Cristo…”)

Liturgia da Palavra
Sentar-se para as leituras da Sagrada Escritura.
Ficar de pé para o Evangelho ao verso do Alleluia.
Quando o ministro anunciar o Evangelho, traçar o sinal da Cruz com o polegar na cabeça, nos lábios e no coração. Esse gesto é uma forma de oração para pedir a presença da Palavra de Deus na mente, nos lábios e no coração.

Sentar-se para a homilia.
Credo: De pé; fazer inclinação ao nome de Jesus; na maioria dos Domingos durante o Incarnatus (“e se encarnou pelo Espírito Santo… e se fez homem”); nas solenidades do Natal e da Anunciação todos se ajoelham a essas palavras.
Fazer o sinal da Cruz na conclusão do Credo, às palavras: “..e espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.”

Liturgia Eucarística
Sentar-se durante o ofertório.
Ficar de pé quando o sacerdote disser “Orai, irmãos e irmãs…” e permanecer de pé para responder “Receba o Senhor este sacrifício…”
Se for usado incenso, o povo se levanta e faz inclinação de cabeça ao turiferário quando ele fizer o mesmo, tanto antes como depois da incensação do povo.
Permanecer de pé até o final do Sanctus (Santo, Santo, Santo…”), quando se ajoelha durante toda a Oração Eucarística.
No momento da Consagração de cada espécie, inclinar a cabeça e pronunciar silenciosamente “Meu Senhor e meu Deus”, reconhecendo a presença de Cristo no altar. Estas são as palavras de São Tomé quando ele reconheceu verdadeiramente a Cristo quando Este apareceu diante dele (Jo 20,28). Jesus disse: “Acreditaste porque me viste. Felizes os que acreditaram sem ter visto” (Jo 20,29).
Ficar de pé ao convite do sacerdote para a Oração do Senhor.
Com reverência, unir as mãos e inclinar a cabeça durante a Oração do Senhor.
Manter-se de pé para o sinal da paz, após o convite. (O sinal da paz pode ser um aperto de mãos ou uma inclinação de cabeça à pessoa mais próxima, acompanhada das palavras “A paz esteja contigo”.)
Na recitação (ou canto) do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus…”), bater no peito às palavras “Tende pedade de nós”.
Ajoelhar-se ao fim do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus…”).
Fazer inclinação de cabeça e bater no peito ao dizer: “Domine, non sum dignus… (“Senhor, eu não sou digno…”).

Recepção da Comunhão
Deixar o banco (sem genuflexão) e caminhar com reverência até o altar, com as mãos unidas em oração.
Fazer um gesto de reverência ao se aproximar do ministro em procissão para receber a Comunhão. Se ela for recebida de joelhos, não se faz nenhum gesto adicional antes de recebê-la.
Pode-se receber a Hóstia tanto na língua como na mão.
Para o primeiro caso, abrir a boca e estender a língua, de modo que o ministro possa depositar a Hóstia de forma apropriada. Para o outro caso, posicionar uma mão sobre a outra, de palmas abertas, para receber a Hóstia. Com a mão de baixo, tomar a Hóstia e com reverência depositá-la na sua boca. (Ver as diretrizes da Santa Sé de 1985).
Quando carregando uma criança, é muito mais apropriado receber a Comunhão na língua.
Se comungar também do cálice, fazer o mesmo gesto de reverência ao se aproximar do ministro.
Fazer o sinal da Cruz após ter recebido a Comunhão.
Ajoelhar-se em oração ao retornar para o banco depois da Comunhão, até o sacerdote se sentar, ou até que ele diga “Oremos”.

Ritos Finais
Ficar de pé para os ritos finais.
Fazer o sinal da Cruz durante a bênção final, quando o sacerdote invocar a Trindade.
Permanecer de pé até que todos os ministros tenham saído em procissão. (Se houver procissão recessional, fazer inclinação ao crucifixo quando ele passar.)
Se houver um hino durante o recessional, permanecer de pé até o final da execução. Se não houver hino, permanecer de pé até que todos os ministros tenham se retirado da parte principal da igreja.
Depois da conclusão da Missa, pode-se ajoelhar para uma oração privada de ação de graças.
Fazer genuflexão ao Santíssimo Sacramento e ao Altar do Sacrifício ao sair do banco, e deixar a (parte principal da) igreja em silêncio.
Fazer o sinal da Cruz com água benta ao sair da igreja, como recordação batismal de anunciar o Evangelho de Cristo a toda criatura.

Fonte: https://afeexplicada.wordpress.com/2017/03/13/gestos-e-posicoes-do-povo-na-missa-3/

Resultado da "Ação entre amigos" paroquial 2017

Segue número das cartelas premiadas da "Ação entre amigos" paroquial:
1°premio: R$10.000,00/3642-Isabela P. Dzulinski.
2°premio: R$  5.000,00/3476-Irani dos Santos
3°premio: R$  3.000,00/6891-Eduarda Sauczuk Viecheneski.
4°premio: R$  2.000,00/4749-Carlos Henrique Pinheiro.

A comunidade paroquial da paróquia de Nossa Senhora Auxiliadora de Ponta Grossa/PR agradece a todos que ajudaram na realização deste evento. Deus os abençoe e que Nossa Senhora os proteja.

Abaixo algumas fotos do evento.




















Agradecimento à "equipe do bingo" pelo registro.

sábado, 11 de março de 2017

O canto e a música na Liturgia


Em todos os estudos sobre o canto e a música na Liturgia, devemos ter bem claro o princípio fundamental formulado pelo Concílio Vaticano II: “… a música sacra será tanto mais santa, quanto mais intimamente estiver ligada à ação litúrgica…” (SC 112c). Assim, uma autêntica celebração exige que se observe exatamente o sentido e a natureza próprios de cada parte e de cada canto. Quanto mais gerais forem então os textos dos cantos e menos ligados à ação litúrgica ou ao tempo e à festa, tanto mais podemos dizer que não são eles litúrgicos, pois o importante é cantar a Liturgia, e não simplesmente cantar na Liturgia, como tantas vezes acontece.

Inserido na Liturgia, como parte integrante desta, o canto litúrgico participa de sua sacramentalidade, tornando-se então mistagógico, ou seja, capaz de conduzir a assembleia celebrante ao âmago do mistério. Por isso, é canto objetivo, que nasce da fé bíblica e eclesial, canto, pois, ritual, com função ministerial na Liturgia, seja acompanhando um rito, como é o caso dos cantos processionais (Entrada, Oferendas e Comunhão), seja por ser ele mesmo o rito, como no caso do “Glória” e do “Santo”. O mesmo não se pode dizer do canto simplesmente religioso, devocional, limitando-se este a sentimentos de ordem puramente subjetiva, sem ligar-se portanto à objetividade litúrgica.

Traduzindo o pensamento conciliar e o ensinamento da Igreja, queremos dizer então que, na Liturgia, não se canta por cantar. Não se canta para encher espaço ou cobrir possíveis vazios na celebração. Também não se canta por ser o canto bonito e cheio de mensagens, simplesmente. O canto, na Liturgia, não é divertimento nem se destina a tornar a celebração mais leve, mais agradável, mais movimentada. O canto litúrgico nunca pode ser mero enfeite, pois ele tem, na celebração, uma função ministerial, que lhe é própria. Às vezes, porém, certos cantos nos deixam a impressão de estarem apenas embelezando o momento celebrativo.

Na Liturgia, o canto une as pessoas, anima e dá vida à celebração, como afirma Ione Buyst. Facilita passar de “uma só voz” a “um só coração” e, finalmente, a “uma só alma”, como se vê na espiritualidade das comunidades primitivas (cf. At 4,32a). Podemos, pela Liturgia, unir nossa voz à dos anjos, em Liturgia terrestre e celeste, como acontece de fato no canto do “Santo”, sendo realmente nosso canto exultação de um povo feliz e redimido, que caminha para a casa do Pai.

Na linguagem bíblica e litúrgica, canto se associa ao Espírito Santo, e espírito tem relação com sopro, vento. O Espírito de Deus suscita em nós o “som”, a vibração correta, que nos faz pensar e sentir em uníssono com o próprio Deus. O canto produz, pois, a harmonia universal. Aliás, a palavra “canto” tem sentido de “harmonia”. Assim, podemos dizer que a criação, na sua harmonia, é um canto de louvor a Deus, e a Liturgia, nas palavras de Paulo VI, “é o louvor de Deus, na linguagem de um povo orante”. E com razão Bento XVI sublinha que “a música sacra tem que nos levar para outro mundo, para uma nostalgia do transcendente”.

O canto amplia o sentido das palavras e, por outro lado, sonda o mais profundo da interioridade do ser, cativa e faz brotar os sentimentos mais puros e profundos da alma humana. Ele liberta-nos dos limites da palavra, do racionalismo intelectual, do mero conceito, para dar-nos uma projeção do infinito e do indizível, na alegria que faz o coração exultar diante do mistério. É nesse sentido que São Tiago pergunta e, ao mesmo tempo, responde: “Está alguém alegre? Então cante!” (cf. Tg 5,13b).

Devemos vivenciar juntos a profundidade espiritual de um canto, pois a música, na Liturgia, é chamada a uma densidade teológica e espiritual à altura do mistério que nela celebramos. Por isso, não se pode escolher qualquer canto e qualquer música para a celebração, pois, como já vimos, ela deve aderir-se à natureza da Liturgia, na sua funcionalidade ministerial. A letra e a música deverão, assim, ser feitas no Espírito, levando-se em conta a situação ritual do canto, como também o tempo litúrgico ou a festa celebrada.

Fonte: https://afeexplicada.wordpress.com/2017/03/02/o-canto-e-a-musica-na-liturgia

quinta-feira, 9 de março de 2017

A visão salesiana do #DiaInternacionaldaMulher

Em todo 8 de março se celebra o dia que simboliza o esforço para conseguir que a paridade entre homens e mulheres traga abundantes frutos concretos, e que é uma ocasião para prestar homenagem a todas as mulheres que, durante a sua história, colocaram o seu grão de areia para que o Dia Internacional da Mulher seja muito mais do que uma simples data no calendário.

Nas diversas presenças salesianas são realizadas numerosas atividades para celebrar este dia e colocar em um contexto histórico os vários movimentos que marcaram a ocorrência ao longo do tempo. Das reflexões do “bom-dia” que percorreram a história dos protestos de 1857 sobre as condições das tecelãs americanas, aos laboratórios de reflexão sobre a origem da greve de 1908 em Nova Iorque, até as reivindicações de igualdade salarial ou diminuição do dia de trabalho para conciliar trabalho e vida familiar.
 
Com o aprofundamento sobre várias manifestações e a reelaboração por meio de murais e laboratórios variados, em muitos lugares foram evidenciados a primeira celebração do Dia Internacional da Mulher (em 1911 na Alemanha, Áustria, Dinamarca e Suíça), ou o pedido de 1977 à Assembleia Geral das Nações Unidas para declarar um dia do ano como Dia Internacional pelos Direitos da Mulher e a Paz Internacional.
 
Também nas redes sociais foram numerosas as mensagens publicadas nos perfis oficiais das casas salesianas – desde a Casa Geral – Fundações, Procuradorias Missionárias, ONGs salesianas... nos quais foi reafirmada a importância das mulheres, sempre em primeira linha, como verdadeiras protagonistas da história, e apresentados alguns dados sobre os quais refletir e trabalhar – como, por exemplo, lutar pelo direito à educação de 500 milhões de mulheres que não são alfabetizadas.
 
Ao mesmo tempo, a festa de 8 de março oferece também a oportunidade de aprofundar do ponto de vista salesiano a relação de Dom Bosco com sua mãe, Margarida Occhiena, que teve uma influência decisiva na formação dos filhos, como recorda o famoso sonho dos 9 anos, que marcou para sempre a vida do Santo dos Jovens: “Eu sou filho d’Aquela que tua mãe ensinou a saudar três vezes ao dia”.

Fonte: Info ANS
 

quarta-feira, 8 de março de 2017

08/03 Dia Internacional da Mulher.

MULHER CRISTÃ
Mulher cristã,um instrumento nas mãos de Deus !
um símbolo de amor pra os seus .
Uma professora sem restrições!
Uma coordenadora da sociedade, das nações.
Enigma inesgotável e forte.
a executora de atos nobres de toda sorte
Mulher cristã, a ternura que envolve a criança,
Que envolve a vida do jovem com segurança,
Que orienta os passos do jovem com seu exemplo,
Que acompanha o adulto e o leva ao templo.
É a base da sociedade.
É a heroína que sabe adornar a felicidade.
Mulher cristã é aquela que ensina o filho a orar.
É aquela que ameniza no mundo a chorar.
É aquela que não tem limitação!
É aquela que a todos dá atenção!
É aquela que contribui para o perdão.
É aquela que para tudo é a própria lição.
Mulher cristã é um título de extrema honra sincera
É o símbolo de toda cultura na terra.
É o conceito mais alto da feminilidade.
É a mola mestra do mundo!
É o símbolo de felicidade.
mulher cristã não tem distinção de raça,
classe social ou cor .
ELA crê em DEUS
n'Ele vê o verdadeiro amor...

Deus abençoe e proteja todas as mulheres do Brasil e do mundo.

A ORIGEN DA COMEMORAÇÃO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES
O Dia Internacional das Mulheres tem suas origens no Movimento Internacional das Mulheres Socialistas, ao final do século XIX e início do século XX, e tinha como objetivo principal promover a luta pelo direito ao voto da mulher, sem nenhum tipo de restrição baseado no nível de riqueza, propriedades ou de educação.
A data foi proposta, pela primeira vez, por Clara Zektin, durante a 2ª Conferência Internacional de Mulheres Socialistas, em 1910, na cidade de Copenhague, e seria uma data para reunir mulheres trabalhadoras de todo o mundo para lutar por direitos iguais, principalmente o direito ao voto. Para além do direito ao voto e de ocupar cargos públicos, bem como de representantes sindicais, reivindicavam também o direito de trabalhar em qualquer setor da sociedade, à educação profissional e o fim da discriminação no trabalho, salários iguais e o respeito social.
A proposta surgiu em meio a um período de grandes transformações sociais e políticas no mundo. A Europa estava às portas da Primeira Guerra Mundial, os impérios coloniais da Ásia e da África estavam sofrendo as primeiras comoções da Revolta Nacionalista, na América do Norte, o movimento pelo voto feminino estava questionando alguns dos pressupostos das relações humanas. A convocação de Clara Zetkin às mulheres para unir sua luta por igualdade de direitos com a luta para preservar a paz mundial teve grande repercussão mundial.
Quando foi comemorado o primeiro Dia Internacional das Mulheres, em 19 de março 1911, pois até então não havia se especificado uma data para o evento, mais de um milhão de mulheres, de vários países, participaram dele publicamente. Em 1914, a data pela Luta internacional Feminina, o Dia Internacional das Mulheres, passou a ser celebrado no dia 8 de março.
Embora o Dia Internacional das Mulheres estivesse sendo comemorado desde 1914, na data de 8 de março, a Revolução Russa de 1917, teve papel fundamental para a manutenção da data. Iniciada pelas mulheres russas proletárias que saíram às ruas pedindo “Pão e Paz”, a Revolução foi o marco na luta por direitos tanto das mulheres, quanto dos camponeses e proletários. Em 1975, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu a data como mundial de Luta por Direitos da Mulher e é dessa forma que a data em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres deve ser lembrada até hoje.

sábado, 4 de março de 2017


*Batizado dia 19 de março na Matriz às 08h30min com a missa, inscrições na secretaria paroquial até dia 17 às 17h30min.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Festa paroquial


Dia 12 de março almoço paroquial na Matriz, valor R$20,00 adulto e R$10,00 criança. 

Segue tarde festiva com rodadas de binguinho e pastelada. 

E as 17h bingão eletrônico com os prêmios nos valores de:
1º Prêmio - R$10.000,00
2º Prêmio - R$5.000,00
3º Prêmio - R$3.000,00
4º Prêmio - R$2.000,00.

  
*Maiores informações na secretaria paroquial.
Matriz N S Auxiliadora - PG
Secretaria paroquial: (42) 3226-4231

quarta-feira, 1 de março de 2017

Texto-base da CF 2017 aponta ações para o cuidado e cultivo da Casa Comum

Buscando alertar para o cuidado da criação, de modo especial dos biomas brasileiros, a Campanha da Fraternidade 2017 terá início em todo o país no dia 1º de março. Com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema “Cultivar e guardar a criação”, a iniciativa traz uma reflexão sobre o meio ambiente e sugere uma visão global das expressões da vida e dos dons da criação.

Com o objetivo de ajudar às famílias, comunidades e pessoas de boa vontade a vivenciarem a iniciativa, o texto-base da CF aponta uma série de atividades que ajudarão a colocar em prática as propostas incentivadas pela Campanha. Além disso, ele também propõe ações de caráter geral, que indicam a necessidade da conversão pessoal e social, dos cristãos e não cristãos, para cultivar e cuidar da criação.

Como exemplo dessas ações estão o aprofundamento de estudos, debates, seminários e celebrações nas escolas públicas e privadas sobre a temática abordada pela CF. O fortalecimento das redes e articulações, em todos os níveis, também é proposto com o objetivo de suscitar uma nova consciência e novas práticas na defesa dos ambientes essenciais à vida. Além disso, o subsídio chama atenção ainda para a necessidade de a população defender o desmatamento zero para todos os biomas e sua composição florestal.

Já no campo político, o texto-base da CF incentiva a criação de um Projeto de Lei que impeça o uso de agrotóxicos. O livro também indica que combater a corrupção é um modo especial para se evitar processos licitatórios fraudulentos, especialmente, em relação às enchentes e secas que acabam sendo mecanismos de exploração e desvio de recursos públicos.

Tendo em vista as formas de ‘agir’ propostas no texto-base da CF 2017, a CNBB destaca que é importante que cada comunidade, a partir do bioma em que vive e em relação com os povos originários desses biomas, faça o discernimento de quais ações são possíveis, e entre elas quais são as mais importantes e de impacto mais positivo e duradouro.

“A criação é obra amorosa de Deus confiada a seus filhos e filhas. Nossa Senhora Mãe de Deus e dos homens acompanhará as comunidades e famílias no caminho do cuidado e cultivo da casa comum no tempo quaresmal”, afirma o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner.

Os materiais da CF podem ser adquiridos no site da Edições CNBB.
 

Reflexão Salesiana para a Quarta-feira de cinzas - 01 de março de 2017

"Quando jejuarem, não mostrem uma aparência triste como os hipócritas, pois eles mudam a aparência do rosto a fim de que os outros vejam que eles estão jejuando. Eu digo verdadeiramente que eles já receberam sua plena recompensa. (Mt 6,1-18)

Os quatro primeiros dias da santa Quaresma são os mais importantes, a cabeça, o prefácio ou preparação que devemos fazer para passar bem a Quaresma, de nos dispormos ao jejum. Por isso quis, nesta ocasião, falar-vos o mais brevemente possível sobre as condições que tornam o jejum bom e meritório.

Para tratar do jejum e do que se requer para jejuar bem, é preciso dizer, antes de tudo, que de per si, o jejum não é uma virtude, porque bons ou maus cristãos e pagãos o observam. Os antigos filósofos o seguiam e o recomendavam; e não eram virtuosos por segui-lo, nem praticavam a virtude de jejuar; não, o jejum só é uma virtude quando for acompanhado das condições que o tornam agradável a Deus. Por isso é aproveitável a uns e a outros não, já que nem todos jejuam da mesma maneira.

Estou falando a religiosas, a pessoas dedicadas a Nosso Senhor, que sabem que não basta jejuar exteriormente se não se jejua no interior e se ao jejum do corpo se acrescentar o jejum do espírito.

O jejum foi instituído por Nosso Senhor como remédio para nossa boca, para nossa glutonaria, pois o pecado entrou no mundo pela boca e tem que ser a boca quem faça penitência.

Porém, também se requer que nosso jejum seja geral e total, quer dizer, que façamos jejuar todos os membros do nosso corpo. E também as potências e as paixões da alma; sim, também o entendimento, a inteligência e a vontade.

Portanto, é preciso cortar os discursos inúteis do entendimento, as vãs representações da nossa inteligência, os desejos supérfluos da nossa vontade. E assim ao jejum exterior acompanharemos com o interior.

(Sermão para a quarta-feira de cinzas, 09 de fevereiro de 1622. X, 181)

QUARTA-FEIRA DE CINZAS e SEXTA-FEIRA SANTA

Todo católico a partir de 14 anos deve fazer abstinência de carne obrigatória nestes dias.
Católicos a partir de 18 anos devem, obrigatoriamente, fazer JEJUM, além da abstinência de carne vermelha ou de aves. Para fazer isso, basta renunciar a uma das principais refeições do dia (almoço ou jantar). Pode tomar água à vontade.

Pessoas com problemas de saúde e grávidas podem substituir o jejum por outros atos de piedade e caridade.

Quem quiser e puder fazer um jejum mais rigoroso, pode passar o dia todo a pão e água.

DURANTE TODA A QUARESMA - exceto aos domingos: A Igreja recomenda (mas não obriga) que façamos abstinência parcial e jejum. Ou seja, se a pessoa costuma comer carne no almoço e no jantar, deve comer carne somente em uma das refeições principais. Quanto ao jejum, deve renunciar a algum tipo de alimento que o ajude a se mortificar (não comer chocolate durante toda a Quaresma, por exemplo).

NAS SEXTAS-FEIRAS DA QUARESMA: A Igreja recomenda (mas não obriga) que façamos abstinência de carne e jejum.
 
 

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