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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

CFE 2016: Amar o próximo e conscientizá-lo.

Com o tema “Casa comum, nossa responsabilidade”, e o lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5.24), a Campanha da Fraternidade deste ano é ecumênica e aborda o problema do saneamento básico.

A Campanha da Fraternidade de 2016, realizada entre a Quarta-feira de Cinzas (10 de fevereiro) e o Domingo de Ramos (20 de março), tem uma característica peculiar. Ela é ecumênica, ou seja, agrega várias linhas religiosas sob uma temática de relevância para a sociedade, que é muito maior do que a forma de expressar a religiosidade, mas que segue a direção cristã, de amor ao próximo e irmandade pelo bem de todos.

O tema deste ano é “Casa comum, nossa responsabilidade”, e o lema, “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5.24). Saneamento básico é o eixo que se coloca à frente de pelo menos 70% da população brasileira, público estimado de fiéis integrantes das Igrejas Católica Apostólica Romana, Episcopal Anglicana do Brasil, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Sirian Ortodoxa de Antioquia e Presbiteriana Unida. A união das igrejas forma o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic) e esta é a quarta vez que elas se reúnem em torno da Campanha da Fraternidade.

A pastora Romi Márcia Bencke, secretária-geral do Conic, atenta para a relevância de uma ação ecumênica neste momento histórico do Brasil: “O país tem vivido situações complexas de intolerância religiosa, que chegam a agressões físicas. Reunir todas essas linhas religiosas em torno de uma temática tão importante pode ajudar a sociedade a refletir sobre preconceitos dessa ordem. Os nomes de Jeová são vários, mas a fé na transcendência deveria nos levar as ações de amor e misericórdia, de diálogo e acolhida. O desafio do ecumenismo é mostrar que o outro não é uma ameaça, pois a essência da fé é a mesma. E tentar fazer algo pelo bem da coletividade... a Campanha da Fraternidade traz esse testemunho”, analisa.

A Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE) é realizada a cada cinco anos e já está em sua quarta edição. A primeira CFE foi organizada no ano 2000, e teve como tema “Dignidade humana e paz”. A segunda, em 2005, falou sobre “Solidariedade e paz”. Em 2010, o tema foi “Economia e Vida”. Nesse ano, a CFE tem como objetivo geral “assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas e empenharmo-nos, à luz da fé, por políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa casa comum”, afirma dom Flávio Irala, presidente do Conic.


Zelo em gestos
A pastora Romi ressalta que o tema central dessa discussão tem a ver com o cuidado ao meio ambiente. Há muito por avançar no Brasil em duas vias, as bases da cidadania, que são os direitos e deveres de cada um. “O Estado tem muito a fazer em relação ao saneamento básico nos centros urbanos, mas ainda que houvesse um modelo político primoroso nesse aspecto, as melhores respostas teriam de vir das pessoas, da comunidade, ao fazer a sua parte”. Ela exemplifica: “Zelar pelo seu espaço, mantendo-o limpo, cuidar do descarte correto do lixo, verificar se a fossa séptica não está contaminando o lençol freático, são alguns dos exemplos de situações que estão nas mãos das pessoas e que poderiam ser implementadas a partir de gestos diários, independente dos governos”.


Situação global
Para ter uma dimensão da importância que esse tema tem para a humanidade, quase a metade dos seres humanos no planeta não tem acesso a esgoto tratado e água encanada; e estima-se que pelo menos 15 milhões de pessoas morram anualmente por causas relacionadas à falta de saneamento básico. Doenças infecciosas como a leptospirose, febre tifóide, cólera e até ebola são as mais comuns dentre as causas dessas mortes, a maioria localizada em comunidades pobres. Para aumentar as exclamações em torno desse tema, a maioria das vítimas é formada por crianças de até cinco anos.


No Brasil
Por aqui, as estatísticas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) refletem que mais da metade dos lares - 56% das residências brasileiras - não possui saneamento básico. A proliferação do aedes aegypt, mosquito transmissor da dengue, zika e outras doenças, está ligada à falta de saneamento, bem como de políticas públicas de combate aos focos de procriação do mosquito e de ações preventivas da população.
No âmbito governamental, estima-se a necessidade de investimentos da ordem de R$ 300 bilhões para implementação de obras de infraestrutura e gestão no tratamento de água. O plano seria de 20 anos para universalizar o tratamento de águas e esgoto no país. No Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), entretanto, foram destinados R$ 70 bilhões para essa área. Passados mais de seis anos desde o início do Programa Nacional de Saneamento Básico, apenas 12% das obras estão prontas

Este programa foi instituído pela Lei Federal 14.445, a partir de uma das metas do milênio, estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) para promover políticas públicas nesse âmbito. Entretanto, grande parte dos municípios brasileiros não conseguiu atender aos prazos para apresentação de projetos de saneamento.


Conscientização
“Ao analisar os números, no Brasil, entendemos a premência de ações do Estado para conter a progressão de todo sofrimento que é gerado quando pessoas vivem sem higiene adequada. Mas também vemos que é preciso disseminar uma conscientização da população, para que, em uma via de mão dupla, direitos e deveres sejam requeridos de ambos, do Estado e do cidadão”, analisa a pastora Romi. “O tema da CFE tem a ver com sustentabilidade e meio ambiente. É preciso repensar a cultura do consumo, do estilo de vida que é adotado nas concentrações populacionais. As indústrias precisam também valorizar o reuso da água, com o auxílio das tecnologias para esse fim, otimizando os recursos naturais. Portanto, como se evidencia, o tema aborda um aspecto amplo de reflexão”, finaliza.


Os números do saneamento no Brasil
O Texto-base da CFE 2016 traz várias informações sobre a situação do saneamento básico no Brasil. Veja abaixo alguns dados levantados a partir do Sistema Nacional de Informações sobre o Saneamento Básico (2013):
82% da população brasileira não têm acesso à água tratada
Mais de 100 milhões de pessoas não têm acesso à coleta de esgoto
Apenas 39% dos esgotos são tratados
Diariamente é despejado na natureza o equivalente a 5 mil piscinas olímpicas de esgoto sem tratamento
10,6% dos domicílios não são contemplados pelo serviço público de coleta de resíduos sólidos (PNAD/2013)
O Brasil está entre os 20 países do mundo nos quais as pessoas têm menos acesso a banheiros

Escrito por Sandra de Angelis
Fonte: http://boletimsalesiano.org.br/index.php?option=com_k2&view=item&id=5999:cfe-2016-amar-o-proximo-e-conscientiza-lo&Itemid=507

Proposta de vivência quaresmal

Clique na imagem para ver ampliada.

Onze coisas que todo católico deve saber sobre a Quarta-feira de Cinzas

E chegamos ao início da quaresma. Um tempo escolhido para refletir, e viver muitas bênçãos sobre o nosso planeta terra, a CASA COMUM. Recebemos com alegria as sugestões de nossa Campanha da Fraternidade neste tempo penitencial.

Onze coisas que todo católico deve saber sobre a Quarta-feira de Cinzas.
Recordamos algumas coisas essenciais que todo católico precisa saber para poder viver intensamente este tempo.

1.- O que é a Quarta-feira de Cinzas?
É o primeiro dia da Quaresma, ou seja, dos 40 dias nos quais a Igreja chama os fiéis a converter-se e a preparar-se verdadeiramente para viver os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo durante a Semana Santa.
A Quarta-feira de Cinza é uma celebração que está no Missal Romano, o qual explica que no final da Missa, abençoam e impõem as cinzas obtidas da queima dos ramos usadas no Domingo de Ramos do ano anterior.

2.- Como nasceu a tradição de impor as cinzas?
A tradição de impor a cinza é da Igreja primitiva. Naquela época, as pessoas colocavam as cinzas na cabeça e se apresentavam ante a comunidade com um “hábito penitencial” para receber o Sacramento da Reconciliação na Quinta-feira Santa.
A Quaresma adquiriu um sentido penitencial para todos os cristãos quase 400 anos d.C. e, a partir do século XI, a Igreja de Roma impõe as cinzas no início deste tempo.

3.- Por que impõem as cinzas?
A cinza é um símbolo. Sua função está descrita em um importante documento da Igreja, mais precisamente no artigo 125 do Diretório sobre a piedade popular e a liturgia: “O começo dos quarenta dias de penitência, no Rito romano, caracteriza-se pelo austero símbolo das Cinzas, que caracteriza a Liturgia da Quarta-feira de Cinzas. Próprio dos antigos ritos nos quais os pecadores convertidos se submetiam à penitência canônica, o gesto de cobrir-se com cinza tem o sentido de reconhecer a própria fragilidade e mortalidade, que precisa ser redimida pela misericórdia de Deus. Este não era um gesto puramente exterior, a Igreja o conservou como sinal da atitude do coração penitente que cada batizado é chamado a assumir no itinerário quaresmal. Devem ajudar aos fiéis, que vão receber as Cinzas, para que aprendam o significado interior que este gesto tem, que abre a cada pessoa a conversão e ao esforço da renovação pascal”.

4. O que simbolizam e o que recordam as cinzas?
A palavra cinza, que provém do latim "cinis", representa o produto da combustão de algo pelo fogo. Esta adotou desde muito cedo um sentido simbólico de morte, expiração, mas também de humildade e penitência.
A cinza, como sinal de humildade, recorda ao cristão a sua origem e o seu fim: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra” (Gn 2,7); “até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás” (Gn 3,19).

5.- Onde podemos conseguir as cinzas?
Para a cerimônia devem ser queimados os restos dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior. Estes recebem água benta e logo são aromatizados com incenso.

6.- Como se impõe as cinzas?
Este ato acontece durante a Missa, depois da homilia e está permitido que os leigos ajudem o sacerdote. As cinzas são impostas na fronte, em forma de cruz, enquanto o ministro pronuncia as palavras Bíblicas: “és pó e em pó te tornarás” ou “convertam-se e creiam no Evangelho”.

7.- O que devem fazer quando não há sacerdote?
Quando não há sacerdote, a imposição das cinzas pode ser realizada sem Missa, de forma extraordinária. Entretanto, é recomendável que antes do ato participem da liturgia da palavra.
É importante recordar que a bênção das cinzas, como todo sacramental, somente pode ser feita por um sacerdote ou um diácono.

8.- Quem pode receber as cinzas?
Qualquer pessoa pode receber este sacramental, inclusive as não católicas. Como explica o Catecismo (1670 ss.) “sacramentais não conferem a graça do Espírito Santo à maneira dos sacramentos; mas, pela oração da Igreja, preparam para receber a graça e dispõem para cooperar com ela”.

9.- A imposição das cinzas é obrigatória?
A Quarta-feira de Cinzas não é dia de preceito e, portanto, não é obrigatória. Não obstante, nesse dia muitas pessoas costumam participar da Santa Missa, algo que sempre é recomendável.

10.- Quanto tempo é necessário permanecer com a cinza na fronte?
Quanto tempo a pessoa quiser. Não existe um tempo determinado.

11.- O jejum e a abstinência são necessários?
O jejum e abstinência são obrigatórios durante a Quarta-feira de Cinzas, como também na Sexta-feira Santa, para as pessoas maiores de 18 e menores de 60 anos. Fora desses limites, é opcional. Nesse dia, os fiéis podem ter uma refeição “principal” uma vez durante o dia.
A abstinência de comer carne é obrigatória a partir dos 14 anos. Todas as sextas-feiras da Quaresma também são de abstinência obrigatória. Outras sextas-feiras do ano também, embora segundo o país pode ser substituído por outro tipo de mortificação ou oferecimento como a oração do terço.
Por Diego López Marina - Contribuição Pe. João Pedro Peres

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

9 SINAIS DE CÂNCER NA PRÓSTATA QUE NENHUM HOMEM DEVE IGNORAR.

O câncer de próstata é, entre os homens, o segundo tumor que mais causa mortes no Brasil. 
Por isso é de grande importância identificar de forma precoce o câncer, pois teremos mais chances de lutar contra o tumor. 
Os primeiros sinais do câncer de próstata podem passar despercebidos, e muitos dos sintomas acabam sendo confundidos com outras doenças. 
Conheça nove sinais da presença do câncer de próstata: 
1. Dificuldade de urinar Este sintoma é facilmente confundido com infecção urinária. O homem que tem câncer de próstata pode sentir desconforto, coceira, além de demorar a conseguir urinar. 
2. Aumento da frequência urinária Há um grande aumento na vontade de urinar, principalmente à noite. Este sintoma pode ser confundido com o diabetes, cuidado! 
3. Dores na região lombar É muito comum sentir dores na região inferior das costas. Muitas vezes, essas dores são associadas a dores musculares e acabamos não dando a importância devida. Faça um exame médico caso as dores na região lombar se estendam até as coxas e quadris. 
4. Dores na uretra Há dores intensas na uretra e na bexiga com sensação de queimação. A dor é parecida com aquela que sentimos quando a urina é presa. sinais_cancer_de_prostata_-_cura_pela_natureza.jpg 
5. Diminuição da força da urina Há uma grande dificuldade em conseguir terminar de urinar. Este sintoma também é confundido com a infecção urinária. 
6. Dores nas costas enquanto se faz xixi Este é um sintoma bem comum e a dor é intensa. 
7. Sangue nos fluidos Devido à presença de sangue, é notável a mudança de cor da urina, da pré-ejaculação e do sêmen. 
8. Dificuldades durante o sexo O câncer de próstata provoca dores intensas na hora da ejaculação e grande dificuldade de ereção. 
9. Dores nos ossos Devido à presença de células malignas no organismo, ocorrem inflamações pelo corpo que provocam dores intensas nos ossos e nas articulações. Sentir dores nas coxas, costas e pelve é muito comum e é bastante confundida com a dor no nervo ciático. 
ATENÇÃO! Recomendamos que você procure um médico urgente caso sinta algum dos sintomas acima. Pode não ser nada. Porém é muito importante investigar.

sábado, 30 de janeiro de 2016

SÃO JOÃO BOSCO - 31/01

João Melquior Bosco, nasceu no dia 16 de agosto de 1815, numa família católica de humildes camponeses em Castelnuovo d'Asti, no norte da Itália, perto de Turim. Órfão de pai aos dois de idade, cresceu cercado do carinho da mãe, Margarida, e amparo dos irmãos. Recebeu uma sólida formação humana e religiosa, mas a instrução básica ficou prejudicada, pois a família precisava de sua ajuda na lida do campo.

Aos nove anos, teve um sonho que marcou a sua vida. Nossa Senhora o conduzia junto a um grupo de rapazes desordeiros que o destratava. João queria reagir, mas a Senhora lhe disse: "Não com pancadas e sim com amor. Torna-te forte, humilde e robusto. À seu tempo tudo compreenderás". Nesta ocasião decidiu dedicar sua vida a Cristo e a Mãe Maria; quis se tornar padre. Com sacrifício, ajudado pelos vizinhos e orientado pela família, entrou no seminário salesiano de Chieri, daquela diocese.

Inteligente e dedicado, João trabalhou como aprendiz de alfaiate, ferreiro, garçom, tipógrafo e assim, pôde se ordenar sacerdote, em 1841. Em meio à revolução industrial, aconselhado pelo seu diretor espiritual, padre Cafasso, desistiu de ser missionário na Índia. Ficou em Turim, dando início ao seu apostolado da educação de crianças e jovens carentes. Este "produto da era da industrialização", se tornou a matéria prima de sua Obra e vida.

Neste mesmo ano, criou o Oratório de Dom Bosco, onde os jovens recebiam instrução, formação religiosa, alimentação, tendo apoio e acompanhamento até a colocação em um emprego digno. Depois, sentiu necessidade de recolher os meninos em internatos-escola, em seguida implantou em toda a Obra as escolas profissionais, com as oficinas de alfaiate, encadernação, marcenaria, tipografia e mecânica, repostas às necessidades da época. Para mestres das oficinas, inventou um novo tipo de religioso: o coadjutor salesiano.

Em 1859, ele reuniu esse primeiro grupo de jovens educadores no Oratório, fundando a Congregação dos Salesianos. Nos anos seguintes, Dom Bosco criou o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora e os Cooperadores Salesianos. Construiu, em Turim, a basílica de Nossa Senhora Auxiliadora, e fundou sessenta casas salesianas em seis países. Abriu as missões na América Latina. Publicou as Leituras Católicas para o povo mais simples.

Dom Bosco agia rápido, acompanhou a ação do seu tempo e viveu o modo de educar, que passou à humanidade como referência de ensino chamando-o de "Sistema Preventivo de Formação". Não esqueceu do seu sonho de menino, mas, sobretudo compreendeu a missão que lhe investiu Nossa Senhora. Quando lhe recordavam tudo o que fizera, respondia com um sorriso sereno: "Eu não fiz nada. Foi Nossa Senhora quem tudo fez".

Morreu no dia 31 de janeiro de 1888. Foi beatificado em 1929 e canonizado por Pio XI em 1934. São João Bosco, foi proclamado "modelo por excelência" para sacerdotes e educadores. Ecumênico, era amigo de todos os povos, estimado em todas as religiões, amado por pobres e ricos; escreveu: "Reprovemos os erros, mas respeitemos as pessoas" e se fez , ele próprio, o exemplo perfeito desta máxima.
Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Inscrições para catequese na Comunidade N. Sra. Aparecida

Inscrições para catequese na Comunidade N. Sra. Aparecida
Rua Fagundes Varela, s/n Nucleo 31 de Março
Dias: 14 e 21 de novembro de 2015 das 9:00 às 11h30min.
Dias: 16 e 23 de janeiro de 2016 das 9:00 às 11h30min.
Dias: 06 e 13 de fevereiro de 2016 das 9:00 às 11h30min.
Documentação necessária para inscrição:
Certidão de Batismo, Certidão de Nascimento, Comprovante de endereço
+ Taxa do Manual a ser usado em 2016.
A partir da idade e de 8 anos completos até 31 de dezembro de 2015.
Mais informações com Marina Caillot
#catequese2015

terça-feira, 3 de novembro de 2015

03/11 - Aniversário do P. Leo Kieling

Aniversário do P. Leo Kieling, desejamos muitas felicidades.
Parabéns, e que possa ter muitos mais anos de vida, abençoados e felizes, que estes dias futuros sejam todos de saúde, paz e desejos realizados.
Que seu coração, esteja sempre em festa.
Que seu caminhar seja sempre premiado com a presença de Deus, guiando seus passos e iluminando suas decisões.
Parabéns por hoje, felicidades sempre.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Notícia - Apresentado tema do Dia Mundial das Comunicações Sociais 2016

O Vaticano comunicou, na manhã de hoje, 29, que o tema do Dia Mundial das Comunicações Sociais 2016 será “Comunicação e Misericórdia: um encontro fecundo”. A celebração é motivada pelo Conselho Pontifício para as Comunicações. Na 50ª edição, o evento será comemorado, no domingo, 8 de maio, por ocasião da Solenidade da Ascensão do Senhor. 

O Dia Mundial das Comunicações Sociais é promovido desde o Concílio Vaticano II, após publicação do Decreto Inter Mirifica, de 1963, sobre os meios de comunicação. Em 7 de maio de 1967, a data foi celebrada pela primeira vez. Todos os anos é divulgada a mensagem do papa, publicada na festa de São Francisco de Sales, padroeiro dos comunicadores (24 de janeiro). 

Comunicação e misericórdia 
A escolha do tema está em sintonia com o Jubileu extraordinário da Misericórdia, que terá início no dia 8 de dezembro. O papa Francisco deseja que o Dia Mundial das Comunicações Sociais seja ocasião propícia para refletir sobre a relação entre comunicação e misericórdia. 

Na Bula de proclamação do Ano Jubilar, o papa Francisco afirma que “ a Igreja tem a missão de anunciar a misericórdia de Deus, coração pulsante do Evangelho, que por meio dela deve chegar ao coração e à mente de cada pessoa”. Recorda, ainda, que a mensagem do Evangelho deve ser divulgada na linguagem e gestos próprios, “para penetrarem no coração das pessoas e desafiá-las a encontrar novamente a estrada para regressar ao Pai, devem irradiar misericórdia".

terça-feira, 15 de setembro de 2015

ESCLARECIMENTOS IMPORTANTES E OPORTUNOS.

Por: Demétrio Gomes

Algumas notas breves e simples para ajudar a entender as mudanças introduzidas hoje no Direito da Igreja através dos documentos que o Papa Francisco publicou (Motu Proprio "Mitis Iudex Dominus Iesus" e "Mitis et misericors Iesus"):

1.Não existe propriamente processo de "anulação" de casamento como vem sendo noticiado pela mídia. O que existe são processos de nulidade, nos quais o poder judiciário da Igreja se encarrega de julgar se determinado matrimônio foi realmente válido ou não. Neste segundo caso, por falta de algum elemento essencial para que se constitua uma verdadeira união conjugal. O fato de um casamento "não ter dado certo" não significa que tenha sido necessariamente inválido. Não se pode confundir a nulidade de um matrimônio como uma espécie de "divórcio católico autorizado".

2. A doutrina da Igreja com relação à indissolubilidade do matrimônio – e, consequentemente, ao divórcio – permanece imutável, pois nenhum poder neste mundo – nem mesmo do Romano Pontífice – pode modificar algo estabelecido direta e expressamente pelo próprio Deus. A Igreja não é “dona” da verdade, de modo a poder alterá-la, mas obediente a ela.

3. Quais são, então, as novidades introduzidas? As mudanças, obviamente, não foram doutrinais, mas apenas relativas aos trâmites processuais, de modo a facilitar aos fieis o acesso aos Tribunais da Igreja para conhecerem a verdade acerca do seu matrimônio, o que é um direito de todo fiel. Basicamente, as mudanças foram as seguintes: os processos se tornarão mais rápidos, sem a necessidade de uma segunda instância para confirmar uma sentença afirmativa da primeira; o juízo do Bispo ou de um juiz único para julgar os casos mais simples; Enfim, há algumas questões mais técnicas, que devem ser matizadas. Para os fiéis, de modo geral, as principais mudanças sintetizam-se na celeridade do processo, e maior facilidade para o acesso gratuito aos mesmos.

4. A misericórdia da Igreja não está em “anular” os casamentos que não deram certo, mas em dar aos fiéis o conhecimento da verdade a respeito do seu casamento. A misericórdia sempre supõe a justiça, e de modo algum pode ser evocada como pretexto para encobrir a injustiça. Muito injusto seria declarar – em nome de uma pretensa misericórdia – inválido um casamento realmente válido. Estando ao lado daqueles que sofrem, a Igreja, justamente porque ama, não pode ocultar a verdade aos seus filhos. Por mais que seja dura em algumas situações, só a verdade liberta!
Enviado por Pe. Peteleco Peres

domingo, 23 de agosto de 2015

Noticia - Que pecados nos impedem de comungar?

Que pecados nos impedem de comungar?
Ok, não posso ter pecado mortal. Mas o que fazer com os pecados veniais?
São Paulo expressou com contundência que nem todos estão em condições de receber a comunhão:

"Que cada um se examine a si mesmo, e assim coma desse pão e beba desse cálice. Aquele que o come e o bebe sem distinguir o corpo do Senhor, come e bebe a sua própria condenação." (1 Cor 11, 28-29)
Estas palavras destacam a gravidade do assunto, mas não proporcionam um critério claro sobre quando uma pessoa é digna e quando não é. Por isso, esta questão também foi submetida a debate.

Dá a impressão, no entanto, que os destinatários da carta – os coríntios – já tinham alguma ideia a respeito disso. Por isso, é importante ver as fontes conhecidas da vida da Igreja primitiva.

No final do século I ou começo do século II, foi escrita a chamada "Didaché" (ou "Doutrina dos Doze Apóstolos"), na qual se fala bastante da Eucaristia. Após indicar que o sacramento é somente para os batizados, acrescenta a seguinte frase: "Quem for santo, aceda; quem for menos, faça penitência". Ainda que exija um esclarecimento posterior, este continua sendo um critério válido, à luz do qual se entende o que foi determinado.

Alguns podem objetar, e com razão: "Mas quem pode dizer que é santo?". Livre de todo pecado, ninguém. Por isso, aproximar-se da comunhão deve ser penitencial, para purificar-nos ao máximo. O mais adequado é receber a comunhão quando já há uma comunhão da alma com o Senhor.

Mas há diversas situações, como também há diversos tipos de pecado. O pecado mortal rompe totalmente esta comunhão e, neste caso, a penitência requerida exige a recepção do sacramento da Penitência como condição prévia.

Por isso, o Código de Direito Canônico estabelece que, quem tiver consciência de estar em pecado grave, não celebre Missa (no caso de ser padre) nem comungue o Corpo do Senhor sem recorrer antes à confissão sacramental (n. 916).

Vale a pena esclarecer algo: não existe penitência verdadeira nem confissão válida sem propósito de emenda. Isso serve para entender por que algumas pessoas não podem receber a comunhão, já que vivem em uma situação habitual de pecado.

Mas ainda resta o pecado venial. Ninguém consegue escapar dele, e pretender estar livre de todo pecado venial é presunção.

Neste caso – quando se está em estado de graça, mas com pecados veniais –, a penitência é interior e está inclusa na liturgia. O pecado venial não impede a pessoa de comungar (pelo contrário: é alimento interior que dá forças para combatê-lo), mas, ao mesmo tempo, para participar dos sagrados mistérios, é preciso começar reconhecendo nossos pecados.

Isso é familiar para quem vai à missa com frequência, pois o ato penitencial faz parte da celebração ("Confesso a Deus todo-poderoso, e a vós, irmãos..."). Depois, a preparação imediata nos recorda que vamos comungar como convidados ("Felizes os convidados para a ceia do Senhor") e que não somos dignos de receber Jesus ("Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada..."). De certa maneira, estas também são palavras de contrição.

É interessante observar que, mesmo na celebração da comunhão fora da santa missa, a liturgia é muito mais breve, mas inclui estas duas partes penitenciais, as mesmas. É importante recordar isso e renovar-nos na vivência da missa e de cada uma de suas partes!

Em resumo: para comungar, é preciso estar em graça de Deus. Mas, mesmo estando, nunca somos dignos de receber Jesus. Isso não é um obstáculo para comungar, mas a dignidade do sacramento exige que procuremos nos tornar o mais dignos possíveis.

Fonte: Aleteia

sábado, 22 de agosto de 2015

Noticia - Divórcio e segundo casamento: como equilibrar a misericórdia de Deus com a fidelidade à doutrina cristã?

Divórcio e segundo casamento: como equilibrar a misericórdia de Deus com a fidelidade à doutrina cristã?

O Evangelho é claro sobre a indissolubilidade do matrimônio, mas também é claro sobre a misericórdia Em outubro próximo, a Igreja realiza no Vaticano a Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, cujo tema central será a família.

Apesar de que o encontro preveja muitos outros temas de grande relevância, a tendência é que mídia dedique grande atenção à polêmica situação dos divorciados que voltaram a se casar: como a Igreja pode manter-se fiel à indissolubilidade do matrimônio e, ao mesmo tempo, não excluir as pessoas que se encontram em "situação irregular" do ponto de vista doutrinal?

Dom Mario Grech, bispo da diocese de Gozo, localizada no pequeno arquipélago de Malta, refletiu sobre esta delicada questão na carta pastoral "Um bálsamo de misericórdia para a família", publicada por ele neste mês de agosto.

Alguns pontos fundamentais da carta de dom Mario:

- O sínodo sobre a família deve destacar uma Igreja de portas abertas: um "refúgio para todos os pecadores, dotado de vida e de esperança na conversão". 

- Não se pode mudar a doutrina sobre o matrimônio: ele é um sacramento que une um homem e uma mulher mediante um amor indissolúvel, fiel, aberto à vida e que constitui a base da família, uma instituição natural que nos beneficia "humana, social e espiritualmente", a ponto de que "o desejo de formar uma família tem raízes profundas na própria natureza humana". 

- Apesar deste conceito irrenunciável do casamento, a Igreja não pode ignorar a complexa realidade das separações, divórcios, adultérios e segundas núpcias de divorciados, nem as ideologias que questionam a "família tradicional" e procuram disseminar práticas como as uniões informais e a reprodução assistida, além de perspectivas pseudocientíficas como a ideologia de gênero. 

- Estas realidades "reduzem e enfraquecem" o matrimônio, fato que, por sua vez, produz uma " crise de fé" na qual é fácil "virar as costas para Deus". 

- Os divorciados que se casam em segundas núpcias estão em "situação contrária ao sacramento cristão", mas, como esclareceu o papa Francisco na audiência geral do recente dia 5 de agosto, eles "não estão excomungados". A Igreja tem espaço "para todos aqueles que acreditam em Deus: ninguém é excluído nem descartado". 

- É fundamental preservar a fidelidade à doutrina cristã sobre a indissolubilidade do matrimônio, mas também é fundamental a misericórdia, que é " o coração da doutrina cristã". 

- O "bálsamo da misericórdia de Deus" deve ser oferecido às pessoas cuja união se encontra em desacordo com o Evangelho, mediante um " caminho penitencial" que, obviamente, "não contradiz o Evangelho"; afinal, "o Deus da misericórdia toca as chagas abertas da humanidade para saná-las". 

- Deus é justo, mas a misericórdia de Deus " vai além da justiça": Deus sempre "oferece à humanidade muito mais do que ela merece". 

- A Igreja pode e deve, portanto, "permanecer fiel ao Evangelho da família e dar apoio às famílias fiéis", mas deve também "ser fiel ao Evangelho da misericórdia", assegurando a esperança na misericórdia divina e a experiência da alegria do amor de Deus para todas as pessoas "que fracassaram no seu casamento".

Fonte: ALETEIA

domingo, 2 de agosto de 2015

Dia do Padre

O Dia do Padre é comemorado anualmente em 4 de Agosto, no Brasil. Pela Igreja no primeiro domingo do mês de Agosto (mês dedicado às vocações).


Padre é o representante de Deus na Terra, é o indivíduo que preside as missas, dá a comunhão para os fiéis, realiza batizados e casamentos e através do sacramento da confissão une as pessoas a Deus.

Na Igreja Católica a figura do padre é considerada semelhante à de um "pai" (padre), que intercede por seus "filhos" (fiéis) em nome de Deus e Jesus Cristo. 
Origem do Dia do Padre.
O Dia do Padre é celebrado oficialmente em 4 de agosto, data da festa de São João Maria Vianney, comemorada desde 1929, quando o Papa Pio XI, o proclamou padroeiro dos padres e das demais pessoas que servem aos ensinamentos de Deus. 
João Maria Vianney nasceu na França, em 1786, e foi considerado um dos mais notáveis conselheiros do mundo católico em seu época. O Papa Pio XI canonizou São João Maria Vianney em 1925.

Mensagens para o Dia do Padre
"Padre, foi Deus quem te fez para o mundo, para a nossa igreja, para nós. 
Tu és amigo, irmão... pastor. Tua vida é exercício de amor. É doação silenciosa. É testemunho eloquente. É vocação vivida todos os dias. 
Somos felizes por sua existência! 
O teu jeito de viver é edificante, fala mais que muitas palavras, porque expressa através das obras. Viver assim faz a maior diferença! Que bom que tu existes! Deus seja louvado!"

Parabéns padres de nossa comunidade paroquial: Leo Kieling, José Hess, Aristides Girardi e Sebastião.

Comunicação Social Salesiana - Paróquia N S Auxiliadora
Fonte www.calendarr.com

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Novena de Nossa Senhora da Glória.

Início dia 07/08/2015 - 19h30min

Venha participar e colocar nas mãos de Nossa Senhora o seu agradecimento e também a graça que você mais necessita alcançar e rezaremos juntos, todos os dias, pedindo a intercessão de Nossa Senhora da Glória!

Clique na imagem para ver ampliado

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Vídeo - Hino do Bicentenário de Dom Bosco.


Hino do Bicentenário de Dom Bosco - com legenda e em português
28/07/2015
Letra: Antonio Gil Prieto - Música: Javier Gonzálvez e Ángel Alfosea | Tradução: Pe. Osmar Bezutte
Intérpretes: Andreia Zanardi, Mariani da Silva, Karla Fioravante, Luiz Felipe; Dalva Tenório, Marcelo Diório.
Fonte: Youtube.com

Letra:
D G/D D
Um passado legendário, doação de vida,
Bm F#m G A
Com teu dedo indicando mais acima brilha o sol;
D G/D D
Já sabemos que as rosas também trazem espinhos,
Bm F#m G A
Mas nós fomos avançando com a força do amor.

D G/D D
Séculos de vida, séculos de sonhos,
Bm F#m G A
Com os jovens caminhando sempre te encontraste bem;
D G/D D
Um passado legendário, mais que mil lembranças...
Bm F#m G A C A
E contigo, nós também, não deixamos de sonhar (não deixamos de sonhar).

A G Bm G7/9 Bm
/: A vida segue crescendo, / Árvore bicentenária;
C G Em A
Te tornas grande, Dom Bosco, / No veloz passar dos anos. :/ 

A nós todos, teus amigos, dás alento e esperança
O sentir que estás presente apoiando nosso esforço;
Teu perene otimismo é o farol em nossa estrada;
Nosso dia se ilumina com teu riso e tua voz.

Escrevemos nossas vidas de esperanças feito grito
Somos jovens que esperam nova terra e novo céu
Procurando metas, sonhadores de infinito,
A esperança do amanhã que contigo crescerá (que contigo crescerá). /: 

D G/D D
Se alarga o horizonte com a luz de tua história,
Bm F#m G D
O futuro vais marcando sussurrando ao coração:
D G/D D
“Sigam transbordando vida, os esperarei na glória;
Bm F#m G A
E não esqueçam de olhar pro céu, mais acima brilha o sol,
C A Bb A
Mais acima brilha o sol, (mais acima brilha o sol”). /:

Informação

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